GRÁTIS: DOCUMENTÁRIO ‘ENVELHESCÊNCIA’ NA CINEMATECA

Cinemateca Brasileira faz sessão gratuita do documentário Envelhescência

Com parceria do Instituto Paliar, evento inclui debate com cineasta e médica especialista em cuidados paliativos   

 

A Cinemateca Brasileira realiza na próxima quarta-feira a exibição gratuita do documentário nacional Envelhescência. O filme será apresentado na Sessão Averroes, um programa que existe desde 2009 e oferece sessões de cinema e debates dedicados a profissionais e estudantes das áreas da saúde e ao público em geral interessado em questões que tangenciam a vida, a morte, o envelhecimento e os cuidados com a terminalidade da vida.

A atração do dia 25/11 é o documentário de Gabriel Martinez (2015). A exibição é seguida de mesa de reflexão com a presença do diretor do filme, da oncologista e paliativista Dalva Yukie Matsumoto e mediação da jornalista Ana Luisa Zaniboni Gomes. A SESSÃO AVERROES deste mês conta com apoio da Faculdade de Medicina de Itajubá, do Instituto Paliar, da Academia Nacional de Cuidados Paliativos e da Coordenação de Políticas para Idosos da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura de São Paulo.

Batizado em alusão a Averroes, considerado um dos pais da medicina, o evento acontece na última quarta-feira de cada mês, sempre às 19h00.


 

FICHA TÉCNICA | SINOPSE

Envelhescência. Brasil, 2015. Direção: Gabriel Martinez. Documentário, 74 min. Exibição em DVD. Com  Edson Gambuggi, Judith Caggiano, Luiz Schirmer, Ono Sensei, Oswaldo Silveira, Edméia Corrêa, Alexandre Kalache, Mirian Goldenberg e Mário Sérgio Cortella. Argumento: Ruggero Fiandanese | Estúdio e Distribuição: Lado B Filmes  |Edição: Caio Rodriguez | Fotografia: Daniel Dias | Música: Marcelo Fruet | Operador de câmera: Raphael Mariano  | Produção: Samarah Kojima.


 

O documentário mostra que o preparo para o envelhecimento humano pode ser encarado e vivenciado com leveza, positivismo e bom humor. Se a velhice pode ser limitante em diversos aspectos, uma atitude proativa, humorada e, sobretudo, a disposição de refutar estigmas sociais e estereótipos fortemente arraigados na sociedade contemporânea podem ser a chave para a gratificação e realizações nesta etapa da vida. A irreverência dos personagens retratados revela uma tônica que parece reger a nova geração de “futuros idosos”. Confira o trailer do filme em www.envelhescencia.com.br/trailer/envelhescencia/

MESA DE REFLEXÃO  | CONVIDADOS

  • Gabriel Martinez –cineasta
  • Dalva Yukie Matsumoto – médica oncologista e paliativista, coordenadora da Hospedaria de Cuidados Paliativos do Hospital do Servidor Público Municipal – HSPM, Diretora do Instituto Paliar e Membro Diretor da Academia Nacional dos Cuidados Paliativos – ANCP.
  • Ana Luisa Zaniboni Gomes – Jornalista, pesquisadora, diretora da OBORÉ e curadora das sessões Averroes. [mediação]

Sobre o Instituto Paliar

Fundado em 2006 por Dra. Dalva Yukie Matsumoto, Dra. Maria Goretti Sales Maciel e Dr. Ricardo Tavares de Carvalho, o Instituto Paliar nasceu com o objetivo de se tornar um centro de excelência na prática, ensino e pesquisa em medicina paliativa e cuidados paliativos. O Paliar oferece também serviços de ensino, pesquisa e consultoria para hospitais, instituições prestadoras de assistência à saúde, instituições de ensino, empresas e o público em geral. Para mais informações, acesse: www.paliar.com.br


O QUÊ? QUANDO?

Quarta-feira, 25/11/2015

19h – Documentário: Envelhescência

20h30 – Mesa de Reflexão

QUANTO?

Grátis

ONDE?

CINEMATECA BRASILEIRA

Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino (próximo ao metrô Vila Mariana e Ana Rosa) 


Colaboração de Thiago Rebouças / Publicação de Darlene Carvalho

 

 

ANIMA MUNDI 2015

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Começa hoje o maior festival de animação em São Paulo:

Anima Mundi 2015

Além da exibição das animações no telão, o festival compõe-se de eventos especiais; acompanhe a programação de São Paulo:

  • Demonstração – Expandindo as fronteiras do mercado criativo – Pond5

    Nesta apresentação, se propõe um mergulho na origem do mercado de stockmedia, para explorar, ao vivo, suas possibilidades criativas, e demonstrar como tirar proveito de ferramentas como o Pond5 para melhorar projetos, monetizar criações e expandir as possibilidades de atuação dos profissionais de animação. 

