TEATRO DA VERTIGEM NO SESC POMPÉIA

Teatro da Vertigem estréia espetáculo O Filho, inspirado em Kafka, no Sesc Pompéia

No mês de julho, Teatro da Vertigem traz espetáculo, ciclo de bate-papos sobre a obra de Kafka e exibe, na íntegra, registros dos espetáculos anteriores do grupo

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Cena do espetáculo “O Filho”. Na cena, os atores Sergio Pardal e Mawusi Tulani. Foto de Lígia Jardim.

Kafka e seu universo geram no Teatro da Vertigem um interesse que não se esgota em uma obra ou um estudo, como no espetáculo Kastelo, de 2010, que já investigava os caminhos percorridos pelo escritor. Agora, em 2015, o olhar do grupo volta-se novamente para o autor tcheco na estréia do espetáculo O Filho, que tem direção de Eliana Monteiro, dramaturgia de Alexandre Dal Farra, com elenco composto por Antônio Petrin, Mawusi Tulani, Paula Klein, Rafael Lozano e Sergio Pardal. A peça faz parte da Ocupação Karta ao Pai no galpão do Sesc Pompéia a partir de 2 de julho, com temporada até 9 de agosto.

A peça O Filho adentra o universo da família e exprime a debilidade de seus vínculos. É nesse contexto que a vida de Bruno, protagonista da história, é atravessada pelas relações com seu pai, sua mãe, mulheres e filhos

A Ocupação Karta ao Pai engloba ações pedagógicas: haverá uma palestra sobre os processos de criação do grupo com o diretor Antônio Araújo e um ciclo de encontros abertos – Kafka e o Teatro, que prevê a participação de convidados ligados à reflexão filosófica e artística, e três encontros com diretores e coreógrafos que já montaram espetáculos a partir de Kafka. Os registros das obras anteriores da companhia também serão apresentados em sessões de vídeos. A Trilogia Bíblica (O Paraiso Perdido, O Livro de Jó e Apocalipse 1,11), além de BR-3, poderão ser vistos na íntegra pelo público.

Espetáculo O FILHO 

Esse novo trabalho do Teatro da Vertigem é a segunda montagem, com direção de Eliana Monteiro, criada a partir da obra de Franz Kafka. Inspirado na sua Carta ao Pai, com texto de Alexandre Dal Farra, o espetáculo expõe a trajetória e as relações de Bruno com seus pais, seus filhos e suas mulheres. Ao constatar e descrever as situações vividas para si, ele tenta aprender, entre outras coisas, o que é ser um homem de verdade.

Kafka e o Teatro — Apresentação do Ciclo de Encontros Abertos 

Com curadoria de Antônio Araújo e Antônio Duran, esse ciclo de conversas tem como objetivo abordar as adaptações da obra de Kafka para o Teatro. Uma das indagações que nortearão as palestras será “Por que Kafka tem inspirado a realização de um número significativo de obras cênicas?” Ou, em outras palavras, “Por que Kafka ainda rende tanto teatro?”. O ciclo prevê dois encontros com convidados ligados à reflexão filosófica e artística, e três encontros com diretores e coreógrafos que já montaram espetáculos a partir de Kafka, tanto de suas obras quanto de sua biografia.

Dia 07/07- Abertura: *Alberto Pucheu

Alberto Pucheu é poeta, critico, ensaísta, professor de Teoria Literária da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1990), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1993) e doutorado em Letras (Ciência da Literatura) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1999).

Diretores convidados:

Dia 14/07* – Elzemann Neves –

Dia 21/07 * Roberto Alvim

Dramaturgo, diretor e professor de Artes Cênicas. Desde 2006, dirige a companhia CLUB NOIR, dedicada a encenar obras de dramaturgos contemporâneos. Foi contemplado com diversos prêmios, como Shell, Governador do Estado, Prêmio Bravo, entre outros. Adaptou e dirigiu peças inspiradas na obre de Kafka, como “A Construção” (2012) e “Comunicação a uma Academia” (2009).

Dia 28/07* Sandro Borelli

Diretor artístico da Cia. Borelli – Carne Agonizante. Suas criações já foram apresentadas em alguns dos principais Festivais de Dança e de Teatro no Brasil e exterior. Foi o idealizador da Revista Murro em Ponta de Faca em 2010. É o atual presidente da Cooperativa Paulista de Dança.  Desenvolveu diversos em torno da obra de Kafka, como “Kafka in off” (2007), “Carta ao pai” (2006) e “A metamorfose” (2002).

Dia 04/08 – Encerramento: *Jorge de Almeida

Professor do Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada da USP. Tradutor de obras de Theodor Adorno – em especial Notas de Literatura e Prismas –, é doutor em Filosofia pela USP com a tese Crítica Dialética em Theodor Adorno: música e verdade nos anos 30. Integra a comissão editorial da edição das obras completas de Adorno no Brasil, junto com Vladimir Safatle, Rodrigo Duarte e Ricardo Barbosa.

*Todos os vídeos são exibidos gratuitamente – Os ingressos serão distribuídos com uma hora de antecedência.

Exibição de Filmes – Teatro da Vertigem

Trilogia Bíblica

Dia 08/07, às 19h30 | O Paraíso Perdido – (50 minutos) – 1992 – primeiro espetáculo da companhia, estreou um ano após o início das pesquisas na Igreja Santa Ifigênia, em São Paulo e permaneceu em cartaz por oito meses consecutivos.

