VULCANO NO 1º METAL SP FESTIVAL

Novembro 28th, 2011 § 1 Comentário

VULCANO destruirá o Blackmore com o show de lançamento do álbum Drowning in Blood no 1º Metal SP Festival. Apresentam-se também as bandas: SALÁRIO MÍNIMO SELVAGERIABLASTHRASHBEYOND THE GRAVEMARTÍRIA. Além dos shows, terão sorteios de baldes de cerveja e whisky, performances artísticas com as “Garotas Tatuadas” da produtora XplasticChris Lima e Mayanna Rodrigues (Fetish Dolls/Xplastic) e distribuição de brindes exclusivos.

Colaboradores do evento: XplasticFetish DollsChris Lima, Live Press, Studio 365, Daruma Tattoo & Piercing, Estudio F Fotografia, Oficina de Guitarra Diego Araújo, Pintaste Comunicação Visual, Ferro Velho do Raul, AFU Telecom, Radiadores Brasil, Morango’s Bar, Bar do Carlão – Moema.
Realização: Portal Comunidade Metal SP e Blackmore Rock Bar.

O Quê?

1º METAL SP FESTIVAL

Quando?


Domingo, 18 de Dezembro de 2011, às 16h.

Quanto?

Ingressos limitados: R$ 20 (antecipado) e R$ 25 (no dia do evento/Blackmore).

Pontos de Venda:

  • Via internet: Comunidade Metal SP;
  • Die Hard (Galeria do Rock)
    Endereço: Av.São João, 439 – 2º andar – Loja 312 – São Paulo /SP;
  • Blackmore Rock Bar – de sexta a domingo;
  • Com bandas de abertura participantes – sob consulta.

Cartões de Débito: Rede Shop / Visa Electron / Maestro
Cartões de Crédito: Mastercard / Visa

Onde?

Blackmore Rock Bar
Endereço: Alameda dos Maracatins, 1317 – Moema – São Paulo/SP
Telefone: (11) 5041-9340
Reservas de mesas: blackmore@blackmore.com.br
Estacionamento: Vallet Service – R$ 15.

SE BEBER, NÃO DIRIJA! Deixe que o motorista do Blackmore te leve para casa!  — Maiores informações no Caixa do Blackmore.

Por Darlene Carvalho

2º SALÃO INTERNACIONAL DE VEÍCULOS ANTIGOS

Novembro 26th, 2011 § 2 Comentários

Gosta muito de carros antigos? Corra para o feira de carros antigos no Anhembi!

O Quê?

2º Salão Internacional de Carros Antigos
Clique aqui para ver a programação do evento. 

Quando?


Sábado, 26/11/2011, das 12h às 22h.

Domingo, 27/11/2011,das 10h às 20h.

Quanto?

O preço dos ingressos variam de R$ 12 (Infantil e Meia-Entrada) a R$ 25 (Adulto/inteira). Confira aqui.
— Pagamento somente em dinheiro e cartão de débito.
A bilheteria do evento funcionará a partir do horário de abertura da feira, e se encerrará uma hora antes do seu término. 

Onde?

Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo – SP - CEP: 02012-021 (mapa)

→ Transporte Gratuito: Ônibus circular com ida e volta ao Parque Anhembi na estação Tietê do Metrô (Linha Norte-Sul), Terminal Rodoviário, funcionando uma hora antes da abertura até uma hora após o fechamento do evento.

Estacionamento Pavilhão de Exposições do AnhembiLocalizado na Av. Olavo Fontoura com 7.000 vagas disponíveis. Custo por veículo: R$ 30. Serviços Agregados

Por Darlene Carvalho

CARLOS SCLIAR NA CAIXA

Novembro 23rd, 2011 § 2 Comentários

Pão e Rosas para Todos, 1968 - serigrafia de Carlos Scliar. (Imagem frontal de um cartão postal Mica - www.mica.com.br)

Ao passar pela Avenida Paulista, não deixe de visitar a Caixa Cultural, no prédio do Conjunto Nacional, pertinho da estação Consolação do Metrô. Tem uma exposição do artista plástico Carlos Scliar cujo período de visitação estende-se até 08 de Janeiro do próximo ano.

