SEMANA DA ARTE CONTRA A BARBÁRIE

‘Semana da Arte Contra a Barbárie’ reúne artistas em defesa da liberdade de expressão

Organizado pelo Artigo Quinto, movimento criado em julho de 2019, para atuar na mobilização, debate e defesa da liberdade de expressão, o evento, que coincide com os dias da Semana de 22, pretende contagiar as ruas com o valor da arte em todas as suas expressões, e chamar a atenção para a importância da liberdade não apenas para quem cria, mas também para o público, que deve ter preservado o direito de escolher o que quer ver, ler e ouvir.

Entre 11 e 18 de fevereiro, sempre na hora do almoço, a escadaria externa do Theatro Municipal será palco para a ‘Semana de Arte contra a Barbárie’, com uma programação que aposta na diversidade de linguagens e gêneros em todas as suas expressões – do cinema à música, das artes do corpo às artes plásticas e à literatura –, em apresentações entremeadas da leitura do “Manifesto do Artigo Quinto” e outras ações, num movimento pulsante, crítico e desafiador, para fazer refletir sobre a importância da arte livre na vida de todos. No dia 16 (domingo), a manifestação muda de endereço: acontece na Avenida Paulista, na esquina com a Rua Peixoto Gomide.

Durante os oito dias do evento, devem passar pela frente do mais emblemático teatro de São Paulo centenas de nomes da música, do teatro e do cinema, do circo e da dança, como Sérgio Mamberti, Chico Cesar, Guto Lacaz, Cassio Scapin, Banda Mirim, Grupo Caixa de Imagens, Pascoal da Conceição, Christiane Tricerri, Rubens Caribé, Negravat, Chico Salem, Mc Kunumi, Olívio Jekupé, Banda Poin, Cia do Feijão, Teatro Cartum, Paulo Freire, Circo Mínimo, Orquestra Mundana Refugi, Orquídeas do Brasil, Grupo Dyroa Baya, Kaique Theodoro, grupo Guarani de Parelheiros, Sussurro Poético e muitos outros. Todos comprometidos com a proposta embasada no artigo 5º da Constituição Federal, que estabelece, em 78 incisos, os direitos fundamentais – como a igualdade de gênero, a liberdade de manifestação do pensamento e de locomoção –, para assegurar uma vida digna, livre e igualitária a todos os cidadãos de nosso pais. Participação por vídeo, nas redes, de Stella Miranda.

Tendo como Mestres de Cerimônia o palhaço Federal e a atriz e cantora Amanda Acosta, a abertura da Semana de Arte contra a Barbárie, na terça-feira (11/2), ao meio-dia, reúne as vozes de Fabiana Cozza, Regina Machado, Madalena Bernardes e Coletivo Bárbaro, Badi Assad, Lari Finochiaro, Simone Sou e Alfredo Bello, os grupos formados só por mulheres, Mawaca e Vozes Bugras, o piano de Benjamin Taubkin e a percussão de Ari Colares, entre outros artistas da música brasileira. Denise Fraga e Renato Borghi fazem a leitura do “Manifesto do Artigo Quinto”, enquanto o bloco afro Ilú Obá de Min participa da manifestação com sua folia e o poder de seus tambores de guerra. Com letra de Newton Moreno e música de Fernanda Maia, o “Samba do Artigo Quinto” será acompanhado por uma sequência de passos criada por 10 coreógrafos participantes do Movimento. Fica por conta de Clarisse Abujamra a leitura do poema “Aos que virão depois de nós”, de Bertold Brecht, e de Andrea Leoncini e grupo a apresentação de danças circulares.

Nos dias que se seguem, a programação conta com intervenções cênicas de vários grupos de teatro, como A Digna Cia, Cia do Feijão, Bando do Teatro dos Comuns, La Pacata, Grupo Dyroa Baya, Cia Velha Companhia; performances da Cia Carne Agonizante, Balangandança Cia, Damas em Trânsito e os Bucaneiros, Sonia Ushiyama, Andrea Soares / Núcleo Pé de Zamba, Cris Eifler e o grupo Guarani, de Parelheiros. As crianças não ficam de fora dessa maratona de conscientização; vai ter muita apresentação com uma pegada infantil: Bandas Mirim e Poin, Grupo Caixa de Imagens, Circo Mínimo, Teatro Cartum, Cia Teatro de Rocokós e a contadora de histórias Analu Lacombe.

