O que artistas, arquitetos, urbanistas, antropólogos, ativistas e historiadores têm a dizer sobre arte e os espaços da cidade?
O projeto Margem Arte Pública, com curadoria do arquiteto e urbanista Guilherme Wisnik, e o Seminário Internacional As Cidades e Suas Margens coordenado pela arquiteta e urbanista Lígia Nobre, discute a arte que ocupa espaços públicos e urbanos e analisam a formação das cidades brasileiras por meio de seus rios e as transformações recentes em suas orlas, articuladas com a falta de uma tradição sólida de arte pública no país.
Adrianne Gallinari (Brasil), Albano Afonso (Brasil), Ayao Okamoto (Brasil), Azumi Sakata (Japão), Caíto (Brasil), Cris Bierrenbach (Brasil), D.V.D-3, Fernando Cardoso (Brasil), Felipe Barbosa (Brasil), Futoshi Yoshizawa (Japão), James Kudo (Brasil), Kimi Nii (Brasil), Kansuke Akaike (Japão), Lia Chaia (Brasil), Marcio Shimabukuro (Brasil), Mari Kanzaki (Japão), Marta Neves (Brasil), MAZU (Brasil), Mônica Rubinho (Brasil), Nobuo Mitsunashi (Japão), Nobuhiko Suzuki (Japão), Rimpa Eshidan (Japão), Roberto Okinaka (Brasil), Rosana Ricalde (Brasil), Ryota Unno (Japão), Sandra Cinto (Brasil), Yasuo Ogawa (Japão), Yasuichiro Suzuki (Japão), Yasushi Taniguchi (Japão).
Continuará aberta à visitação de terça a domingo, das 9h às 18h, na Galeria Marta Traba localizada no espaço do Memorial da América Latina. Se deixar pra última hora, lembre-se que o último dia é 25/01/2009, dia do aniversário da cidade de São Paulo.
O corpo ou partes do corpo representados de variadas formas: escultura, fotografia, instalação, desenho e vídeo no Hall do Teatro do Sesc Pompéia. São trabalhos de três artistas: Bárbara Rodrigues, Rosa Esteves e Wilton Garcia. Gavetas de máquina de costura, parafina, vidro, imagens fotográficas, suportes de ferro, utensílios de aço, esses são alguns dos materiais utilizados na construção das obras.
Pupas, 2003. Cerâmica e relicário. 25x17cm. Rosa Esteves.
Orvalho, 2008. Videoperformance. Duração: 15 min. Bárbara Rodrigues.
A boca de Segall (2007). Desenho de nanquim e guache, em digital. Wilton Garcia
A conhecida rua Maria Antonia e suas imediações já foram cenário para muito além das Mackretas e eventos universitários. Nos anos 60, com o endurecimento da censura e da repressão política por parte do governo militar, estudantes da Faculdade de Filosofia da USP, ligados a grupos de esquerda, e da Universidade Presbiteriana Mackenzie, ligados a grupos de direita que apoiavam a ditadura, entraram em conflito.
Fato importante no cenário político-cultural da época, o acontecimento ficou conhecido como “batalha da Maria Antonia”. E será debatido por jornalistas, educadores, sociólogos e cientistas políticos, a partir de hoje, 6 de outubro, na mostra 1968 Vou Ver, no Centro Universitário Maria Antonia. A programação inclui mesas de debates, exposição de fotografias, mostra de filmes e lançamento de livros.
Confira a agenda:
1968 Vou Ver 6, 7, 8, 9 e 10 de outubro
Mesa de debates 20 às 22h, salão nobre
Exposição visitação: 6 de outubro de 2008 a 18 de janeiro de 2009
terça a sexta, das 12 às 21h
sábados, domingos e feriados, das 10 às 18h
Mostra de filmes sessões das 12 às 18h, sala 100
Entrada gratuita (distribuição de senhas 1 hora antes do início dos debates e exibições de filmes)
Depois de uma semana inteira de trabalho, produtiva ou não, chegou a hora de você relaxar. Sim, sim! E se você chegou até aqui sabe que vai encontrar muita coisa bacana! E opção é o que não falta nessa cidade, certo?
Se você curte jazz, mesmo sem a necessidade careta de ser um profundo entendedor, vai gostar do JazznosFundos. Há algum tempo o lugar já ganhou boa notoriedade, portanto fica bem cheio. Você precisa chegar cedo. No mais, recomendo com toda certeza. Público selecionado, bom preço e música boa! Quer mais o que?
Ah! E aos domingos rola o projeto Flamenco Matador, com convidados tocando e dançando. Imperdível!
Veja a programação e boa noitada:
Sábado (20)
O baixista Bruno Migotto apresenta seu trabalho autoral, acompanhado de um super time: Michel Leme na guitarra, Daniel D’Alcântara no trompete, Cássio Ferreira no sax alto, Josué dos Santos no sax alto e flauta, Jorge Neto no trombone e Rodrigo Digão na bateriante.
Domingo (21)
Flamenco Matador!
Praticante de ginástica olímpica desde os seis anos de idade, Mariana Castellano dança flamenco desde 1993. Em 2000 mudou-se para a Espanha, onde passou a ter aulas com grandes mestres como La Truco, Manuel Reyes, Pepa Molina e Talegón de Córdoba.
A combinação entre uma sólida base em diversas formas de dança e sua forte paixão e experiência pelo flamenco culminam num estilo único que se transmite em um alto nível técnico e estético em suas coreografias.
Para acompanhá-la, Conrado Gmeiner na guitarra, Luis Cabrera na sax, Luciano Kathib na percussão e Marcio Bonefon no cante.
JazznosFundos
Rua João Moura, 1076, Pinheiros
Entrada: $13 (não aceita cartões)
Sábado: 19h às 2h
Domingo: 18h à meia-noite www.jazznosfundos.net
Susana Yamauchi começou a criação deste solo há 12 anos. Para explicar seu processo criativo, Susana exemplifica por meio de uma imagem poética: “trabalho num processo de gestação criativa similar ao da lagarta que produz o seu fio e constrói seu próprio casulo”.
WabiSabi é um conceito difundido por monges zen-budistas e mestres da cerimônia do chá, no século 12, usado para exprimir a estética essencial e oculta da arte japonesa. As palavras wabi + sabi reúnem a beleza da simplicidade e da harmonia (wabi) com a da imperfeição e da impermanência (sabi).
Por meio de seqüências coreográficas de extremo rigor ritualístico, com alternância de movimentos contidos e esgarçados, Susana Yamauchi persegue e captura a presença poética escondida em cada ação e a transforma num universo de profundidade e contemplação. As cenas referem-se a personagens do imaginário japonês e a seus estados de ocultamento.
No ano em que se comemora o centenário da imigração japonesa no Brasil, Susana Yamauchi resgata mais uma vez suas raízes para criar uma visão caleidoscópica e singular que vai da cultura popular ao refinamento das artes superiores nipônicas como a Cerimônia do Chá, o Ikebana, a música imperial Gagaku e o teatro Noh.
Além de coreógrafa e bailarina, a artista idealiza e confecciona as vestes e os “objetos-instalações” dos quais se apropria e dispõem no palco para desvendar e nos revelar o encantamento de sua origem.
Para a artista, “a criação não envolve somente uma reflexão temática, mas também o empenho do artesão, que dá forma ao seu produto final”. Assim, a concepção do cenário ficou a cargo da ceramista Kimi Nii, conhecedora profunda do conceito WabiSabi; o músico e compositor Camilo Carrara assina a trilha sonora original, com fortes referências à musicalidade japonesa; e Sérgio Funari é o responsável pelo desenho da luz, rico em ambiências sutis.
Concepção e Coreografia Susana Yamauchi Composição de Trilha Original Camilo Carrara Cenário Kimi Nii Desenho de Luz e Direção de Palco Sergio Funari Figurinos e Adereços Susana Yamauchi Produção Gláucia da Fonseca Fotografia Alex Szabzon
Fonte: Canal Aberto.
Adquira seu ingresso por apenas R$ 4 ou R$ 2 a meia-entrada, de quarta a domingo a partir das 14h no Teatro de Dança. O telefone da bilheteria é 2189-2555. Mais informações pelo telefone 2189-2557 ou pelo email info.teatrodedanca@apaa.org.br . Se preferir, compre pela internet no Ingresso Rápido. Se for pagar com cartão, aceita-se Redecard e Mastercard.
O Teatro de Dança disponibiliza 278 lugares para o público, além de ar-condicionado e acessibilidade para pessoas com necessidades especiais.
TD – Teatro de Dança Avenida Ipiranga, 344 – Subsolo do Edifício Itália (próximo ao Metrô República).
Estacionamento: R$ 15 (com manobrista).
Pela primeira vez o acesso à feira de arte, tecnologia, design e moda no foyer doauditório Simon Bolívar será gratuito no evento organizado pela ZUPI, o Pixel Show.
“Envolvente introdução ao universo dos instrumentos musicais brasileiros, na qual o protagonista leva os espectadores a embarcarem numa emocionante viagem pelos ritmos e expressões artísticas do Brasil, através da trilha instrumental ao vivo (voz, sopro, corda e percussão) e intervenções de dança brasílica, cordel, animação de bonecos e jogos rítmicos com o público.” Esse texto acompanha o vídeo do espetáculo gravado pela TV Cultura. Assista!
Gostou? Compareça ao TEATRO DA VILA, aos sábados e domingos às 16h. Começa amanhã, 13 de Setembro e termina em 26 de Outubro. Pague apenas R$ 10 (inteira) e R$ 5 (estudante). O endereço é: Rua Jericó, 256 – Vila Madalena (próx. ao metrô).
Com este evento, os organizadores propõem iniciar as discussões acerca do estabelecimento desse recorte, como também suscitar uma ampla discussão acadêmica e social. Isso propicia um projeto maior, que é pensar a homossexualidade e a homocultura no contexto da sociedade brasileira.
Como em Retrato do Brasil, quer-se a busca não só dos elementos que compõem a brasilidade e o brasileiro, mas, também traçar quais subjetividades e identidades estão em consonância ou em confronto quando se fala das representações homoculturais. Não só um retrato em preto e branco, da tristeza do brasileiro e de sua cultura, como também a imagem colorida – e em cores fortes – das questões homossexuais e de sua urgência cultural, política, artística, social e médica, bem como a sua afirmação no âmbito dos Direitos Humanos. Ainda mais se considerarmos que, via de regra – e o livro seminal de Prado não é exceção –, a experiência homossexual não recebeu um olhar adequado, produzido por um esforço hermenêutico coletivo, ao longo do século XX.
Esse evento acontece no MAC Ibirapuera/USP e termina amanhã, 12 de setembro (sexta-feira) de 2008, promovido junto ao Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, pelas Áreas de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa e Literatura Portuguesa, com o tema “Retratos do Brasil Homossexual: Fronteiras, Subjetividades e Desejos”, e seus trabalhos articulam-se em torno de seis eixos:
- Retratos da Arte: cinema, fotografia e outras mídias
- Retratos da Imagem: o corpo como discurso
- Retratos Literários: obras, personagens e sentidos
- Retratos sociais: territórios, espaços e subjetividades
- Retratos e Identidades: sujeitos, encenações, culturas
- Retratos da Militância: atuação, direitos humanos, conquistas
O Museu da FAAP apresenta cerca 300 cartazes de filmes nacionais e estrangeiros desde a década de 10 como Sunny Side, 1919 de Charles Chaplin, até os dias atuais representado por Cidade de Deus, 2002 de Fernando Meirelles e o inéditoEnsaio sobre a Cegueira.
A exposição, dividida em 18 seções tem cenografia inspirada na antiga sala de cinema Cine Metro em São Paulo que funcionava na década de 40 na Avenida São João.
Grátis.
Museu de Arte Brasileira da FAAP – Salão Cultural
Rua Alagoas, 903 – Higienópolis De 10 de Agosto a 12 de setembro de 2008
Horários de visitação: 3ª a 6ª feira, das 10h00 às 20h00
Sábados, Domingos e Feriados: 13h00 às 17h00
Informações: (11) 3662-7198
Inscrições com 30 minutos de antecedência nas Oficinas de Criatividade.
Xilogravura
Encontros dedicados a um primeiro contato com a gravura em relevo no qual os participantes experimentam gravar uma imagem em base de madeira ou linóleo e imprimí-la em papel.
Orientação: Cleiri Cardoso. Dias 06 e 20.
Sábado, das 13h30 às 17h30.
Modelo Vivo
Encontro para a prática do desenho a partir do modelo vivo. Os participantes devem trazer materiais como papéis, lápis e canetas. Orientação: Cleiri Cardoso. Dias 07 e 21.
Domingo, das 11h30 às 13h e das 14h30 às 16h30.
Aquarela: Teoria da Cor
Iniciação à prática da aquarela e à teoria da cor, pela mistura ou sobreposição de cores transparentes. Orientação: Lúcia Lacourt. Dias 13, 14, 27 e 28.
Sábado e domingo, das 14h30 às 17h.
Esculturas em Garrafas
Breve introdução à história do vidro, o preparo do material e o processo de queima em vidros reciclados. Orientação: Eng Goan.
Dia 27.
Sábado, das 14h30 às 17h.
Trocando os pontos – Bordado
Espaço para a troca de pontos e saberes sobre o bordado e suas técnicas. Vá aprender e compartilhar truques e pontos! Orientação: Mércia Longhi. Dias 27 e 28.
Sábado e domingo, às 11h.
Experimentações de Vidros na Cerâmica
Tendo como base a cerâmica branca (faiança ou grês), serão feitas experimentações utilizando vidros a serem coloridos e fixados nas placas de cerâmica esmaltadas e queimados a 750ºC. Orientação: Eng Goan. Dia 28.
Domingo, das 11h às 13h30.
O Rico Legado dos Pueblos em Cerâmica Pintada
Comentário geral sobre estes índios (EUA e Novo México) e a técnica utilizada por eles, com diferentes motivos, formas e cores. Orientação: Eng Goan. Dia 28.
Domingo, das 14h30 às 17h.
Técnicas Mistas sobre a Cidade
Utilizando técnicas variadas – desenho, pintura e colagem – será feito um exercício sobre os reflexos de nosso cotidiano. Orientação: Ateliê Prensa. Dias 20 e 21.
Sábado e domingo, das 14h às 17h30.
Torneando e Modelando Argila
Noções de argila e modelagem em torno elétrico. Serão criadas peças com base alta e baixa e acabamento. Orientação: Eng Goan Dia 27.
Sábado, das 11h às 13h30.
ATELIÊ PAIS E FILHOS
Espaço no qual pais e filhos partilham uma experiência criativa.
Contação de Histórias
Partindo da narração de algumas histórias, com a ajuda de seus tradicionais tapetes e painéis de tecido, o grupo Os Tapetes Contadores de Histórias propõe aos pais e filhos algumas dinâmicas de criação de narrativas orais e jogos vocais, experimentadas verbalmente ou brincando com o corpo. Assim, de uma forma divertida, crianças e adultos participam juntos de uma vivência que promove jogo lúdico dos participantes com os principais recursos do contador de histórias: seu corpo, voz e memória. Orientação: Tapetes Contadores de Histórias. Dia 06. Sábado, das 14h às 15h.
ATELIÊ MULTIMEIOS
As atividades desenvolvidas neste módulo procuram unir as linguagens das artes visuais e digitais, mesclando os processos manuais e intelectuais de criação.
Oficina Pintando um Som
Levando em conta o trabalho com o diálogo entre música, tecnologia e graffiti, essa oficina visa demonstrar os métodos de criação do grupo Cuidado Tinta Fresca, os processos de interação e as possibilidades de uso das mídias digitais. Orientação: Bieto e Rodrigo Scarcello. Dia 13.
Sábado, das 16h às 18h.
Intervenção: Cuidado Tinta Fresca
O grupo apresenta intervenções que proporcionam um diálogo entre música e artes plásticas. Coloca em prática a relação entre tecnologia e arte de rua, e a democratização dessas linguagens através de apresentações em locais inusitados, oficinas e disponibilização do material criado através de licenças Creative Commons. Dia 14.
Domingo, das 16h30 às 18h.
MINI-CURSOS
Os mini-cursos são pagos. As mensalidades variam de R$ 24 a R$ 6, dependendo da sua condição de aluno. Se for matriculado na rede Sesc, estudante, idoso acima de 60 anos, professor da rede pública e trabalhador no comércio têm desconto. Para obter maiores detalhes sobre os cursos, consulte o site do SESC ou entre em contato pelo telefone: 3871.7700 (Ramal 7839). Inscrições nas Oficinas de Criatividade a partir do dia 02 de Setembro das 13h às 20h30. Vagas Limitadas.
Moldura em Mosaico de Cerâmica e Vidro
Os participantes terão a oportunidade de conhecer a história do mosaico, o seu percurso e o processo de criação artística desenvolvido por várias civilizações. Também aprenderão a modelar formas diferentes em argila, como criá-las e esmaltá-las. Duração: 2 encontros. Orientação: Eng Goan. Dias 13 e 14.
Sábado e domingo, das 11h às 13h30 e das 14h30 às 17h.
Reflexos Urbanos
Criação de imagens e painéis utilizando o desenho, a pintura, a colagem e o texto como exercício de reflexões do cotidiano. Duração: 5 encontros. Orientação: Ateliê Prensa.
Dias 16, 19, 23, 26 e 30.
Terça e sexta, das 19h às 21h30.
História da Tecelagem – As cores e formas afro-descendentes
A partir da história e trajetória do negro, desde a sua chegada no território brasileiro, sua influência nos nossos usos e costumes e principalmente a sua colaboração na tecelagem manual, com o uso de cores e simetrias que lhe são peculiares, a proposta será desenvolver uma peça em tear de pregos ou papelão. Duração: 2 encontros. Orientação: Mércia Longhi.
