MUNDO TRAÇA: “PARIS É UMA FESTA”

Por Carlos “Gaho” Correa, do Vivendocidade

Mais uma coluna, mas prometo que será tão boa quanto todas as outras do Agenda.

Esta será focada em livros, escritores, e a arte de escrever em geral. Por isso, quero lembrar o escritor “mais influente do século XX”, Ernest Hemingway (1899 – 1961).

Sem dúvida, acredito que ele, mais do que ninguém, conseguiu construir o conceito do que é um escritor, ou até mesmo, o que e para quê escrever.

Uma vida cercada por grandes êxitos e grandes conflitos:

Trabalhando como repórter, alista-se no exército italiano em 1916 e é gravemente ferido na frente de batalha. Ao deixar o hospital, passa a trabalhar como correspondente em Paris. Em 1926, publica O Sol Também Se Levanta, livro que obteria um sucesso surpreendente.

Em 1929, publica Adeus às Armas, que descreve a experiência militar de seu autor na Itália.

Vai para a Espanha, onde produz Morte à Tarde (1932), sobre as touradas; faz caçadas na África Central, que relata em As Verdes Colinas da África (1935); participa da Guerra Civil Espanhola e escreve Por Quem os Sinos Dobram (1940); de suas experiências como pescador em Cuba, surge O Velho e o Mar (1952), livro que lhe rendeu o Prêmio Pulitzer.

Ganhador do Nobel de Literatura (1954).

Suicidou-se com uma espingarda de caça, em sua casa de Ketchum, em Idaho (EUA), em 1961.

O filme “No Amor e na Guerra”, baseado do livro Adeus às Armas, conta um pouco da vida deste grande homem.

Por que gostamos de escrever:

Simples assim…

Em todos os momentos estamos pensando em alguma coisa, é simplesmente impraticável a idéia de que em algum mínimo segundo não realizamos este exercício, e exatamente pelo excesso de pensamentos, alguma coisa pode (e deve) ser guardara, mesmo que seja apenas para lermos depois de alguns dias ou semanas.

Por guardar idéias, vimos a separação da Pré-história da História, o nascimento e morte das grandes Civilizações, percebemos enfim, que só avançamos quando há o registro de nós mesmos no meio.

E para finalizar:

Leia, sempre!

Talvez os maiores vícios que tenho, a exemplo, são a leitura e a escrita. Neste primeiro semestre li um total de 8 livros completos, e estou com 2 por terminar e outros 2 na fila; serão 12 livros lidos até o final de Agosto. Como consigo ler bastante e quase ao mesmo tempo? Só a faculdade explica…

Já escrever… Eu faço coleção de cadernos e canetas, o que não signifique que tenho que tentar mais, certo?

Apenas se predisponha a fazer um registro de suas realizações, sonhos, respostas, questionamentos… É fácil!

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