A MORTE DE D.J. EM PARIS | 13 de Outubro a 18 de Novembro

De Roberto Drummond, com o ator Luiz Arthur em cena.

Primeiro conto premiado do escritor mineiro Roberto Drummond, de Hilda Furacão, é montado por um dos mais respeitados atores de Minas Gerais, Luiz Arthur. Faz oito anos que a peça está em cartaz, apresentando-se pelo Brasil. Agora chega a SP.

Estréia dia 13 de outubro de 2007, às 21 horas, na Sala Experimental do Teatro Augusta, o espetáculo A Morte de D.J. em Paris, direção de Walmir José e atuação de Luiz Arthur.

Walmir José, respeitado profissional mineiro das artes cênicas atua como diretor, dramaturgo, ator e professor da Escola Superior de Teatro da Universidade Federal de Ouro Preto e que já coordenou a Escola de Teatro do Palácio das Artes.

A Morte de D.J. em Paris é uma adaptação do conto do escritor mineiro Roberto Drummond. Há oito anos em cartaz, este espetáculo já se apresentou em várias cidades e festivais, recebendo diversos prêmios.

O ator Luiz Arthur, se utiliza apenas de um pequeno tablado de 1,5m x 1,5m para conduzir a narrativa e viver diversos personagens.

O monólogo A MORTE DE D.J. EM PARIS mostra a partir dos depoimentos de várias personagens a trajetória de D.J., um professor de francês que, depois de anos de passividade e anulação, oscila entre a realidade e a fantasia, ao criar no sótão do sobrado onde morava uma Paris imaginária. O texto, narrado em clima de delírio, é uma bela declaração de amor ao país e mostra, através de cartas e depoimentos tidos como subversivos, um retrato poético de um Brasil que viveu censuras e punições à época da ditadura militar.

Aos sábados 21h e domingos 19h (não será permitida entrada após o início do espetáculo).
Sala Experimental do Teatro Augusta – Rua Augusta, 943 – Tel.: 3151-4141
Ingresso: R$ 20,00 – meia para estudantes, idosos e classe teatral.
Duração: 55 minutos – Recomendação: Livre
Estacionamento próximo: Rua Augusta, 943 – R$ 10,00.

Por Márcia Marques, do Canal Aberto.

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Luiz Arthur

LUIZ ARTHUR é um dos atores mais respeitados de Minas Gerais. Teve interpretações marcantes em montagens teatrais como “Noites Brancas” (2003), de Fiódor Dostoiévski, ao lado da atriz Débora Falabella, “Hamlet” (2001), de William Shakespeare, produção com o ator Diogo Vilela e recebeu vários prêmios de interpretação.

No cinema, participou de “Batismo de Sangue”, de Helvécio Ratton, “O circo das qualidades humanas”, de Jorge Moreno, e “Samba-Canção”, de Rafael Conde, entre outros. Foi co-realizador da montagem de “A Falecida”, prêmio SESC/SATED-MG de Melhor Espetáculo do ano. Protagoniza o episódio “Qualquer Vôo”, parte do longa-metragem “Cinco Frações de Uma Quase História”, com direção de Cris Azzi, filme selecionado para a mostra competitiva do Festival de Recife deste ano.

Desde 1997, produz espetáculos em Belo Horizonte, como “California Suite”, também sua estréia na direção, e “Andar de Cima”, texto de sua autoria.

Em 2005, estreou na TV Globo em participação na novela “Belíssima”. Em 2006 viveu o personagem Geraldo Carneiro na minissérie “JK”.

É professor de interpretação da Escola de Teatro PUC Minas e diretor da Cia Móvel de Teatro do Centro Universitário de Belo Horizonte – Uni BH.

Roberto Drumond

Em 1975, Roberto Drummond foi considerado o escritor revelação da temporada, com a publicação do romance “A Morte de D.J. em Paris”, recebendo o Prêmio Jabuti. Roberto, que na época era conhecido como cronista esportivo, tornou-se a partir de então respeitado também na literatura. O romance teve um sucesso comparável ao Hilda Furacão, com mais de 30.000 exemplares vendidos só na primeira edição.

Numa primeira fase de sua carreira, participou da chamada literatura pop, caracterizada pela ausência de cerimônias e pela proximidade com o cotidiano.

Drummond escreveu “O Dia em que Ernest Hemingway Morreu Crucificado” (romance, 1978), “Sangue de Coca-Cola” (romance, 1980) e “Quando Fui Morto em Cuba (contos, 1982). Com “Hitler Manda Lembranças” (romance, 1984) e “Ontem à Noite Era Sexta-feira” (romance, 1988) iniciou uma nova fase em sua produção literatura, com enredos mais complexos.

Em 1991, lançou seu maior sucesso, o romance “Hilda Furacão”, que foi adaptado para a televisão por Glória Perez. Ele publicou também “Inês é Morta” (romance, 1993) e a biografia “Magalhães: Navegando contra o Vento” (1994). Num de seus últimos livros, “O Cheiro de Deus” (2001), Drummond ironiza seu próprio sobrenome e narra histórias do clã Drummond em solo brasileiro.
Dirigiu a revista “Alterosa”, fechada em 1964. Colaborou no suplemento literário do jornal “Folha de Minas” e em diversas revistas do Brasil e do exterior. Pouco antes de sua morte, concluíra a novela “Os Mortos não Dançam Valsa”.

Ficha Técnica

Texto – Roberto Drummond

Adaptação – Luiz Arthur e Walmir José

Direção – Walmir José

Ator – Luiz Arthur

Figurino – Cynthia Paulino

Trilha Sonora Original – Claudia Cimbleris

Concepção Cenográfica e Iluminação – Luiz Arthur e Walmir José

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