Dias 20 e 21.
Sábado e domingo, das 10h30 às 13h.
O Zen e a Fotografia
Mais do que concentrar em técnicas e dogmas artísticos, a oficina procura investigar o que é e o que pode ser a fotografia para cada um. Como através dessa prática, podemos nos conhecer melhor, aplicando os resultados dessas descobertas no nosso trabalho fotográfico e na nossa vida. Duração: 4 encontros. Orientação: André Spínola.
Dias 20, 21, 27 e 28.
Tem outros cursos! Alguns voltados para a culinária, para a edução infantil e a inclusão digital para a terceira idade, multimídia e intervenções artísticas. Procure no portal do Sesc.
Por Darlene Carvalho
Colaboração de Cristiane Cociuffo da CEAT- Oficinas de Criatividade do SESC Pompéia.
“A exposição é uma coletânea dos últimos 10 anos de pintura. O título da exposição “Quadros Modernos” é uma referência a uma época onde a pintura se misturava com uma idéia de um quadro no mundo, uma janela na qual se podia imaginar e refletir sobre as transformações de uma era, diferentemente do mundo contemporâneo que através dos aparatos eletrônicos desestabiliza essa reflexão mudando a idéia de pintura e o quadro passa a ser algo cada vez mais irreal.” (Ayao Okamoto)
Endereço: Rua João Lourenço, 79 – Vila Nova Conceição (mapa). Telefone: (11)3842-5135. Entrada Franca. Visite!Segunda a sexta das 10h Às 18h, sábado das 10h às 13h.
Curiosidade Ayao Okamoto tem uma obra exposta no interior da estação do Metrô Liberdade, próximo às escadas rolantes. Confira!
A Galeria Múltipla de Arte promove a exposição Arte Sonhada (Paint a Future 2008). Ao todo são 25 telas originadas em desenhos infantis que sofreram a interferência de dezenove artistas plásticos, dois deles são paulistanos: Gregório Gruber e Maria Villares.
Os quadros serão vendidos e a renda revertida integralmente à criança cujo desenho foi utilizado para a execução da obra.
GALERIA MÚLTIPLA DE ARTE Av. Morumbi 7986, Brooklin. Tel. (11) 5041-0157.
Segunda a sexta das 10h às 19h. Sábado das 10h às 14h.
Leitores do AgendaCult, essa é uma dica para deixá-los ainda mais atualizados em relação aos eventos de design, arte, fotografia, dicas e artigos interessantes, além de concursos.
Estou falando do blog Sobre Design que divulgou um post para ajudar a revista de fotografiaSFC – Social Foto Club a conseguir mais assinantes. A assinatura é totalmente gratuita! Basta entrar no site e deixar os seus dados. Já fiz a minha assinatura. Entre nessa você também para que tenhamos mais edições da revista!
*** O Sobre Design cita vários eventos e não limita-se aos que acontecem em São Paulo.
O mês de Agosto traz pra gente novidades das artes cênicas em toda o rede SESC, trata-se do FESTIVAL PALCO GIRATÓRIO. Ôps! Não é só teatro, não! Tem espetáculo de dança também.
“O Projeto Palco Giratório é uma ação que o SESC mantém para difusão cultural e desenvolvimento das artes cênicas no Brasil, buscando democratizar o acesso à produção artística. A estratégia de descentralização e intercâmbio teatral conjuga processos e resultados por meio de apresentações, oficinas, demonstrações, debates e palestras. Articula, ainda, a ocupação da rede de espaços cênicos do SESC de todas as regiões do Brasil, além de outros espaços e instituições locais.” (Fonte: Release disponível no Portal SESC)
AS 4 CHAVES (infantil) Sesc Vila Mariana(Praça de Eventos) - 09 (sábado) de Agosto, 16h30. Sesc Itaquera (Praça de Eventos) – 10 (domingo) de Agosto, 13h.
CAATINGA(infantil) Sesc Santo André – 17 (domingo) de Agosto, 11h. Grátis para trabalhador no comércio e serviços matriculados no Sesc e dependentes, R$ 4 (inteira), R$ 2 (estudantes, + 60 anos, usuários matriculados no Sesc e dependentes, professores da rede pública de ensino)
Os eventos em que os ingressos custam R$ 12 (inteira), R$ 6 (estudantes, + 60 anos, usuários matriculados no Sesc e dependentes) e R$ 3 (trabalhador no comércio e serviços matriculados no Sesc e dependentes) são:
O PUPILO QUER SER TUTOR (abertura do festival – teatro, dança, performance e pantomima) Sesc Consolação – 01 (sexta-feira) de Agosto, 21h, no Teatro Sesc Anchieta.
CASA DE FERRO
Sesc Avenida Paulista – 14 (sexta-feira) e 15 (sábado) de Agosto, às 20h.
LARVÁRIAS Sesc Ipiranga - 21 de Agosto, quinta-feira, 21h.
AMOR E LOUCURA(clique na foto acima para acessar o site) Sesc Ipiranga - 07 de Agosto, quinta-feira, às 21h.
Gosta de tatuagem? Nos dias 17, 18 e 19 de Outubro acontece a 12ª Convencão Internacional de Tatuagemem São Paulo. Estamos em Julho ainda, mas não custa nada programar-se para o evento e não correr o risco de perder, não é? Será no Espaço das Américas, bem pertinho do metrô Barra Funda. Nos três dias, você poderá visitar a partir das 12h até às 22h. O valor do ingresso é de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada para estudantes com comprovante).
Estarão presentes os profissionais tatuadores e body-piercers nacionais e internacionais, haverá concursos de tatuagens, exposição de novos produtos e tecnologias equipamentos e materiais voltados para esse mercado, fotos e pinturas.
O texto a seguir é do Alessandro Martins, autor do Cracatoa Sumiue Livros e Afins, que faz uma reflexão sobre tatuagens muito interessante. Disponho na íntegra o texto dele, que tem tudo a ver com o motivo do evento que vai acontecer em São Paulo.
“Conheço quem vê tatuagens com maus olhos. Pensa mal delas porque tatuagens, afinal, são para sempre. Mas qualquer um que tenha uma tatuagem sabe: “Não, tatuagens não são para sempre.” Os que julgam mal uma tatuagem têm talvez a ilusão de que viverão eternamente. E vivem todos os dias bem iguais. Se alguém me pergunta se eu sei que a tatuagem que fiz é para sempre, respondo: “Não, não é. É só até eu morrer.” Pode ser que amanhã esses desenhos todos nem existam mais. Pode ser que nem mesmo os seus maus olhos existam. Elas, as tatuagens, não celebram o eterno. Mas o perecível.”
[Alessandro Martins - Cracatoa Sumiu]
Descrever uma apresentação do +zero não é tarefa fácil, há porém um senso comum: é uma experiência audiovisual. Mas não é só isso. É uma experiência muito pessoal. A minha posso dizer é uma experiência intergalática: é sentir as vibrações, sensações e outros“ões”.
Não sei dizer o que é, mas posso dizer o que não é.
Não é show.
Não é dança.
Não é teatro.
Não é música.
Minha capacidade limita-se apenas a apreciar (e recomendo), capaz de definir só mesmo o grande dominador Napoleão Bonaparte, eis suas sábias palavras acerca do +zero:
+zero do brasil, performance recombinatória sonora visual composta pelos seguintes atos: “o mundo como vontade e como representação”, “matuck entrevista gerson de abreu”, “rivelino toca pra tostão, que passa pra gerson, que abre na ponta para pelé, que chuta pro gol e é goooollll de pelé!” e “experimento 3”.
tal performance dá continuidade a pesquisa que vem sendo desenvolvida pelo +zero há tempos, onde signos são lançados em abismo aberto por aparelhos digitais e se (re)encontram de forma inusitada em plena queda livre. este abismo lúdico não é novo, já que a novidade não interessa ao +zero. a busca pelo novo se mostra ultrapassada na era dos aparelhos recombinantes, onde tudo já virou mercadoria (paradigma marxista) e agora se apresenta novamente como fluxo luminoso, facho radiante de luz (realidade pós-marxista).
os aparelhos emitem luz de diversas formas. situação que configura a era dos aparelhos, que se diferencia da era das máquinas [machines] por ser lúdica e proporcionar o brincar. brincar de permutar símbolos com a luz.
os aparelhos estão a serviço deles próprios, espécie de auto diálogo da mesmice, loop técnico, labirinto cuja chave de acesso e de saída se dá pela confusão reticular causada por camadas sobre camadas. a vertigem é inerente a todo este processo dominístico, já que se trata de dominação por parte de procedimentos de digitalização infinitos.
o que está aqui detalhado surge da necessidade de dar algum tipo de legibilidade, mesmo que precária e provisória, a um mundo onde os aparelhos estão cada vez mais presentes, gerando signos em profusão enorme e a velocidade até então inédita na história da civilização.
de resto, o +zero do brasil é experiência constituída, centralmente, por linguagens híbridas, indices da contemporaneidade. a inspiração para tal perfomance abismática hibridizante surge da observação das obras baironescas, principalmente.
sendo o acima verdadeiro, damos fé.
O +zero irá se apresentar no FILE Hipersônica 2008, um evento dentro FILE 8 milhões de Pixels, que dá ênfase às manifestações musicais, sonoras, visuais e performáticas da arte eletrônica.
Dia 06 de agosto às 20hs. Teatro Popular do Sesi
Avenida Paulista, 1313 em frente à estação Trianon-Masp
Grátis
O Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE) deste ano acontecerá a partir do dia 05 até o dia 31 de Agosto, na Galeria de Arte do Sesi, em frente à estação Trianon-Masp do metrô. Trata-se do maior festival de arte e tecnologia do Brasil e da América Latina que estará aberto à visitação do público a partir das 11h às 20h na segundas-feira, terça-feira a sábado das 10h às 20h e das 10h às 19h no domingo. Entrada franca.
“Dada a diversidade da cultura digital, o FILE é um conjunto de vários festivais simultâneos: de música eletrônica, de games, inovações e grafites eletrônicos, além de cinema digital e documental. Inclui ainda um symposium internacional, um arquivo com mais de duas mil produções e um laboratório para o desenvolvimento de novos trabalhos: o FILE Labo, localizado no Centro Cultural SESI Vila Leopoldina – R. Carlos Weber, 835.” [Fonte: Release da Assessoria de Imprensa do File por Eliane Weizmann.]
Para participar do FILE – HIPERSÔNICA, é só adentrar o prédio do Centro Cultural Fiesp (a Galeria de Arte do SESI localiza-se lá também, portanto, é o mesmo endereço — vide abaixo), descer a escadaria ao fundo e chegar ao Teatro do Sesi. A programação está limitada do dia 05 a 8 de Agosto, às 20h. É preciso retirar o convite no dia do evento, a partir das 12h. Já o FILE – SYMPOSIUMserá no Mezanino do Centro Cultural Fiesp, também do dia 5 ao dia 8 de Agosto, das 14h às 19h. Para este, é preciso inscrição, faça a sua no site do FILE.
Galeria de Arte do SESI – Av. Paulista, 1313. Informações: 11 3146-7405 / 3146-7406. Agendamento de grupos: de segunda-feira a sexta-feira, das 10 às 13h e das 14 às 17h, pelo telefone 3146-7396, falar com Leni.
Depois todas essas informações importantes para que você esteja presente nesses eventos, aproveite para ler, em primeira mão, o texto da curadoria do FILEcedido ao agendacult por Cícero Silva. Aliás, meu agradecimento especial a ele por colaborar com o blog.
Está chegando mais um Anima Mundi, o Festival Internacional de Animação do Brasil, para quem é fã assim como eu que freqüento-o desde 2004, as mudanças e o crescimento do festival são facilmente perceptíveis.
Atualmente o público é bem maior, o espaço na mídia também cresceu muito, assim como a qualidade dos trabalhos exibidos e principalmente as produções nacionais. Em contrapartida, está cada vez mais difícil conseguir ingressos para as seções mais disputadas e as filas no dia do evento são cada vez maiores.
Tanto é que, em uma conversa recente sobre Anima Mundi em uma roda de amigos, a primeira lembrança que veio à mente referente aos dois últimos foi:
“A fila enorme formando um caracol no memorial da America latina regada pela garoa típica de são Paulo no mês de Julho.”
Mas, de qualquer forma, neste ano o festival vem com tudo! As categorias para premiação são as seguintes:
Curta-Metragem – curtas para o público geral Longa-Metragem - filmes com duração superior a 60 minutos. Curta Infantil – curtas para o público infantil. Animação Brasileira – curtas realizados por brasileiros. Exibidos nas sessões Curta-Metragem e Curta Infantil. Filme de Estudante - curtas produzidos como resultado de um curso de animação. Exibidos nas sessões Curta-Metragem e Curta Infantil. Filme de Encomenda – curtas realizados sob encomenda, para publicidade, institucionais, videoclipes ou sequências de efeitos especiais para filmes de longa-metragem. Exibidos na sessão Portifólio.
Os filmes concorrerão a prêmios de até a R$ 10.000,00. Além da mostra de filmes, há os workshops e palestras, mas nem todos são abertos ao público em geral. O workshop “Desenvolvimento e roteiro de animação” ministrado pela americana Jean Ann Wright, por exemplo, é voltado só para animadores e roteiristas.
Você pode baixar aqui a programação completa do Festival Anima Mundi 2008 em PDF. E aqui a grade de exibição do Festival Anima Mundi 2008 em PDF.
Serviço
Onde?
Memorial da América Latina
Av. Auro Soares de Moura Andrade 664 – Barra Funda
Informações: (11) 3823-4600
Horário de funcionamento: 11h às 24h
Quando?
De 23 a 27 de julho
Quanto?
Ingresso: Salas 1 e 2 – cinema: R$ 6,00 (meia entrada R$ 3,00)
Sala 3 – vídeo: R$ 3,00 (meia entrada R$ 1,50)
Sessões gratuitas: Futuro Animador
Senhas distribuídas somente no dia 1 hora antes de cada sessão
ASSOCIAÇÃO CULTURAL PROMOART E EDUCOOP CULTURAL promovem o projeto DESCOBRINDO O UNIVERSO DAS ARTES, com ATIVIDADES GRATUITAS
Ciclo de atividades demonstrativas onde cada participante terá a oportunidade de conhecer o funcionamento e técnicas empregadas para o manuseio de alguns instrumentos musicais, o universo da dança e do teatro, o origami, o desenho artístico, e outros assuntos voltados a educação, arte e cultura.
Todas as atividades serão gratuitas e limitadas ao número de vagas disponíveis.
Não há pré-requisitos. Aberto a todas as idades.
PROGRAMAÇÃO
Conhecendo os instrumentos de metais: Trompete e o Trombone
28/07 – Segunda-feira – 10 vagas por turma.
Turma A – das 18h às 19h
Turma B – das 19h às 20h
Turma C – das 20h às 21h
A bateria e outros instrumentos de percussão
28/07 – Segunda-feira – 15 vagas por turma.
Turma A – das 18h às 19h
Turma B – das 19h às 20h
Turma C – das 20h às 21h
O violão popular
28/07 – Segunda-feira – 8 vagas por turma.
Turma A – das 18h às 19h
Turma B – das 19h às 20h O contrabaixo elétrico
28/07 – Segunda-feira – 8 vagas por turma.
Turma A – das 10h às 11h
Turma B – das 11h às 12h
Turma C – das 15h às 16h
Turma D – das 16h às 17h
Música para publicidade, rádio e televisão
29/07 – Terça-feira – 20 vagas
das 20h às 21h30
Desenho e técnicas para cartum e caricaturas
29/07 – Terça-feira – 14 vagas
das 14h às 15h
Desenho em quadrinhos
29/07 – Terça-feira – 14 vagas
das 15h às 16h
Desenho artístico
29/07 – Terça-feira – 14 vagas
das 16h às 17h
A economia da música
29/07 – Terça-feira – 10 vagas
das 19h às 21h
A flauta doce
29/07 – Terça-feira – 20 vagas por turma
Turma A – das 19h às 20h
Turma B – das 20h às 21h
O contrabaixo acústico
30/07 – Quarta-feira – 8 vagas por turma
Turma A – das 19h às 20h
Turma B – das 20h às 21h
O contrabaixo elétrico
30/07 – Quarta-feira – 8 vagas por turma
Turma A – das 10h às 11h
Turma B – das 11h às 12h
Turma C – das 15h às 16h
Turma D – das 16h às 17h
Música e tecnologia: elaboração de playbacks através de softwares e seqüenciadores
30/07 – Quarta-feira – 20 vagas
das 19h30 às 21h30
O violoncelo
30/07 – Quarta-feira – 4 vagas por turma
Turma A – das 18h às 19h
Turma B – das 19h às 20h
Turma C – das 20h às 21h
O cavaquinho
31/07 – Quinta-feira – 5 vagas por turma
Turma A – das 18h às 19h
Turma B – das 19h às 20h
Conhecendo os instrumentos de palhetas: saxofone e clarinete
31/07 – Quinta-feira – 8 vagas por turma
Turma A – das 19h às 20h
Turma B – das 20h às 21h
Turma C – das 21h às 22h
Editoração e elaboração de partituras através do software SIBELIUS
31/07 – Quinta-feira – 20 vagas
das 19h30 às 21h30
O violão
31/08 – sexta-feira – 8 vagas por turma.
