CORO LÍRICO FAZ APRESENTAÇÕES GRATUITAS NA PRAÇA DAS ARTES

CORO LÍRICO MUNICIPAL APRESENTA FESTIVAL GRATUITO COM OBRAS DE DONIZETTI

Com regência do maestro Bruno Greco Facio, as apresentações acontecem nos dias 09 e 10 de junho, às 18h, na marquise da Praça das Artes

1511_Bruno_Faccio_Foto38_Heloisa_Ballarini.jpg

Nos dias 09 e 10 de maio, às 18h, o Coro Lírico Municipal apresenta o Festival Donizetti na Praça das Artes. Sob a regência do maestro Bruno Greco Facio, o grupo apresenta as mais célebres árias e corais de fases distintas da vida do compositor italiano Gaetano Donizetti (1797 – 1848). O Festival traça um panorama da obra do compositor apresentando canções, árias e conjuntos de óperas do compositor que é considerado um dos maiores nomes do Romantismo e que transitou com igual desenvoltura pelo drama e pela comédia.

Autor de mais de setenta óperas, Gaetano Donizetti é, ao lado de Rossini e Bellini, um dos expoentes do bel canto. São célebres e inconfundíveis suas páginas repletas de virtuosismo e portadoras de melodias memoráveis.

“Apresentaremos trechos dos três títulos que com mais frequência são representados. Da carga dramática, ricamente explorada, em “Lucia” ao bufo “Don Paquale”, passando pelo melodramma giocoso do “Elisir”, o programa evidencia a profunda evolução que Donizetti promoveu no ‘bel canto’ abrindo caminhos para as mudanças estéticas que se estabeleceriam na segunda metade do século XIX”, destaca o maestro Facio.

coro-lirico.jpg

CORO LÍRICO MUNICIPAL DE SÃO PAULO

Formado por cantores que se apresentam regularmente como solistas nos principais teatros do país, o Coro Lírico Municipal de São Paulo atua nas montagens de óperas das temporadas do Theatro Municipal, em concertos com a Orquestra Sinfônica Municipal, com o Balé da Cidade e em apresentações próprias. Desde 2013 sob o comando de Bruno Greco Facio, o grupo passou por um aprimoramento técnico e vocal e hoje conta com mais de 80 integrantes, prontos a interpretar diferentes papeis, em óperas cantadas em idiomas como o italiano, alemão, francês, russo e espanhol, como acontece na última temporada. O Coro Lírico foi criado em 1939 e teve, como primeiro diretor, o maestro Fidélio Finzi, que preparou o grupo para a estreia em Turandot, em 13 de junho de 1939. Em 1947, Sisto Mechetti assumiu o posto de maestro titular e, somente em 1951, o coro foi oficializado, sendo dirigido posteriormente por Tullio Serafin, Olivero De Fabritis, Eleazar de Carvalho, Armando Belardi, Francisco Mignone, Heitor Villa-Lobos, Roberto Schnorrenberg, Marcello Mechetti, Fábio Mechetti e Mário Zaccaro. O Coro Lírico Municipal recebeu os prêmios de Melhor Conjunto Coral de 1996, pela APCA, e o Carlos Gomes 1997 na categoria Ópera.

As apresentações acontecem na marquise da Praça das Artes e são todas gratuitas.


O QUÊ?

Festival Donizetti – Arias e Coros

Coro Lírico Municipal de São Paulo | Bruno Greco Facio – Regência

  • Programação sujeita a alterações.

Duração: aproximadamente 60 minutos. Classificação etária: livre.

QUANDO?

9/6,  quinta, 18h.

10/6, sexta, 18h.

QUANTO?

Entrada Franca.

ONDE?

Praça das Artes

Av. São João, 281- São Paulo [Próximo às estações Anhangabaú e São Bento do Metrô]


 

Colaboração de Amanda Sena | Publicação de Darlene Carvalho

VIRADA DA POESIA NA CASA DAS ROSAS

A Virada Cultural 2016 em São Paulo está especialíssima! A dica é correr pra Casa das Rosas. Tem uma programação linda e poética para crianças e adultos. Confira:

Virada da Poesia

Sábado, 21/05/2016

18h – Cinema

Filme: Cinema Paradiso
Não é necessário retirar ingressos.
A sessão vai acontecer no jardim da Casa das Rosas.
Classificação etária: 12 anos.