    18/07 (sábado) – Cinemateca brasileira / Sala BNDES – 13h às 14h — endereço no final desse post.

    Entrada Franca – senhas distribuídas meia hora antes na bilheteria.

  • Animação sobe ao placo

    A concepção e a criação das animações usadas na gravação do o novo Blu-ray do Biquini Cavadão, que celebra 30 anos de carreira. Um papo com os diretores, Carlos Coelho (guitarrista do Biquini) e Marcelo Siqueira.

    21/07 (terça-feira) – Cinemateca brasileira / Sala Petrobras – 19h às 20h30 — endereço no final desse post.

    Entrada Franca – senhas distribuídas meia hora antes na bilheteria.

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Acompanhe o Anima Mundi via BlogInstagram, Facebook, Twitter

 


 

O QUÊ?

Anima Mundi 2015

Consulte a programação de acordo com o dia e locais de exibição nesse link: https://www.animamundi2015.com.br/hotsite/page/programacao.php?cidade=sp&dia=17

Ou consulte o livreto online da programação aqui: http://issuu.com/festanimamundi/docs/anm_0706_livretoprogramacao_web

QUANDO?

17/07/2015 a 22/07/2015

QUANTO?

Atividades gratuitas e pagas. Depende da programação escolhida. ;)

ONDE?

Cinemateca Brasileira

Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino – São Paulo, SP.
Horário de funcionamento e bilheteria: 12h00 às 22:30
Telefone: (11) 3512-6111

Caixa Belas Artes

Rua da Consolação, 2423 – São Paulo, SP.
Horário de funcionamento e bilheteria: 12h30min às 21h

 

Publicado por Darlene Carvalho

7º IN-EDIT BRASIL 2015 — INSCRIÇÕES ABERTAS

Estão abertas, até o dia 09 de março, as inscrições para a 7ª edição do In-Edit Brasil – Festival Internacional de Documentário Musical 2015, que acontece entre os dias 1º e 10 de maio na cidade de São Paulo – com possibilidade de itinerância em outras cidades brasileiras.

in-edit

Interessados podem realizar gratuitamente as inscrições de seus documentários (curtas, médias e longas-metragens) que tratem da música como elemento central. Para a seção competitiva, serão aceitos filmes de longa-metragem com duração superior a 60 minutos e finalizados a partir de janeiro de 2014; tanto para a competição como para as mostras Brasil (média e longa-metragem) e Curta um Som (até 30 minutos), as obras devem ser inéditas no circuito comercial brasileiro.

O melhor longa-metragem receberá o prêmio “In-Edit Brasil de Melhor Documentário Musical”, e será exibido no In-Edit Barcelona 2015 com todas as despesas pagas pelo festival (passagem, hospedagem e alimentação para o diretor do filme vencedor). O In-Edit Brasil também promove mostras internacionais, homenagens e sessões especiais com shows musicais e debates.

Para mais informações e regulamento, acesse o site oficial do festival: www.in-edit-brasil.com.

Colaboração de Valéria Blanco | Publicado por Darlene Carvalho

EM DEBATE: Ó PAI, Ó

Dando continuidade a iniciativa que começou em Janeiro, o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo realiza, no próximo dia 07, a segunda edição do Cine Debate, proposta que pretende exibir um filme e em seguida analisar aspectos relacionados ao mesmo. O longa em discussão em fevereiro é Ó pai, Ó, dirigido por Monique Gardenberg, que usa o humor para contar a história de luta e união de um grupo de moradores dum cortiço do Pelourinho, Salvador, e suas relações diretas ou indiretas com o carnaval. Após a exibição do filme, será realizado um debate com a presença do professor da UFBA, Paulo Miguez, a respeito das transformações socioculturais do carnaval baiano, seu processo de mercantilização, a economia que movimenta e outros temas correlatos.

O QUÊ?

CINE DEBATE: Ó PAI, Ó

QUANDO?

07/02 (sábado, 15h às 18h)

QUANTO?

Grátis (mediante inscrição pelo site sescsp.org.br/centrodepesquisaeformacao ou nas unidades do Sesc em São Paulo)

ONDE?