Turma A – das 10h às 11h
Turma B – das 11h às 12h
Percussão corporal
01/08 – Sexta-feira – 16 vagas por turma
das 19h30 às 21h
Origami
01/08 – Sexta-feira – 16 vagas por turma
das 19h30 às 21h
Teatro: arte e expressão
01/08 – Sexta-feira – 16 vagas
das 19h30 às 21h30
Dança livre
01/08 – Sexta-feira – 20 vagas por turma
Turma A – das 10h às 11h
Turma B – das 14h às 15h
Conhecendo os instrumentos de arco: violino e viola erudita
02/08 – sábado – 10 vagas por turma
Turma A – das 9h às 10h
Turma B – das 10h às 11h
Turma C – das 11h às 12h
Reciclagem de papel
02/08 – sábado – 16 vagas
das 10h às 12h
Coral
02/08 – sábado – 20 vagas
das 13h30 às 15h
A flauta transversal
02/08 – sábado – 8 vagas
das 15h30 às 16h30
Composição e arranjo
02/08 – sábado – 15 vagas
das 14h às 16h
A guitarra
02/08 – sábado – 5 vagas
das 15h30 às 16h30
O violão
02/08 – sábado – 5 vagas
Turma A – das 14h às 15h
Turma B – 15h às 16h
Quanto?
GRÁTIS PARTICIPE!
Onde?
AVENIDA POMPÉIA, 2383, PERDIZES
(PRÓXIMO DO METRÔ VILA MADALENA)
SÃO PAULO-SP
Na próxima sexta-feira (11/07) acontece na Livraria Pop o lançamento do Fanzine “Falsas Palavras Chinesas vol. 1 – This is the way the cookie crumbles”, dos realizadores Felipe Brait e Arthur d’Araujo quem tive o prazer de conhecer na mostra Toy Art Mania.
A obra nasceu de uma conversa de bar sobre zines e de uma forma extremamente inusitada e independente.
Com o intuito de articular o encontro de jovens criadores, ilustradores, fotógrafos, desenhistas e artistas plásticos de diversos lugares do mundo – de Taiwan ao Brasil passando pela Polônia e México, todos empenhados em interpretar livremente o tema “é assim que o biscoito quebra” dando materialidade ao jargão.
Nesta edição O Fanzine Falsas Palavras Chinesas vol. 1 busca um diálogo estético global acerca de temas inusitados do cotidiano metropolitano, a proposta é difundir de forma livre e desencanada, acreditando na diversão como ferramentas de circulação de idéias, imagens e pensamentos.
“Brincar com a sorte, brindar a criação, seremos suplementos e migalhas pelo universo da saturação, espalharemos destroços, vitrines e conexões.”
Onde: Galeria/Livraria POP – Rua Virgilio de Carvalho Pinto 297, Pinheiros
(ver mapa) Quando: Sexta-Feira 11/07 – das 19:00 as 22:00 hs Quanto: Grátis
De 5 de julho a 10 de agosto, a mostra Toy Art Mania no Sesc Avenida Paulista exibe 90 obras de artistas nacionais e internacionais. Você pode participar! Até o dia 25 de julho é possível inscrever uma obra para participar da exposição.
Como base para todo desenvolvimento e criação do espetáculo, Druwe pesquisou no livro Do espiritual na arte, publicado em 1912, a primeira grande obra teórica sobre pintura. Nela, o pintor desenvolvia uma investigação filosófica sobre as cores e as formas, às quais conferia valores psicológicos e morais e as comparava com a música, que, apesar de sua imaterialidade, era capaz de fazer “vibrar a alma”. Anos mais tarde, em 1926, o artista russo lança Ponto e linha sobre plano, em que elabora a teoria semelhante à utilizada pelos músicos para compor. Era a necessidade interior do artista em detrimento à forma, que sempre teve, para ele, importância secundária. Em suas obras, umas das preocupações era a busca de um equilíbrio instável entre elementos opostos.
A partir dos elementos pesquisados, Miriam Druwe percebeu que o caráter lúdico sempre esteve à sua porta, rondando-a. Ouvindo o desejo interior de sua alma artista, juntou sua paixão pelo pintor russo, cercou-se de profissionais premiados e competentes das artes e percebeu que pela primeira vez em sua carreira falaria às crianças. Assim surgiu “Lúdico”.
Foto: Rodrigo Netto.
O espetáculo
No espetáculo Lúdico, a reta, a curva e o ponto são personagens que têm características e personalidades próprias. A curva, estilosa, assanhada e sinuosa tem um temperamento e mobilidade corporal que lembra a serpente, é elástica, pode ceder e evitar, porque é capaz de desviar… O ponto é o início de tudo! E por ser o princípio, a tela branca foge dele, porque ela se acha linda assim, e tenta convencer a todos que sendo o mais simples dos elementos é cheia de graça, mas também cheia de expectativa… A reta é determinante, mandona, indica caminhos (corporais), tem certeza que é uma junção de pontos (o que é verdade…). O círculo preto, circunspecto, sisudo, é meditativo e diz, va-ga-ro-sa-men-te: “Aqui estou”. O círculo vermelho, por sua vez, é troada e relâmpago, apaixonado, irradia para todos os lados e roda, roda, roda… O criador (ou pintor) ao se deparar com a reta, os círculos, o ponto, a curva e a tela, é engolido pela obra.
Foto: Rodrigo Netto.
Até 22 de Junho de 2008, sábados e domingos às 16h00 Centro Cultural São Paulo – Sala Jardel Filho: R. Vergueiro, 1000 – Paraíso.
Telefone: 011 3383-3400. Lotação: 324 lugares. Duração: 60 minutos.
Acesso para deficientes físicos/ Ar condicionado
ENTRADA GRATUITA- distribuição de ingressos uma hora antes.
Ficha Técnica e Currículo de Miriam Druwe no restante do post.
Será discutida “a influência da experiência com as drogas na estética das várias linguagens artísticas: o espontaneísmo na literatura e artes plásticas, as descontinuidades e rupturas de tempo e espaço na narração cinematográfica, as distorções eletrônicas e longas viagens hipnóticas na música, etc”, segundo o Portal do SESC.
O intuito é reproduzir o clima da época desde os beatniks, com ênfase no psicodelismo, até o movimento punk. Não! Não deixe para a última hora, afinal, o mês de maio já está no finzinho e logo chega Junho. Além disso, você pode deliciar-se com os cafézinhos e docinhos no Café Beatnik montado ao lado do espaço destinado à exposição. Aproveite para compor a trilha sonora no Jukebox (tem Jimi Hendrix!) para orquestrar as delícias do paladar e o bate-papo com os amigos.
O Noites Sujas já contou com uma apresentação da banda de jazz e citações de William Blake . Aliás, não perca! eles se apresentarão em Junho novamente! E eu verei novamente de tão bom que é! Quer saber, vou te contar toda a programação do Noites Sujas, pois vale a pena!
E já no término do evento, confira a comédia dramáticaPrepare o Seu Coração, nos dias 21 e 22 de Junho. Essa não é de graça, e você pode adquirir ingressos nas bilheterias de qualquer unidade do Sesc. Certo?
Na CAIXA CULTURAL Paulista, até domingo, dia 25 de Maio, você pode visitar a exposição A Alma Gráfica: Brennand Desenhos com 59 desenhos e quatro esculturas. Essa exposição apresenta o lado menos difundido de Brennand: sua produção de desenhos, pois é um artista internacionalmente conhecido como um dos maiores escultores e ceramistas do mundo.
Francisco Brennand, Recife, PE, 1927 Mulher de Bengala (2000)
Mista sobre Papel, 30×23 cm.
O público e convidados têm acesso ao catálogo da exposição com as obras e desenhos de Brennand, organizado pelo curador Olívio Tavares com texto de introdução do biógrafo Weydson Barros. Nessa exposição há plotagens mostrando o atelier do artista em Recife.
Francisco Brennand, Recife, PE, 1927. O Assassino (2002)
Bastão Aquarelado sobre Papel, 38×29 cm.
Do texto do curador Olívio Tavares sobre essa exposição:
“Através de seu livro de 2003, coube a Weydson Leal, como já sabemos, chamar a atenção para os desenhos, inclusive a do próprio artista (que sempre fez questão de lembrar a todos sua condição também de pintor, mas não a de desenhista). Mais ou menos na mesma época, Brennand mandava construir no espaço da Oficina a Accademia, um pavilhão especial para as obras bidimensionais; encontram-se lá hoje em torno de trezentas. A presente exposição constitui uma das duas primeiras só de desenhos (outra, bem menor, está acontecendo no Rio, na Academia Brasileira de Letras), e a primeira num circuito profissional, onde os desenhos passam a ter o exame atento que merecem. (…) Já no conjunto original se podia perceber o que esta exposição torna cristalino: da mesma maneira que na escultura, o universo e a figura feminina – e a sexualidade – constituem o centro de interesse do desenho. Mas em virtude da própria natureza mais lírica e intimista deste, o conjunto é menos monolítico. Há vários tipos de registros: do esboço à composição elaborada, do quase-rabisco à textura requintada, da observação do entorno imediato às situações imaginárias. A tragédia não está onipresente e é menos intensa do que nas grandes peças tridimensionais; geralmente aparece reduzida à morbidez, muitas vezes meio maldosa e equívoca. Nesses casos, uma linguagem de fundamento expressionista (como barroco-expressionista é também a linguagem das esculturas) fantasia e intensifica o colorido, deforma e machuca a figura, acrescenta-lhe um toque de grotesco. Simetricamente, uma linguagem quase realista serve para alguns retratos não-dramáticos e para imagens “de clima”. À sólida e sóbria beleza das Cretenses, por exemplo, superpõem-se o leve mistério de A Culpa e a deliciosa provocação de Juventude Estudiosa; por certo não é este o adjetivo que mais convém a esta ninfeta em posição perfidamente descuidosa. [1] Assim como Chapeuzinho Vermelho Vencedora salta com certa perversidade da história infantil para o topos do macho humilhado diante da Vênus triunfante.
Nos últimos anos, Brennand tem desenhado muito, com uma crescente liberdade e ousadia. Exibe um traço forte, viril, às vezes um pouco rude (deliberadamente). De outras vezes parece ter com o papel uma relação de amor e ódio; não costuma acariciá-lo e sim agredi-lo. Algumas obras são muito elaboradas e deixam transparecer o longo processo em que se gestam, outras guardam a espontaneidade do momento. Mas é tudo puro Brennand. Como que começando pelo avesso, ou por uma outra ponta do novelo, de novo ele desvenda seu universo denso. Tudo somado, revela-se aqui um desenhista original e maior, cuja alma gráfica se prova tão consistente quanto as outras. “
[1] Brennand tem enorme admiração pela obra de Balthus. Mais que pela pintura strictu senso, porém, tenho certeza de que é pelo universo de Balthus, povoado de ninfetas. Quanto às posições equívocas da nymphet, Vladimir Nabokov, o primeiro a estudá-la, em Lolita, salienta os gestos desajeitadamente sedutores como um de seus atributos específicos.
Francisco Brennand interessou-se desde cedo pela pintura, tendo como mestre Álvaro Amorim. Entre os anos 1945/47, passou a estudar com La Greca. Na qualidade de legítimo representante da escola pernambucana de pintura, “revisa a estilização primitiva e arcaica, imprime a pureza da cor, filtra uma natureza telúrica e sensual em cada imagem que formula.”
Brennand distinguiu-se desde cedo nos Salões do Museu do Estado de Pernambuco, obtendo no ano de 1947 o primeiro Prêmio. Participou de inúmeras exposições individuais e coletivas – Bienais e Salões – no Brasil e no exterior.
Em 1977, o cineasta Fernando Monteiro dirigiu um curta metragem com título “Brennand: Sumário da Oficina pelo Artista”. O segundo trabalho cinematográfico sobre sua oficina foi dirigido por Jayme Monjardim, em 1980. Em seguida, Jeneton Moraes e Guel Arraes produzem o filme “Um Sonho Bárbaro / Francisco Brennand”.
Em 1993 é indicado pelo Conselho Superior de Cultura do país ao Prêmio Interamericano de Cultura Gabriela Mistral, que receberá em 1994 na sede da O.E.A.
CAIXA CULTURAL Galeria Paulista
Av. Paulista 2083 – Estação Consolação de Metrô
Telefone: (11) 3321-4400
Começou no dia 12 de abril e termina no dia 25 de maio de 2008.
Horário de visita: terça a sábado das 9h às 21h / domingo das 10h às 21h Entrada franca.
“Como vou fazer para ver tudo o que quero?!”, foi o drama da pessoa que vos fala quando viu a programação da Virada Cultural desse ano. Fiquei de boca aberta, literalmente. Vai ter muita coisa boa! E boa parte das atrações vai acontecer no circuito “alternativo”, ou seja, em cinemas, teatros e centros culturais.
Quem curte uma boa peça pode começar pelo point da boemia teatral de São Paulo – a Praça Roosevelt. As companhias Os Satyros, Parlapatões e Estúdio 184 se apresentarão desde as 18h do sábado (26) até o dia seguinte. As peças serão gratuitas e, por isso, recomenda-se chegar cedo para garantir lugar.
Os interessados em conhecer mais sobre a arquitetura da cidade poderão fazer isso em uma visita monitorada às obras do arquiteto Oscar Niemeyer. Os roteiros, divididos entre o centro da cidade e o Parque Ibirapuera, contarão com monitores que explicarão a importância das obras dentro do contexto histórico paulistano.
Serviço: Visitas guiadas: 26 e 27 de abril – gratuito
Inscrições: de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h, pelo telefone 3032-2499.
Local de saída e chegada: Museu da Casa Brasileira – Av. Faria Lima, 2705.
Duração: aproximadamente 3 horas
Número de vagas por visita: 23
Horários e roteiros dos microônibus:
Sábado, 26/4 – 10h e 14h – visitação às obras no centro de São Paulo
Sábado, 26/4, 11h e 15h – visitação às obras no Ibirapuera
domingo, 27/4 – 14h e 15h – visitação às obras no centro de São Paulo
Outra opção de passeio vai acontecer no MAMe na Pinacoteca do Estado, na noite do dia 26. A intenção é criar um clima de proximidade com a natureza noturna da cidade, portanto dentro do Parque Ibirapuerao público terá lanternas à disposição. Durante o percurso os guias mostrarão o Jardim Burle Max, o monumento Porco Ensebado, a figueira Microcarpa Fícus na Antiga Serralheria, a Praça da Paz e a escultura Aranha. As senhas devem ser retiradas às 18h.
Quem estiver próximo à Praça da Luzpoderá fazer visitas guiadas com educadores da Pinacoteca, que também utilizarão lanternas para levar o público às esculturas expostas no parque. As inscrições devem ser feitas 30 minutos antes de cada sessão na recepção do museu.
Serviço: MAM
Parque Ibirapuera, portão 3
Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº
Sessão: 18h30
Informações: 5085-1313
Parque da Luz
Praça da Luz, 2 – Jardim da Luz
Sessões: 19h, 21h e 23h
Já o Sesc Pompéiaterá show em homenagem à era disco com André Abujamra, Paula Lima, Lady Zu, Luciana Melloe Skowa, passando pela montagem de um verdadeiro programa de auditório apresentado por João Gordoe Elke Maravilhae logo depois um belo café-da-manhã. Isso tudo no período entre 22h e 5h, entre o sábado e domingo (26 e 27).
Serviço: Sesc Pompéia
Rua Clélia, 93 – Pompéia.
Glitter Disco Dance Night R$ 16,00; R$ 8,00 (usuário matriculado, idosos e estudantes com carteirinha). R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes, aposentados e estudantes com carteirinha).
Dia(s) 26/04 Sábado, das 22h às 2h30.
Buzina da Pompéia – auditório ao vivo R$ 12,00; R$ 6,00 (usuário matriculado, idosos e estudantes com carteirinha). R$ 3,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes, aposentados e estudantes com carteirinha).
Dia(s) 27/04 Domingo, das 3h às 5h.
Café-da-manhã Restaurante/Choperia. Preço único de R$ 9,00.
Dia(s) 27/04 Domingo, a partir das 5h.
Durante a maratona cultural você ainda pode arrumar tempo pra pegar um cinema! O CineSesc terá a madrugada do dia 27 dedicada à exibição de filmes a partir da meia-noite e, nos intervalos das sessões, apresentações e performances. O ciclo se completa com um café-da-manhã.
00h00 – Rolling Stones, Sympathy For The Devil
02h00 – Nossa Vida Não Cabe Num Opala
04h00 – Control
Preço único: R$ 9. Por sessão: R$ 12; R$ 6; R$ 3. Pacote para os três filmes: R$ 30; R$ 15; R$ 7,50.
Se ainda sobrar disposição vai rolar o Bailinho na Rua Bento Freitas durante as 24 horas de Virada com aulas e apresentações de dança de salão. Os participantes poderão dançar ao som de ritmos como forró, rock soltinho, gafieira, zouk, bolero, gafieira, samba rock e até country, sob a orientação de professores no palco.
UFA! Agora é só escolher seus preferidos e boa Virada! Com sorte a gente se vê lá!
Acontece nessa quarta-feira a segunda edição deste ano do P-LUGAR, evento que reune músicos, artistas audiovisuais e muita coisa boa.
Convido todos, novamente, a tomar um sorvete na Soroko (lá do lado, no número 305 da augusta) e depois aparecer por lá.
Abaixo o cartaz (que eu fiz ) e o release do evento.
P-LUGAR é um evento bimestral dedicado à mostra da produção de música experimental brasileira, especialmente em situações nas quais é aliada a outras mídias (vídeo, performance, etc). Em cada apresentação, pelo menos dois grupos / artistas são convidados a apresentar seus mais recentes desenvolvimentos musicais. Em sua terceira edição, se apresentarão o Trio Marco04 e o D1G1GARD3N.
O Trio Marco04, formado por Henrique Iwao (teclado), Lucas Araújo (baixo), Mário Del Nunzio (guitarra), apresentará o espetáculo “Cinema Anêmico”, com trilhas sonoras ao vivo para filmes experimentais das décadas de 1920 e 1930. Serão exibidos filmes de artistas como Man Ray, Marcel Duchamp, Hans Richter e Ralph Steiner, dentre outros, num total de oito curtas, de diferentes países e tendências estéticas, com ênfase em obras de caráter não-narrativo.