20h30 — Música, Poesia, Show

Tranqueiras Líricas
Com Marcelo Montenegro e Marcelo Watanabe.
Nessa apresentação a poesia se funde com o som da guitarra ao ritmo de blues, jazz e rock’n’roll.

Paralelas
Com Alice Ruiz e Alzira Espíndola
Show com música e poesia.
Paralelas é o sexto trabalho de Alzira e o primeiro disco de autoria de Alice Ruiz, que celebra a parceria de mais de 20 anos da poeta e da compositora.

Domingo, 22/05/2016

Meia-Noite — Sarau, Música e Poesia.

Saraokê
Apresentação: Fino DFlow e Coletivo Saraund System
A fusão de música, poesia e improviso é o carro chefe desse sarau, aberto à participação do público. Quem tiver interesse em participar poderá escolher na hora um fundo musical criado por dj para dar ambientação à performance. As incrições começam 1 hora antes na recepção da Casa das Rosas.

2h — Show, Música.

Forró com Trio Zabumbão
Com: Fabinho Zabumbão, Zé Bodinho e Érica Fininho.

12h às 17h — Aumente sua biblioteca

Pegue Livros!
Escolha e leve para casa até 5 livros gratuitamente. Centenas de livros estarão disponíveis, selecionados pelo Centro de Apoio ao Escritor.

11h — Teatro, Circo, Humor

Retalhos Populares
Com: Palhaça Carmela
Espetáculo circense com a palhaça Carmela para toda a família se divertir.

13h — Teatro, Música, Humor

A Caravana da Palhaça Rubra
Com: Palhaça Rubra e Convidado
Espetáculo com música, humor e improviso.

15h — Teatro

Vidma, A Menina Trança Rimas
Com: Núcleo Caboclinhas
Sinopse: Vidma acredita que sua mãe é uma bruxa e sua sopa a faz viajar para diversos lugares.

17h — Show, Música

MC Soffia
com: MC Soffia e DJ Luccas
Show de rap com a MC Soffia de apenas 11 anos. As músicas dela abordam assuntos sociais.

virada-da-poesia-casa-das-rosas

Ah! Vamos, né? \o/ Não dá pra ficar de fora disso. ♥


O QUÊ?

Virada da Poesia [Virada Cultural 2016]

QUANDO?

Sábado, 21/05/2016, a partir das 18h até domingo, 22/05/2016, às 17h.

QUANTO?

Grátis

ONDE?

Casa das Rosas

Av. Paulista, 37 • Bela Vista • CEP 01311-902 • São Paulo • Brasil

Telefone: +55 (11) 3285.6986 | 3288.9447

Email: contato@casadasrosas.org.br


Publicação de Darlene Carvalho

4º SALÃO DE OUTONO DA AMÉRICA LATINA

SOAL 2016 traz 119 artistas de 14 países

Quarta edição do Salão de Outono da América Latina é realizada na Galeria Marta Traba até 6 de junho

Gustavo-Moreno_Salvador_Pintura

O Memorial inaugura no dia 6 de maio o SOAL 2016 – Salão de Outono da América Latina – exposição que traz 119 artistas de 14 países, com 179 obras de pintura, artes gráficas, escultura, fotografia, vídeo, livro de artista, instalação, performance e street art. O evento, que se realiza há 4 anos em São Paulo, é organizado em parceria com o Salon d’Automne França-Brasil e tem sua terceira edição consecutiva na Galeria Marta Traba, no Memorial. A exposição fica em cartaz na Galeria Marta Traba até o dia 5 de junho, com entrada gratuita de terça a domingo, das 9h às 18h.

Andre-Brito-Dias-Neri_SaoPaulo_fotografia

Os critérios de escolha dos participantes seguem os princípios do Salon d’Automne França-Brasil e, assim, o SOAL vai se consolidando como ponte de acesso para proporcionar visibilidade aos artistas emergentes junto ao público e ao mercado da arte. Por isso, como nos anos anteriores, os artistas interessados em participar do processo de seleção vêm de países de praticamente todos os continentes: Brasil, Argentina, Uruguai, Bolívia, Canadá, França, Polônia, Ucrânia, Bósnia & Herzegovina, Egito, Marrocos, Tunísia, Argélia e Japão. O catálogo pode ser acessado no site: www.salon-automne-franca-brasil.com.

