GUERRILHEIRO NÃO TEM NOME

O grupo teatral Mata! apresenta o espetáculo ‘Guerrilheiro não tem nome’ em importantes teatros da cidade de São Paulo

Após temporada de sucesso no Espaço Pyndorama, Sede da Cia Antropofágica, o Grupo Teatral MATA! leva seu espetáculo “guerrilheiro não tem nome”, para três locais distintos da cidade de São Paulo e convida a população para imergir na verdadeira história do Brasil, tratando sobre um movimento revolucionário, contra a repressão da Ditadura Militar: a Guerrilha do Araguaia. As ações, que fazem parte do projeto contemplado na 3ª edição do Prêmio Zé Renato, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, contemplam apresentações no Teatro Leopoldo Fróes, Teatro Zanoni Ferrite e Centro Cultural São Paulo. Ótima oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a nossa história e sobre o trabalho do Mata!

Ditadura, Repressão e Revolução

Em tempos em que o tema “Ditadura” paira sobre muitas conversas, o Grupo Teatral MATA! apresenta o espetáculo “guerrilheiro não tem nome”, um espetáculo de relevância estética e política, que convida o público para uma imersão em um assunto complexo da história do Brasil: a Guerrilha do Araguaia.

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Após uma temporada no Espaço Pyndorama, Sede da Cia. Antropofágica, o grupo apresenta seu espetáculo nos dias 06, 07 e 08 de maio no Teatro Leopoldo Fróes, com entrada gratuita, seguindo para o Teatro Zanoni Ferrite e encerrando as ações do projeto no Centro Cultural São Paulo. Todas essas ações fazem parte do projeto “guerrilheiro não tem nome”, contemplado na 3ª edição do Prêmio Zé Renato, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

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O Grupo Teatral MATA! é formado por artistas que se uniram em prol do trabalho colaborativo de criação, tendo se iniciado como um grupo de estudos de temas relativos à formação cultural do Brasil, o teatro épico-dialético e o fazer teatral. Depois de dois anos de pesquisa e experimentos cênicos, o grupo foi contemplado com o edital PROAC – Primeiras obras, através do qual o espetáculo “guerrilheiro não tem nome” foi concebido.

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Agora, com o Prêmio Zé Renato, o grupo realiza apresentações gratuitas e convida o público para conhecer este trabalho que trata de um assunto tão obscuro da história do país e que jamais deve ser esquecido. O diretor Anderson Zanetti comenta: “Dar continuidade as apresentações deste espetáculo, é contribuir para a consolidação da memória histórica de uma democracia a ser continuamente aprimorada, tomando como lição o passado que ainda vive no presente”.

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O nome do grupo e o interesse pelo assunto surgiram do contato com o livro MATA! – O Major Curió e as guerrilhas no Araguaia, do jornalista Leonêncio Nossa, que teve acesso exclusivo ao lendário arquivo pessoal do major Sebastião Rodrigues de Moura, o Curió, um dos protagonistas da repressão da ditadura militar. O livro revela detalhes das torturas e assassinatos que vitimaram dezenas de pessoas na década de 1970 na região do Araguaia, além de expor um arrebatador panorama histórico do Bico do Papagaio e do sudeste do Pará. Mata! percorre quase duzentos anos na história da região, incluindo tragédias recentes como a exploração de ouro em Serra Pelada e os massacres de sem-terra, para compor um verdadeiro épico da desordenada ocupação do território amazônico a partir do século XX.

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A história da guerrilha chamou a atenção do Grupo Teatral Mata! pela sua força ideológica e a paixão dos jovens combatentes que morreram em nome de um país mais justo, livre da opressão contra o povo e da violência do Estado de Exceção promovido pelo golpe civil-militar de 1964. A saga dos jovens guerrilheiros do Araguaia, pouco conhecida e explorada no Brasil, perpassa os tempos e desemboca na história contemporânea do país. E os elementos de injustiça social, coronelismo, luta armada, corrupção, militarismo e tortura compõem a trama documentária do livro de Leonêncio, de uma maneira fragmentada, na qual um fio condutor linear dá lugar à totalidade histórica dos fatos. Por tudo o que a pesquisa acerca dessa luta nos mostrou, essa é uma história que não deve ser silenciada jamais, e nossa contribuição aparece por meio do nosso trabalho teatral, complementa Anderson.

