TRISTÃO E ISOLDA | até 18 de Novembro

A lenda medieval de Tristão e Isolda, contada e escrita ao longo dos séculos em diferentes versões, a saga – mais conhecida pela ópera de Richard Wagner (1813-1883) – ganhou uma adaptação autoral de Vladimir Capella, que se debruçou sobre o tema e releu o que pôde sobre o assunto para produzir um destinado ao público adolescente.

Conta a lenda medieval Tristão e Isolda que o cavaleiro Tristão teve a vida marcada por tragédias desde seu nascimento. A mãe morreu durante o parto e o pai perdeu a vida em combate. Não se sabe se por conta ou não desses acontecimentos, ninguém jamais o teria visto sorrindo. Criado por um cavaleiro, Tristão ainda viveria outros infortúnios. Certa vez, viu-se diante de um grande desafio, enfrentado graças à sua agilidade física. Para obter a mão da princesa Isolda, a quem pedia em casamento em nome do rei Marcos, teve de matar um dragão.

Promessa cumprida, Isolda entregou-se sem muito ânimo ao seu destino. Mas a rainha, sua mãe, que a queria casada com o rei Marcos, encomendou a uma criada uma poção mágica à base de ervas que deveria ser ministrada a Isolda e ao nobre para selar amor eterno entre eles. Acontece que, por engano, a criada deu a poção a Isolda e Tristão, enredando os dois numa paixão cega.

Mesmo assim, Isolda casou-se com o rei Marcos, mas mantinha uma vida dupla de encontros febris com seu amante até serem descobertos pelo monarca, que os condenou à fogueira. Os dois conseguiram fugir do castigo e viveram juntos por certo tempo. Entretanto, o destino novamente os separou, e só voltaram a se reencontrar na morte. Os vários contadores da trágica saga descrevem que na cova de Tristão foi plantada uma videira e na de Isolda uma roseira selvagem. Depois de crescidas, as duas se enredaram como se fosse um só vegetal.

Velas que brotam do chão, aparições inesperadas, alçapões secretos e efeitos para garantir uma atmosfera mágica à peça são alguns dos recursos usados pelo consagrado cenógrafo e arquiteto teatral J. C. Serroni, também responsável pelo desenho dos 150 figurinos desta montagem.

Texto e direção: Vladimir Capella.
Com: Alessandra Palma, Ana Saab, Beto Galdino, Daniel Deracco e outros.

Para saber mais sobre a peça, ver fotos, vídeo, clique aqui. 

Centro Cultural Fiesp
teatro Popular do Sesi – av. Paulista, 1.313 – Bela Vista
Tel. 3146-7405). 456 lugares. 110 min. 12 anos.
Sáb. e dom.: 16h. GRÁTIS!
Retirar ingressos a partir das 12h (sábado) e a partir das 11h (domingo).

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