MESA-REDONDA SOBRE AS IMAGENS DO FUTURO E O FUTURO DAS IMAGENS | 08 de Agosto, sexta-feira.


Clique na imagem para ver o convite do evento.

O cinema 4K (8 milhões de pixels).

Coordenação: Jane de Almeida (Universidade Mackenzie e UCSD)
Debatedores: Sheldon Brown (CRCA/UCSD), Todd Margolis (CRCA/UCSD), Peter Otto (UCSD), Mark Toillion (UCSD), Nori Suzuki (Zaxel)
Onde: FILE SYMPOSIUM (auditório do Sesi no prédio da FIESP)
Quando: 08 de agosto (sexta-feira) das 17h00 às 19h00

Debate com projeção de todos os 14 filmes em 4K sobre o futuro da imagem e o cinema de 8 milhões de pixels

110 anos depois a tecnologia digital sonha mais uma vez substituir o cinema, agora com a potência de uma projeção com a resolução de mais de 8 milhões de pixels por frame. Recentemente, a resolução 4k foi estabelecida como a imagem padrão do cinema digital recomendada pela DCI (Digital Cinema Initiatives), uma associação dos sete maiores estúdios de Hollywood. 4k refere-se ao número de pixels horizontais, 4.096 (multiplicados por 2.160 pixels verticais gerando os 8.847.360 pixels). Trata-se de uma imagem 4 vezes mais definida que a HD e 24 vezes mais definida que a da televisão tradicional. Mas que cenas, que enquadramentos, que tipo de imagem inaugura esse cinema? A princípio, uma imagem incrivelmente nítida, com cores e detalhes vívidos, brilhos intensos e impressionante transparência.

Como no início do cinema, os filmes são curtíssimos, de no máximo 6, 7 minutos, geralmente com apenas um enquadramento, mostrando performances musicais, pontos de vista turísticos e pequenos esquetes ainda sem títulos ou créditos. São mais experimentos tecnológicos do que invenções narrativas. E, diferentemente do primeiro cinema, há os filmes gerados pela própria máquina, sem referência externa, computadorizando imagens. Dos exemplos mais recentes, temos experimentos com a estética de games ou experimentos com o balanço espacial das visualizações científicas que temporalizam as dimensões internas e externas de micro e macro objetos. No primeiro caso, a imagem não é o mais importante, pois o que se busca é a interação entre a máquina e o jogador no sentido do toque participativo, do gesto do jogo. Porém, Scalable City é uma experiência de game que inclui projeção em 4k e que nos remete a uma espécie de desconstrução temporalizada em movimento de um tipo de arquitetura como a de Frank Gehry. Scalable City, de Sheldon Brown, nos oferece em movimento, em tela bidimensional, a dimensão grandiosa de uma experiência arquitetônica. No segundo caso, pode-se prever o uso didático e impactante de galáxias distantes em planetários e visualizadores de imagens imaginárias. Talvez essa projeção seja mesmo apropriada para um tipo de brilho futurista, de sonhos científicos dos lugares distantes do olho humano.

Jane de Almeida

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