Na sequência, o duo de música eletrônica D1G1GARD3N se apresentará, com o espetáculo “Chronos”. O espetáculo, uma crônica sobre o tempo, tem como objetivo explorar dois aspectos: a impiedosa passagem do tempo (que será evocada pela projeção de um gigantesco cronômetro) e a necessidade de registrar impressões subjetivas sobre a vida (por uma música subjugada ao tempo, que têm sua estrutura e sua pulsação baseadas na contagem do cronômetro).
P-LUGAR – Trio Marco04 + D1G1GARD3N
Local: R. Augusta, 325 (O Lugar – Cia. Corpos Nômades)
Data: 23/04, quarta-feira
Hora: 21h
Preço: R$15 / R$7,50
Tel: (11) 3237-3224
Sítio: www.myspace.com/plugar
Já teve a chance de ver o Teatro da Vertigem? Vi a exposição que teve lá na Galeria Olido com diversos materiais desse grupo teatral que incluía alguns vídeos com cenas das peças do grupo, além de uma leitura dramática. Mais uma vez, poderei apreciar o trabalho deles. Demais!!! Vamos, gente! (No momento em que eu estava redigindo esse post, recebi um email da minha querida Márcia Marques com detalhes das apresentações do grupo. ÊBA! Aguarde por isso no próximo post que publicarei aqui.)
E pra quem é maluco por cinema, fique de olho na programação do CineSesc que começa com a sessão Um Trio de Virada e exibe Rollings Stones – Simpathy for the Devil, documentário do Jean-Luc Godard, seguido do Nossa Vida não Cabe num Opala (Brasil, 2006) e o Control. Esse último é sobre o Joy Division, focado na vida do vocalista Ian Curtis. Mas essa sessão matadora não é de graça! Os preços variam de R$ 30 a R$ 7,50.
Hein? Cinema de graça? Melhor ainda!!! Olha só, sob a laje da Praça Roosevelt terá a Virada das Vampiras, curadoria de Carlos Reichenbach, com filmes relacionados ao vampirismo, durante 24h. E tem mais! Mostra Internacional de Cinema na Virada na Praça do Patriarca. Busque no site mais informações.
O Balé da Cidade de São Paulo estará encantando a todos os presentes no Anhangabaú! Que maravilha! E bem pertinho dali, no Teatro Municipal, estará acontecendo um festival de mpb.
Quando amanhecer o dia 27, domingo, às 6h, tome um café bem servido lá na Casa das Rosas!
DESTAQUES DA VIRADA CULTURAL 2008
EVENTOS COM DURAÇÃO DE 24H
INSTRUMENTAL BRASILEIRO no Vale do Anhangabaú – Boulevard São João.
BOTECO DE BAMBAS – SAMBA DE MESA no Largo Santa Efigênia.
PIANO NA PRAÇA — só música ao som de piano — na Praça Dom José Gaspar
RODA DE CAPOEIRA: HOMENAGEM AOS MESTRES DA VELHA-GUARDA DA CAPOEIRA DE SÃO PAULO no Largo do Paissandu.
FESTIVAL INTERNACIONAL DE CURTA-METRAGENS DE SÃO PAULO na Praça Ramos.
DIA 26 DE ABRIL, SÁBADO:
18h
O TERÇO na praça da República.
VAMPIRAS – Vampyres (Inglaterra – José Ramón Larraz – 1974) — sessão cinematográfica sob a laje da praça Roosevelt.
RASCUNHOS POÉTICOS na Casa das Rosas.
18h50
PERFORMANCES DIVERSAS DE DANÇA no Palco de Dança do Anhangabaú.
19h
APRESENTAÇÃO DE TAIKÔ no Museu da Língua Portuguesa.
19h30
DESCONCERTOS ERÓTICOS (leitura de poemas eróticos) na Casa das Rosas.
20h
LÁBIOS DE SANGUE – Lèvres de Sang (França – Jean Rollin – 1975) – sessão cinematográfica sob a laje da praça Roosevelt.
21h
CECÍLIA AIMÉ (cantora que mescla tango com poemas de Jorge Luís Borges) na casa das Rosas.
CONCERTO DA ORQUESTRA JOVEM TOM JOBIM “AMÉRICAS E ÁFRICAS” no Auditório Simón Bolívar, Memorial da América Latina.
21h30
CASA DE MÁQUINAS na praça da República.
22h
GLITTER DISCO DANCE NIGHT na Choperia do Sesc Pompéia. Termina às 02h30.
ESCRAVAS DO DESEJO – Les Lèvres Rouges (Bélgica – Harry Kümel – 1971) — sessão cinematográfica sob a laje da praça Roosevelt.
BALÉ DA CIDADE DE SÃO PAULO no Palco de Dança do Anhangabaú.
23h
TOM ZÉ na Casa das Rosas.
ZÉ DO CAIXÃO CONTA HISTÓRIAS DE TERROR no Centro Cultural da Juventude e segue com todo mundo ao cemitério da Vila Nova Cachoeirinha.
DIA 27 DE ABRIL, DOMINGO:
00h (meia-noite)
ZÉ RAMALHO no Palco São João: Av. São João com Rua Aurora.
ALUCARDA – Alucarda, la hija de las tinieblas (México – Juan López Moctezuma – 1978) — sessão cinematográfica sob a laje da praça Roosevelt.
FILME CLÁSSICO DE TERRORCOM TRILHA SONORA EXECUTADA AO VIVO em frente ao cemitério da Vila Nova Cachoeirinha.
01h
PAUL DI’ANNO na praça da República.
02h
O SANTO CONTRA AS MULHERES VAMPIRO – Santo contra las Mujeres Vampiro (México – Alfonso Corona Blake – 1962) – sessão cinematográfica sob a laje da praça Roosevelt.
03h
DERRICK GREEN, ANDREAS KISSER E CONVIDADOS na Praça da República.
O SOM NOSSO DE CADA DIA ( SNEGS – 1973) no Teatro Municipal.
04h
SANGUE DE VIRGENS - Sangre de vírgenes (Argentina – Emilio Vieyra – 1967) — sessão cinematográfica sob a laje da praça Roosevelt.
KROMA (quarteto musical erudito com distorções de guitarras elétricas) na Casa das Rosas.
06h
LE FRISSON DES VAMPIRES (França – Jean Rollin – 1971) — sessão cinematográfica sob a laje da praça Roosevelt.
CAFÉ DA MANHÃ na Casa das Rosas.
08h
EVIL OF DRACULA (Japão – Michio Yamamoto – 1974) — sessão cinematográfica sob a laje da praça Roosevelt.
09h
O TEATRO MÁGICO no Palco São João: Av. São João com Rua Aurora.
KORZUS na praça da República.
10h
VAMPYROS LESBOS (Alemanha/Espanha – Jesus Franco – 1971) — sessão cinematográfica sob a laje da praça Roosevelt.
12h
CACHORRO GRANDE na praça da República.
A ORGIA NOTURNA DOS VAMPIROS – The Vampires’ Night Orgy (Leon Klimovski – 1973) — sessão cinematográfica sob a laje da praça Roosevelt.
13h
BALLET STAGIUM no Palco de Dança do Anhangabaú.
14h
ARNALDO ANTUNES na praça da República.
LADY VAMPIRE – Onna kyuketsuki (Japão – Nobuo Nakagawa – 1959) — sessão cinematográfica sob a laje da praça Roosevelt.
15h
ORQUESTRA IMPERIAL no Palco São João: Av. São João com Rua Aurora.
A CASA É UM PALCO (sarau com o coletivo Vacamarela) na Casa das Rosas.
16h
LOBÃO na praça da República.
O ÊXTASE DO VAMPIRO – Fluch der schwarzen Schwestern (Alemanha – Joseph Sarno – 1973) — sessão cinematográfica sob a laje da praça Roosevelt.
17h
INEZITA BARROSO NO BAILE DE BAMBAS: Av. Rio Branco.
FERNANDA TAKAI na Av. Ipiranga, esquina com Rua Araújo.
18h
ULTRAJE A RIGOR na praça da República.
DE PURO GUAPOS no Auditório Simón Bolívar, Memorial da América Latina.
A primeira vez que vi essa palavra “TAKETINA” foi hoje, no Twitter do Gustavo. Meu Deus! O que será isso?
Sabe quando você escuta uma música de forma tão intensa que não se sabe onde termina a música e onde começa você, seu corpo e sensações? Uma coisa assim… Fora do comum, que transcende o espaço, tempo e controle? Pois é, é esse o poder que a TAKETINA tem. Mais informações aqui, cujo link foi cedido também pelo Gustavo do blog Não2Não1.
Se você gosta de música, sendo músico ou não, e está querendo experimentar algo que te arrebate, compareça ao Espaço Caçamba de Arte, Rua Muniz de Souza nº 517 – Aclimação, hoje. Repito: HOJE! Sabe por quê? Hoje é de graça, meu bem! Esse workshop de Taketina ministrado pelo psicólogo alemão Henning von Vangerow (veja o folheto de divulgação aqui) acontece todos os finais de semana de Abril e não é barato. Oportunidade imperdível, não?
Há outros meios de obter mais detalhes sobre o workshop! Pelos telefones: (11) 3399-4257 / (11) 8308-1381 ou fale com a Ana Thomas pelos emails: cacambadearte@terra.com.br / anathomaz@terra.com.br .
Que beleza! Esqueci de dizer a hora! Anote: 20h. Pronto? Depois, volte aqui para contar como foi.
Oficina de Fotografia “Fotografia e Sociedade” sob a coordenação de André Brandão. Começa no dia 29 de Abril e termina no dia 26 de Junho, terças e quintas, das 19h às 21h30. Para participar, o candidato a uma das 25 vagas disponíveis nessa oficina precisa ter no mínimo 16 anos, pode ser amador e precisa elaborar um currículo resumido na hora da inscrição que será submetido à análise seletiva. Corra! O prazo finda no dia 28 de Abril.
As crianças (a partir dos sete anos) e adolescentes de até 17 anos estão convidados a participar da Oficina de Iniciação ao Teatro. Apenas 15 vagas por turma. Bem se vê que é para pessoas que não estejam trabalhando no período matutino ou vespertino, pois essa atividade acontece em dois horários: das 14h às 15h30 e das 15h30 às 18h. Vicente Tuttoilmondo é o coordenador. Serão válidas apenas as inscrições feitas até sábado, 05 de Abril.
Tem uma outra Oficina de Teatro “Experimento Cênico: Contrapeça com 20 vagas para pessoas a partir de 14 anos e coordenação de Deise Abreu Pacheco (Dedé Pacheco). Acontecerá às tardes de terças e quintas, das 14h às 18h, apartir de 8 de Abril e estende-se até 19 de Junho. Destina-se à iniciantes e interessados com conhecimento intermediário na área. Haverá ensaio aberto nos dias 10, 12, 17 e 19 de Junho, das 14h às 16h. Os candidatos responderão a um questionário específico e serão selecionados a partir disso. As inscrições terminam neste sábado, 05 de Abril.
Confira no site os detalhes sobre as oficinas de Teatro, ainda tem: NÚCLEO CÊNICO “DOUTOR FAUSTUS LIGA A LUZ” OFICINA “O ATOR PERFORMER” (Inscrições até 7 de Abril), OFICINA DE FIGURINO E CARACTERIZAÇÃO (Inscrições até 7 de Abril), FORMAÇÃO DE PÚBLICO – APRESENTAÇÃO DO ESPETÁCULO “NOVICIADO DA PAIXÃO” E PROCESSO DE CRIAÇÃO (Inscrições até 18 de Abril).
Vários seminários relacionados às artes visuais, de graça, é só ficar atento
às datas de inscrições. Exceto as oficinas, quando o limite de vagas reservadas aos espectadores não está esgotado, é possível acompanhar as palestras cadastrando-se no mesmo dia. Lembre-se que isso só acontece quando há vagas sobrando.
Centro Cultural São Paulo- Sala Ademar Guerra:Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso – Centro. Tel.: 3383-3402. R$ 15. Sexta e sábado, 21h; domingo, 20h. Classificação: 14 anos. Preço popular: R$ 2,00 no dia 11 de Abril, sexta-feira.
Galera como já havia falado anteriormente aqui e aqui, nos dias 5 e 6 de abril, a partir das dez horas da manhã, ocorre o evento ARTE DA VILA Madalena 2008 que você não pode perder!
Então pegue o seu Roteiro no site para não ficar sem! Caso não queria imprimir, o folheto impresso estará à disposição dos visitantes nos ateliês participantes do ARTE DA VILA, na estação Vila Madalena do Metrô.
O Museu de Arte Brasileira da FAAP localiza-se à Rua Alagoas nº 903, Higienópolis. Funciona de terça-feira a sexta-feira, das 10h às 20h. Aos sábados, domingos e feriados das 10h às 17h. Se preferir, ligue para (11) 3662-7198 ou agende sua visita no seguinte telefone: (11) 3662-7200.
Há duas opções: A individual que custa R$ 50 e a dupla que sai por R$ 65. Ambas são servidas por uma dose de destilado, um caldinho de feijão, uma porção de arroz, uma cumbuca de feijoada, uma porção de couve, uma porção de torresmo, laranja e farofa. A porção individual serve duas pessoas, mas dependendo da sua fome, não se acanhe em pedir a dupla!
Hum … depois de, literalmente, ter enchido a barriga, bate aquele soninho … Para os “sonados”, uma sugestão seria desfrutar a varanda do bar, que é um lugar agradável e demais de convidativo.
Mas, para aqueles cuja consciência pesa (e como pesa!), que tal passear pelo Museu do Ipiranga (Museu Paulista da USP) e os seus jardins? O museu que pertence à USP, se encontra no Parque da Independência s/nº e conta com mais de 125.000 unidades entre objetos, iconografia e documentação (dados fornecidos pelo site do museu). Destaques para a coleção de Rodolpho Bernadelli, a bem cuidada coleção de cartas postais e a estátua em bronze de D. Pedro I, localizada no nicho central da escadaria. Gente, alunos da USP entram de graça!
Se história não é a sua praia, logo ao lado está o Museu de Zoologia – Av. Nazaré nº 481, ou, Museu de Cera como é conhecido. Há, por exemplo, uma exposição de longa duração que conta com réplicas de dinossauros e outros animais extintos.
Corrijam-me se eu estiver errada, mas normalmente estes passeios agradam, principalmente, às mulheres e às crianças. Por isso, pensando no público masculino, descobri que o bairro do Ipiranga também conta com o Museu do Automóvel de São Paulo.
A idéia foi concebida pelo seu Romeu Siciliano, fundador do museu, e sua paixão por carros antigos e sua vontade de dividi-la com as pessoas. Indicado para todos os amantes de automóveis antigos, o museu pode ser encontrado na Av. Bandeirantes nº 5051 e também na Av. Almirante Delamare, 85, no Sacomã.
Em 1947, após a Segunda Guerra Mundial, Henri Cartier-Bresson, Robert Capa, David ´Chim´ Seymour, e George Rodger criaram a agência fotográfica Magnum. O que começou como uma cooperativa de fotógrafos independentes se transformou na maior revolução no modo de pensar e fazer fotografia do mundo.
O maior diferencial no trabalho destes profissionais pode ser percebido na valorização do flagrante e o efeito de realidade nas imagens. E para isso valia até arriscar a vida em meio a um tiroteio de guerra. Tudo para alcançar o melhor registro!
Mesmo para quem nunca ouviu falar da Magnum, com certeza já viu alguma das fotos que tem na exposição. Vale a pena conferir, por exemplo, como ficou esta garota afegã, fotografada por Steve Mccurry em 1984, 18 anos após esta primeira clicagem.
“Magnum 60 anos”, de terça a sábado, das 9h às 21h; aos domingos, das 10h às 21h. Caixa Cultural: Galeria da Paulista (Av. Paulista, 2083). Grátis. Infos: 3321-4400.
Ainda assim, artes não são o seu forte? Bom, você ainda tem a opção de fazer compritchas na meca paulista de compras – O Bom Retiro. Nem todas as lojas abrem regularmente aos sábados, mas, ainda assim, emaranhe-se nas ruas e cace desde novidades às pechinchas. Tênis ou sapato confortável é recomendado!
E, quando a fome bater, que tal uma refeição grega? Logo ali, na rua da Graça nº 364, você encontra o Acrópoles. É um restaurante pequeno, simples e de comida bastante saborosa. Entre as várias opções do cardápio, o destaque fica, com certeza, para a mussaka. Para quem não conhece, a mussaka é um prato que leva batata, carne moída e berinjela. Todos assados ao forno. Dá até para pensar numa lasagna de berinjela. No entanto, tenha paciência porque o serviço é ligeiramente caótico e devagar, principalmente em dias de movimento. Ainda assim, é considerado por muitos críticos o melhor grego de São Paulo!
Ah, quase ia me esquecendo … Vá preparado porque a conta sairá salgada. Então, mão no garfo e bom apetite!
Prepare o tênis confortável ou a sandália rasteirinha, uma roupa agradável, sorriso no rosto e vá de alma aberta, pois está chegando o ARTE DA VILA (Madalena) 2008.
A proposta do ARTE DA VILA é levar para a Vila Madalena os públicos mais variados possíveis, desde crianças que poderão ter contato com a arte acompanhada de seus pais e avós até jovens e adultos motivados pela paixão a arte.
Nos dias do evento o bairro se transforma em um local mágico, repleto de gente bonita andando despreocupada, curtindo a brisa que as àrvores e praças da vila proporcionam logo pela manhã.