Leia aqui o release da exposição publicado no Terra Magazine.

O Quê?

Exposição: Carlos Scliar, da Reflexão à Criação.
Curadoria de Marcus de Lontra Costa.

— Livre para todos os públicos.

Produção: ADupla
Apoio: Instituto Cultural Carlos Scliar
Patrocínio: Caixa 

Quando?

Até 08 de Janeiro de 2012.

Terça a sábado, das 9h às 21h.
Domingos e feriados, das 10h às 21h.

Visitas monitoradas: Transporte gratuito para Instituições e Escolas Públicas. Agendamento e Informações: (11) 3321-4400.

Quanto?

Entrada Franca.

Onde?

CAIXA Cultural São Paulo
Av. Paulista, 2083 – Consolação- São Paulo – SP. (mapa)

Por Darlene Carvalho

ESTADOS DE SER NO TEATRO COMMUNE

Novembro 18th, 2011 § Deixe um Comentário

Tendo a condição humana como representação dramática, o espetáculo apresenta um corpo cênico que enlaça dança e teatro. São diferentes possibilidades dramatúrgicas: o duplo, o espelhamento, o devaneio. Em cena, dois bailarinos, uma cadeira, um livro e um par de sapatos representam variações dos Estados de Ser. As personagens se misturam e se confundem, na tentativa de ocupar o espaço alheio.

Ficha técnica
Coordenação: Wilton Garcia
Coreografia: Jorge Luiz Balbyns
Intérpretes criadores: Jorge Luiz Balbyns e Pedro Ribeiro
Produção: Gabriela D’Elia

Agradecimentos: 
Instituto de Artes da UNESP, Depto de Artes Cênicas, Educação e Fundamentos da Comunicação, Oficina Cultural Oswald de Andrade e Factash Editora.

O Quê?

Espetáculo: Estados de Ser — Cia Jorge Balbyns

Quando?


Sábado, 19 de Novembro de 2011, às 19h.

Quanto?

Entrada Franca.

Onde?

Teatro Commune
Endereço: Rua da Consolação, 1218 – Centro – São Paulo – SP (entre o Mackenzie e o Tribunal do Trabalho, sentido Centro-Paulista) (mapa)
Telefone: (11) 3476-0792
Email: teatrocommune@commune.com.br

Por Darlene Carvalho

X-SAMPA NA MATILHA CULTURAL

Novembro 16th, 2011 § Deixe um Comentário

X-Sampa é uma exposição dos quadros e músicas desenvolvidos pelo estúdio SOPA Grafix, formado por Bruno Mestriner, designer e baixista, e Yuri Garfunkel, desenhista e flautista. Mesclando história em quadrinhos, arte urbana, site specific e música instrumental, o SOPA percorre as principais esquinas, personagens e canções de dois significantes pólos culturais do Sul da América Latina: São Paulo e Buenos Aires, numa Exposição Musico-Visual em caráter de homenagem.

Crônicas urbanas saídas das letras de canções de ambas as metrópoles inspiram o roteiro atemporal de uma história em quadrinhos em larga escala. Os quadros compostos pela dupla com nanquim, tinta acrílica, serigrafia e colagem sobre papel reciclado artesanal, são expostos em seqüência narrativa, revelando cartões postais inusitados. Ao mesmo tempo, a música inicialmente transformada em imagem, retoma a sua forma original através da trilha sonora composta, gravada e executada ao vivo pelo SOPA.

Arte urbana, seqüencial e sinestésica numa viagem sensorial entre duas capitais latinas, essa experiência se chama X-Sampa.

O Quê? Quando?

Exposição: X-Sampa, uma Viagem Musico-Visual

Abertura: 16 de Novembro de 2011, das 19h às 23h.


De 17 de Novembro a 3 de Dezembro de 2011.
Terça às sextas das 12h às 21h; sábados, domingos e feriados das 14h às 20h.
Faixa Etária: Livre

Trilha sonora ao vivo:
SOPA Sound System: Bruno Mestriner (Baixo), Yuri Garfunkel (Flauta), Rafael Franja Lima e Marcos Guaru Rodrigues (Percussão).