Centro de Pesquisa e Formação do Sesc

Rua Dr. Plínio Barreto, 285, 4º andar, (prédio da FecomércioSP)

Telefone: (11) 3254 – 5600

Colaboração de Paulo Dias

SINTONIZAH NO CCSP

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Sintonizah é um documentário que revela a sintonia protagonizada pelo reggae no Brasil e Jamaica. O filme leva o espectador as raízes do gênero, que se infiltrouem São Luís do Maranhão, para vivenciar a cultura local, respondendo questões sobre a força de sua identidade em populações distintas.

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Dirigido por Lecuk Ishida e Willy Biondani, Sintonizah é o resultado do encontro de grandes figuras da música Jamaicana e apaixonados pelo reggae, que se aconchegam na pista de dança dos guetos, envolvidos pelas batidas, e fazem da música sua profissão, e razão de viver.

A descoberta nessa viagem musical é costurada pelos depoimentos de Stranjah (Alex Herbst), negociador de discos raros e pesquisador do filme, pelos músicos ícones Stranger Cole e Lone Ranger, que conduziu a equipe pelos pontos mais relevantes do cenário do reggae, como a visita ao Studio One para o bate-papo com o proprietário Courtney Dodd, no local onde ídolos do gênero como Bob Marley and the Wailers produziram seus discos. Além do panorama apontado pela antropóloga e autora do livro Global Reggae, Carolyn Cooper.

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Em São Luiz, as informações se conectam com declarações de Fauzi Beydoun, integrante da banda brasileira Tribo de Jah, o DJ Serraleiro, um dos pioneiros do reggae no Brasil, Tarcisio Selektah, professor e pesquisador da UFMA, entre outros. Juntos contam sobre o alcance acidental das ondas de rádio da Jamaica nos aparelhos de rádio da cidade e como o ritmo gerou uma identificação semelhante nos guetos independente das fronteiras.

“É fascinante descobrir que certas manifestações como o reggae são tão fortes. Apesar da distância geográfica e códigos diferenciados, a música criou uma identificação entre as pessoas, que acabam vivendo da mesma maneira inspiradas pelo som”, comenta Lecuk Ishida.

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Produzido pela Biondani com apoio da BossaNovaFilms e incentivo do ProAc – Programa de Fomento ao Cinema, o média-metragem será exibido pela primeira vez em sessão gratuita na terça-feira, 27 de janeiro, às 20h no Centro Cultural São Paulo, sala Paulo Emílio. A estreia será seguida de debate com o diretor Lecuk Ishida e equipe.

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Curiosidades de produção

  • O nome Sintonizah surgiu inspirado pela fonética do Patoá Jamaicano, idioma falado na Jamaica, que inclui a letra “h” no final das palavras.
  • Durante as entrevistas, ouviram sobre colecionadores e comerciantes obcecados pelo ritmo. Para garantir exclusividade dos seus discos, muitos compram todas as cópias disponíveis, a prensa e a matriz para destruição, garantindo a raridade.
  • Durante a produção, Lecuk Ishida e equipe foram guiados e conduzidos de carro pela cidade por Lone Ranger. Em uma das saídas para gravação, um casal de policiais abordou o cantor e perguntou o que estava acontecendo, quando viu o veículo cheio. O músico respondeu “It’s Brazilian reggae!”. Quando os dois policiais foram conferir dentro do carro, deram de cara com quatro orientais, o diretor e seus assistentes e caíram na gargalhada.

Brasil/Jamaica, 54 minutos, livre.

Sinopse

Foi por acidente que as ondas de rádio jamaicanas atravessaram o mar do Caribe e trouxeram o reggae ao Brasil, sintonizando nas rádios do Maranhão. O documentário Sintonizah embala o espectador em uma viagem entre Kingston, na Jamaica, e São Luís do Maranhão para transmitir as emoções de quem vivência o reggae e, também, revelar como a cultura maranhense incorporou o gênero musical e transformou a cena local na ‘”Jamaica brasileira”.

Sobre os diretores

Lecuk Ishida teve o seu primeiro contato com vídeo no início dos anos 80 com o programa “Grito da Rua” (Gazeta). Nos anos 90 aprimorou seus conhecimentos morando 10 anos fora do Brasil, onde estudou na UCLA (LA) e Silicon Graphic (Japão). Em 2000, já no Brasil, trabalhou em muitas produções publicitárias e televisivas com perfil documental. Logo começou a dirigir algumas de suas produções, entre elas: DVD ao vivo da banda Sepultura, DVD ao vivo Trio Virgulino, programa “Ecoprático” (Cultura), “Tempos de Escola” (Futura), “Feito no Brasil” (Nat Geo), “Pratique Ecosport” (Fox), “Nosso Planeta” (Record), “Globo Ecologia” (Globo), entre outros. Hoje, investe na criação de programas de TV, trabalhos autorais de dramaturgia e documentários.