MaMa-Tunísia-França_Pintura

O ecumenismo cultural do SOAL é um recorte que faz a diferença, como destaca o cineasta e escritor João Batista de Andrade, presidente do Memorial: “A meu ver, é um dos traços hereditários da mostra: o seu caráter de confraternização universal da arte contemporânea na América Latina deriva do mesmo espírito de fraternidade que norteou a criação do Salão de Outono de Paris, nos primórdios do século passado. É esse ecumenismo cultural que proporciona o encontro de tendências artísticas das mais diversas origens do planeta”.

JoaoGeneroso_SaoPaulo_Instalaçao-Encaustica


 

O QUÊ?

SOAL 2016 – Salão de Outono da América Latina

Classificação Livre

QUANDO?

Até 5/6/2016. Terça a domingo, das 9h às 18h.

QUANTO?

Entrada Gratuita

ONDE?

Galeria Marta Traba / Memorial da América Latina
Praça Cívica – portões 1, 2 e 5 – Metrô Barra Funda

Estacionamento: Portão 4 (R$ 20 o período)


Colaboração Memorial | Publicado por Darlene Carvalho

GUERRILHEIRO NÃO TEM NOME

O grupo teatral Mata! apresenta o espetáculo ‘Guerrilheiro não tem nome’ em importantes teatros da cidade de São Paulo

Após temporada de sucesso no Espaço Pyndorama, Sede da Cia Antropofágica, o Grupo Teatral MATA! leva seu espetáculo “guerrilheiro não tem nome”, para três locais distintos da cidade de São Paulo e convida a população para imergir na verdadeira história do Brasil, tratando sobre um movimento revolucionário, contra a repressão da Ditadura Militar: a Guerrilha do Araguaia. As ações, que fazem parte do projeto contemplado na 3ª edição do Prêmio Zé Renato, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, contemplam apresentações no Teatro Leopoldo Fróes, Teatro Zanoni Ferrite e Centro Cultural São Paulo. Ótima oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a nossa história e sobre o trabalho do Mata!

Ditadura, Repressão e Revolução

Em tempos em que o tema “Ditadura” paira sobre muitas conversas, o Grupo Teatral MATA! apresenta o espetáculo “guerrilheiro não tem nome”, um espetáculo de relevância estética e política, que convida o público para uma imersão em um assunto complexo da história do Brasil: a Guerrilha do Araguaia.

guerrilheiro-nao-tem-nome-teatro-foto_alan_siqueira-07

Após uma temporada no Espaço Pyndorama, Sede da Cia. Antropofágica, o grupo apresenta seu espetáculo nos dias 06, 07 e 08 de maio no Teatro Leopoldo Fróes, com entrada gratuita, seguindo para o Teatro Zanoni Ferrite e encerrando as ações do projeto no Centro Cultural São Paulo. Todas essas ações fazem parte do projeto “guerrilheiro não tem nome”, contemplado na 3ª edição do Prêmio Zé Renato, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

guerrilheiro-nao-tem-nome-teatro-foto_alan_siqueira-04

O Grupo Teatral MATA! é formado por artistas que se uniram em prol do trabalho colaborativo de criação, tendo se iniciado como um grupo de estudos de temas relativos à formação cultural do Brasil, o teatro épico-dialético e o fazer teatral. Depois de dois anos de pesquisa e experimentos cênicos, o grupo foi contemplado com o edital PROAC – Primeiras obras, através do qual o espetáculo “guerrilheiro não tem nome” foi concebido.

guerrilheiro-nao-tem-nome-teatro-foto_alan_siqueira-02

Agora, com o Prêmio Zé Renato, o grupo realiza apresentações gratuitas e convida o público para conhecer este trabalho que trata de um assunto tão obscuro da história do país e que jamais deve ser esquecido. O diretor Anderson Zanetti comenta: “Dar continuidade as apresentações deste espetáculo, é contribuir para a consolidação da memória histórica de uma democracia a ser continuamente aprimorada, tomando como lição o passado que ainda vive no presente”.