  • 16/11/2011 às 21h;
  • 26/11/2011 às 19h;
  • 03/12/2011 às 21h.

Quanto?

Entrada Franca.

Onde?

Matilha Cultural
Endereço: Rua Rêgo Freitas, 542 – República – São Paulo – SP (mapa)

Por Darlene Carvalho
Colaboração de Matilha Cultural

ARTE E DESIGN NA CAIXA CULTURAL

Novembro 16th, 2011 § 1 Comentário

Oded Ezer, designer gráfico israelense, brinca com as formas tipográficas em mais de 50 obras que estarão na exposição Tipocriaturas a partir de sábado, 19 de Novembro, na Caixa Cultural.

Oded cria pequenas maquetes com materiais muito simples (pregos, cera, resina, fósforos, pedaços de papel), fotografa e as magnifica, descolando-as de sua escala original, transformando pequenas caixas em ambientes espaçosos, minúsculos objetos em grandes insetos. Disseca as letras, explora elementos formais tanto do alfabeto romano, como do hebraico, transformando pequenos pedaços de letras em desenhos, e as imagina movendo-se, saindo do papel, brotando da pele, realizando seus experimentos físicos: pratica a caligrafia, corta, cola, amarra.

Sobre Oded Ezer:

Designer gráfico, professor e tipógrafo experimental. Formado em 1998 em Comunicação Visual pela Bezalel Academy of Art & Design, de Jerusalém, estabeleceu seu próprio estúdio em  Givatayim, Israel. Além do seu trabalho independente, leciona tipografia e design gráfico no H.I.T (Holon Institute of Technology), e na Wizo Haifa College of Design, instituições localizadas em Tel Aviv. Em 2002, fundou a Ha’Gilda, primeira cooperativa de designers tipográficos israelenses, onde manteve-se ativo até 2006.

Produz não só trabalhos comerciais (tais como logotipos, cartazes, projetos gráficos de revistas e outras publicações), como trabalha com fontes tipográficas tanto do alfabeto hebraico como do latino, de forma muito particular: as letras tornam-se personagens, seres, objetos, deixando imprecisas as fronteiras entre o design e o trabalho artístico. Seus trabalhos já foram expostos e publicados internacionalmente, e são parte de coleções permanentes de importantes museus, tais como: New York Museum of Modern Art (MoMA), Israel Museum of Art, de Jerusalém, e o Museum für Gestaltung Zürich, Suíça. Publicou em 2009 o livro “Oded Ezer – The Typographer’s Guide to the Galaxy” , pela editora alemã Die Gestalten Verlag.

Para mais infomações acesse o site do projeto: www.tipocriaturas.com.br

O Quê?

Exposição Oded Ezer: Tipocriaturas

Curadoria: Ruth Klotzel
Idealização: Estudio Infinito
Produção: Mandacaru Design
Realização: CAIXA e Governo Federal

Recomendação etária: livre

Quando?


Abertura para convidados e imprensa: dia 19 de novembro de 2011 (sábado), às 11h.
Visitação: de 19 de novembro de 2011 a 26 de fevereiro de 2012.

Horário de visitação: de terça-feira a domingo, das 9h às 21h.

Visita guiada com a curadora: 11 de fevereiro de 2012, às 16h.

Quanto?

Grátis.

Onde?

CAIXA Cultural São Paulo (Sé)
Endereço: Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo/SP
Informações, agendamento de visitas mediadas e translado (ônibus) para escolas públicas: (11) 3321-4400.
Acesso para pessoas com necessidades especiais

Por Darlene Carvalho
Colaboração de Bebel Abreu / Mandacaru Design

ARTE NO MARIA ANTONIA

Novembro 12th, 2011 § Deixe um Comentário

Uma mostra coletiva e quatro individuais com entrada franca no Maria Antonia. No dia 17 de Novembro, abertura das exposições, será lançada a Revista Ars n° 16, do Depto. de Artes Plásticas da ECA-USP, com textos de Andrea Tavares, Christian Borges e Samuel de Jésus, Gilberto Prado, Julian Stallabrass, Lúcio Costa, Marco Giannotti, Paulo Bernardino e Pedro Arantes, e ensaio gráfico de Márcia Cymbalista.