MPB, rap, funk, pop, música indígena, afro-brasileira e músicas do mundo também participam da semana com Negravat, Chico Salem, Lucas Santana, os rappers MC Kunumi e Olivio Jekupé, Paulo Freire, Leticia Coura  e Revista do Samba, Consuelo de Paula, Izabel Padovani e Kaique Theodoro, o grupo Saminina, de forró.

A Semana acontecerá em outras regiões com ações pontuais e a leitura do Manifesto do Artigo Quinto em boa parte dos espetáculos levados pela cidade.

Na terça, dia 18, o programa-manifesto prevê um encerramento apoteótico, com a participação de Chico Cesar, Orquestra Mundana Refugi, formada por músicos refugiados,  Sérgio Mamberti, Cassio Scapin, Mc Kunumi e Olívio Jekupé (Guaranis), Negravat, Izabel Padovani e Ronaldo Saggiorato, Leticia Coura e Revista do Samba, Victor da Trindade, Lucas Santana, Banda Mirim, Chico Salem,  a banda Orquídeas do Brasil, que acompanhava Itamar Assumpção,  o Coletivo Linhas de Sampa, grupo que se reúne para bordar como forma de fazer política, e o Bloco de Carnaval “Ano Passado eu Morri, mas esse Ano eu não Morro”.  E claro, o “Samba do Artigo Quinto”, cantado e dançado com sua enfática coreografia. mestre de cerimonia eduardo silva, sai amanda , coral adulto da emesp – escola munic de musica

Outras cidades

Algumas cidades do interior de São Paulo – Campinas, São José do Rio Preto, Mairiporã, São José dos Campos, Piracicaba, Ribeirão Preto, Jacareí, Matão, Americana, Sorocaba, Capivari, Suzano, Franco da Rocha e Francisco Morato -, e também de outros estados – Belo Horizonte, Minas Gerais e Crato, no Ceará- aderiram à ideia e estão organizando ações engajadas com o mote da Semana: arte livre para todos.

Importante salientar que a Semana resgata o Movimento Arte Contra a Barbárie, lançado em 1999, como manifesto e mobilização inicial de sete companhias teatrais contra a mercantilização da cultura e em prol da construção de uma política cultural pública e democrática.

 

Programação (sujeita a alterações) – também no   https://www.artigoquinto.art.br/

Dia 11/02 (terça), 12h – Abertura – em frente ao Theatro Municipal

Fabiana Cozza, Ari Colares, Benjamim Taubkin, Ilú Obá de Min, Denise Fraga, Renato Borghi, Regina Machado e Cacá Machado, Coral Vozeiral, Cia Coral Mawaca, Coral Poucas e Boas, Clarisse Abujamra, Lari Finochiaro, Vozes Bugras, Simone Sou, Madalena Bernardes, Linhas de Sampa.

Leitura do Manifesto: Denise Fraga e Renato Borghi.

Ilu Obá de Min

Samba do Artigo Quinto, com letra de Newton Moreno e música de Fernanda Maia, cantado e dançado com coreografia criada por 10 coreógrafos

Coros: Vozeiral, Mawaca e Poucas e Boas.

Grupo de dança circular, coordenado por Andrea Leoncini.

Leitura do poema “Aos que virão depois de nós”, de Bertold Brecht, por Clarisse Abujamra.

Linhas de Sampa – bordado como forma de protesto.

Mestres de Cerimônia: Palhaço Federal e a atriz e cantora Amanda Acosta.

