MCD LAB#3 FAKE SUNSET 2011

Nesse sábado acontece a Premiere do MCD LAB#3 Fake Sunset 2011 na Galeria Logo em São Paulo com a participação de dez artistas (brasileiros e norte-americanos).

Arte, música, cultura, conhecimento e troca de experiências: com foco nesses pilares a MCD criou o projeto MCD LAB. A primeira edição, em 2009, promoveu uma ocupação em São Paulo, misturando diferentes manifestações criativas e abrindo portas para novas estéticas. Em 2010, o projeto criou um intercâmbio com a cena cultural de Berlim, principal destino criativo da Europa, trazendo artistas e diferentes olhares para cena artística daqui.

A série de exposições inicia no dia 30 de julho na Galeria LOGO. Além de 10 serigrafias feitas exclusivamente para o MCD LAB#3, o evento conta com duas performances audiovisuais: Vallejo Sunset, projeto musical lo-fi do artista Sesper, e do beatmaker Slop, influenciado por sonoridades californianas. Tem também a discotecagem anos 80 bizarra do artista Matt Furie e projeções que incluem o jogo de vídeo game “Return of the Quack”, que carrega sua arte.

Confira mais sobre o evento aqui: MCDBrasil.

O Quê?

Premiere do MCD LAB#3

Performances audiovisuais de Matt Furie e VAllejo Sunset (Sesper e Slop).
Artistas: Sesper (SP), Lucas Cabu (SP), Fabio Bitão (SP), Talita Hoffmann (Porto Alegre), Anthony Nathan (Curitiba), Lucas Torres (Belo Horizonte), Alberto Monteiro (Rio de Janeiro), Aiyana Udesen (EUA), Matt Furie (EUA), Jeremy Fish (EUA).

Quando?

Sábado, 30 de Julho de 2011, das 16h às 21h.

Quanto?

Entrada Franca.

Onde?

Galeria Logo
Rua Arthur de Azevedo, 401 – Pinheiros (mapa)

Por Darlene Carvalho
Colaboração de Cláudia Palma

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ARTES VISUAIS E AUDIOVISUAIS, PERFORMANCES, INSTALAÇÕES SOBRE O CORPO NO SESC POMPÉIA.

TRIPÉ | CORPO

O corpo ou partes do corpo representados de variadas formas: escultura, fotografia, instalação, desenho e vídeo no Hall do Teatro do Sesc Pompéia. São trabalhos de três artistas: Bárbara Rodrigues, Rosa Esteves e Wilton Garcia. Gavetas de máquina de costura, parafina, vidro, imagens fotográficas, suportes de ferro, utensílios de aço, esses são alguns dos materiais utilizados na construção das obras.

Pupas, 2003. Cerâmica e relicário. 25x17cm. Rosa Esteves.

Pupas, 2003. Cerâmica e relicário. 25x17cm. Rosa Esteves.

15 min. Bárbara Rodrigues.

Orvalho, 2008. Videoperformance. Duração: 15 min. Bárbara Rodrigues.

A boca de Segall (2007). Desenho de nanquim e guache, em digital. Wilton Garcia

A boca de Segall (2007). Desenho de nanquim e guache, em digital. Wilton Garcia

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GRÁTIS: CAFÉ FILOSÓFICO EM SÃO PAULO

Sabe aquele programa maravilhoso que passa na TV Cultura às 22h do domingo (reprise às 03h40 da segunda-feira) chamado Café Filosófico da CPFL Cultura? Pois é! O programa que há cinco anos é gravado na cidade de Campinas, terá seus encontros realizados também no Tom Jazz em todas as quartas-feiras. E o melhor: não precisa pagar nada para assistir!

Público atento durante o Café Filosófico. Fotografia de Damião.

Público atento durante o Café Filosófico. Fotografia de Damião.


Os temas fazem parte de um bloco intitulado A MASCULINIDADE HOJE, que conta com curadoria de Maria Rita Kehl e do jornalista e mestre em cinema Inimá Simões, e terá uma programação contínua de cinco apresentações, com diferentes especialistas. Veja a seguir.

