TROPICINE – FILMES TROPICALISTAS E SEU ENTORNO | até 17 de fevereiro

Acabou a mostra do Aron Feldman, agora é a vez dos filmes tropicalistas e com direito a debate sobre o assunto. Demais, não? Ah! São filmes para quem tem idade igual ou superior a 18 anos. Veja o texto disponível no site do CCBB:

“O programa apresenta filmes e debate sobre o Tropicalismo e seu entorno, por ocasião dos 40 anos do movimento. Revisão radical dos conceitos estéticos vigentes, contrapondo o antigo ao novo, o moderno ao atrasado, o rural ao urbano, o popular ao erudito, o Tropicalismo atualizou as questões do modernismo brasileiro, adequando-o a um novo contexto histórico. A mostra faz uma revisão do período, com seus antecedentes e suas conseqüências, através de seus filmes mais expressivos.”

Amanhã, quinta-feira, 07 de Fevereiro:

17h: Pindorama. Direção de Arnaldo Jabor. (DVD, 1971, 95 min.)

“Realizado no auge da repressão da Ditadura Militar, Pindorama foi o primeiro longa-metragem de ficção de Arnaldo Jabor, sendo o representante oficial do Brasil no Festival de Cinema de Cannes em 1971.
O filme é uma grande alegoria sobre as origens históricas do Brasil (pindorama, em língua geral dos índios, significa terra das árvores altas), misturando guerras, índios, negros, colonos e aventureiros do país primitivo. Passado numa cidade imaginária do século 16, o filme faz uma grande paródia do Brasil contemporâneo através do retrato das loucuras iniciais de nossa formação de colônia portuguesa.” Fonte: Submarino.

Nesse vídeo sobre o Cinema Novo, há fragmentos do Pindorama.

 

19h: A Miss e o Dinossauro. Direção de Helena Ignez (DVD,2005, 17 min.) + Um Inventário de um Feudalismo Cultural. Direção de Jomard Muniz de Britto (DVD, 1978, 10 min.). Após a sessão, haverá o debate “Interfaces do Tropicalismo no Cinema” com Leonardo Cortês Macário ( pesquisador da área de cinema), Rubens Machado Jr. (livre docente em Teoria e História do Cinema na USP) e mediação de Tunico Amâncio (curador da mostra).

Então, não perca! O CCBB localiza-se à Rua Álvares Penteado, 112, perto do metrô Sé. Cabem apenas 70 pessoas no cinema do CCBB. As sessões são bem baratinhas: entre R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia-entrada), e se o filme for em DVD, não precisa pagar nada, mas tem que retirar os ingressos somente no dia e chegar antes do horário da sessão.

Se não der para participar do debate amanhã, resta assistir os outros filmes da mostra que termina no dia 17. A programação foi publicada no site da Veja.

A próxima será de filmes japoneses. Aguarde!

Por Darlene Carvalho

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