Dia 12/2 (quarta), 12h – em frente ao Theatro Municipal

Cia do Feijão (teatro), Cia Cartum (artes visuais), Cris Eifler, Grupo Dyroa Baya e Grupo de Teatro Comuns (teatro), Grupo Dyroa Baya (performance ritual da etnia Tariano), Coletivo Flores pela Democracia (instalação), Sá Menina (música).

Mestre de Cerimônia e leitura do Manifesto: Palhaço Federal.

 

Dia 13/2 (quinta), 12h – em frente ao Theatro Municipal

Balangandança, Damas do Trânsito e os Bucaneiros, A Digna Cia, Quasi, Faz e Conta, ‘Frida Kahlo”, com Christiane Tricerri e Rubens Caribé; Dos Porquês e “Eu em ti” (Cia Carne Agonizante).

 

Dia 14/2 (sexta), 12h – em frente ao Theatro Municipal

Leitura do Manifesto: Sérgio Mamberti

Banda Poin – Pequena Orquestra Interativa

Samba do Artigo Quinto com coreografia

Regina Machado, Simone Sou, Fio da Terra, Toninho Carrasqueira e Sergio Burgani, Coletivo Bárbaro, Consuelo de Paula, Circo Mínimo (D. Quixote), MC Kunumi e Olívio Juruoé (Guarani), Vanessa Soares, Janemô, Salloma Salomão e as profetas do após calipso, Aloysio Letra,

Samba do Artigo Quinto com coreografia

Linhas em Sampa – bordado como forma de protesto

Mestre de Cerimônia: Luis Miranda

Dia 15/2 (sábado), 12h – em frente ao Theatro Municipal

Caco Mattos (“Quer dançar comigo?”), Caixa de Imagens, Andréa Soares/Núcleo Pé de Zamba (“Avessos”), Kaique The, Saminina, Diego Gonzalez e La Pataca, Marcio Guimaraes.

 

Dia 16/2 (domingo), 12h – Av Paulista, esquina com Rua Peixoto Gomide

Sônia Yushiyama; La Minima, Bia Salles, Samba do Artigo Quinto e Sussurro Poético.

Mestre de cerimônia: Federal

 

17/2 (segunda), 12h – em frente ao Theatro Municipal

Pascoal da Conceição, Cia Teatro Rocokóz, CrêSer, Meltdown/ Mariana Molinos e Cia Velha Companhia, George Furlan, Anne Courtouis, Gabriela Bassani, João Silva, Luzeiro.

 

Dia 18/2 (terça), 12h – em frente ao Theatro Municipal

Chico Cesar, Orquestra Mundana Refugi, Cassio Scapin, Fabiano Augusto leitua manifesto, Negravat, Izabel Padovani e Ronaldo Saggiorato, Revista do Samba (Leticia Coura), Victor da Trindade, Lucas Santana, Banda Mirim, Orquídeas do Brasil, Chico Salem, Coral Adulto da EMESP, Daniel Cornerro, Linhas de Sampa, Bloco Ano Passado eu Morri, mas esse Ano eu não Morro.

Leitura do Manifesto: Cassio Scapin e Fabiano Augusto

Coreografia do Samba do Artigo Quinto cantada e dançada

Coral Adulto da EMESP – Escola Municipal de Música

Linhas em Sampa – bordado em forma de protesto

Bloco Ano Passado eu morri mas esse Ano eu não Morro

Mestre de Cerimônia: Eduardo Silva.

A programação está sujeita a modificações e poderá ser confirmada no site artigoquinto.art.br