PROGRAMAÇÃO

01 de Outubro

Maria Rita Kell (psicanalista)
Homens em Crise ou Masculinidade em Questão?
Em debate a crise de identidade do homem nos dias de hoje, o lugar do feminino e a linha tênue que separa estes dois gêneros. Após o evento haverá o lançamento do livro Deslocamentos do feminino (Imago), de Maria Rita Kehl.

08 de Outubro

Tai Castilho e Paulo Fernando Pereira de Souza (terapeutas de família)
O masculino e o feminino nas famílias contemporâneas.

15 de Outubro

João Silvério Trevisan (escritor e cineasta)
Homoerotismo e o fantasma masculino.

22 de Outubro

Sócrates Nolasco (psicoterapeuta)
De Tarzan a Homer Simpson: banalização e violência masculina nas sociedades de hoje.

29 de Outubro

Inimá Simões ( curador)
O masculino: obsoleto ou sem rumo?

Café Filosófico CPFL CulturaTodas as quartas-feiras, às 20h30.
Ingresso gratuito: retirar com uma hora de antecedência do início do evento.
Capacidade da casa: 180 pessoas.
Tom Jazz: Avenida Angélica, 2331 – Higienópolis.
Telefones: (11) 3255-0084 / 3255-3635.

DICA:

Você que aprecia bastante o Café Filosófico, pode usufruir de programas gravados anteriormente sabe aonde? No Centro Cultural São Paulo, ao lado da estação Vergueiro do metrô. Vá até o setor de audiovisual dentro da Biblioteca e peça para assistir aos dvds. Há muitos títulos disponíveis! Pelo que soube, ainda não emprestam, mas é possível assistir lá mesmo.

Por Darlene Carvalho
Fonte: CPFL

MESA-REDONDA SOBRE AS IMAGENS DO FUTURO E O FUTURO DAS IMAGENS | 08 de Agosto, sexta-feira.


Clique na imagem para ver o convite do evento.

O cinema 4K (8 milhões de pixels).

Coordenação: Jane de Almeida (Universidade Mackenzie e UCSD)
Debatedores: Sheldon Brown (CRCA/UCSD), Todd Margolis (CRCA/UCSD), Peter Otto (UCSD), Mark Toillion (UCSD), Nori Suzuki (Zaxel)
Onde: FILE SYMPOSIUM (auditório do Sesi no prédio da FIESP)
Quando: 08 de agosto (sexta-feira) das 17h00 às 19h00

Debate com projeção de todos os 14 filmes em 4K sobre o futuro da imagem e o cinema de 8 milhões de pixels

110 anos depois a tecnologia digital sonha mais uma vez substituir o cinema, agora com a potência de uma projeção com a resolução de mais de 8 milhões de pixels por frame. Recentemente, a resolução 4k foi estabelecida como a imagem padrão do cinema digital recomendada pela DCI (Digital Cinema Initiatives), uma associação dos sete maiores estúdios de Hollywood. 4k refere-se ao número de pixels horizontais, 4.096 (multiplicados por 2.160 pixels verticais gerando os 8.847.360 pixels). Trata-se de uma imagem 4 vezes mais definida que a HD e 24 vezes mais definida que a da televisão tradicional. Mas que cenas, que enquadramentos, que tipo de imagem inaugura esse cinema? A princípio, uma imagem incrivelmente nítida, com cores e detalhes vívidos, brilhos intensos e impressionante transparência.

Como no início do cinema, os filmes são curtíssimos, de no máximo 6, 7 minutos, geralmente com apenas um enquadramento, mostrando performances musicais, pontos de vista turísticos e pequenos esquetes ainda sem títulos ou créditos. São mais experimentos tecnológicos do que invenções narrativas. E, diferentemente do primeiro cinema, há os filmes gerados pela própria máquina, sem referência externa, computadorizando imagens. Dos exemplos mais recentes, temos experimentos com a estética de games ou experimentos com o balanço espacial das visualizações científicas que temporalizam as dimensões internas e externas de micro e macro objetos. No primeiro caso, a imagem não é o mais importante, pois o que se busca é a interação entre a máquina e o jogador no sentido do toque participativo, do gesto do jogo. Porém, Scalable City é uma experiência de game que inclui projeção em 4k e que nos remete a uma espécie de desconstrução temporalizada em movimento de um tipo de arquitetura como a de Frank Gehry. Scalable City, de Sheldon Brown, nos oferece em movimento, em tela bidimensional, a dimensão grandiosa de uma experiência arquitetônica. No segundo caso, pode-se prever o uso didático e impactante de galáxias distantes em planetários e visualizadores de imagens imaginárias. Talvez essa projeção seja mesmo apropriada para um tipo de brilho futurista, de sonhos científicos dos lugares distantes do olho humano.