Exigências do presente

Exposição coletiva de Carmela Gross Jac LeirnerJorge Macchi e Leda Catunda com curadoria de José Augusto Ribeiro, percorre as três últimas décadas da produção desses artistas. Agrupa um conjunto de trabalhos para uma apresentação sintética, pontual mas complexa, pelas possibilidades de inter-relação de momentos diversos dessas produções, algumas inéditas em São Paulo, ou pouco mostradas em contextos públicos, e outras bastante representativas do curso de cada obra. As articulações sugeridas entre pensamentos, materiais e operações de Carmela, Jac, Jorge e Leda também não pretendem a construção de um discurso curatorial que se sobreponha à singularidade dos trabalhos. O que os trabalhos da exposição apresentam, por convergências na repetição e seriação de formas, na acumulação e organização de objetos recolhidos da vida prática, na reabilitação de padrões e clichês a um estado de potência ou no rigor intelectual dos procedimentos, talvez contribua para mensurar o tamanho das exigências do presente.

Cassio Michalany — Modulações

Três séries recentes de pinturas em pequeno e médio formato. A primeira série é composta por três pares de pinturas brancas, com articulações quase imperceptíveis. Na série maior, 24 peças retangulares agrupadas de quatro em quatro formam seis conjuntos de placas brancas com varetas negras, azuis, cinzas e marrons, em ordenações de cores e posições que desafiam a percepção visual mais imediata. Finalmente, a terceira série traz pinturas colocadas duas a duas, com discretas linhas laterais em tons de cores vivas. O trabalho de Michalany é essencialmente pragmático, com um mecanismo recorrente de alterações sutis, que parte do manuseio constante dos materiais pelo artista na construção de um sentido em sucessivas etapas: a definição de elementos, a construção das obras, a composição de séries, a montagem delas no espaço. Assim, em Modulações, a estrutura das pinturas compõe uma gramática visual exigente, que demanda do espectador a atenção continuada para diferenças cromáticas, posições recorrentes, combinações e permutações.

Marcone Moreira — Banzeiro

Trabalho resultante do Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça / FUNARTE (2009), é composto por vinte cavernas, peças curvas de madeira que dão forma ao casco das embarcações. Na região ribeirinha de Marabá, cidade entrecruzada por dois grandes rios, o Tocantins e o Itacaiúnas, banzeiro significa o constante movimento das águas provocado tanto pela navegação como pela agitação natural dos rios. As peças, que foram confeccionadas em um dos estaleiros às margens do rio Tocantins, onde se concentram várias oficinas de construção e reforma de embarcações, são distribuídas pelo piso do espaço expositivo em várias direções, remetendo metaforicamente ao movimento revolto das águas, situação recorrente nos rios amazônicos. Esse procedimento, comum a outros trabalhos seus, mescla duas vertentes centrais da tradição plástica brasileira: a atenção às relações formais, caras ao pensamento construtivo, e o saber artesanal, constatado no dia-a-dia da produção de objetos utilitários nos quatro cantos do país.

Lucia Mindlin Loeb — Retorno

Instalação de um livro de um metro de comprimento que traz reproduzidas em suas 13.500 páginas notas de um cruzeiro, é disposto em uma mesa ao centro da sala. Logo a sua frente, cobrindo uma das paredes da sala, uma foto do mar, impressa em tecido translúcido, cria o cenário no qual, com a sobreposição do livro-objeto contra o pano de fundo, o livro-Cruzeiro navega. A polissemia do termo cruzeiro, que denomina a velha moeda, desgastada pelo seu percurso, ao mesmo tempo que diz respeito a um modo de deslocamento, entre outras acepções, remete à circulação (do sistema financeiro, dos sentidos simbólicos, da narrativa histórica). O livro que se torna obra de arte quer ser permanência, mas, na ambiguidade do nome, torna a ser fluxo, travessia, percurso.