*Participações confirmadas

Fabiana Cozza, Chico Cesar, Ilú Obá de Min, Sérgio Mamberti, Denise Fraga, Renato Borghi, Guto Lacaz, Cassio Scapin, Clarisse Abujamra, Amanda Acosta, Mawaca, Badi Assad, Banda Mirim, Grupo Caixa de Imagens, Pascoal da Conceição, Christiane Tricerri, Rubens Caribé, Cia Carne Agonizante (Sandro Borelli), Fernando Alves Pinto, Pedro Vicente, Regina Machado, Vozes Bugras, Negravat, Madalena Bernardes, Chico Salem, Benjamin Taubkin e Ari Colares, Mc Kunumi, Olívio Jekupé, Banda Poin, Cia do Feijão, Teatro Cartum, Paulo Freire, Circo Mínimo, Cia Teatro de Rocokós, Federal, Sonia Ushiyama, Caco Mattos, Orquestra Mundana Refugi, Izabel Padovani, Balangandança, Damas do Trânsito e os Bucaneiros, Analu Lacombe, Consuelo de Paula, Simone Sou e Alfredo Bello, Orquídeas do Brasil, Andrea Soares/ Núcleo Pé de Zamba, Lari Finocchiaro, Coletivo Linhas de Sampa, Bando do Teatro dos Comuns, La Pacata, Grupo Dyroa Baya, Kaique Theodoro, grupo Guarani de Parelheiros, Sussurro Poético e muitos outros. Participação por vídeo, nas redes, de Stella Miranda.

*Artistas e grupos de Produção, Programação, Comunicação, Manifesto e Finanças, num total aproximado de 56 profissionais, estão trabalhando voluntariamente, sem cachês, para realizar a Semana. Produtores, atores, designers gráficos, fotógrafos, assessores de imprensa, cantores, educadores, dramaturgos, roteiristas, diretores teatrais, bailarinos, artistas circenses, coreógrafos, bailarinos, músicos, compositores e cineastas uniram-se ao Movimento Artigo Quinto para lutar pela liberdade de expressão, pela democracia e contra o desmonte da Cultura.

APOIO:  Radar Sound, Usina Sonora, Gustavo Breier e Bruta Flor


O QUÊ?

Semana da Arte contra a Barbárie

QUANDO? ONDE?

De 11 a 18/2 – das 12h às 13h

Theatro Municipal – escadaria externa

Com exceção do dia 16, que será na Avenida Paulista, esquina com a Peixoto Gomide.


Publicação de @darlenecarvalho — Obrigada, Elaine Calux, pelo texto!

ATO CONTRA O FEMINICÍDIO | SÁBADO, 8/2/2020

O convite de hoje é pra uma manifestação popular em repúdio ao feminicídio. O cartaz traz a foto de Magó (Maria Glória Poltronieri Borges), brutalmente assassinada em 25/01/2020. Mais informações sobre essa tragédia aqui.

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A passeata  acontece hoje [08/02/2020], sábado, concentração às 14h na praça do ciclista [Av. Paulista x Av. Consolação] e, às 15h, todos caminharão até o Theatro Municipal. O ato é organizado por mulheres, artistas e capoeiristas de São Paulo e região, de forma autônoma e espontânea, em repúdio à violência de gênero e em memória daquelas que morreram por serem mulheres.

A vida pede passagem – #MagóPresente – #nenhumaamenos é uma manifestação política e de conscientização, cuja essência é chamar atenção para os índices crescentes de feminicídio e violência contra a mulher. No outro extremo, é também uma celebração à vida – a grande missão de Maria Glória em seus 25 anos de vida. Por isso, procuramos congregar expressões culturais diversas que fizeram parte e inspiravam sua vida e trabalho, como a capoeira, a dança, a poesia, a arte circense, o samba de roda e o maracatu. Todas as formas de manifestação artística são bem-vindas, pois, apesar de ser sobre o assassinato de mulheres, é da vontade de seus familiares e amigos que este ato seja focado na celebração da vida – exatamente o que Maria Glória gostaria e faria se estivesse viva.