guerrilheiro-nao-tem-nome-teatro-foto_alan_siqueira-11

O nome do grupo e o interesse pelo assunto surgiram do contato com o livro MATA! – O Major Curió e as guerrilhas no Araguaia, do jornalista Leonêncio Nossa, que teve acesso exclusivo ao lendário arquivo pessoal do major Sebastião Rodrigues de Moura, o Curió, um dos protagonistas da repressão da ditadura militar. O livro revela detalhes das torturas e assassinatos que vitimaram dezenas de pessoas na década de 1970 na região do Araguaia, além de expor um arrebatador panorama histórico do Bico do Papagaio e do sudeste do Pará. Mata! percorre quase duzentos anos na história da região, incluindo tragédias recentes como a exploração de ouro em Serra Pelada e os massacres de sem-terra, para compor um verdadeiro épico da desordenada ocupação do território amazônico a partir do século XX.

guerrilheiro-nao-tem-nome-teatro-foto_alan_siqueira-09

A história da guerrilha chamou a atenção do Grupo Teatral Mata! pela sua força ideológica e a paixão dos jovens combatentes que morreram em nome de um país mais justo, livre da opressão contra o povo e da violência do Estado de Exceção promovido pelo golpe civil-militar de 1964. A saga dos jovens guerrilheiros do Araguaia, pouco conhecida e explorada no Brasil, perpassa os tempos e desemboca na história contemporânea do país. E os elementos de injustiça social, coronelismo, luta armada, corrupção, militarismo e tortura compõem a trama documentária do livro de Leonêncio, de uma maneira fragmentada, na qual um fio condutor linear dá lugar à totalidade histórica dos fatos. Por tudo o que a pesquisa acerca dessa luta nos mostrou, essa é uma história que não deve ser silenciada jamais, e nossa contribuição aparece por meio do nosso trabalho teatral, complementa Anderson.

guerrilheiro-nao-tem-nome-teatro-foto_alan_siqueira-08

Guerrilheiro não tem nome

Sinopse

A partir de uma perspectiva poética coletiva, o espetáculo reconstrói os caminhos de alguns jovens que aderiram à Guerrilha do Araguaia e nela  descobriram o elo entre suas vidas e as contradições mais profundas da formação social do Brasil. O sonho por uma sociedade igualitária, o contato com a cultura local e a solidariedade revolucionária alimentaram a coragem daqueles que não retrocederam frente à violência do regime militar instaurado em 1964.

FICHA TÉCNICA
Direção e concepção dramatúrgica: ANDERSON ZANETTI
Criação dramatúrgica: COLETIVA
Atores: GABRIELA FELIPE, LEONARDO OLIVEIRA E VANESSA BIFFON.
Cenografia, figurino e arte gráfica: LUIZ FELIPE MACALÉ
Iluminação: LEONARDO OLIVEIRA
Assessoria de Imprensa: LUCIANA GANDELINI
Técnico de Iluminação: JOÃO ALVES
Direção musical e preparação vocal: BRUNO CORDEIRO
Coordenação de produção: VANESSA BIFFON
Produção: COLETIVA
Fotografia: ALAN SIQUEIRA
Contato Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini

O Grupo Teatral Mata!

O Grupo Teatral Mata!, formado por Anderson Zanetti, Leonardo Oliveira, Luiz Felipe Macalé e Vanessa Biffon, é um coletivo paulistano, que surgiu no final de 2012 e trabalha a partir dos conceitos de processo colaborativo e teatro épico-dialético. As primeiras ações se deram em forma de um grupo de estudos sobre teatro e assuntos relacionados à formação histórica e cultural do Brasil contemporâneo. A partir do início de 2013, o grupo entrou em contato com alguns livros que tratam da história da Guerrilha do Araguaia e passou a pesquisar o assunto com o interesse de transformá-lo em espetáculo teatral.

guerrilheiro-nao-tem-nome-teatro-foto_alan_siqueira

A pesquisa estética do MATA! situa-se nos campos conceituais de processo colaborativo e processo coletivo de criação cujo trabalho de ator, a produção sonora e a cenográfica são voltadas para uma encenação de horizonte épico-dialético.