O evento reúne mais de 150 artistas em aproximadamente 50 Ateliês que estarão de portas abertas para você conversar e conhecer como é o processo criativo de cada obra. Além de estarem abertos à visitação, alguns ateliês oferecem também oficinas de arte diferenciada.
Nos dias 5 e 6 de abril, a partir das 10 horas da manhã, na estação Vila Madalena do Metrô, os passageiros que quiserem percorrer esse trajeto encontram vans sinalizadas com a bandeira do evento. Nelas, pode-se encontrar um mapa com a relação dos ateliês e estúdios abertos à visitação pública e o que é melhor, tudo gratuitamente.
Vá curtir o evento descompromissado, sinta a energia que ronda o lugar e se bater aquela fome, não se preocupe! O ARTE DA VILA 2008 é apoiado por bares e restaurantes da Vila Madalena que se preparam para que não falte comida na hora do almoço e também que não sobre filas enormes para ninguém!
Segue abaixo texto enviado pelo Mario Del Nunzio para a divulgação do evento P-LUGAR, que achei interessantíssimo e já tenho presença confirmada!
P-LUGAR é um evento bimestral dedicado à mostra da produção de música experimental brasileira, especialmente em situações nas quais é aliada a outras mídias (vídeo, performance, etc). Em cada apresentação, pelo menos dois grupos / artistas são convidados a apresentar seus mais recentes desenvolvimentos musicais.
Na primeira edição do P-LUGAR de 2008, o compositor carioca Leo Alves Vieira apresentará sua música eletroacústica, acompanhada por vídeo e performance. Em seguida, os grupos Pan&Tone (RS) e Colorir (SC) farão a primeira apresentação conjunta em São Paulo, privilegiando a interação espontânea entre os músicos e a utilização de procedimentos eletrônicos pouco convencionais, como o “circuit-bending”.
P-LUGAR: Leo Alves Vieira (RJ), Pan&Tone (RS) & Colorir (SC)
R. Augusta, 325 (Mapa)
27 de fevereiro, quarta-feira, às 21h
Duração: 1h40min
Preço: R$15 / R$7,50 (meia)
Bora todo mundo na Soroko (sorveteria que tem maravilhas como o sorvete de rosas ou os feitos com leite de soja, e que fica bem lá do lado, no número 305 da Augusta) e depois curtir essas apresentações?
Temos menos de duas semanas para visitar a exposição individual “Obra Póstuma” do artista Gedley Braga na Gabinete de Arte Raquel Arnaud. Trata-se de uma instalação composta de três partes: All That Jazz, Vanishing Point e Apocalypse. De acordo com o artista, essa nova instalação é “póstuma” em várias instâncias: a uma vida textualmente declarada morta, à finalização de uma tese de doutorado que discute a presença da escritura ou de um texto na arte contemporânea e a um processo de inversões.
Sobre a “ALL THAT JAZZ”, ” é uma linha horizontal traçada no lado direito da galeria. Apropria-se aqui da parte positiva do “Love”, das declarações de amor e ódio aos artistas colecionados para esse projeto. A palavra POWER foi desfocada (e todas as demais interferências), sobrando apenas a forma da foto da obra que foi colecionada e constituída como lastro e sua pequena legenda como uma breve descrição técnica. A palavra JAZZ foi inscrita em todas elas de um modo desfocado e vazado.”
O artista diz que “tudo o que jaz, nesse caso, também é o espólio de um finado, uma coleção de obras de arte que ainda se reserva como um potencial de ações póstumas, como todos os espólios e heranças. Simultaneamente, a ironia perigosa da linguagem se insinua aqui, pois nenhum daqueles artistas colecionados será capaz de escapar desse destino de um dia jazer, de também serem constituídos/instituídos como potenciais [ou mananciais?] de ‘obras póstumas’, à revelia de seus próprios mundos ‘como vontade e representação’”.
Cildo Meireles – “O Mildo Meireles”. Gravura (56×76 cm). 1967 / 1985
Edição “fora de comércio” (assinalado pelo autor no CIE)
Gedley Braga Estate
Rivane Neuenschwander – Fitas coletadas na instalação: “Eu desejo seu desejo”, na Galeria Fortes Vilaça em 2003. CAda fita: 45 x 1 cm aproximadamente.
Gedley Braga Estate.
As fotos da instalação são de Wagner Souza e Silva.
Ficou curioso? Visite a exposição! O Gabinete de Arte Raquel Arnaud localiza-se à Rua Artur Azevedo, 401, São Paulo, SP. Fone: (11) 3083-6322. De segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábado, das 12h às 16h. Grátis.
Hoje, 03 de Fevereiro, pleno carnaval em São Paulo, terminam eventos importantes no CCBB: a exposição “Yoko Ono – Uma Retrospectiva” (confira aqui!) e a mostra “O Cinema de Aron Feldman“.
Às 17h, tem a exibição de três vídeos do mineiro Fábio Carvalho – “um discípulo estético de Feldman, de forte caráter autoral (…) que focalizam certo underground paulistano contemporâneo”. A saber: “O Mundo de Aron Feldman“; “A Ponte” e o “Gabinete das Figuras Variadas“. Do Aron Feldman (1919-1993), às 19h, você pode assistir “O Mundo de Anônimo Jr.” — obra marcante do ciclo do Cinema Marginal e de rara circulação ao longo dos anos, segundo o release disponibilizado pelo próprio CCBB. A indicação classificativa dos filmes é de 12 anos de idade.
A entrada é franca, porém para o cinema é preciso retirar senha antes do horário da sessão. Cabem apenas 70 pessoas na sala.
O Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo(CCBB) está localizado na rua Álvares Penteado, 112, esquina com a rua da Quitanda, fica próximo das estações de metrô Sé e São Bento. Das 9h às 20h. Informações pelo telefone: (11) 3113-3651 e 3113-3652 .
Para ver as sinopses dos respectivos vídeos/filmes, clique para ver o restante do post.
“Will the real Frida please stand up?” Ilustração de Elizzy, no Flickr.
Tive o prazer de visitar a exposição Só Fridas lá no Memorial da América Latina, no Pavilhão da Criatividade. A curadoria reuniu diversos trabalhos acadêmicos, feitos pelos alunos do supletivo E.E. Prof. Dr. Lauro Pereira Travassos, que refletem diversos aspectos da vida e obra da artista mexicana Frida Kahlo, falecida em 1954.
Diversas bonecas foram caracterizadas a fim de se parecerem com a artista. Há momentos que nem todo o colorido que compõe a exposição são capazes de camuflar o drama, a dor, o sofrimento contínuo e trágico vivídos por ela. Entre os diversos materiais utilizados encontra-se papéis de seda, miçangas, tecidos, potes de vidro, bijouterias, entre outros objetos. A música mexicana que compõe a trilha sonora da exposição ambienta e aproxima ainda mais o visitante do tema da exposição.
“Técnicas usadas no desenvolvimento de algumas das obras da exposição “Só Fridas” serão ensinadas em oficinas no Memorial abertas a todos gratuitamente. Nas manhãs e tardes dos dias 21, 22 e 23 de fevereiro, os interessados poderão aprender como fazer bandeirolas mexicanas, fios tecidos somente com as mãos (sem o uso de máquinas, em técnica conhecida por macramé) e os tapetes floridos que adornam a mostra em homenagem a Frida Khalo.”
Oficinas:
- papel picado ( bandeirolas mexicanas) e macramé, das 9h às 12h.
- tapetes com flores, das 14h às 17h.
Terão a duração de três horas, incluindo visita à exposição, com grupo de 15 pessoas. As vagas são limitadas. Para se inscrever, mande um email para Alice [alicequadrado@gmail.com] ou ligue para (11) 3823-4704.
Fonte: Divulgação da exposição e oficina no folder e site do Memorial da América Latina.
Que maravilha! Adoro quando as pessoas colaboram com o AgendaCult fornecendo dados sobre os eventos culturais, e isso só vem a reafirmar aquilo que sempre digo: São Paulo, cidade maravilhosa, de eventos para todos os bolsos e gostos!
A novidade? Conceição Rodrigues. Conhecem? Atriz e cantora que fará uma apresentação especial no sábado, dia 08 de Dezembro, um show de música e poesia entitulado “Coisas de Minas e Bahia”.
Seria uma ótima ocasião para conhecer o trabalho dela, mas não estarei presente pois já comprei o meu ingresso para o show do O Teatro Mágico (quanta coisa para o dia 08, não?). Desde já, estão convidadíssimos! E a quem for, o meu recado: voltem aqui e deixem a opinião, certo? Obrigada ao meu amigo e professor Dr. Wilton pela dica!
Anotem os dados direitinho:
Data: 08 de dezembro, às 21h.
Local: Café Teatro & Cia.
Rua Dr.Vila Nova, 241 Vila Buarque (ao lado do Sesc Consolação)
Ingresso R$ 10,00
NÓ(s) foi concebido por Daniela Bousso (curadora do Prêmio Sergio Motta), Lara Pinheiro (coreógrafa e bailarina), Jurandir Muller (produtor e cineasta) e Lívio Tragtenberg (músico e compositor). A idéia é que o espetáculo homenageie os artistas premiados nesta sétima edição do Prêmio e apresente ao público uma criação coletiva multimídia, que expresse as relações entre tecnologia e arte.
O Nokia Trends será realizado no dia 08 de dezembro de 2007, no Memorial da América Latina (Rua Dep. Salvador Julianelli, 37), a partir das 20hs (abertura dos portões às 20hs). Censura: 18 anos.
Ingressos
R$ 100,00 / R$ 50,00 (meia-entrada para estudantes, mediante apresentação da carteira de estudante, comprovante e documento de identificação – RG ou CNH). Imprescindível levar carteira de estudante na data do evento. Cartões de crédito: Visa e Mastercard (não são aceitos na FNAC). Cartões de débito: Visa Electron e Mastercard Maestro (Não aceitam-se cheques.) Ticketmaster Call Center: São Paulo: (11) 6846-6000 , outros estados: 0300-7896846
Estúdio Risco apresenta a exposição de Leopoldo Tauffenbach: Três lados da mesma moeda
Na exposição, o artista faz uma ocupação do estúdio RISCO, com a apresentação de três painéis em papel cru (de algodão prensado) 2×1 m, com estampas e desenhos. Os painéis apresentam visões particulares do artista sobre o Paraíso, o Inferno e o Purgatório, mas associando cada um como fases do próprio processo criativo.
No caso do Purgatório, temos uma espécie de síntese das outras estampas e do processo para concebê-las e executá-las, com a presentação de esboços, idéias e imagens que não só refletem a dualidade da natureza divina, mas a intensidade do processo criativo. As estampas foram realizadas utilizando-se o método de decalque de imagens realizadas em partes pelo artista. Inicialmente, ele desenhou cada uma das imagens e digitalizou-as. No computador, as imagens foram tratadas das mais diversas maneiras – foram distorcidas, reforçadas e receberam texturas e cores. Ao final, cada imagem foi impressa com o auxílio de uma impressora laser para então ser decalcada no suporte final. Este modo está de acordo com a pesquisa do artista, que investiga as inter-relações entre os modos tradicionais de estampa e o uso de tecnologias digitais. Além disso, o visitante pode ver cadernos de desenho e gravuras realizadas antes deste trabalho.
Leopoldo Tauffenbach
Nasceu em São Paulo em 1976. Formado em Artes Plásticas e Mestrando em Artes Visuais pela Unesp, sempre desenvolveu trabalhos ligados à gravura e técnicas de estampação. Foi aluno de Evandro Carlos Jardim, Norberto Stori, Joan Barbarà e Claudio Mubarac. Atualmente, dedica-se à pesquisa de novos meios de estampa com o auxílio de tecnologias e interfaces digitais.
De 10 de novembro a 8 de dezembro de 2007. Quartas, quintas e sextas das 18h às 22h e sábados das 10h às 16h.
ESTÚDIO RISCO Galeria Metrópole
Av. São Luís, 287, loja 4, passeio paris, Centro, São Paulo
(acesso pela Pça. Dom José Gaspar 106).
Fone: (11) 9127-0707.
email: risco6@gmail.com Acesse o blog do estúdio Risco.
Nos últimos 50 anos, Yoko Ono é uma das poucas mulheres com proeminência no meio artístico experimental e vanguardista dentro do contexto internacional. Seu trabalho questiona o conceito e os objetivos da arte e derruba as barreiras tradicionais entre as várias demonstrações artísticas.
A exposição apresenta elementos básicos decisivos na sua carreira, tão ampla e diversificada. Por um lado, trabalhos de instrução, que insinuam ou questionam certos princípios conceituais ocultos na obra de arte. De outro, há os trabalhos narrativos baseados na objetividade, expressando a visão crítica de Yoko Ono.
“Alegría é um estado de espírito. O show tem muitos temas: o poder e a transferência de poder com o tempo, a evolução das monarquias antigas às democracias modernas, os idosos e a juventude -tudo isso serve de pano de fundo para a vida dos personagens de Alegría.
Bobos da corte, menestréis, vagabundos, antigos aristocratas e crianças povoam este universo, junto com os palhaços, que são os únicos a resistir à passagem do tempo e as transformações sociais.”
O espetáculo Alegria do Cirque Du Soleil está acontecendo no Parque Villa-Lobos (veja no fim do post o endereço) desde 07 de Fevereiro e estende suas apresentações até o dia 04 de maio. Tem duração de duas horas e meia com 30 minutos de intervalo. Os ingressos estão à venda na Ticketmaster e são bem caros! Variam de R$ 150 a R$ 400, isso sem contar os R$ 150 que são adicionados ao valor do ingresso caso você queira participar de um coquetel antes do espetáculo e outras regalias. Veja aqui os preços para os respectivos setores, com os dias e horários dos eventos.
Ah! Lembre-se: não é permitido fotografar ou filmar!
ENCONTRO com Elisa Bracher
31 de outubro de 2007, das 19h às 22h Oficina cultural Oswald de Andrade
R. Três Rios, 363, Bom Retiro, São Paulo – SP
Tel. 3221 5558/ 3222 2662
Fernando Prado e Sergio Fahrer falam de design na Ovo
Os designers Fernando Prado e Sergio Fahrer são os convidados de hoje, 31 de Outubro, do projeto Ações Contemporâneas, que reúne criadores relevantes de várias áreas para falar de seus projetos todas as quartas, às 20h, na Ovo (Rua Gomes de Carvalho, 830, tel. 3045-0309).
Fernando Prado trabalha com light design desde o começo da década. De designer de produtos da Lumini, passou a coordenador do setor de produtos da empresa. Suas luminárias foram expostas e premiadas na Alemanha, Itália e no Brasil, onde venceram o Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira na categoria luz por três vezes entre 2003 e 2005.
Designer de mobiliário, Sergio Fahrer formou-se no MIT, em Los Angeles-EUA, e começou desenhando instrumentos musicais. Em seu trabalho, que preserva a sofisticação do artesanal, utiliza matéria-prima certificada e desenvolve técnicas não-agressivas para obter madeiras. Cria móveis para a Brentwood e Dpot. Desenvolveu o mobiliário 2005/2006 para toda a rede SESC em parceria com Simone Mattar, e participou da Bienal de Design 2005/2006.
Os arquitetos do grupo Tryptique, Marcelo Rosenbaum e Marcio Kogan, além de Felipe Chaimovich, curador do MAM-SP e do Panorama da Arte Brasileira 2007, estão entre os próximos convidados do ciclo Ações Contemporâneas (veja programação abaixo). Já passaram pelos encontros os arquitetos Fernando de Mello Franco, do escritório MMBB Arquitetos, e Pedro Mendes da Rocha, os galeristas Eduardo Brandão e Eliana Finkelstein, a cineasta Tata Amaral, a consultora de moda Helena Montanarini e a banqueteira gaúcha Neka Menna Barreto.
Ovo – Rua Gomes de Carvalho, 830, Vila Olímpia, tel. (11) 3045-0509.
Publicado também no Mapa das Artes.
Obrigada ao Tete Martinho pela colaboração.
A webconferência com Miller Puckette, criador do software MAX/MSP/JSP e da linguagem do Pure Data (PD), será sobre música, performance e multimídia. Miller Puckette falará da criação artística através da utilização de ferramentas computacionais e da relação entre computação, arte e cultura. A mediação fica a cargo de Cícero Inácio da Silva e Brett Stalbaum. A organização do evento por Jane de Almeida.
Miller Puckette é doutor em Matemática pela Harvard University. Estudou Composição no IRCAM com Pierre Boulez e em 1987 escreveu o programa MAX/JSP. Nos anos 1990 desenvolveu a linguagem Pure Data, para o desenvolvimento de aplicações e performances multimídia. É professor na Universidade da Califórnia, San Diego.
Onde? Edifício Blackford
Rua Maria Borba, 40 (prédio do Mackenzie ao lado do Minhocão), sala 61.
Informações: 2114-8710
Quando? Hoje, quarta-feira, 31 de Outubro, às 17h.
Conhecido como o pai da filosofia, ou pelo menos assim foi chamado, Pitágoras soube ver com mais clareza o problema do conhecimento dando-lhe forma e nome diversos. “Não sou um sábio, mas amigo da sabedoria”, ou seja, um filósofo. Apresentado pela professora de filosofia Márcia Tiburi, a história do autor transcende ao tempo, onde, a idéia dos números como principio e essência das coisas, antevê a perfeição da razão humana. Fazendo o contraponto, o convidado Yamandu Costa, um dos maiores fenômenos da música instrumental brasileira, contextualiza e debate suas vertentes artísticas e as possibilidades em relativizar música – som e criação artística – com os números. E extrair do seu instrumento, a forma, movimento, ritmo e harmonia.
Cinema CCBB (70 lugares)
30 de outubro – 19h30
Entrada franca – com retirada de senha meia hora antes do evento.