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Guerrilheiro não tem nome

Sinopse

A partir de uma perspectiva poética coletiva, o espetáculo reconstrói os caminhos de alguns jovens que aderiram à Guerrilha do Araguaia e nela  descobriram o elo entre suas vidas e as contradições mais profundas da formação social do Brasil. O sonho por uma sociedade igualitária, o contato com a cultura local e a solidariedade revolucionária alimentaram a coragem daqueles que não retrocederam frente à violência do regime militar instaurado em 1964.

FICHA TÉCNICA
Direção e concepção dramatúrgica: ANDERSON ZANETTI
Criação dramatúrgica: COLETIVA
Atores: GABRIELA FELIPE, LEONARDO OLIVEIRA E VANESSA BIFFON.
Cenografia, figurino e arte gráfica: LUIZ FELIPE MACALÉ
Iluminação: LEONARDO OLIVEIRA
Assessoria de Imprensa: LUCIANA GANDELINI
Técnico de Iluminação: JOÃO ALVES
Direção musical e preparação vocal: BRUNO CORDEIRO
Coordenação de produção: VANESSA BIFFON
Produção: COLETIVA
Fotografia: ALAN SIQUEIRA
Contato Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini

O Grupo Teatral Mata!

O Grupo Teatral Mata!, formado por Anderson Zanetti, Leonardo Oliveira, Luiz Felipe Macalé e Vanessa Biffon, é um coletivo paulistano, que surgiu no final de 2012 e trabalha a partir dos conceitos de processo colaborativo e teatro épico-dialético. As primeiras ações se deram em forma de um grupo de estudos sobre teatro e assuntos relacionados à formação histórica e cultural do Brasil contemporâneo. A partir do início de 2013, o grupo entrou em contato com alguns livros que tratam da história da Guerrilha do Araguaia e passou a pesquisar o assunto com o interesse de transformá-lo em espetáculo teatral.

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A pesquisa estética do MATA! situa-se nos campos conceituais de processo colaborativo e processo coletivo de criação cujo trabalho de ator, a produção sonora e a cenográfica são voltadas para uma encenação de horizonte épico-dialético.

O grupo realizou em 2013 uma oficina de Iniciação ao Teatro do Oprimido na Biblioteca Monteiro Lobato e em 2014 uma ação performativa no Cordão da Mentira, evento anual realizado por coletivos artísticos e sociais. Depois de dois anos de pesquisa e experimentos cênicos, o grupo foi contemplado com o edital PROAC – Primeiras obras, através do qual este  espetáculo foi concebido e apresentado nas cidades de São Paulo, Santos, Diadema e Campinas. Neste projeto, “guerrilheiro não tem nome”, o grupo fez parceria com a Companhia do Feijão, através da cessão de espaço para ensaios e da orientação de expressão corporal realizada pela atriz Fernanda Haucke. Também foram realizadas uma oficina para jovens e adultos acerca da construção poética teatral e um ciclo de debates com o tema Guerrilha do Araguaia com convidados importantes como: Leonêncio Nossa, Romualdo Pessoa, Liniane Haag Brum e Michéas de Almeida – Zezinho do Araguaia.

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Depois da temporada de 2015, outra importante montagem foi apresentada no Rio de Janeiro e São Paulo, chamada “Guerrilheiras ou Para a Terra Não Há Desaparecidos”, com direção de Georgette Fadel e dramaturgia de Grace Passô. Esse espetáculo foi apresentado pelo Itaú Cultural com grande repercussão na imprensa especializada, que além de destacar a perspectiva estética, ressaltou a relevância do tema sobre a “Guerrilha do Araguaia”, sobretudo a partir da mulher, uma vez que a montagem trata exclusivamente do papel das guerrilheiras.

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Agora, em 2016, o grupo circula com o espetáculo “guerrilheiro não tem nome”, através do 3º Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo, já tendo se apresentado no Centro Cultural da Juventude, Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes, Espaço Pyndorama, Sede da Companhia Antropofágica e com apresentações em Maio no Teatro Leopoldo Fróes, Teatro Zanoni Ferrite e Centro Cultural São Paulo.