Maria Glória Poltronieri Borges era artista e produtora. Dividindo seu tempo entre São Paulo e Maringá, se dedicava à pesquisa em dança, improvisação e educação somática. Formada em Ballet Clássico, em 2011 iniciou sua pesquisa e estudos em dança contemporânea, contato e improvisação e métodos de educação somática. Integrou a Cia Carne Agonizante (SP) com direção de Sandro Borelli (2014 a 2016) e o Núcleo Improvisação em Contato/NIC (SP) com direção de Ricardo Neves (2014 a 2017). Estudou circo na Associazone ArterEGO (BO-ITA) em 2017. Por meio da Cia Duo Due, iniciou e desenvolveu os trabalhos “Onomatopéias Silenciosas” e a pesquisa e criação do espetáculo “Fragile”, junto a Ana Clara Poltronieri, sua parceira e irmã. Em 2019, em parceria com a DJ Chá di Lirian, realizou o espetáculo “Noite Oceânica, Geral Sentiu”. Produtora e articuladora cultural, idealizou diversos projetos em benefício da cidade de Maringá, como o ProjecT.aTo – A Dança como Ato, o Ciclo de Vivências em Danças Circulares Sagradas e a Formação Continuada em Dança. Praticante de capoeira angola e percussionista desde 2012, na Associação Cultural Capuera Angola Paraguassu, liderada por Mestre Jaime de Mar Grande, além de integrante do Grupo Sambaiá de Samba Raiz, de Maringá, desde 2018. Maria Glória era defensora dos animais e da natureza, dos povos originários, do amor, da generosidade e da abundância. Era um ser altamente espiritualizado.