O grupo realizou em 2013 uma oficina de Iniciação ao Teatro do Oprimido na Biblioteca Monteiro Lobato e em 2014 uma ação performativa no Cordão da Mentira, evento anual realizado por coletivos artísticos e sociais. Depois de dois anos de pesquisa e experimentos cênicos, o grupo foi contemplado com o edital PROAC – Primeiras obras, através do qual este  espetáculo foi concebido e apresentado nas cidades de São Paulo, Santos, Diadema e Campinas. Neste projeto, “guerrilheiro não tem nome”, o grupo fez parceria com a Companhia do Feijão, através da cessão de espaço para ensaios e da orientação de expressão corporal realizada pela atriz Fernanda Haucke. Também foram realizadas uma oficina para jovens e adultos acerca da construção poética teatral e um ciclo de debates com o tema Guerrilha do Araguaia com convidados importantes como: Leonêncio Nossa, Romualdo Pessoa, Liniane Haag Brum e Michéas de Almeida – Zezinho do Araguaia.

guerrilheiro-nao-tem-nome-teatro-foto_alan_siqueira-03

Depois da temporada de 2015, outra importante montagem foi apresentada no Rio de Janeiro e São Paulo, chamada “Guerrilheiras ou Para a Terra Não Há Desaparecidos”, com direção de Georgette Fadel e dramaturgia de Grace Passô. Esse espetáculo foi apresentado pelo Itaú Cultural com grande repercussão na imprensa especializada, que além de destacar a perspectiva estética, ressaltou a relevância do tema sobre a “Guerrilha do Araguaia”, sobretudo a partir da mulher, uma vez que a montagem trata exclusivamente do papel das guerrilheiras.

guerrilheiro-nao-tem-nome-teatro-foto_alan_siqueira-06

Agora, em 2016, o grupo circula com o espetáculo “guerrilheiro não tem nome”, através do 3º Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo, já tendo se apresentado no Centro Cultural da Juventude, Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes, Espaço Pyndorama, Sede da Companhia Antropofágica e com apresentações em Maio no Teatro Leopoldo Fróes, Teatro Zanoni Ferrite e Centro Cultural São Paulo.

guerrilheiro-nao-tem-nome-teatro-foto_alan_siqueira-10

Realização: 3º Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo.

Assista a entrevista com o diretor da peça:


Mais informações:


O QUÊ? QUANDO? ONDE?

‘Guerrilheiro não tem nome’, com o grupo teatral Mata!

Duração.: 80 min. Classificação: 16 anos.

Temporada no Teatro Leopoldo Fróes

Dias 06, 07 e 08 de Maio de 2016.

Sexta-feira e Sábado às 20h. Domingo às 19h.

Teatro Leopoldo Fróes — Rua Antônio Bandeira, 114, Vila Cruzeiro, São Paulo, SP.

Temporada no Teatro Zanoni Ferrite

Dias 13, 14 e 15 de Maio de 2016

Sexta-feira e Sábado às 20h. Domingo às 19h.

Teatro Zanoni Ferrite — Av. Renata, 163, Vila Formosa, São Paulo, SP.

Temporada no CCSP

Dias 28 e 29 de Maio de 2016

Sábado às 19h. Domingo às 18h.

CCSP – Sala Adoniran Barbosa: Rua Vergueiro, 1000, Paraíso, São Paulo, SP.

QUANTO?

Grátis.


Colaboração de Luciana Gandelini | Publicado por Darlene Carvalho

 

PROJETO DE INSTALAÇÃO SALUBAH_NANÃ_ CELEBRA A ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA NO BRASIL

Projeto de Instalação salubah_ nanã_  acontece na ECA-USP para comemorar o Dia da Abolição da Escravatura no Brasil.

Esse projeto de instalação temático na USP inclui exposição fotográfica, performance  e seminário. Veja o convite:
projeto-de-instalacao-salubah-nana

 


O QUÊ? QUANDO? ONDE?

Projeto de Instalação salubah_nanã

9 a 14/05/2016

Exposição fotográfica nanã_ do artista visual Wilton Garcia.

Local: Outdoor da ECA-USP

12/05/2016 a 12/08/2016

Exposição fotográfica saluba_ do artista visual Wilton Garcia.

Local: Espaço Milton Santos do Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA-USP

12/05/2016 às 19h

Performance Igba com a atriz Neydeddeus

Local: Auditório Freitas Nobre

12/05/2016 às 19h30

Seminário ‘O Negro No Brasil’, com Dennis de Oliveira, Dilma Melo e Silva, Ricardo Alexino Ferreira e Rosane da Silva Borges.