Jane de Almeida

Clique aqui para mais informações.

+zero no FILE Hipersônica 2008 | Dia 06 de agosto de 2008

Foto de Hector Guinez

Descrever uma apresentação do +zero não é tarefa fácil,  há porém um senso comum: é uma experiência audiovisual. Mas não é só isso. É uma experiência muito pessoal. A minha posso dizer é uma experiência intergalática: é sentir as vibrações, sensações e outros“ões”.
Não sei dizer o que é, mas posso dizer o que não é.
Não é show.
Não é dança.
Não é teatro.
Não é música.

Vídeo Giovani Castelucci

Minha capacidade limita-se apenas a apreciar (e recomendo), capaz de definir só mesmo o grande dominador Napoleão Bonaparte, eis suas sábias palavras acerca do +zero:

+zero do brasil, performance recombinatória sonora visual composta pelos seguintes atos: “o mundo como vontade e como representação”, “matuck entrevista gerson de abreu”, “rivelino toca pra tostão, que passa pra gerson, que abre na ponta para pelé, que chuta pro gol e é goooollll de pelé!” e “experimento 3”.
tal performance dá continuidade a pesquisa que vem sendo desenvolvida pelo +zero há tempos, onde signos são lançados em abismo aberto por aparelhos digitais e se (re)encontram de forma inusitada em plena queda livre. este abismo lúdico não é novo, já que a novidade não interessa ao +zero. a busca pelo novo se mostra ultrapassada na era dos aparelhos recombinantes, onde tudo já virou mercadoria (paradigma marxista) e agora se apresenta novamente como fluxo luminoso, facho radiante de luz (realidade pós-marxista).
os aparelhos emitem luz de diversas formas. situação que configura a era dos aparelhos, que se diferencia da era das máquinas [machines] por ser lúdica e proporcionar o brincar. brincar de permutar símbolos com a luz.
os aparelhos estão a serviço deles próprios, espécie de auto diálogo da mesmice, loop técnico, labirinto cuja chave de acesso e de saída se dá pela confusão reticular causada por camadas sobre camadas. a vertigem é inerente a todo este processo dominístico, já que se trata de dominação por parte de procedimentos de digitalização infinitos.
o que está aqui detalhado surge da necessidade de dar algum tipo de legibilidade, mesmo que precária e provisória, a um mundo onde os aparelhos estão cada vez mais presentes, gerando signos em profusão enorme e a velocidade até então inédita na história da civilização.
de resto, o +zero do brasil é experiência constituída, centralmente, por linguagens híbridas, indices da contemporaneidade. a inspiração para tal perfomance abismática hibridizante surge da observação das obras baironescas, principalmente.
sendo o acima verdadeiro, damos fé.

O +zero irá se apresentar no FILE Hipersônica 2008, um evento dentro FILE 8 milhões de Pixels, que dá ênfase às manifestações musicais, sonoras, visuais e performáticas da arte eletrônica.

Dia 06 de agosto às 20hs.
Teatro Popular do Sesi
Avenida Paulista, 1313 em frente à estação Trianon-Masp
Grátis


Foto: +zero

P.S.: As roupas usadas pelos caras nas apresentações é de arrasar!

Por Ana Flávia Dias

FILE 2008 – OITO MILHÕES DE PIXELS | 05 a 31 de agosto.

 O Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE) deste ano acontecerá a partir do dia 05 até o dia 31 de Agosto, na Galeria de Arte do Sesi, em frente à estação Trianon-Masp do metrô. Trata-se do maior festival de arte e tecnologia do Brasil e da América Latina que estará aberto à visitação do público a partir das 11h às 20h na segundas-feira, terça-feira a sábado das 10h às 20h e das 10h às 19h no domingo. Entrada franca.

