CACHAÇA CINEMA CLUBE PARTICIPA DO FESTIVAL DE CURTAS DE SÃO PAULO

Porque cinema é a nossa cachaça.

Em 2007 o Cachaça Cinema Clube completa 5 anos de atividade e 4 anos de participação no Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo. É um vínculo muito forte que se estreita a cada edição. Como sempre, o Cachaça aproveita a oportunidade para montar um programa especial em São Paulo. Recentemente o cineclube organizou uma votação para saber quais são os curtas preferidos do seu público, dentre os mais de 250 até agora exibidos. Alguns dos mais votados fazem parte dessa sessão que, como não poderia deixar de ser, contém um interessante apanhado da história do curta-metragem brasileiro.

25/08 – 20H00 – CINEMATECA (SALA PETROBRAS)

PALHAÇO XUPETA, de André Sampaio. 8 min. 16mm. 1996.
Primeiro filme de André Sampaio.
O curta já pode ser considerado um clássico do curso de Cinema da Universidade Federal Fluminense. Palhaço Xupeta vai animar uma festa de criança. Essa seria a sinopse mais simples. Porém, o acontecimento corriqueiro ganha tratamento único, transformando o banal em algo incômodo.

OLHO POR OLHO, de Andrea Tonacci. 20 min. 16mm. 1966.
Em 1966, ao realizar este curta, Andrea Tonacci já se engajava em um cinema de contestação com buscas formais que, mais tarde, se consolidariam em suas obras “Bang Bang” e “Blábláblá”. É uma espécie de criação em moldes cooperativistas que inclui Rogério Sganzerla, montador do filme. O curta está intimamente ligado a Documentário, primeiro filme de Sganzerla realizado na mesma época, com os mesmos recursos e com a colaboração de Tonacci.

DOCUMENTÁRIO, de Rogério Sganzerla. 11 min. DVD. 1966.
Primeiro filme de Rogério Sganzerla. Dois jovens percebem o que é o cinema quando vão ver um filme. O curta se posiciona diante do que vem a ser esse cinema com suas limitações e possibilidades reais. Fotografia de Andrea Tonacci.

VINÍCIUS DE MORAES: UM RAPAZ DE FAMÍLIA, de Suzana de Moraes. 30 min. 35mm. 1982.
Média-metragem muito pouco exibido. Oportunidade rara de ver Viníciusde Moraes em seus momentos mais íntimos, junto a sua família e cercado de seus amigos, personalidades da época, como Ferreira Gullar e Oscar Niemeyer. Um ícone de nossa música, poeta, boêmio, sendo absolutamente ele mesmo.

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