Camila Sposati — Gabião

Com curadoria de Rafael Vogt Maia Rosa, é composta por três obras. Intitulado Yellow Vanishing Points (5 min, 2010), o filme documenta uma ação executada em Inverness-shire, Escócia, e faz parte de Smoke, trabalho significativo de uma parte fundamental da poética da artista – transformações de materiais e pesquisa com cores –, que vem sendo desenvolvido desde 2002. O filme se relaciona, pelo seu aspecto topográfico, ao trabalho tridimensional presente na exposição: Troca de terra (2011), escultura de chão com a qual o espectador estabelece um contato direto e próximo, operando com desdobramentos de outras séries de sua produção, como Crescimento de cristais (desde 2007) e Mapas (desde 2010). Sua matéria, entretanto, traz uma preocupação com uma problemática local: os materiais utilizados, embora em acordo com estruturas abstratas desenvolvidas pela artista em outros trabalhos, provêm de pesquisa com tipos de terras e argilas utilizadas por artesões de Cunha, cidade localizada na divisa de São Paulo e Rio de Janeiro. A terceira obra, Colisão (2011), é um desenho “bilateral” (termo introduzido por Hélio Oiticica), feito com folhas de papel e guache, que dialoga não só com as demais peças da exposição, mas também com aspectos do neoconcretismo brasileiro em seus esforços por ampliar a questão da bidimensionalidade em nosso contexto. O título da mostra diz respeito ao dispositivo utilizado na construção civil para conter erosão e promover canalização.

O Quê?

Exposições:

Quando?


Abertura: 17 de novembro 2011, quinta-feira, 20h.
Visitação: até 4 de março de 2012.

Terça a sexta, 10 às 21h.

Sábados, domingos e feriados, 10 às 18h

Quanto?

Grátis.

Onde?

Centro Universitário Maria Antonia
Endereço: Rua Maria Antonia, 294 – Vila Buarque -São Paulo – SP (mapa)
Telefone: (11) 3123-5201
Visitas monitoradas (agendamento): (11) 3123-5210
Twitter: @mariantonia_usp 

Por Darlene Carvalho

“ME LEVA” NO SESC SANTO ANDRÉ

Novembro 10th, 2011 § Deixe um Comentário

Foto: Silvia Machado

O bailarino Lourenço Homem apresenta no SESC Santo André a sua peça coreográfica “Me Leva”. O espetáculo faz parte da programação de comemorações do mês da Consciência Negra dentro do Projeto “Tons Urbanos”. A entrada é gratuita.

Lourenço Homem concebeu “Me Leva” ao retornar ao Brasil em 2008, após viver por 15 anos na Alemanha. Dedicado a seu pai, o espetáculo utiliza técnicas de balé clássico, técnica release e dança-teatro e traz à cena uma coleção de lembranças particulares transformadas em movimentos de dança. Ancestralidade, espiritualidade e sexualidade são questões ligadas ao universo biográfico humano e presentes nas cenas que se entrelaçam por fazerem parte do mesmo contexto – o corpo do artista.

“O povo brasileiro, por excelência, é híbrido. Pertence a uma realidade de misturas. Levamos e deixamos que nos levem. Seja por onde for, o trânsito se estabelece como a forma principal de troca de elementos, de fluidos, de línguas e de informações”, explica Lourenço.

“Me Leva” é um momento de intimidade revelada. É um olhar pela fresta da transitoriedade. É o relato experiencial de um artista contemporâneo.

Foto: Silvia Machado

Quem é Lourenço Homem?