Este ato é apoiado pelas seguintes entidades, grupos e coletivos:
▪A Corda Samba de Roda – Salvador (BA)
▪Academia de João Pequeno de Pastinha (CECA) – Matriz Salvador (BA)
▪Academia de João Pequeno de Pastinha (CECA) – São Paulo (SP) – Mestra Dedê
▪Associação Cultural Eu Sou Angoleiro (ACESA) – Belo Horizonte (MG) – Mestre João
▪Africanamente Escola de Capoeira Angola
▪Angoleiras de Upaon Açu – (MA)
▪Angoleiras Sampa
▪Angoleiros da Serra
▪Angoleiros do Mar – Paris
▪Angoleiros do Sertão
▪Associação Cultural de Capoeira Angola Cativeiro
▪Associação Cultural de Capuêra Angola Paraguassu
▪Associação de Capoeira Angola Dobrada (ACAD) – Belo Horizonte (MG)
▪Associação de Capoeira Angola Relíquia Espinho Remoso
▪Associação de Capoeira Axé Bahia – Ilha de Boipeba (BA)
▪Associação de Capoeira Ngolo Ia Muanda – Santiago (CHILE)
▪Bando Maré de Março Capoeira Angola – Belo Horizonte (MG)
▪Bando Tupinambá Capoeira Angola
▪Campoeira Pueblo Libre – Talagante (CHILE)
▪Capoeira Angola – Escola Mutungo
▪Capoeira Flor de Angola – Colônia (ALEMANHA)
▪Centro de Capoeira Angola Angoleiro Sim Sinhô (CCAASS)
▪Centro de Capoeira Luz Di Angola – Olinda (PE)
▪Colectivo Nenhuma Angoleira a menos
▪Coletivo Camaradagem – Cidade do Mexico (MÉXICO)
▪Coletivo Chamada de Mulher
▪Coletivo Donas Marias – Uberlândia (MG)
▪Coletivo Feminista Flores de Angola (PA)
▪Coletivo Nacional de Manas pela Conservação da SocioBiodiversidade
▪Coletivo Pretas Angoleiras
▪Coletivo Terrêzu – Belo Horizonte (MG)
▪Comunidade Cultural Quilombaque
▪Comunidade de Contato Improvisação de São Paulo
▪Dandara Coletivo de Mulheres Capoeiras – Roma (ITÁLIA)
▪DAS, Dispositivo de Artes Experimentais – Bolonha (ITÁLIA)
▪Equilibri, Festival Internacional de Circo – Bolonha (ITÁLIA)
▪Escola de Capoeira Angola Ifé
▪Escola de Capoeira Angola Raiz Negra – São José dos Campos (SP)
▪Escola Matumbé Capoeira Angola – (ITÁLIA)
▪Eu sou angoleiro – Belém do Pará (PA)
▪FICA – Bahia
▪FICA – Chicago (EUA)
▪FICA – Filadélfia (EUA)
▪FICA – Florianópolis
▪FICA – ITÁLIA
▪FICA – Santiago de Compostela (ESPANHA)
▪FICA – Alto Paraíso de Goiás
▪FICA – Barcelona (ESPANHA)
▪FICA – Berlin (ALEMANHA)
▪FICA – Bogotá (COLÔMBIA)
▪FICA – COSTA RICA
▪FICA – Distrito Federal
▪FICA – Fortaleza
▪FICA – Goiás
▪FICA – New York (EUA)
▪FICA – Valença
▪Flor no Asfalto Capoeira Angola
▪Formação em Esquizoanalise: perspectiva transdisciplinar da clínica – RJ
▪Grupo de Capoeira Angola Cabula (GCAC) – Salvador (BA)
▪Grupo de Capoeira Angola Volta ao Mundo (GCAVAM) – Vitória (ES)
▪Grupo Filhos de Angola (GCFA ) – Mestre Laércio
▪Grupelho – Grupo de Estudos e Ações em Filosofia e Educação FaE/UFMG
▪Grupo Angola de Ouro – Belo Horizonte (MG)
▪Grupo Candeia de Capoeira Angola – (MG) – Mestra Alcione
▪Grupo de Capoeira Angola (ATE) – Rosário (ARGENTINA)
▪Grupo de Capoeira Angola Camujerê (GCAC)
▪Grupo de Capoeira Angola de Minas
▪Grupo de Capoeira Angola do CEPEUSP
▪Grupo de Capoeira Angola Ginga Erê – Florianópolis (SC)
▪Grupo de Capoeira Angola Irmãos Guerreiros
▪Grupo de Capoeira Angola Mocambo de Aruanda
▪Grupo de Capoeira Angola Volta ao Mundo – (GCAVAM) – (RJ)
▪Grupo de Capoeira Angola Volta do Mundo – Bogotá (COLÔMBIA)
▪Grupo de Capoeira Angola Zimba
▪Grupo de Capoeira Angolinha (GCANG) – (RJ/PA)
▪Grupo de Capoeira Irmandade de Angola
▪Grupo de Capoeira Ngolo Nguzu – Olinda (PE)
▪Grupo de Estudos Angolas Almar de Capoeira Angola e Cultura Popular
▪Grupo de Estudos e Intervenção Feminista Marias Felipas
▪Grupo de Iuna de Capoeira Angola – Belo Horizonte (MG) – Mestre Primo
▪Grupo Nova Geração de Angola – (SP)
▪Grupo nZambi de Capoeira Angola
▪Grupo São Bento Pequeno de Capoeira Angola – (BRASIL e ITÁLIA)
▪Guerreiros de Senzala
▪Herança de Angola – Olinda (PE)
▪Instituto Aluandê de Capoeira Angola (RJ)
▪Instituto Nzinga Capoeira Angola
▪Laboratório de Grupos, Instituições e Redes Sociais – L@gir/UFMG
▪Malungo Centro de Capoeira Angola – (BA/PA)
▪Mandingueiros do Amanhã – (MA)
▪Marakatimba Percussões – Bolonha (ITÁLIA)
▪Movimento Cadê Salomé – (TO)
▪Movimento Mulheres Angoleiras de Ubatuba
▪Movimento Mulheres do Mar
▪Movimento Rio é Rua
▪Ngoma Capoeira Angola – Rio de Janeiro (RJ)
▪Núcleo de Artes Afrobrasileiras da USP
▪Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI) / IFTO – Araguatins (TO)
▪Organização Beneficente, Social e Cultural Nzo Musambu Hongolo Menha- Casa do Arco-Íris
▪Rede Festivais de Circo
▪Só Angola, Associação de Capoeira Angola do Estado de Goiás – Goiânia (GO)
▪Só Angola – (TO)
▪TERREIRO Capoeira – Distrito Federal – M. Mafú
▪TERREIRO Mandinga de Angola (TMA) França

O QUÊ?

Ato contra o feminicídio em São Paulo.

QUANDO? ONDE?