“Dada a diversidade da cultura digital, o FILE é um conjunto de vários festivais simultâneos: de música eletrônica, de games, inovações e grafites eletrônicos, além de cinema digital e documental. Inclui ainda um symposium internacional, um arquivo com mais de duas mil produções e um laboratório para o desenvolvimento de novos trabalhos: o FILE Labo, localizado no Centro Cultural SESI Vila Leopoldina – R. Carlos Weber, 835.” [Fonte: Release da Assessoria de Imprensa do File por Eliane Weizmann.]

Para participar do FILE – HIPERSÔNICA, é só adentrar o prédio do Centro Cultural Fiesp (a Galeria de Arte do SESI localiza-se lá também, portanto, é o mesmo endereço — vide abaixo), descer a escadaria ao fundo e chegar ao Teatro do Sesi. A programação está limitada do dia 05 a 8 de Agosto, às 20h. É preciso retirar o convite no dia do evento, a partir das 12h. Já o FILE – SYMPOSIUM será no Mezanino do Centro Cultural Fiesp, também do dia 5 ao dia 8 de Agosto, das 14h às 19h. Para este, é preciso inscrição, faça a sua no site do FILE.

Galeria de Arte do SESI – Av. Paulista, 1313.
Informações: 11 3146-7405 / 3146-7406.
Agendamento de grupos: de segunda-feira a sexta-feira, das 10 às 13h e das 14 às 17h, pelo telefone 3146-7396, falar com Leni.

Depois todas essas informações importantes para que você esteja presente nesses eventos, aproveite para ler, em primeira mão, o texto da curadoria do FILE cedido ao agendacult por Cícero Silva. Aliás, meu agradecimento especial a ele por colaborar com o blog.

A curadoria da mostra é de Jane de Almeida, professora na Universidade da Califórnia em San Diego (UCSD) e na Universidade Mackenzie. Leia o artigo OITO MILHÕES DE PIXELS EM IMAGENS DE QUATRO QUILATES: 4K no restante desse post.

Por Darlene Carvalho Continue reading →

P-LUGAR | 23 de Abril

Acontece nessa quarta-feira a segunda edição deste ano do P-LUGAR, evento que reune músicos, artistas audiovisuais e muita coisa boa. :)

Convido todos, novamente, a tomar um sorvete na Soroko (lá do lado, no número 305 da augusta) e depois aparecer por lá.

Abaixo o cartaz (que eu fiz :) ) e o release do evento.

P-LUGAR é um evento bimestral dedicado à mostra da produção de música experimental brasileira, especialmente em situações nas quais é aliada a outras mídias (vídeo, performance, etc). Em cada apresentação, pelo menos dois grupos / artistas são convidados a apresentar seus mais recentes desenvolvimentos musicais. Em sua terceira edição, se apresentarão o Trio Marco04 e o D1G1GARD3N.

O Trio Marco04, formado por Henrique Iwao (teclado), Lucas Araújo (baixo), Mário Del Nunzio (guitarra), apresentará o espetáculo “Cinema Anêmico”, com trilhas sonoras ao vivo para filmes experimentais das décadas de 1920 e 1930. Serão exibidos filmes de artistas como Man Ray, Marcel Duchamp, Hans Richter e Ralph Steiner, dentre outros, num total de oito curtas, de diferentes países e tendências estéticas, com ênfase em obras de caráter não-narrativo.

Na sequência, o duo de música eletrônica D1G1GARD3N se apresentará, com o espetáculo “Chronos”. O espetáculo, uma crônica sobre o tempo, tem como objetivo explorar dois aspectos: a impiedosa passagem do tempo (que será evocada pela projeção de um gigantesco cronômetro) e a necessidade de registrar impressões subjetivas sobre a vida (por uma música subjugada ao tempo, que têm sua estrutura e sua pulsação baseadas na contagem do cronômetro).

P-LUGAR – Trio Marco04 + D1G1GARD3N
Local: R. Augusta, 325 (O Lugar – Cia. Corpos Nômades)
Data: 23/04, quarta-feira
Hora: 21h
Preço: R$15 / R$7,50
Tel: (11) 3237-3224
Sítio: www.myspace.com/plugar

Por Giovani Castelucci