OS RATOS SOLTOS NA CASA | NO DIA 14 DE SETEMBRO, INGRESSO: R$ 1,99

No CCSP, a peça OS RATOS SOLTOS NA CASA (texto de Patricia Maês e direção de Carmen Beatriz) na sexta-feira dia 14 de Setembro a preço popular: R$1,99. Corra e garanta seu lugar.

“Duas irmãs, Flora e Celeste, são opostos que se complementam, poderiam ser facilmente duas faces de uma mesma pessoa. Flora é uma artista que se recupera de um surto em um retiro no campo, onde ainda reafirma sua forte personalidade de alguém que se orgulha por deixar sempre um rastro de transformação por onde passa, com seu espírito criativo e seus trejeitos eloqüentes. E Celeste representa o inverso de toda essa força e energia, sendo contida ao extremo, uma chama que luta para se ocultar atrás de uma sobriedade que para ela é sinônimo de dignidade. Até que uma surpresa, em um encontro das irmãs, deflagram situações que colocam em xeque a vida escolhida por cada uma.”

O texto de Patricia Maês trata da solidão e da dificuldade de comunicação entre as pessoas, mesmo as que deveriam se conhecer bem, ou por laços de sangue, ou por terem trajetórias de vida que se cruzam por longo período. O texto aborda o relacionamento de duas irmãs, Flora e Celeste, opostos que se complementam, e que poderiam ser facilmente duas faces de uma mesma pessoa.

Patricia Maês é atriz e dramaturga e surge na cena teatral depois de ter montado, dentro da Primeira Mostra de Dramaturgia Contemporânea do Teatro do Centro da Terra, o drama Um chão feito de mar, que teve direção de Ruy Filho. Na peça Os Ratos Soltos na Casa, texto inédito, Patricia Maês interpreta Flora e contracena com a atriz Fernanda Muniz, que faz a irmã Celeste.

Fernanda Muniz é formada pela EAD/ECA/USP, participou do CPT de Antunes Filho e do Grupo Tapa, sob direção de Eduardo Tolentino. Na TV já atuou em diversas minisséries e novelas nas emissoras Globo, SBT e Record. Em 2007 está no elenco do espetáculo A Claque, com direção de Fernando Neves.

Carmen Beatriz, diretora, atriz e professora de artes cênicas desde 1989, dirigiu e atuou em mais de vinte peças de teatro. Dentre as peças que dirigiu, destacam-se as de Ariano Suassuna, Federico Garcia Lorca, Maria Clara Machado e Nelson Rodrigues. No Sesi, foi orientadora de artes cênicas durante seis anos. Participou do Centro de Pesquisa Teatral do Sesc no elenco da peça Paraíso Zona Norte com direção de Antunes Filho.

CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – Sala Paulo Emilio
Rua Vergueiro nº. 1000 – Paraíso – São Paulo – SP
Telefone: 11 – 3383-3402
Período da Temporada: até 14/10/07
Duração: 70 minutos. Lotação: 110 lugares
Valor do ingresso: R$15,00 inteira – R$ 7,50 meia
Dias e Horários do espetáculo: sexta e sábado, 21h, e domingo 20h.
Espetáculo R$ 1.99 – Dia 14/09/2007 – Sexta-feira

Ficha Técnica

Texto – Patricia Maês

Direção – Carmen Beatriz

Elenco – Fernanda Muniz, Patricia Maês

Trilha Sonora e Sonoplastia – Kalau

Cenário e Figurinos – Nilton Araújo

Iluminação – Cizo de Souza

Fotografia – Mauricio Piffer

Direção de Produção – Daniel Palmeira

Produção – Daniel Palmeira /Patricia Maês

Assessoria de Imprensa – Canal Aberto

Anúncios

One Comment

  1. Tenho reclamações de permanência de mendigos no centro cultural eu sei que hoje há um grande cuidado para não haver discriminação mas ocorre que os mesmos segundo me relataram fedem. Creio que a assistência social deveria ser mais atuante para proporcionar a esses excluídos as mínimas condições de higiene e dignidade humana o que seria um bem para eles próprios.
    Sua saúde, sua alto estima e facilitaria sua recuperação econômica.

    Então, Eduardo, sou frequentadora (sempre que possível) do Centro Cultural de São Paulo. O espaço é público e a maioria dos eventos que ocorrem lá, seja exposição, teatro, cinema e palestras, são gratuitas. Isso aumenta as chances dos moradores de rua terem acesso aos eventos.
    Não acho ruim não, sabia? É cultura e concordo que todos devam ter acesso.
    Quando à questão da convivência com as pessoas que não são moradores de rua e que vão prestigiar os eventos, o Centro Cultural tomou a decisão de não permitir que as pessoas portem objetos que atrapalhem a acomodação dos visitantes na sala de cinema, por exemplo. Em relação ao asseio corporal dessas pessoas, não sei se a questão é com o CCSP… Será?
    Abraço da Darlene

    Curtir

    Responder

Comente aqui!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s