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Realização: 3º Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo.

Assista a entrevista com o diretor da peça:


Mais informações:


O QUÊ? QUANDO? ONDE?

‘Guerrilheiro não tem nome’, com o grupo teatral Mata!

Duração.: 80 min. Classificação: 16 anos.

Temporada no Teatro Leopoldo Fróes

Dias 06, 07 e 08 de Maio de 2016.

Sexta-feira e Sábado às 20h. Domingo às 19h.

Teatro Leopoldo Fróes — Rua Antônio Bandeira, 114, Vila Cruzeiro, São Paulo, SP.

Temporada no Teatro Zanoni Ferrite

Dias 13, 14 e 15 de Maio de 2016

Sexta-feira e Sábado às 20h. Domingo às 19h.

Teatro Zanoni Ferrite — Av. Renata, 163, Vila Formosa, São Paulo, SP.

Temporada no CCSP

Dias 28 e 29 de Maio de 2016

Sábado às 19h. Domingo às 18h.

CCSP – Sala Adoniran Barbosa: Rua Vergueiro, 1000, Paraíso, São Paulo, SP.

QUANTO?

Grátis.


Colaboração de Luciana Gandelini | Publicado por Darlene Carvalho

 

DANÇA: GRUPO ZUMB.BOYS — O QUE SE ROUBA

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“O que se rouba” é o título do espetáculo apresentado pelo Grupo Zumb.boys. É o primeiro grupo de danças urbanas a ser contemplado com o Fomento à Dança e que em sua formação possui bailarinos com diversos históricos na dança contemporânea e trabalhos em importantes companhias, como a do bailarino e coreógrafo Ivaldo Bertazzo.

Esse é um projeto bem especial que contou com uma pesquisa intensa, onde o grupo conversou com ladrões, policiais, filósofos, sociólogos e advogados, propondo uma reflexão sobre o que se rouba hoje em nossa sociedade, ponderando variadas possibilidades de roubos, ampliando a discussão e indo além do roubo material.

Em seu espetáculo anterior, o grupo fez uma pesquisa a partir da ótica do infrator, do ladrão, e agora trata do mesmo tema sobre outra perspectiva.

No espetáculo “O que se rouba” , o grupo trata do roubo de oportunidades, e analisa minuciosamente o que pode ser roubado hoje em nossa sociedade, falando acima de tudo sobre roubos imateriais.

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O QUÊ?

Espetáculo de Dança: O Que Se Rouba, Grupo Zumb.Boys

QUANDO? ONDE?

20, 21 e 22 de Novembro de 2015. Sexta e Sábado às 20h. Domingo às 19h.

Teatro Alfredo Mesquita

Av. Santos Dumont, 1770 – Santana.


08, 09 e 10 de Dezembro de 2015. Terça e quarta às 21h. Quinta às 19h.

CCSP – Centro Cultural São Paulo

Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso

QUANTO?

Entrada Franca


 

Colaboração de Luciana Gandelini / Publicado por Darlene Carvalho

SINTONIZAH NO CCSP

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Sintonizah é um documentário que revela a sintonia protagonizada pelo reggae no Brasil e Jamaica. O filme leva o espectador as raízes do gênero, que se infiltrouem São Luís do Maranhão, para vivenciar a cultura local, respondendo questões sobre a força de sua identidade em populações distintas.

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Dirigido por Lecuk Ishida e Willy Biondani, Sintonizah é o resultado do encontro de grandes figuras da música Jamaicana e apaixonados pelo reggae, que se aconchegam na pista de dança dos guetos, envolvidos pelas batidas, e fazem da música sua profissão, e razão de viver.

A descoberta nessa viagem musical é costurada pelos depoimentos de Stranjah (Alex Herbst), negociador de discos raros e pesquisador do filme, pelos músicos ícones Stranger Cole e Lone Ranger, que conduziu a equipe pelos pontos mais relevantes do cenário do reggae, como a visita ao Studio One para o bate-papo com o proprietário Courtney Dodd, no local onde ídolos do gênero como Bob Marley and the Wailers produziram seus discos. Além do panorama apontado pela antropóloga e autora do livro Global Reggae, Carolyn Cooper.