Sábado, 08 de Fevereiro de 2020. Encontro na praça do ciclista [av. paulista x av. consolação] e passeata a partir das 15h até o Theatro Municipal de São Paulo.


Publicação: @darlenecarvalho — Obrigada pela contribuição, Elaine Calux!

QUARTO 212 ESTRÉIA EM 14 DE MARÇO DE 2020

Quarto 212 — O novo filme do diretor Christophe Honoré com Chiara Mastroianni e Vicent  Lacost estréia nos cinemas no dia 19 de  março de 2020.

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Chiara Mastroianni ganhou o primeiro prêmio de Melhor Atriz em Cannes (2019) pela atuação nesse filme. E pra quem tem curiosidade sobre a biografia de Chiara, ela é filha de Catherine Deneuve e de Marcelo Mastroianni. =) A atriz trabalha há anos com o cineasta Christophe Honoré, sua carreira artística inclui os filmes: Canções de Amor (2007); A Bela Junie (2008); Não, minha filha, você não irá dançar (2010); Bem amadas (2012). O ator e cantor  Benjamin Biolay que no filme interpreta o marido de  Chiara Mastroianni, também é seu marido na vida real. =P

Assistam o trailer legendado do filme Quarto 212:

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Título Original: Chambre 212
Direção e Roteiro: Christophe Honoré
Produção: Philippe Martin, David Thion
Fotografia: Rémy Chevrin
Edição: Chantal Hymans
Direção De Arte: Stéphane Taillasson
Música: Valérie de Loof, Angelo Dos Santos, Nicolas Leroy, Agnès Ravez
Figurino: Olivier Bériot
Gênero: Comédia dramática
País: França
Ano: 2019
Cor
Duração: 86 minutos


O QUÊ?

Filme: Quarto 212 (Chambre 212)

QUANDO?

Estréia: 19/03/2020 nos cinemas.


Para saber mais sobre esse filme:


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Publicação @darlenecarvalho — Obrigada, Elias, por sua colaboração constante. <3

O MÁGICO DE OZ NO TEATRO BIBI FERREIRA

Venho contar pra vocês que está em cartaz o espetáculo teatral O MÁGICO DE OZ no Teatro Bibi Ferreira. Começou hoje, mas se você não sabia, programe-se para os próximos sábados e conte aos amigos sobre isso.

O Mágico de Oz

Ah! Você não conhece a história? Acompanhe a sinopse disponibilidade pela assessoria de imprensa do Teatro Bibi Ferreira:

Dorothy é uma garotinha que vive em uma fazenda com seus tios. Quando um
tornado chega à região onde ela mora, a menina e seu cachorro são carregados pelo
ciclone e aterrisam na terra de Oz, caindo em cima da Bruxa Má do Leste e a matando. Dorothy, após tal acidente, é vista como uma heroína, mas o que ela quer é voltar para a sua casa. Para isso, precisará da ajuda do Poderoso Mágico de Oz que mora na Cidade das Esmeraldas. No caminho, ela é ameaçada pela Bruxa Má do Oeste, que culpa Dorothy pela morte de sua irmã, e encontrará três companheiros: um Espantalho, sem cérebro cérebro, um Homem de Lata sem coração e um Leão sem coragem.

Texto: “O Mágico de Oz” de Lyman Frank Baum
Adaptação: Carmen Sanches
Direção: Luiggi Francesco
Coreografia: Roberto Azevedo
Trilha sonora: Izildo Galindo
Elenco: Julia Palmeira, Theo Moraes, Mário Has, Izildo Galindo e Carmen Sanches
Classificação: livre


O QUÊ?

O Mágico de Oz

QUANDO?

Fevereiro/2020 — Sábados às 15h.

QUANTO?

Ingressos: R$ 50 ou R$ 25.

ONDE?

Teatro Bibi Ferreira
Av. Brigadeiro Luís Antônio, 931 – Centro  – São Paulo – SP
Informações: (11) 3105-3129 / WhatsApp (11) 9 8904-9950


Boa programação cultural pra você!


@darlenecarvalho © Darlene Carvalho