A artista plástica Giselle Beiguelman e o baixista Henrique Portugal, do Skank, são os convidados do último debate do programa. A web pode ser vista como um suporte para a arte em suas várias manifestações ? Como os artistas estão usando a rede para criar ou difundir seus trabalhos? O debate tem mediação do escritor e jornalista Marcelo Rubens Paiva e da também jornalista e apresentadora Roberta Garcia, com transmissão pela TV UOL.
Recomendação etária: 12 anos.
Cinema CCBB (70 lugares) – com transmissão online pela TV UOL
13 de novembro – 19h30
Entrada franca – com retirada de senha meia hora antes do evento.
No site da prefeitura da cidade de Osasco é possível conferir a programação cultural de Outubro. Aproveite que o mês ainda não acabou para conferir todas as novidades. Os eventos listados abaixo, eu encontrei lá!
MÚSICA
28/10, às 13h30
Espetáculo de encerramento de Ano da Cia de Dança Yasmin Situada no Jardim Mutinga há 23 anos, tem como base o ensino de balé clássico e dança do ventre. Neste espetáculo serão apresentados trabalhos diversos desde baby class até clássico de repertório. Direção artística: Maripenha Stefani de Camargo. Informações: 3686-0223 e 3603-0991. Teatro Municipal de Osasco.
28/10, às 18h
O Mundo Mágico do Circo.
Espetáculo de encerramento de ano do projeto Petit Pass (Pequeno Passo Social). Trabalho com base no balé clássico e elaborado através de pesquisa feita pelos voluntários, vem trazer um pouco do encantamento e da magia do fantástico mundo do circo. As coreografias trazem um pouco da história do circo desde o bobo da corte chegando até às apresentações mais arrojadas do circo moderno. Direção artística: Maripenha Stefani de Camargo. Informações: 3686-0223 e 3603-0991. Teatro Municipal de Osasco.
30 e 21/10, às 20h
Apresentação de alunos do Conservatório Musical Villa Lobos, de Osasco.
Ingressos: um quilo de alimento não perecível. Teatro Municipal de Osasco.
TEATRO
27/10, às 18h e às 20h
Alvorada para a vida – Trajetória do Policial.
Um espetáculo teatral “comovente e motivacional”, que irá resgatar a auto-estima do policial militar e de sua família, através do encontro de três diferentes gerações. A peça tem como proposta apresentar a idéia de que, como todo ser humano, o policial militar também passa por conflitos e momentos de alegrias e tristezas. A história é narrada pela mãe do policial militar, que conta o momento em que o filho anuncia a sua forte decisão de ingressar na corporação, bem como a situação do veterano, após anos de serviços prestados, encontrar-se passando para a inatividade. Ingressos: um quilo de alimento não perecível. Teatro Municipal de Osasco.
POESIA
Apresentações a partir das 19h30 no FENAPO (Festival Nacional de Poesia). Projeto da Secretaria de Cultura em parceria com o Grupo Rabo de Kalango. Entrada gratuita. Espaço Cultural Grande Otelo.
27/10 Encenação: Grupos De Jandira, Arroz com Feijão e Art’Éspis. Declamação: Marcelo Raimundo dos Santos, Clara Nascimento, Jonas Torquato e Jeff Felix.
Vídeos: 8 e 9. 28/10
Fim do festival e premiação aos melhores dessa edição.
PALESTRA
29/10, às 16h
Palestra motivacional do maestro João Carlos Martins. A palestra é preparatória do espetáculo da Bachiana Chambers Orchestra, a ser realizado no Teatro Municipal em novembro. Teatro Municipal de Osasco.
O projeto itinerante apresenta artistas plásticos e fotógrafos brasileiros com obras pertencentes ao acervo do CCBB Rio de Janeiro e aos artistas, levando ao público em geral uma perspectiva mais rica e abrangente em seu cotidiano ao tomarem contato com estas manifestações culturais. Curadoria de Enock Sacramento.
Recomendação etária: livre.
Iole Di Natale
2 de outubro a 1º de novembro – Estação Chácara Klabin do Metrô
Presidente do Núcleo de Aquarelistas da Faculdade de Arte Santa Marcelina, de São Paulo, que completa em outubro 20 anos de existência, e professora emérita da FASM, Iole Di Natale expõe 12 aquarelas da série Intimidade, que vem desenvolvendo nos últimos anos.
Aquarela na Passagem
Até 28 de outubro – Passagem Literária da Consolação
(sob a Rua da Consolação, altura da Avenida Paulista)
Aquarelas de Iole Di Natale, São Pedro e Sílvia Raso integram esta mostra em parceria com a Subprefeitura da Sé. Os três artistas participaram da I Bienal da Aquarela Brasileira em Portugal, em 2006, sendo que Sílvia Raso recebeu o Prêmio Câmara Municipal de Abrantes e São Pedro, o Prêmio Cidade de Abrantes.
ENCONTRO COM O ARTISTA ALFREDO NICOLAIEWSKY E TADEU CHIARELLI
Uma conversa aberta ao público, com o artista Nicolaiewsky e o crítico de arte Tadeu Chiarelli, curador da exposição de Nicolaiewsky atualmente em cartaz no Maria Antônia,
abordando os processos de criação do artista que, desde os anos 80, trabalha com apropriação e de reedição de imagens das mais diversas fontes, seja da história da arte ou da indústria cultural, conferindo a elas sentidos até então insuspeitados.
Até 13 jan 2008, seg a sex, das 12 às 21h
sáb, dom e feriados, das 10 às 18h.
série abismo de um sonho, 2005/2007
imagem digital
70 x 100 cm
alfredo nicolaiewsky
O ARTISTA COMO EDITOR
Parte considerável da produção artística das últimas décadas dá conta da avalanche de imagens que assolam nosso cotidiano por meio de operações que as ressignifiquem. Repetindo-as em outra escala, recontextualizando-as ou interferindo em seus processos construtivos, esses artistas depois as devolvem ao universo em que as encontraram. Nesse retorno, no entanto, elas, continuando iguais, são absolutamente diferentes, uma vez que agora apresentam novas possibilidades de significação.
Desde os anos de 1980, o artista gaúcho Alfredo Nicolaiewsky desenvolve importante trabalho neste sentido. A partir da repetição em outra dimensão de imagens votivas ou de construções de cenas a partir de imagens fotográficas, passa a formular sua prática particular de reedição das imagens que encontra no entorno, conferindo a elas sentidos até então insuspeitos.
Esta mostra enfatiza a produção mais recente de Nicolaiewsky, focada na captação de imagens fílmicas via computador. Tanto seus “flagrantes” das passagens de uma cena para outra, numa seqüência cinematográfica, quanto as narrativas que propõe a partir da justaposição de imagens de origens diferentes, o colocam como um dos mais interessantes artistas dentro desta vertente, no Brasil.
Como esta é a primeira individual de Nicolaiewsky em São Paulo, a curadoria – com a concordância do artista – optou por juntar à sua produção recentes, peças mais antigas no sentido de levar o público paulistano a ter uma compreensão mais vasta de seu universo
poético.
A exposição MIRADA : Latino-americanos do MAC USP no Memorial desenha um percurso da arte latino-americana desde o modernismo até a atualidade. Proporciona ao público a oportunidade de ver exposto um conjunto relevante de obras e de artistas da coleção MAC USP.
José Carratu
A Mala, 1986/87
Grafite, crayon, aquarela, acrílica, caneta esferográfica e carimbo s/ mala
29 x 90 x 52,5
Doação Metropolitan Transports S/A
Wilfredo Lam
Sem título, 1968
Litografia em cores s/ papel
74,2 x 51,7
Aquisição MAC USP
Tarsila do Amaral
Estrada de Ferro Central do Brasil, 1924
Óleo s/ tela
142 x 126,8
Doação MAMSP
De 4 de Outubro a 20 de Novembro de 2007. Fundação Memorial da América Latina
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664
Entrada: portões 1, 5 e 6 – Metrô Barra Funda – São Paulo
Terça a Domingo das 9h às 18h
Em 134 obras entre pinturas, desenhos e fotografias, Gregório Gruber e Bruno Giovannetti expõem suas visões particulares sobre uma metrópole ao mesmo tempo desolada e humanizada.
Pintura de Gregório Gruber.
Vi no site dele, não sei se faz parte das obras expostas.
Foto de Bruno Giovanetti.
Vi esta foto no site dele, não sei se faz parte da exposição.
De 1/10/2007 a 28/10/2007
MAC USP Ibirapuera
Terça a domingo, das 10 às 19 horas.
Lembrando que hoje é o último dia e estará aberta até às 22h. Mais informações, entrem no site.
11ª Convenção Internacional de Tatuagem do Brasil Espaço das Américas – Rua Tagipuru, 795, Barra Funda, São Paulo, SP.
19, 20 e 21 de Outubro de 2007, das 12h às 22h .
A instalação de Iole de Freitas, a principal representante do Brasil
na XII Documenta de Kassel (Alemanha), teve grande repercussão no mundo inteiro. Seu projeto foi considerado um dos mais ambiciosos da Documenta, e o local de exposição, o Edifício Friedericianum, de 1779, o mais nobre, foi escolhido pela artista.
No dia 26 de outubro, sexta-feira, o Gabinete de Arte Raquel Arnaud estará inaugurando uma individual de Iole de Freitas, com cinco obras no total. Serão dois projetos concebidos especialmente para a exposição, em policarbonato transparente, cabos e rosqueados de aço, inéditas, que dialogarão com o espaço arquitetônico da galeria, além de três obras de pequeno formato em aço e alpaca, também inéditas.
Os trabalhos são sistemas de relações espaciais, desenvolvidos após a elaboração do projeto da Documenta. Tratam do limite de visibilidade e pressupõe o deslocamento do espectador dentro das obras, levando-o a rever as próprias percepções do deslocamento de seu corpo no espaço.
“Assim como a linha, o olhar cruza a transparência
e desestabiliza o andar
desmonta a percepção primeira do espaço
desloca a profundidade que – rasa – ilude e planifica.”
Iole de Freitas
Cartas dinâmicas / Dinamic Letters – Iole de Freitas
300 x 650 x 400 cm / policarbonato, cabo de aço e cimento /2007
Foto: Sergio Araujo
Sopro – Iole de Freitas
Aço inox e alpaca / Stainless steel and alpaca
70 x 60 x 25 cm
1997 / 2007
Sem título – Iole de Freitas
Aço inox / Stainless steel
70 x 60 x 25 cm
1989 / 2007
Gabinete de Arte Raquel Arnaud Rua Artur Azevedo, 401. 05404-010. São Paulo, SP.
Fone: 11 3083 6322
Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábado, das 12h às 16h.
Nós gostamos é de artistas!” . As doces palavras são de David Quiles Guilló , editor da catalã e mundialmente afamada Rojo Magazine, uma das publicações mais respeitadas no mundo por quem entende de arte e por quem gosta dela de verdade.
O bom da história, é que a Rojo chegou de mala e cuia a São Paulo.
Acaba de ser inaugurada a Rojo®Artspace, a primeira galeria fora de Barcelona que já tem exposições programadas para acontecerem aqui. A Rojo é uma rede internacional que é uma mãe para os artistas, a criatividade e a informalidade com as artes, mas é cruel feito sogra magoada com os críticos.
Quem quiser conferir, a galeria funciona dentro da Livraria Pop em Pinheiros.
Fotografia do interior da Pinacoteca, por Laura*Lou
Esta exposição conta com o olhar de três fotógrafos: Ricardo Barcellos, Paulo Mancini e Maurício Nahas. Fotografias que narram detalhes cotidianos do povo russo, comportamento, moradia, alimentação, entre outros. Ôpa! Não são apenas fotografias, há também um filme chamado A MARCHA de Luiz Gustavo Dias.
Ficou com vontade de ver? Você pode conferir até o dia 04 de Novembro deste ano na Pinacoteca do Estado de São Paulo, ao lado da estação Luz (metrô/trem). Só não adie muito porque senão acaba perdendo. Isso me faz lembrar de uma matéria publicada no Guia da Folha de São Paulo, falando sobre a atitude dos paulistanos em deixar os roteiros culturais para a última hora… Não corra esse risco! Aproveite os sábados, grátis. Sem desculpa!
A exposição contará com uma instalação inédita – Uma Casa. O trabalho é formado por um conjunto de 22 tripés de bateria que sustentam lâmpadas tubulares rosas. Cada lâmpada tem uma certa inclinação, uma certa altura e o conjunto forma um desenho luminoso no ar que pode ser designado com uma palavra – casa…
As linhas de luzes demarcam os contornos das paredes, do piso e do telhado. Os apoios são frágeis, o equilíbrio é instável e o desalinho do prumo faz com que esta casa flutue no vazio como se estivesse à deriva… ou ao sabor dos ventos. Com uma escala real e compacta, a obra remete à idéia de trânsito entre o atelier da artista e a galeria.
Um objeto múltiplo, Outra Casa, medindo 40 x 30 x 40 cm, feito em latão banhado a ouro, completará a exposição. Será o primeiro exemplar de uma série limitada de dez.
Além da instalação, a exposição apresentará três projeções também inéditas, documentários da produção e montagem de três trabalhos, realizados respectivamente em Moscou, Valencia e São Paulo:
- AURORA, 2a Bienal de Moscou, fevereiro a março de 2007;
- SUL em duas versões. A primeira registra sua instalação por ocasião da mostra Encontro de dois mares: Bienal de São Paulo – Valencia, de março a junho de 2007; a segunda documenta a mesma instalação montada no Instituto Tomie Ohtake, novembro – dezembro de 2006;
Carmela Gross formou-se em Artes na Fundação Álvares Penteado em 1969. Fez o Mestrado em Artes (1981), e o Doutorado em Artes (1987), ambos na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, onde leciona desde 1972.
Recebeu Bolsa da Fundação Vitae (1991) e bolsa de residência “Artist in Residence” para produzir trabalhos no European Ceramics Work Center, em Hertogenbosh, Holanda onde realizou sua exposição “Facas” (1994). Esta exposição foi posteriormente montada no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro e no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Ela também produziu figurinos e coreografias para a ópera e o teatro. Desde 1967, participou de diversas bienais de São Paulo e de importantes exposições coletivas como a Latinoamérica Presente, no Museo de Bellas Artes de Santiago, Chile (1990); Latin-American Drawings Today, no San Diego Museum of Art, EUA (1990); e Re-Aligning Vision, Alternative Currents in South América, na Archer M. Huntington Art Gallery, da Universidade do Texas, e no Museo del Barrio, NY, EUA (1997).
Em 2006 realizou a exposição individual Sul, no Centro Cultural Tomie Othake e em 2007 a artista foi convidada a participar da Bienal de Arte Contemporânea de Moscou. A artista realizou sua primeira exposição individual em 1977 no então Gabinete de Artes Gráficas Raquel Arnaud, atual Gabinete de Arte Raquel Arnaud, em São Paulo, que a representa desde então.
E quem visitar a Pinacoteca do Estado de São Paulo, ali na Luz, poderá ver uma obra de Carmela Gross, chamada Dinossauro.
E no dia 1º de setembro, sábado, às 12h, o Gabinete de Arte Raquel Arnaud recebe Paulo Sérgio Duarte para a Palestra ‘A Casa de Carmela’.
Paulo Sergio Duarte é crítico, professor de história da arte e pesquisador do Centro de Estudos Sociais Aplicados/Cesap da Universidade Candido Mendes, no Rio de Janeiro, e diretor do Centro Cultural da mesma universidade. É membro do Conselho de Curadores da Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, e em 2005 foi curador da 5ª Bienal do Mercosul; autor de Anos 60 – Transformações da Arte no Brasil (Campos Gerais, 1998) e Waltercio Caldas (Cosac Naify, 2003), entre outros livros.
Nessa palestra, Paulo Sérgio Duarte falará sobre as obras recentes de Carmela Gross e sobre a instalação UMA CASA, exposta no Gabinete de Arte Raquel Arnaud até 24 de setembro.
A instalação UMA CASA é formada por um conjunto de 22 tripés de bateria que sustentam lâmpadas tubulares rosas. As linhas de luzes demarcam os contornos das paredes, do piso e do telhado. Os apoios são frágeis, o equilíbrio é instável e o desalinho do prumo faz com que esta casa flutue no vazio como se estivesse à deriva… ou ao sabor dos ventos. Com uma escala real e compacta, a obra remete à idéia de trânsito entre o atelier da artista e a galeria. Um objeto múltiplo, Outra Casa, medindo 40×30x40 cm, feito em latão banhado a ouro, completa a exposição.
Além da instalação, a exposição apresenta três projeções, inéditas, de documentários da produção e montagem de dois trabalhos, realizados respectivamente em Moscou, Valencia e São Paulo:
- AURORA, 2a Bienal de Moscou, fevereiro a março de 2007 e
- SUL em duas versões. A primeira registra sua instalação por ocasião da mostra Encontro de dois mares: Bienal de São Paulo – Valencia, de março a junho de 2007; a segunda documenta a mesma instalação montada no Instituto Tomie Ohtake, novembro – dezembro de 2006.
Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábado, das 11h às 15h. Gabinete de Arte Raquel Arnaud Rua Arthur Azevedo, 401 - CEP 05404-010 - São Paulo - SP.
(11) 3083-6322 | Acesso para deficientes.
[este post teve a colaboração de Márcia Marques do Canal Aberto.]
A partir de 2 de agosto, o público paulistano, especialmente aquele que mora e trabalha na Zona Oeste, poderá desfrutar dos acervos e programações do Centro Cultural Sesi Vila Leopoldina. O novo espaço do SESI-SP é dedicado à cultura contemporânea e direcionado ao público jovem e aos interessados em novas linguagens e experimentações artísticas.