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Em São Luiz, as informações se conectam com declarações de Fauzi Beydoun, integrante da banda brasileira Tribo de Jah, o DJ Serraleiro, um dos pioneiros do reggae no Brasil, Tarcisio Selektah, professor e pesquisador da UFMA, entre outros. Juntos contam sobre o alcance acidental das ondas de rádio da Jamaica nos aparelhos de rádio da cidade e como o ritmo gerou uma identificação semelhante nos guetos independente das fronteiras.

“É fascinante descobrir que certas manifestações como o reggae são tão fortes. Apesar da distância geográfica e códigos diferenciados, a música criou uma identificação entre as pessoas, que acabam vivendo da mesma maneira inspiradas pelo som”, comenta Lecuk Ishida.

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Produzido pela Biondani com apoio da BossaNovaFilms e incentivo do ProAc – Programa de Fomento ao Cinema, o média-metragem será exibido pela primeira vez em sessão gratuita na terça-feira, 27 de janeiro, às 20h no Centro Cultural São Paulo, sala Paulo Emílio. A estreia será seguida de debate com o diretor Lecuk Ishida e equipe.

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Curiosidades de produção

  • O nome Sintonizah surgiu inspirado pela fonética do Patoá Jamaicano, idioma falado na Jamaica, que inclui a letra “h” no final das palavras.
  • Durante as entrevistas, ouviram sobre colecionadores e comerciantes obcecados pelo ritmo. Para garantir exclusividade dos seus discos, muitos compram todas as cópias disponíveis, a prensa e a matriz para destruição, garantindo a raridade.
  • Durante a produção, Lecuk Ishida e equipe foram guiados e conduzidos de carro pela cidade por Lone Ranger. Em uma das saídas para gravação, um casal de policiais abordou o cantor e perguntou o que estava acontecendo, quando viu o veículo cheio. O músico respondeu “It’s Brazilian reggae!”. Quando os dois policiais foram conferir dentro do carro, deram de cara com quatro orientais, o diretor e seus assistentes e caíram na gargalhada.

Brasil/Jamaica, 54 minutos, livre.

Sinopse

Foi por acidente que as ondas de rádio jamaicanas atravessaram o mar do Caribe e trouxeram o reggae ao Brasil, sintonizando nas rádios do Maranhão. O documentário Sintonizah embala o espectador em uma viagem entre Kingston, na Jamaica, e São Luís do Maranhão para transmitir as emoções de quem vivência o reggae e, também, revelar como a cultura maranhense incorporou o gênero musical e transformou a cena local na ‘”Jamaica brasileira”.

Sobre os diretores

Lecuk Ishida teve o seu primeiro contato com vídeo no início dos anos 80 com o programa “Grito da Rua” (Gazeta). Nos anos 90 aprimorou seus conhecimentos morando 10 anos fora do Brasil, onde estudou na UCLA (LA) e Silicon Graphic (Japão). Em 2000, já no Brasil, trabalhou em muitas produções publicitárias e televisivas com perfil documental. Logo começou a dirigir algumas de suas produções, entre elas: DVD ao vivo da banda Sepultura, DVD ao vivo Trio Virgulino, programa “Ecoprático” (Cultura), “Tempos de Escola” (Futura), “Feito no Brasil” (Nat Geo), “Pratique Ecosport” (Fox), “Nosso Planeta” (Record), “Globo Ecologia” (Globo), entre outros. Hoje, investe na criação de programas de TV, trabalhos autorais de dramaturgia e documentários.

Reconhecido internacionalmente pela direção de filmes de beleza e estética apurada, Willy Biondani começou sua carreia como fotógrafo de publicidade e editoriais de revistas de moda e beleza. Trabalhou para conceituadas revistas em Paris, onde também se tornou diretor de publicidade. Recebeu prêmios no Art Directors, Clio, Cannes e Anuário do CCSP. Em 2005, integrou a edição especial “200 Best Ad Photographers Archive” e fundou a BossaNovaFilms com seus sócios. Mais tarde, dirigiu o média-metragem “Diadorim e Riobaldo”, baseado no livro “Sertão Veredas”, de Guimarães Rosa, o DVD “Roger100Ceni” sobre o goleiro Rogério Ceni, entre outros. Atualmente está trabalhando para o lançamento de “Tudo bom, tudo bem”, seu primeiro longa.