Nos anos 80, Lourenço Homem iniciou seus estudos em dança na escola de ballet Ismael Guiser, teve como mestre de balé clássico Patty Brown. Posteriormente, trabalhou nas companhias: Cia. Casa Forte, Cisne Negro, Grupo Boi Voador e Teatro Oficina Uzyna Uzona, onde atuou em “As Bacantes”, com direção de José Celso Martinez Corrêa.
Em 1994, foi bailarino no Balé Teatro Castro Alves (BTCA) de Salvador, no qual trabalhou com Luis Arrieta e participou de turnês na Alemanha e em Israel.
Depois de sua estadia no BTCA, mudou-se para a cidade de Berlim. Nos primeiros anos na Alemanha pôde entrar em contato com importantes criadores – a coreógrafa Sasha Waltz e o maestro Daniel Barenboim com quem trabalhou na ópera “Aida”.
Em 1998, encenou “Porgy and Bess” de George Gershwyn com a  Filarmônica de Viena, em Bregenz/Áustria.  Em 1999, tornou-se integrante da companhia Deutsches National Theater (Teatro Nacional Alemão), com direção de Ismael Ivo – coreógrafo e atual diretor da Bienal de Dança de Veneza. Nessa época, também compartilhou a cena com: Ana Mondini, Márcia Haydée, Koffi Koko, Umberto da Silva e Yoshi Oida, com quem atuou em “As criadas” de Jean Genet.
A partir de 2000, transitou na cena de dança contemporânea alemã com solos em parceria com Key Sawao. Foi contemplado pelo governo alemão com o prêmio “Hauptstadtkulturfonds” (financiamento federal alemão voltado às manifestações culturais).
Fundou a Cia. Lourenço Homem que produziu consecutivamente os espetáculos: “Over Seas”, “Turbo” e “Benefitz”, o último em coprodução com Alexandra Kamp.
Em 2008, voltou ao Brasil e no ano seguinte estreou “Me leva”, primeiro trabalho solo em território brasileiro, apresentado no Festival de Dança de Ourinhos, na Mostra de Dança e Filosofia do Mosteiro São Bento e no Sesc Pinheiros, como parte da mostra “Solos Urbanos”.
Atualmente, ministra aulas de técnica “ballet release” na Cia. Borelli e workshop’s na Oficina Cultural Oswald de Andrade e na Galeria Olido.

Ficha Técnica

Concepção, coreografia e figurino: Lourenço Homem
Luz: Décio Filho
Músicas e intérpretes: “Norma”- Maria Callas; “He Shiva Shankara!” – Nina Hagen; “It´s impossible” – Vierte Heimat; “Caminho das Águas” – Maria Rita, “Für mich solls Rote Rosen regnen” - Hildegard Knef

O Quê?

Espetáculo “Me Leva”
Duração: 25 minutos

Quando?


Sexta-feira, 11 de Novembro de 2011, às 21h.

Quanto?

Grátis.
Lotação: 50 lugares

Onde?

SESC Santo André
Endereço: Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar – Santo André – SP (mapa)

Por Darlene Carvalho
Colaboração de Débora Toledo

CIA. DAS ARTES — OFICINA DE ATORES

Novembro 10th, 2011 § Deixe um Comentário

A Invasão. Foto: Sergio Massa.

Oportunidade para você que é estudante de artes cênicas e também acredita que “a prática traz o conhecimento”: a Cia. das Artes abre novas vagas para a sua oficina de atores, dirigida por Jair Aguiar e Antonio Netto, que inclui encontros com profissionais especializados em voz e canto, corpo e dança, interpretação e improvisação, produção e cenários/figurinos e teoria geral com Luiza Albuquerques, Níveo Diegues, Will Damas, Talma Salem, Camilla Flores e Márcio Tadeu.

Há dez anos a Cia. das Artes prepara seus atores em parceria com a Oficina de Atores, sediada no Rio de Janeiro, que mantém núcleos de ensino de artes cênicas em Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Niterói, Santos e Campinas. Entretanto, só na capital paulista é oferecido o DRT definitivo ao final de 24 meses de frequência nos encontros. A partir do próximo ano, com 18 meses de encontros semanais e após avaliações a cada encontro, o ator poderá solicitar o DRT provisório. Ampliando-se a formação por mais seis meses, o DRT passa a ser o definitivo, o que o deixa apto a exercer a função de ator/atriz, em qualquer área, no território nacional. O processo de trabalho funciona como uma companhia teatral, os jovens participam do momento criativo, da produção de cenários e figurinos, ensaiam o espetáculo e estréiam, fazendo temporadas de cerca de dois meses, em horários variados, em teatros do circuito cultural paulistano.