O novo Centro Cultural reúne, em cerca de 2 mil metros quadrados, a Biblioteca e Gibiteca Sesi, o Cineclube Sesi, o Laboratório de Linguagem Eletrônica e outros espaços internos e ao ar livre que oferecerão atividades e programações sobre literatura, quadrinhos, artes eletrônicas, artes cênicas e música.
O núcleo de ação cultural do novo Centro Cultural do SESI concentra-se na Biblioteca e Gibiteca SESI, com mais de 26 mil títulos para o público jovem que englobam o atual universo da literatura, quadrinhos, cinema e música.
As programações do Cineclube SESI, do projeto musical Sons Urbanos e do teatro experimental buscam enriquecer as experiências desse acervo, ao mostrar o que se faz de mais recente e inovador nessas áreas.
PROGRAMAÇÃO ESPECIAL DE ABERTURA
Dia 2 de agosto (quinta-feira)
12h30 Show do Cachorro Grande Sons Urbanos 16h00 Projeção do filme “Sin City: a cidade do pecado” Cineclube Sesi 19h00 Bate-papo com os cartunistas Angeli, Glauco e Laerte Biblioteca Sesi
Dia 3 de agosto (sexta-feira)
12h30 Show do Ludov Sons Urbanos 16h00 Projeção do filme “Desventuras em Série” Cineclube Sesi
Inauguração ao público – Centro Cultural SESI Vila Leopoldina, dia 02 de agosto, às 10h.
SESI Vila Leopoldina - Rua Carlos Weber, 835
Informações: (11) 3833-1042 ou 3833-1040 | apoiovleopoldina@sesisp.org.br
Estive no FILE do ano passado. E o melhor: tive a oportunidade de estar na abertura com direito a coquetel,performance e um monte de coisas interessantes. Escolhi a foto acima por registrar uma das instalações que mais apreciei! Divertidíssimo! Imagine: A proposta era enfiar a cabeça dentro da cabine, esperar 30 segundos (se me recordo bem) para a captura da imagem do rosto e logo depois, no telão enorme, era projetada a imagem do rosto da pessoa em diversos corpos diferentes, em situações cômicas, sendo que os outros personagens que apareciam tinham as cabeças de outros visitantes da exposição, a não ser que você fosse na cabine toda hora pra ser fotografado. Eu até quis fazer isso, mas tinha muita gente e, às vezes, não sou egoísta… Rs! O FILE, penso eu, é imperdível! Se não conhece o evento, programe-se!
O Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE), maior evento internacional de arte digital e eletrônica do Brasil e da América Latina, estará aberto à visitação pública gratuita na Galeria de Arte do SESI a partir de 14 de Agosto. Em sua 8ª edição, o festival é baseado em cinco principais segmentos: FILE On-Line, FILE Mídia-Arte, FILE Instalações, FILE Symposium e FILE Hipersônica.
GALERIA DE ARTE DO SESI
Em frente à estação Trianon-Masp do metrô. Segundas-feiras, das 11h às 20h; Terça à Sábado, das 10h às 20h; Domingo das 10h às 19h.
Idealizada a partir das fotos originais que ilustram o livro Oscar Niemeyer 360º – Minhas Obras Favoritas (editora 360º), dos fotógrafos Luiz Claudio Lacerda e Rogério Randolph, a mostra vai exibir fotos selecionadas entre as centenas de obras criadas por Niemeyer. Os fotógrafos viajaram durante oito meses pelo Brasil e por mais três países em busca do melhor ângulo e produziram imagens panorâmicas de prédios e monumentos do Rio de Janeiro à Argélia, passando por São Paulo, Minas Gerais, Curitiba, França e Itália.
Exposição de fotos: Oscar Niemeyer – 100 anos de encantamento
Galeria Marta Traba – Fundação Memorial da América Latina Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Portão 1, 5
Barra Funda – São Paulo SP
Abertura: 4 de julho, às 19h30. Horário: de terça a domingo, das 9h às 18h.
Ainda neste ano, tive a oportunidade de participar de um workshop na oficina Oswald de Andrade sobre Live Images com o Luis Duva. É muito mais que apenas orquestrar imagens e sons, é criar, é questionar, instigar novas sensações nas pessoas através das imagens e sons. E me lembrei disso porque na próxima quinta-feira, dia 26 de Julho, no Itaú Cultural acontecerá o evento Espetáculos On-Off. Vou dispor aqui, na íntegra, o que está disponível no site, só pra facilitar, ok? E não perca!
Experiências híbridas
Terceira edição do evento On_Off reúne artistas que exploram a interação de linguagens
Vídeo. Cinema. Música. Performance e imagens em movimento. A terceira edição doOn_Off – Experiências em Live Image exibe o trabalho de artistas que elaboram e experimentam meios e linguagens híbridas para compor e mixar imagens.
Narrativas audiovisuais são criadas, por meio de combinações e justaposições de imagens, em performances processadas ao vivo.
Esta edição deOn_Offconta com a videoperformance O Lugar aonde os Carros não Vão, de Eder Santos, com trilha sonora de Paulo Santos; o trabalhoRepentismo Visual/Cinejoqueys, de Aléxis Anastasiou e Gen; e a performance Commento, da dupla Müvi (Ricardo Carioba e Fabio Villas Boas).
sala itaú cultural 255 lugares [ingressos distribuídos com meia hora de antecedência]
quinta 26
20h ( abertura )O Lugar aonde os Carros não Vão com Eder Santos
participação Mônica Ribeiro
trilha sonora Paulo Santos e Josefina Cerqueira
Videoperformance de Eder Santos, em que o espaço é a imagem e a imagem cria um espaço forjado por projeções simultâneas, construídas e mixadas ao vivo. Um jogo de deslocamento de sentidos, que inventa territórios mágicos e estabelece sinestesias literária, teatral, musical e cinematográfica.
21h coquetel de abertura
sexta 27
19h30 O Lugar aonde os Carros não Vão com Eder Santos
participação Mônica Ribeiro e Maria Luísa Mendonça
trilha sonora Paulo Santos e Josefina Cerqueira
sábado 28
19h30 Repentismo Visual/Cinejoqueys com Aléxis Anastasiou e Gen
Aléxis e Gen exploram em seu set Cinejoquey//Cine-repentista a experiência audiovisual do VJ no ambiente da sala de cinema. As ferramentas de edição do VJ possibilitam a livre construção de um fluxo improvisado de imagens, sons e música. A dupla constrói o fluxo buscando conteúdo em uma ampla gama de possibilidades, equilibrando o sampling com composições próprias, remixes de filmes, composições sonoras, loops, noticiários de TV e documentários. Autênticos repentistas digitais.
domingo 29
19h30 Commento com Müvi – Ricardo Carioba e Fabio Villas Boas
O Muvi faz com que a imagem seja construída por planos da cidade de São Paulo. Com alterações gráficas, ela se divide e se multiplica. A trilha sonora cria efeitos e sentidos polifônicos, altera o ritmo dos planos e elabora um tempo deslocado do movimento realista do cenário urbano.
E até o próximo ‘incêndio’ que terei, claro! Estou aflita de tanta ansiedade!
Mostra com obras relacionadas com o tema “Sistemas Respoiratório ao Alcance de Todos”.
Museu de Anatomia Humana Prof. Alfonso Bovero
Av. Prof. Lineu Prestes, 2415 – Edifício Renato Locchi – USP – Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira – São Paulo – SP | Tel.: (11) 3091-7360
terça-feira a sexta-feira, 9h às 16h; sábados, domingos e feriados, 10h às 15h.
Obs.: visitas são pré-agendadas pelo telefone para grupos escolares terça-feira a sábado; sábados, domingos e feriados – para visitas avulsas, individuais ou até 4 pessoas, o acesso é gratuito e não é necessário agendar.
Na Pinacoteca do Estado de São Paulo, até o dia quinze de Julho, a mostra de trabalhos da artista Edith Derdyck, focalizando o tema “Onda Seca”.
Projeto Octógono de Arte Contemporânea.
Tel.: (11) 3229-9844 | Fax.: (11) 3229-9844, ramal 229 email | site | terça-feira a domingo, 10h às 18h.
Mostra de peças de arte relacionadas com o tema Imagens do Soberano – Acervo do Palácio de Versalhes.
Pinacoteca do Estado Praça da Luz, 02 – Jardim da Luz – São Paulo – SÃO PAULO Tel.: (11) 3229-9844 | Fax.: (11) 3229-9844, ramal 229 Terça-feira a domingo, 10h às 18h.
Obs.: ingresso: R$4,00 e R$2,00 (meia). Grátis aos sábados.
Mostra de parte da extensa produção de gravuras de Iberê Camargo (1914 – 1994), organizada de forma a apontar o processo de criação do artista. São 38 gravuras, 21 provas de estado – as diversas etapas de execução do trabalho –, 22 desenhos e 5 que ocupam todas as salas do andar térreo do Instituto Tomie Ohtake.
Curadoria de Mônica Zielinsky.
Instituto Tomie Ohtake
Av. Faria Lima, 201 (Entrada pela Rua Coropés) – Pinheiros – São Paulo – SÃO PAULO
Tel.: (11) 2245-1900
Horário: terça-feira a domigo, 11h às 20h.
Entrada franca.
O projeto itinerante apresenta artistas plásticos e fotógrafos brasileiros com obras pertencentes ao acervo do CCBB Rio de Janeiro e aos artistas, levando ao público em geral uma perspectiva mais rica e abrangente em seu cotidiano ao tomarem contato com estas manifestações culturais.
Estação Chácara Klabin do Metrô Pintor e ilustrador, o mineiro Eliardo França é o primeiro de uma série de seis aquarelistas a expor este ano na Estação Chácara Klabin. O artista criou uma nova série referenciada em figuras anônimas paulistanas, entre elas um passageiro do Metrô.
Carlos Scliar – Il Guarany
Estação Sé do Metrô
Morando em São Paulo desde 1940, o gaúcho Carlos Scliar já expôs em importantes espaços do Brasil e do exterior. As serigrafias desta exposição apresentam uma visão artística inspirada nos instrumentos musicais utilizados na famosa ópera O Guarani, de Carlos Gomes.
Siron Franco – Dez Visões Rupestres
Estação Imigrantes do Metrô Serigrafias que refletem a reverência estética e espiritual de seu autor pela arte primitiva, desenhos reais, feitos há milhares de anos, em grutas de Goiás e da Bahia. Seus grafismos sintetizam criaturas pertencentes a uma linguagem esquecida para reinseri-la no presente, como contraponto à civilização urbana e tecnológica.
Charles Darwin chegou ao Brasil em fevereiro de 1832, tocando primeiro em Fernando de Noronha. Depois de meses de pesquisa em diferentes pontos do país, em julho desse ano deixava o Brasil rumo a Montevidéu, em princípio para não mais voltar. Mas, pouco depois, em agosto, de regresso à Europa, ventos contrários forçam seu navio a seguir para Recife, de onde parte enfim a 19 daquele mês. Nesse dia, anota em seu diário: “Dou graças a Deus e espero nunca mais visitar um país de escravos…”
chamberlain – quitandeiras da lapa
Durante os meses aqui passados, Darwin andou pelo litoral e entrou na floresta, observando peixes, pássaros, insetos… e as pessoas. Esteve na Bahia, no Rio, em Cabo Frio, em Niterói. Como era o país que viu? Estas obras da coleção MASP dão uma idéia de como era o país àquele tempo. A obra de datação mais remota, nesta mostra, é uma aquarela de 1818, com paisagem da Guanabara; a última, de 1895, uma imagem da Ponte Grande, em São Paulo. No século 19, no Brasil, a paisagem urbana, da costa ou do campo não mudava com a velocidade à qual se acostumou (mal) o século 20. Uma cidade não se transformava radicalmente em uma década, uma paisagem de orla marítima não era obliterada em cinco anos por uma parede de altos edifícios, um morro não sumia em pouco tempo devido à exploração de minérios e um pedaço da floresta não era varrido da noite para o dia a fim de abrir espaço a pastagens. Assim, aquilo que estas obras capturaram, mesmo se alguns anos antes e alguns anos depois da visita de Darwin, dão uma boa representação do Brasil à época.
São cenas bucólicas, quase todas. Algumas, idílicas. Como convinha ao ideário estético predominante na época. Paisagens tranqüilas e retratos de pessoas em seus melhores momentos são a regra. Mesmo o trabalho, ilustrado com as quitandeiras da Lapa, é mostrado sob uma faceta exótica. As exceções são apenas duas: uma representação relativamente “amena” de uma caça a escravos e a litografia de Rugendas mostrando um feroz combate armado na floresta. A natureza ali retratada é as mesmas das demais obras; o cenário humano descrito, porém, é como o reverso daquele pintado nas paisagens tranqüilas de cachoeiras, rios e marinhas. Foi o impacto de cenas dessa espécie que levou Darwin, talvez, a sua observação final sobre o país.
Tanto quanto uma representação dos vetores estéticos do momento, esta mostra tem um valor documental certo e é uma ocasião para exibir algumas peças raramente vistas, como o Panorama da Baia de Guanabara de Essex Vidal, de 1826-1829, sem dúvida mostrando para o século 21 aquilo que Darwin viu há quase 200 anos.
2ª feira – 14h às 19h. 3ª e 5ª feira – 09h às 22h. 4ª e 6ª feira – 09:00 às 19h. Sábado, domingo e feriados – 09h às 19h.
bilheteria fecha com uma hora de antecedência
Ingresso: R$ 15,00 e R$ 7,00 estudantes (UNE, UMES) – Clube Folha: R$ 7,00 – Clube do Assinante do Estadão: R$ 7,00 – Grátis: até 10 anos/maiores de 60 anos / Escolas Públicas agendadas
Dia Gratuito: Todas as segundas-feiras entrada gratuita até as 18:00
A idéia do artista do mundo moderno que é ao mesmo tempo um artista maldito encontra talvez sua melhor representação em Toulouse-Lautrec. Os temas pelos quais tornou-se conhecido não foram a graça e o encanto de Renoir, nem a dureza da paisagem, como em Cézanne, ou uma certa metafísica da tinta, própria de Van Gogh, mas os efeitos de superfície dos cafés e cabarés) a vida trepidante em oposição à ida tranqüila (que construíram parte da identidade atribuída a Paris. Sua ligação com os novos tempos foi ampla: em 1890 desenhou seu primeiro cartaz (affiche) para anunciar a abertura do Moulin Rouge. Esse cartaz inundou os muros e paredes de Paris tornando conhecido o nome do artista e dando consistência a essa nova mídia que se alçava à categoria de arte, símbolo tanto do fim de século como de uma nova época.
bailarina Loïer Fuller vista dos bastidores
Seu traço, próximo por vezes da caricatura de jornal (no que era outra vez bem moderno), compunha cenas que se aproximavam da estética da fotografia, mídia nascida com a época. O resultado é essa sensação de instantâneo dada pelo retrato de Monsieur Fourcade. O lado maldito do artista ficava com sua predileção pelas cenas de bordel, provocativas, e pela figura das mulheres da noite, entre elas as artistas de cabaré como Loïe Fuller, do esplêndido guache em exposição, e a exuberante, artista com luvas verdes, aqui também incluída.
Sua poética comportava movimentos antagônicos, indo da suave ironia com que via alguns personagens à beleza leve e plenamente impressionista do retrato de sua mãe, a condessa de Toulouse-Lautrec, vista de perfil num jardim florido. Ela está ali tão sozinha quanto à prostituta no emblemático divã vermelho; mas são duas solidões diferentes, no conteúdo como na forma. Não menos atraente, e surpreendente, é a imagem do cachorro com fita azul, que se diz um esboço mas que, vista com olhos de hoje, seria com tranqüilidade assinada por um artista pós-moderno.
paul viaund como almirante do século XVIII
Várias destas obras partem em breve para uma longa viagem ao Japão, de onde retornam apenas no início de 2008. E com exceção de Paul Viaud e do Divã, as demais há tempos não compareciam a esta sala. Mais uma razão para re-visitar, ou ver pela primeira vez, este artista que foi um dos ícones da modernidade nascente.
MASP | Av. Paulista, 1578 – São Paulo – SÃO PAULO
Tel.: (11) 3251-5644 | Fax.: (11) 3284-0574 | E-mail | Site
Horário: segunda-feira, 14h às 19h; terça e quinta-feira, 9h às 22h; quarta, sexta-feria, sábados, domingos e feriados, 9h às 19h. Ingressos: R$15,00 e R$7,00 estudantes (UNE, UMES) – Clube Folha: R$7,00 – Clube do Assinante do Estadão: R$7,00 – grátis para menores de 10 anos e maiores de 60. Meia-entrada para estudantes com identificação da instituição. Todas as segundas-feiras entrada gratuita até as 18h.
Subsolo, térreo, 1º, 2º e 3º andares do CCBB
28 de julho a 14 de outubro | Entrada franca
A exposição apresenta mais de duzentas peças de significativo valor histórico e artístico entre obras de arte, documentos, fotografias, livros, mapas e réplicas, advindas de diversas instituições públicas e privadas no Brasil. Além de trabalhos de artistas como Francisco Xavier de Brito, Mestre Piranga e Mestre Athayde, entre outros, a mostra destaca as esculturas e obras devocionais de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, e evidencia tanto a qualidade artística de seu trabalho quanto sua surpreendente capacidade produtiva, revelando ao público o esplendor do barroco mineiro.
Curadoria de Fábio Magalhães.
Patrocínio: Aliança do Brasil.
A exposição inédita com curadoria de Emanoel Araújo, reúne cerca de 130 das 2 mil obras do acervo do Museu da Solidariedade Salvador Allende, de Santiago, Chile. A exposição chega ao Brasil com caráter de ineditismo, pois será a primeira vez que a coleção é exibida fora do seu País.