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Ficha técnica

Direção: Lecuk Ishida e Willy Biondani

Produtora: Bionandi

Produção: Denise Gomes e Paula Cosenza

Pesquisa: Stranjah (Alex Herbst)

Roteiro: Fernando de Castro Américo

Direção de Fotografia: Ernesto Kobayashi

Montagem: Thiago Lucena

Finalização de Áudio: INPUT | Artesonora

Participações: os músicos Lonne Ranger e Stranger Cole, a antropóloga e escritora Carolyn Cooper, o proprietário do “Studio One” Courtney Dodd, o proprietário da gravadora “Randy’s 17th North Parade” e da “Impact” Caurl Lauder, o antropólogo e professor Carlos Benedito, o integrante da banda “Tribo de Jah” Fauzi Beydoun, os DJs e colecionadores Serraleiro e Stranjah (Alex Hurst), e Tarcisio Selektah, professor e pesquisador da UFMA.

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O QUÊ?

Sintonizah

(Brasil, 2015, 54min, DCP)
direção: Lecuk Ishida
Foi por acidente que as ondas de rádio jamaicanas atravessaram o mar do Caribe e trouxeram o reggae ao Brasil, sintonizado nas rádios do Maranhão. O documentário Sintonizah embala o espectador em uma viagem entre Kingston, na Jamaica, e São Luís do Maranhão para transmitir as emoções de quem vivencia o reggae e, também, revelar como a cultura maranhense incorporou o gênero musical e transformou a cena local na “Jamaica brasileira”.

Classificação: Livre

QUANDO?

dia 27/1 – terça – 20h

Após a sessão, haverá uma conversa com o diretor Lecuk Ishida.

QUANTO?

Entrada franca – retirada de ingressos: a bilheteria será aberta somente no dia do evento e em seu horário de funcionamento (terça a sábado, das 13h às 21h30; e domingos, das 13h às 20h30).

(99 lugares)

ONDE?

CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – Sala Paulo Emilio Salles Gomes 

Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso – CEP 01504-000 – São Paulo – SP

Colaboração de Fernanda Abigail

WILL EISNER NO CCSP

Ainda dá tempo de visitar a exposição com obras do Will Eisner no CCSP em comemoração aos 20 anos de Gibiteca Henfil. São mais de 100 desenhos originais de sua coleção, uma estátua em bronze de seu personagem Spirit (exposta pela 1ª vez) e três histórias completas em que constam seus últimos desenhos.

O Quê?

Exposição: O espírito vivo de Will Eisner

Curadoria: Marisa Furtado
Apoio:  Curadoria de Artes Visuais e Divisão de Bibliotecas  

Quando?



Até domingo, 18 de Dezembro de 2011.
Quinta e sexta, das 10h às 20h; sábado e domingo, das 10h às 18h.

Quanto?

Entrada franca.

Onde?

Centro Cultural São Paulo (CCSP) – Piso Flávio de Carvalho

Endereço: Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso (Uma das saídas do Metrô Vergueiro)

Por Darlene Carvalho 

ROBERT BRESSON NO CCSP

Últimos dias da Mostra Robert Bresson no CCSP em parceria com o Cinusp Paulo Emílio (confira aqui a programação da mostra no Cinusp), pela primeira vez em São Paulo com uma retrospectiva completa da obra do diretor de cinema francês, considerado um grande revolucinário da sétima arte, com quase todos os filmes em formato 35mm.  Seu livro, Notas Sobre o Cinematógrafo, foi uma das grandes inspirações do movimento dinamarquês Dogma 95. (Release: CCSP)

O Quê? Quando?

Mostra Robert Bresson, até 30/04/2011.

Dia 29/04, sexta-feira:

18hO dinheiro (L’Argent, França, 1983, 85min – 35mm)



Uma nota falsa de 500 francos vai passando por várias pessoas até chegar às mãos de um homem, inocentemente envolvido na trama. O dinheiro trará péssimas consequências para sua vida.
Elenco: Christian Patey, Sylvie Van den Elsen, Béatrice Tabourin e Vincent Risterucci.