Reconhecido internacionalmente pela direção de filmes de beleza e estética apurada, Willy Biondani começou sua carreia como fotógrafo de publicidade e editoriais de revistas de moda e beleza. Trabalhou para conceituadas revistas em Paris, onde também se tornou diretor de publicidade. Recebeu prêmios no Art Directors, Clio, Cannes e Anuário do CCSP. Em 2005, integrou a edição especial “200 Best Ad Photographers Archive” e fundou a BossaNovaFilms com seus sócios. Mais tarde, dirigiu o média-metragem “Diadorim e Riobaldo”, baseado no livro “Sertão Veredas”, de Guimarães Rosa, o DVD “Roger100Ceni” sobre o goleiro Rogério Ceni, entre outros. Atualmente está trabalhando para o lançamento de “Tudo bom, tudo bem”, seu primeiro longa.

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Ficha técnica

Direção: Lecuk Ishida e Willy Biondani

Produtora: Bionandi

Produção: Denise Gomes e Paula Cosenza

Pesquisa: Stranjah (Alex Herbst)

Roteiro: Fernando de Castro Américo

Direção de Fotografia: Ernesto Kobayashi

Montagem: Thiago Lucena

Finalização de Áudio: INPUT | Artesonora

Participações: os músicos Lonne Ranger e Stranger Cole, a antropóloga e escritora Carolyn Cooper, o proprietário do “Studio One” Courtney Dodd, o proprietário da gravadora “Randy’s 17th North Parade” e da “Impact” Caurl Lauder, o antropólogo e professor Carlos Benedito, o integrante da banda “Tribo de Jah” Fauzi Beydoun, os DJs e colecionadores Serraleiro e Stranjah (Alex Hurst), e Tarcisio Selektah, professor e pesquisador da UFMA.

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O QUÊ?

Sintonizah

(Brasil, 2015, 54min, DCP)
direção: Lecuk Ishida
Foi por acidente que as ondas de rádio jamaicanas atravessaram o mar do Caribe e trouxeram o reggae ao Brasil, sintonizado nas rádios do Maranhão. O documentário Sintonizah embala o espectador em uma viagem entre Kingston, na Jamaica, e São Luís do Maranhão para transmitir as emoções de quem vivencia o reggae e, também, revelar como a cultura maranhense incorporou o gênero musical e transformou a cena local na “Jamaica brasileira”.

Classificação: Livre

QUANDO?

dia 27/1 – terça – 20h

Após a sessão, haverá uma conversa com o diretor Lecuk Ishida.

QUANTO?

Entrada franca – retirada de ingressos: a bilheteria será aberta somente no dia do evento e em seu horário de funcionamento (terça a sábado, das 13h às 21h30; e domingos, das 13h às 20h30).

(99 lugares)

ONDE?

CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – Sala Paulo Emilio Salles Gomes 

Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso – CEP 01504-000 – São Paulo – SP

Colaboração de Fernanda Abigail

CINECLUBE LATINO-AMERICANO

Notícia linda!

O Memorial da América Latina apresenta o Cineclube Latino-Americano. Acontecerá aos sábados no Pavilhão da Criatividade. Você pagará apenas R$ 5 por sessão​.

O Quê? Quando?

Cineclube Latino-Americano

Dia 18/10/2014, às 18h.

Nación Clandestina (Jorge Sanjinés e Grupo Ukamau, Bolívia, 1990, 123′) Um golpe militar desencadeia uma violenta repressão nos bairros de La Paz. Um agricultor da comunidade Aymara decide deixar a cidade e voltar para a sua aldeia, depois de banido de lá.

Circuito Interno (Julio Martí, Brasil, 2010, 14′) Elias, um imigrante boliviano ilegal, acompanha o cotidiano do abusivo universo nas oficinas de costura espalhadas pelo centro de São Paulo.

Dia 25/10/2014, às 18h.

Bolivia (Adrian Caetano, Argentina, 2001, 71′) Após perder seu trabalho devido à destruição de plantações de folha de coca pelos americanos, Freddy vai para Argentina, como imigrante ilegal.

La Sirga (William Vega, Colômbia/ França/ México, 2012, 90′) Alicia, arrancada de sua vila, destruída por um conflito armado, tenta começar vida em La Sirga, próxima aos Andes.

Quanto?

R$ 5 por sessão

Onde?

Memorial da América Latina — Pavilhão da Criatividade (mapa)

Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664
01156-001 – Barra Funda – São Paulo SP
Telefone: 11 38234600

Publicado por Darlene Carvalho