“O objetivo da exposição é exibir uma coleção de arte que se formou de maneira singular e, também, mostrar a produção de vanguarda dos anos 1960 da Europa, Estados Unidos e Brasil”, adianta o curador Emanoel Araújo, diretor do Museu Afro Brasil, em São Paulo – que, desde 2004, está envolvido com a reformulação do Museu da Solidariedade em Santiago.
A mostra conta com nomes fundamentais da arte moderna presentes em forma de telas, esculturas e cerâmica. Frank Stella, pintor, gravurista e escultor americano, é uma das estrelas juntamente com o também americano Alexander Calder, famoso por seus móbiles.
A Espanha vem representada por Pablo Picasso, pelo pintor abstrato Lucio Muñoz e pelos artistas Juan Antonio Toledo, Rafael Solbes e Manolo Valdés, integrantes da Equipo Crónica. Da Catalunha chegam trabalhos de Joan Miró e de José Balmes, nascido em Barcelona, mas naturalizado chileno. Amigo de Allende e um dos primeiros artistas a doar um quadro para o Museu da Solidariedade, Balmes fundou com os novos compatriotas Gracia Barrios, Alberto Pérez e Eduardo Martínez Bonati o Grupo Signo.
Complementam a mostra representantes da Finlândia (Jorma Hautala); da França (Pierre Soulange); da Inglaterra (William Hayter); de Cuba (René Portacarrero); do Uruguai (Joaquín Torres-García); da Venezuela (Carlos Cruz-Díez); e da Argentina (Julio Le Parc). Além do pintor e escultor húngaro de origem francesa Victor Vasarély. Evidentemente, não poderia faltar o Brasil com a escultora e pintora mineira Lygia Clark; o escultor carioca Sergio Camargo; o pintor paulista Antonio Henrique Amaral; e Frans Krajcberg, artista ecológico polonês, naturalizado brasileiro desde 1957.
Na ação teórica e prática da construção do pensamento dos povos antigos, as mais diversas possibilidades do saber se materializaram em opostos, com toda a sua diversidade, e assim, nasce na Grécia, berço da civilização ocidental, a mais nobre atividade das realizações do pensar humano: a filosofia. Contudo, apesar de milênios de influência direta na linguagem, ciência, arte, política e educação e nos seus modos de representar, nem sempre se tornaram e fizeram conscientes de seu valor pelas civilizações modernas, todo o poder restaurador nelas contido, é muitas vezes transformado em artigo de luxo.
O que desejo, então, nessa série Pensamentos Instigantes – Filosofia e Arte, é subverter esta idéia, aproximar teoria e prática, cujos domínios da emoção subsidiem o “objeto” e façam os discursos comportados, nos seu hermetismo habitual, transformarem-se em comunicação pura e inteligível e gerar, ao mesmo tempo, na vivência, um novo estatuto do saber, neste espaço infindável da construção e desconstrução do espírito humano, revelando os mistérios de um lugar chamado Ágora, palco das grandes discussões democráticas e reflexões filosóficas.
Cláudio Bergamo – Curador
Terças-feiras, às 19h30, no CCBB.
Incentivar a discussão de temas atuais e relevantes, estimular o gosto pelo saber e a paixão pelas formas criativas, são os objetivos do Centro Cultural Banco do Brasil ao realizar o programa Pensamentos Instigantes- Filosofia e Arte, que chega à sua terceira edição em 2007.
De Março a Novembro, Pensamentos Instigantes provoca encontros inusitados, entre especialistas da propaganda, moda, música e das artes cênicas contemporâneas, para debater nomes da Filosofia como: Wittgenstein, David Hume, Plotino, Skinner, Pitágoras, entre outros.
O CCBB amplia horizontes da formação do público ao promover o debate entre a filosofia, as artes e a ciência, por meio de temas do pensamento ocidental.
“Entendimento e razão, não podem, por si mesmos, apreender verdade alguma. Mas o que resta ainda? Somente as impressões sensíveis, ou seja, as sensações vitais que temos quando ouvimos, vemos, amamos, odiamos, cobiçamos, queremos. Delas parte todo o conhecimento.”
Hume
Palestrante: Pedro Paulo Pimenta
Convidado: Jun Nakao
28 de Agosto | Wilhelm Reich e o Coreógrafo
“Cada pessoa é seu corpo. Ninguém existe sem o corpo vivo, no qual tem sua existência, através do qual se exprime e se relaciona com o mundo que o cerca.”
“O behaviorismo é uma proposta que torna possível uma abordagem experimental do comportamento humano… Ele pode necessitar de esclarecimento, mas não necessita ser questionado. Não tenho dúvidas sobre o triunfo eventual da posição — não será provada sua validade, ams que ela fornecerá o caminho mais direto para uma bem sucedida ciência do homem.”
Skinner
Palestrante: Nelson Lucero
Convidado: Washington Olivetto
30 de Outubro | Pitágoras e o Instrumentista
“A função da música é depurar a alma, como a da medicina curar o corpo. Os números são a origem e a substância de todas as coisas, mas é a harmonia que permite a conciliação dos números, para que as coisas possam existir.”
Pitágoras
Palestrante: Márcia Tiburi
Convidado: Yamandu Costa
27 de Novembro | Martin Buber e a Televisão
“Há homens, cuja dimensão de pessoa é tão preponderante que se podem chamar de pessoa, e outros cuja dimensão de egotismo é tão preponderante que se lhes pode atribuir o nome de egóticos. Entre aqueles e estes se desenrola a verdadeira história.”
Buber
Palestrante: Newton A. von Zuben
Convidado: Denise Fraga
A galeria Fortes Vilaça volta a expor obras dos dois irmãos Pandolfo, notabilizados por seus grafites coloridos espalhados pela cidade. Desta vez, são mostrados 30 desenhos inéditos em pequenos formatos.
Fortes Vilaça – galeria 2
R. Fradique Coutinho, 1.500, Pinheiros, região oeste, tel. 3032-7066).
Ter. a sex.: 10h às 19h. Sáb.: 10h às 17h.
Em “Memorabilia”, a artista apresenta uma instalação com sino de bronze, sal grosso, luz, som de badalada e incenso. Também traz nove telas e nove objetos.
Há mais três exposições na Caixa Cultural da Sé: “Raymond Depardon”;”FSA – Os Grandes Fotógrafos Americanos”;”Dear Sarajevo, Fotografia de Fernando Costa Netto”.
ORNULF OPDAHL | O encontro do oceano com a terra | Abertura 5/7. Até 5/8.
Sessenta aquarelas de tamanhos variados do artista plástico norueguês, que retratou paisagens como geleiras, são apresentadas ao público. Onde? Na Caixa Cultural Paulista.
Obras modernistas, com ícones do movimento, como a tela “Antropofagia”, de Tarsila do Amaral, (1929), o acervo da Fundação José e Paulina Nemirovsky fica em exposição na instituição em regime de comodato.
Toda a produção do artista paulista, revelado na mesma época em que despontaram nomes como Aldemir Martins e Sacilotto, é representada em 54 gravuras, da década de 40 à atualidade. A curadoria é de Ana Paula Nascimento.
Considerado um pioneiro da videoarte, o artista alemão ganha a maior mostra de sua obra já realizada na América Latina, com instalações, exibição de filmes, palestra e uma peça inédita, que será comissionada pelo Festival e pelo SESC São Paulo. As questões políticas e sociais estão no centro das obras recentes de Odenbach, que já foram mostradas no MoMA de Nova York e nas Documentas 6 e 8 de Kassel. Seu trabalho usa excertos de filmes clássicos, newsreels e fotos pessoais para explorar o papel formador das imagens do passado na percepção do presente. Em Disturbed Places – Five Variations on India, instalação que conclui para o Festival, o artista sobrepõe cinco historietas que, segundo ele, “levam o espectador, cada uma, a uma nova viagem pela Índia”.
O cineasta britânico traz ao SESC Paulista novos desdobramentos do projeto Tulse Luper Suitcases, que desenvolve há quase dez anos. Centrado na história de um escritor que viveu entre prisões e desapareceu em 1989, deixando seu testemunho em 92 maletas, Tulse Luper busca modelos expandidos de cinema: envolve exposições, uma trilogia de filmes, sites, games e sessões de VJ. A participação do autor de O cozinheiro, o ladrão, sua mulher e o amante (1989) no 16º Videobrasil começa com uma performance de live image e inclui instalação, palestras e mostra de filmes. No blog Peter Greenaway no Videobrasil, aberto aos comentários do público, o artista discute sua participação no Festival com a curadoria e fala de Tulse Luper Suitcases.
Um dos inventores do cinema underground americano, Anger foi pioneiro no uso de imagens editadas a partir de música pop e criou os cortes que se tornaram os fundamentos do videoclipe. Seus filmes, de tom surrealista, são povoados por fetiches gay e referências ao ocultismo. No Videobrasil, sua obra ganha uma retrospectiva inédita no país, com nove curtas realizados entre 1947 e 1972, inclusive Fireworks, que rodou aos vinte anos. Ao lado de obras de Jean Genet, Luther Price, Derek Jarman, Andy Warhol, Jack Smith, James Bidgood e Isaac Julien, compõem a curadoria Um punhado de prazeres sublimes, de Rodrigo Novaes, dedicada a artistas que exploraram os limiares do filme e foram marginalizados pela indústria do cinema.
foi a principal mediadora da relação entre herança nativa e cultura moderna do México.Tendo a força da artista plástica como inspiração, a coreografia propõe um mergulho no universo feminino, composto de força e fragilidade.
Galeria Olido – Sala Paissandu (90min, livre)
Quinta a sábado às 20h; domingo às 19h – entrada franca
dramaturgia, coreografia, direção e voz off: Maura Baiocchi
elenco: Maura Baiocchi, Veridiana Zurita e Cristina Rasec
Por ocasião da estréia, será lançado o DVD do espetáculo Máquina Zaratustra, com documentário sobre a Mostra Taanteatro 15 anos (Prêmio Funarte Klauss Vianna) – projeto contemplado pelo Programa Municipal de Fomento à Dança.
Retina – Variações da diferença reúne trabalho de dez anos do projeto Belas Artes de São Paulo – Arte e Inclusão,
realizado pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo em parceria com o Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo e Estação Lapa. Esta exposição faz parte das comemorações de 10 anos do projeto, uma iniciativa social e cultural para inclusão de jovens portadores de deficiência mental, física ou sensorial.
“Retina é a parte do olho responsável por transformar os raios luminosos em estímulos nervosos, importantes para a formação das imagens e do ato de ver.
Diferença é a condição humana de se manifestar. Para haver visão, o mundo precisa aparecer de diversas maneiras.
Reconhecem-se formas por semelhança, mas também por diferenciação. Há uma relação estreita entre imagem e alteridade, efetivada na particularidade do indivíduo usar a linguagem visual por meio das habilidades, dificuldades e limites do corpo e da mente. A imagem testemunha o diferente.”
Natalício Batista Junior – Curador e Professor de Comunicação Social da Belas Artes.
A Exposição “Consumedo” reúne instalação, videoperformance, vídeo, website, mídia interativa e fotografias de dez artistas brasileiros com a proposta de compartilhar e refletir sobre o medo.
Adriano Casanova, Daniela Castro, Marcelo Gandini, Marcus Bastos, Tata Pedrosa e Rodrigo Gontijo apresentam obras criadas especialmente para a Exposição. Cláudia Jaguaribe, Kiko Goifman, Lucas Bambozzi e Ricardo E. Machado expõem obras que dialogam com a temática elaborada pela curadoria.
“Consumedo” sugere o resgate e a superação das limitações e angústias dos artistas diante de seus medos, além de se perguntar sobre os limiares da representação do medo na sociedade contemporânea.
A curadoria é da artista Aline Gambin, a organização de Cícero Inácio da Silva e a promoção da Pós-graduação em Arte Contemporânea e Comunicação, Arte e Tecnologia do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, com apoio do Prêmio Sérgio Motta de Arte e Tecnologia.
Onde: Galeria Vicente di Grado, Centro Universitário Belas Artes de São Paulo
Rua Dr. Álvaro Alvim, 76 – Vila Mariana – São Paulo
Telefone: 5576-7300 – mapa www.belasartes.br
Quando: abertura 02/12, das 11h00 às 15h00.
Performance Live Image com Bruno Abner às 13h00.
Visitação: de 02 a 08/12 – das 9 às 22h – Grátis
Não perca: bate-papo com o cineasta Kiko Goifman, 07/12 às 19hs no Auditório Raphael Galvez Dazzoni, no mesmo endereço
Aqui o foco são as peças para vestir, que dependem do movimento humano para existir, criadas pelo artista carioca a partir dos anos 60. Com cenografia de Daniela Thomas, a mostra reúne dez capas originais feitas em 1979, um ano antes da morte do polêmico artista. Há também um vídeo com os parangolés sobre o corpo de sambistas da Vai-Vai e ainda réplicas que o público pode manusear, usar e assim se divertir.
Paulo Kuczynski Escritório de Arte.
Alameda Lorena, 1661, Jardim Paulista, 3064-5355.
Segunda a sexta, 10h às 18h; sábado, 10h às 14h.
Até 11 de novembro. Fecha na quinta (12).
PENETRÁVEL
No início da década de 70, Hélio Oiticica (1937-1980) idealizou em parceria com o cineasta Neville D’Almeida uma série de cinco instalações multimídia e interativas batizada de Cosmococa. Atração da mostra, a obra/piscina Cosmococa CC4 Nocagions (1973) permaneceu inédita por mais de três décadas, até ser montada no Rio de Janeiro no ano passado. Agora, a galeria de Nara Roesler abriga a piscina, de 2 metros de comprimento por 3 de largura e 90 centímetros de profundidade. Fora, ou mesmo dentro dela, os visitantes conferem a projeção de slides na água. As imagens revelam a capa do livro Notations, do compositor John Cage, sob carreiras de cocaína. Essa transgressão se estende a outras obras da série, representadas em slides e fotos, que completam a exposição intitulada Penetrável. Em tempo: a galeria fornece toalhas para quem se aventurar a, literalmente, mergulhar na obra de Oiticica.
Galeria Nara Roesler.
Avenida Europa, 655, Jardim Europa, 3063-2344.
Segunda a sexta, 10h às 19h; sábado, 11h às 15h.
Até 18 de novembro. Fecha na quinta (12).
Percebam a minha empolgação a partir do título deste post, a Galeria Olido! Bem, não é nenhuma novidade eu daquele lugar com a maior alegria do mundo! Gosto do local, das repartições, do que se pode ver lá, como exposições, filmes, teatro, dança e até vesperais líricas (Óh! Que saudade que me deu agora!) e, pra quem não sabe, muita coisa acontece sem que você tenha de desembolsar uma grana! Cinema então… à vontade! Uma beleza para os apaixonados pela sétima arte!
PROJETO ESPECIAL TEATRO DA VERTIGEM
E ontem, dei uma passadinha lá para pegar a programação deste mês, e deparei-me com grandes lençóis brancos pendendo do teto, tanto na entrada pela São João, quanto por aquela ruazinha do lado (Como chama-se mesmo? Não lembro! Pronto, achei no Guia Mais. É a Rua D. José de Barros!), que foi por onde cheguei. Fiquei super curiosa! O vento fazendo com que aqueles tecidos longos dançassem o tempo todo! E neles, projetados imagens do Teatro da Vertigem (tive o prazer enorme de presenciar a leitura dramática feita por alguns integrantes do grupo, na companhia de três amigos muito queridos). E não era só isso! Há muitas mesas expositivas espalhadas pelos corredores, contendo livros, anotações, textos teatrais, depoimentos, ingressos, fotografias (tenho que olhar de novo pra ver se não me escapou alguma coisa!) relacionados às peças apresentadas pelo grupo Teatro da Vertigem. E tem mais!!! Um vídeo produzido a partir das apresentações de quatro peças (Fizeram sucesso! Só eu que não vi… Saco!), são elas: Apocalipse, O Livro de Jó, Paraíso Perdido e BR-3. Realmente, eles são muito bons! Vale a pena conferir, povo! Sabe até quando vocês poderão ver? Deixa eu olhar meu livrinho aqui… Até o dia primeiro (01) de Abril, de graça!
Ah! A leitura dramática História de Amor – Últimos capítulos está rolando! Poderão assistir nos dias 12,13,14,21,26,27 e 28 de Fevereiro. Sobre o quê? Vou colocar aqui, na íntegra, a sinopse divulgada no livrinho da Galeria Olido:
“Leitura encenada do último texto do dramaturgo francês Jean-Luc Lagarce, prematuramente falecido aos 39 anos de idade. O texto trata de um encontro de um casal com um outro homem, com o qual ambos tiveram uma história de amor.”
De graça, gente! De segunda a quarta, às 19h e 20h30, na Sala Paissandu. E para não correr o risco de perder a oportunidade de ver estes excelentes atores e apreciar um belo espetáculo, tem que chegar mais cedo pra pegar os ingressos. É verdade! Muita gente está indo assistir! Uma loucura!
Atenção! Excepcionalmente nos dias 2, 3 e 4 (sexta, sábado e domingo) o grupo se apresentará na Sala Olido, às 19h e às 20h30.
Sacanagem! Esqueci de dizer onde fica, pô!
GALERIA OLIDO Avenida São João, 473 – Centro – São Paulo – SP. Tel. 3331-8399.
A equipe é composta pelos designers Darlene Carvalho, Flávia Dias, Elson Di Nardo, Giovani Castelucci, Fernando Eduardo, Lucas Devaney e Daniel Frangiotti; também pela jornalista Bruna Giovanna e pelo publicitário Fernando Souza. Nosso intuito neste blog é manter uma agenda cultural com o máximo de informações que conseguirmos sobre ... Continue reading »