20hLancelot do Lago (Lancelot du Lac, França, 1974, 85min – 35mm)

A mesma história dos cavaleiros do Rei Artur, que agora são homens comuns que voltam de uma fracassada busca pelo Santo Graal. O foco está no relacionamento de Lancelot e Guinevere e o fim de Camelot.
Elenco: Luc Simon, Laura Duke Condominas, Humbert Balsan e Vladimir Antolek-Oresek.

Dia 30/04, sábado:

16hPickpocket (França, 1959, 75min – 35mm)

Michel começa a bater carteiras mais por prazer do que pela necessidade. Ele passa a refletir sobre seus crimes quando é preso em uma das primeiras tentativas de roubo, mas retorna ao antigo “hobby” ao sair da cadeia, quando conhece um ladrão veterano.
Elenco: Martin LaSalle, Marika Green, Dolly Scal, Pierre Leymarie, Kassagi e Pierre Étaix
Atenção: Sessão com audiodescrição e legendas especiais para pessoas com deficiência auditiva.

18hO diabo provavelmente (Le Diable Probablement, França, 1977, 95min – 35mm)

Um adolescente parisiense vaga pela cidade sem futuro aparente, rejeitando o claustrofóbico e superficial estilo de vida moderno. Quando sua família, amigos e psiquiatra não conseguem mais ajudá-lo a achar um caminho, ele começa a se relacionar com duas mulheres e um hippie.
Elenco: Antoine Monnier, Nicolas Deguy, Tina Irissari e Henri de Maublanc.

Quanto?

R$ 1.

Onde?

Centro Cultural São Paulo
Rua Vergueiro, 1000 – Ao lado da estação Vergueiro do Metrô.

Por Darlene Carvalho

FESTIVAL “VIVA LA WOMAN” NO CCSP

O Centro Cultural São Paulo (Vergueiro) será o palco para a terceira edição do festival “Viva la Woman” que tem o intuito de destacar o universo feminino no rock brasileiro. Vá e prestigie as bandas que têm mulheres em suas respectivas formações!

PROGRAMAÇÃO

03/07/09, sexta-feira, 19h:

MIPV
Old Truck
Andrea Martins

04/07/09, sábado, 19h:

The Biggs
Hellsakura
Lunettes

Quanto?

R$ 14
A bilheteria será aberta com duas horas de antecedência.

Onde?

CCSP (Centro Cultural São Paulo)
Sala Adoniran Barbosa
Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso – São Paulo – SP
Telefone: (11) 3397-4002.

• Veja aqui toda a programação de música popular do CCSP.

Por Darlene Carvalho
Colaboração de Odair Faléco, baterista da Old Truck.

ABRIL: JAMS DE DANÇA, ÀS TERÇAS, NO CCSP

Durante o mês de abril, o Centro Cultural São Paulo (CCSP) promoverá jams de dança, com os artistas Henrique Iwao, Thiago Arruda Leite & Miriam Druwe. Sempre às terças-feiras (começa hoje!), 12h, na rua Vergueiro, 1000. Henrique Iwao convidou diferentes artistas para tocar com ele:

dia 07: Henrique Iwao & Pan&tone
dia 14: Henrique Iwao & Lucas Araújo
dia 21: Henrique Iwao & Valério Fiel da Costa
dia 28: Tipografia (Henrique Iwao & Matheus Leston)

“Fruto do projeto jam de dança, que aconteceu durante o ano de 2008, a proposta central do encontro de dança e música é reunir artistas do corpo (coreógrafos, performers e dançarinos) e músicos de diferentes vertentes para experimentar, em tempo real, a criação em dança. Sempre tendo os artistas participantes como mediadores e coordenadores, o público poderá entrar em cena e contribuir com seu material corporal (90min, livre)”

Mais Informações: http://www.centrocultural.sp.gov.br/programacao_danca.asp

Onde?

Centro Cultural São Paulo
Sala Adoniran Barbosa (300 lugares)
Rua Vergueiro, 1000 – São Paulo, SP (mapa).
Telefone:  3397 4002.

Quando?

07, 14, 21 e 28 de Abril de 2009
Terças, 12h.

Quanto?

Entrada franca (não há necessidade de retirar ingressos)

Por Giovani Castelucci
Colaboração de Henrique Iwao