— O seminário será transmitido ao vivo pela TV CJE

Local: Auditório Freitas Nobre

QUANTO?

Entrada Franca


Colaboração de Wilton Garcia | Publicado por Darlene Carvalho

O CORPO NÃO AGUENTA MAIS TUDO AQUILO QUE O COAGE

O Coletivo Ágata convoca:

“Amig+s, convidamos a todos para o encontro “O corpo não aguenta mais tudo aquilo que o coage”, que acontece nos dias 10, 12 e 13 de maio no Condomínio Cultural.

Frente ao conturbado cenário político e das pequenas opressões diárias, apostamos no potencial crítico da arte e da cultura na construção de novas relações. Apareçam!”

coletivo-agata-condominio-cultural

Realização Coletivo Ágata. Apoio: Condomínio Cultural.

 

O Quê? Quando?

O Corpo não aguenta mais tudo aquilo que o coage

Trocas sobre fascismos, feminismos e artes

— Conversas, debates, performances

Programação:

10/05/2016

20h

Conversa e leitura poética da peça ‘Amadeleite’ e do livro ‘Memórias da Bananeira’ com Ana Luisa Lima (crítica de arte) e Isadora Krieger (escritora).

12/05/2016

18h30

Conversa e performance da artista portuguesa Priscila Davanzo

20h30

Conversa sobre arte e artistas feministas com Carla Cristina Garcia (pesquisadora e professora da PUC-SP)

13/05/2016

18h30 Conversa sobre fotografia e as mulheres na campanha Kodak Girl com Lívia Aquino (Pesquisadora e coordenadora do curso de pós-graduação em fotografia na FAAP)

20h30 Conversa sobre biopolítica com Peter Pál Pelbart (filósofo, professor da PUC-SP e membro da Cia Teatral Ueinzz)


Quanto?

Entrada Franca.


Onde?

Condomínio Cultural

Rua Bica de Pedra, 141 | Vila Anglo Brasileira | São Paulo, SP | 05028-140 (entrada pela Rua Mundo Novo, 342 — vide mapa)

Telefone: (11) 4304-4121 | Email: condo@condominiocultural.org.br


Publicado por Darlene Carvalho

FESTIVAL DE CHURROS NO MEMORIAL

VEM AÍ O 2º FESTIVAL DE CHURROS NO MEMORIAL

churros-no-memorial-da-america-latina-4

Uma das novidades é o Super Churro de 70 cm para toda a família nos dias 9 e 10 de abril, ao lado da Vila do Chaves

 

É neste fim de semana. Para quem não foi, é a segunda oportunidade. E quem já veio vai conhecer a novidade do Festival de Churros que a Art Shine traz de volta ao Memorial da América Latina.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Um churro de 70 centímetros de comprimento, que pode ser recheado com até 4 sabores e serve de 4 a 5 pessoas por R$ 35.

churro-familia-de-70-cm-do-doces-de-rua-1459463192890_615x470

Os recheios e coberturas mais conhecidos dessas delícias são os doces, mas as variações salgadas estão ganhando espaço e conquistando cada vez mais os consumidores.

churros-no-memorial-da-america-latina-1

E ainda tem os minichurros, os espanhóis (mais finos e sem recheio que são mergulhados em calda), churros tradicionais com sabores a escolher e algumas criações diferentes como o burger ou a bomba (éclair) recheada de churros.

churros-do-aero-churros-1459463217030_615x470

São diversas opções no 2º Festival de Churros e pelo menos uma vai agradar o seu paladar e o seu bolso – eles são vendidos a partir de R$ 6.

churros-no-memorial-da-america-latina-3


 

O QUÊ?

2º Festival de Churros 

QUANDO?

Dias 09 e 10 de abril – 09h às 22h

QUANTO?

Entrada gratuita

ONDE?

Memorial da América Latina/Metrô Barra Funda
Pedestres: portões, 8, 9 e 13
Carros: Portões 4 e 15 (R$ 20) e 8 (a partir de R$ 10)
Bicicletário: ao lado do portão 9


Colaboração de Tatiane Costa/ Comunicação Social do Memorial da América Latina | Publicado por Darlene Carvalho