Em suas montagens, a Cia das Artes utiliza sempre textos de dramaturgos da cultura brasileira (Dias Gomes, Nelson Rodrigues, Gianfrancesco Guarnieri, Plínio Marcos, Arthur de Azevedo, Paulo Jordão e tantos outros). Os atores que compõem o elenco da Cia das Artes, em sua grande maioria jovens, estão em formação há dois ou três anos. A prática das artes cênicas garante o crescimento individual, que faz com que a cada nova estréia os atores estejam sempre um passo à frente do espetáculo anterior. Esse crescimento não se dá por acaso. Para que os jovens vivenciem uma experiência ampla do fazer teatral, profissionais de carreira consolidada são convidados a participar do elenco, para que sejam também uma referência de atuação aos jovens atores.

A Cia. das Artes está em cartaz em São Paulo com os espetáculos “Cala a boca já morreu” de Luis Alberto de Abreu e “O Mambembe”, de Arthur de Azevedo, ambos no Teatro Commune.

O Quê? Quando? Quanto?

Oficina de Atores da Cia. das Artes

Com DRT provisório – 18 meses

  • Matrícula (até 30/11) – R$ 75 / Mensalidade (até 30/11) – R$ 225
  • Matrícula (após 1/12) – 100 / Mensalidade (após 1/12) – R$ 250

Com DRT definitivo – 24 meses

  • Matrícula (até 30/11) – R$ 75 / Mensalidade (até 30/11) – R$ 225
  • Matrícula (após 1/12) – R$ 100 / Mensalidade (após 1/12) – R$ 250

Horários das turmas (1 aula por semana):

  • Terça-feira – 19h30 às 22h;
  • Quarta-feira - 19h30 às 22h;
  • Quinta-feira - 19h30 às 22h;
  • Sábados - 13h às 15h30, 15h30 às 18h, 10h às 12h (de 10 a 15 anos).

Onde?

Cia das Artes – Oficina de Atores
Endereço: Rua Dona Antônia de Queirós, 474 (Sala 04) – Consolação – São Paulo – SP (mapa)
Telefone: (11) 2729-3098 / 2729-3095
Atendimento das 10 às 19 horas de segunda a sexta-feira.

Por Darlene Carvalho
Colaboração de Márcia Marques

CONVERSAS PARA UM DESENHO DE SOCIEDADE

Novembro 8th, 2011 § Deixe um Comentário

Sábado retrasado pude ter a felicidade de participar do encontro “Conversas para um Desenho de Sociedade”. Foi um dia atípico, me explicou a Denise (uma das idealizadoras) mais tarde, pois foi no formato de palestra – ótima, por sinal, ministrada pelo Dr. Augusto Cezar Moreira Tralli, membro fundador da Sociedade Brasileira de Bio Cibernética.

No próximo dia 19 haverá um encontro (o último do ano) nos moldes normais, ou seja, com todo mundo conversando e discutindo maneiras de pensar e agir para uma sociedade melhor.

Recomendo darem uma olhada no site (desenhodesociedade.com.br), no blog (conversasparaumdesenhodesociedade.blogspot.com) e no site da School for Designing a Society (designingasociety.net), que segundo eles próprios, é “um experimento contínuo para promover ambientes de vivências temporárias, em que a pergunta: ‘O quê eu considero uma sociedade desejável?’ é tratada de forma seriamente lúdica e tomada como estímulo para dar origem a projetos criativos.”

Participem!

(Dica: na mesma noite, ocorre a quadragésima sexta edição dos concertos da série [ibr], no Ibrasotope. Mais informações aqui.)

O Quê?

Conversas para um Desenho de Sociedade

Quando?

Sábado, dia 19/11/2011, das 14h00 às 15h30.

Quanto?

Investimento sugerido: R$15,00.

Onde?

Hub São Paulo
Rua Bela Cintra, 409, Consolação, São Paulo, SP. (mapa)

Por Giovani Castelucci

Where Am I?

You are currently viewing the archives for Novembro, 2011 at AGENDACULT.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Join 181.311 other followers