Dia 15/07, às 19h30 | O Livro de Jó – (75 minutos) – 1995 – estreou no Hospital Humberto I em São Paulo, permanecendo em cartaz por um ano e meio e seguiu carreira apresentando-se em Curitiba, Bogotá, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Dinamarca, no Festival de Artes de Ärhus. O Livro de Jó foi o primeiro espetáculo brasileiro a representar o Brasil no III Festival Internacional de Teatro Anton Tchekhov em Moscou em comemoração ao centenário de sua existência.

Dia 22/07, às 19h30 | Apocalipse 1,11 – (120 minutos) – 2000 – estreou no antigo Presídio do Hipódromo, em São Paulo, viajando em seguida para Lisboa – Portugal através da Fundação Calouste Gulbekian, para Curitiba e para o Rio de Janeiro onde cumpriu temporada no Prédio do antigo DOPS. O espetáculo também foi apresentado em Londrina, em Colônia na Alemanha e em Wroclaw, na Polônia. Com a concretização do seu terceiro espetáculo criou-se, então, uma trilogia denominada “Bíblica” e o grupo passou a apresentar os três espetáculos juntos, como no Festival de Teatro de São José do Rio Preto de 2002 e em São Paulo, em comemoração aos 10 anos de sua criação, com o apoio da Brasil Telecom e a premiação da Lei de Fomento à Cultura.

Dia 29/07, às 19h30 | BR-3 (a peça) – (126 minutos) – 2005 – Em BR-3, o Teatro da Vertigem investiga 3 “brasis”: Brasilândia (bairro da periferia de SP), Brasília (capital do país) e Brasiléia (cidade do Acre). Como pano-de-fundo, os problemas sócio- econômicos do Brasil, como desigualdade social, tráfico de drogas, além de questões como o misticismo. A peça foi montada no Rio Tietê, em São Paulo e na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro).

*Todos os vídeos são exibidos gratuitamente – Os ingressos serão distribuídos com uma hora de antecedência.

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Ficha Técnica

Direção: Eliana Monteiro | Texto: Alexandre Del Farra | Dramaturgismo: Antônio Duran | Atores: Antônio Petrin, Mawusi Tulani, Paula Klein, Rafael Lozano e Sergio Pardal | Desenho de Luz: Guilherme Bonfanti | Cenografia: Marisa Bentivegna | Figurino: Marina Reis | Trilha Sonora: Erico Theobaldo | Assessoria de Imprensa: Canal Aberto – Márcia Marques.


O QUÊ?

Espetáculo “O Filho”, parte da Ocupação Karta ao Pai.

Duração: 90 min. Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos.

QUANDO?

De 2 de julho a 9 de agosto de 2015.

De quinta a sábado, às 19h30.

Domingos e feriados, às 18h30.

QUANTO?

R$ 12,00 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes)

R$ 20,00 (credenciado/usuário inscrito no Sesc e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino)

R$40,00 (inteira).

Venda online a partir de 23 de junho, terça-feira, às 17h30. Venda presencial nas unidades do Sesc SP.

ONDE?

Sesc Pompéia – Galpão 

Rua Clélia, 93 – Barra Funda, São Paulo, SP.
Sem estacionamento.. Para informações sobre outras programações, acesse o portal sescsp.org.br/pompeia

Telefone:(11) 3871-7700


Colaboração de Márcia Marques e Daniele Valério, do Canal Aberto.

Publicado por Darlene Carvalho

KRISIUN E TORTURE SQUAD NO SESC POMPÉIA

KRISIUN + TORTURE SQUAD

O Quê?

Shows: Krisiun + Torture Squad

Quando?

Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2013, às 21h30.
Sábado, 12 de Janeiro de 2013, às 21h30.

Quanto?

R$ 20 [inteira]
R$ 10 [usuário matriculado no Sesc e dependentes, aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública com comprovante]
R$ 5 [trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes]

→ Proibido para menores de 18 anos: venda de bebida alcoólica no local.

Ingressos disponíveis em qualquer unidade do Sesc.

Onde?

Choperia do Sesc Pompéia

Rua Clélia, 93 – Pompéia – São Paulo – SP (mapa)

Por Darlene Carvalho

“BEIJE MINHA ALMA” NO SESC POMPÉIA

A Cia. Fragmento apresenta o espetáculo “Beije minha Alma”, que revela o universo  da artista plástica inglesa Tracey Emin, com coreografia e direção assinadas por Vanessa Macedo. Em 2008 o espetáculo foi premiado no 12º Cultura Inglesa Festival, dessa vez a Cia. Fragmento foi convidada pelo SESC Pompéia para compor a programação do Espaço Cênico, um teatro de arena recém inaugurado com o objetivo de apresentar experimentações cênicas que aproximem o espectador do artista, criando uma relação íntima entre palco e platéia. Um dos objetivos do Espaço é fazer temporadas mensais, em horários alternativos, de dança e teatro.

Foto: André Prado.

O trabalho da artista plástica britânica Tracey Emin exala ousadia, tem como fonte suas experiências pessoais de fracasso, humilhação, frustração, desamparo e culpa. Visceral, Emin usava o espelho de sua própria alma para elucidar profundas características do ser humano.

Envolvida em uma teia que une reflexões sobre as relações humanas, preconceitos e moralismos da sociedade, a obra de Tracey Emin dialoga com outra grande artista também fonte inspiradora de Vanessa Macedo em “Beije Minha Alma”, Frida Khalo: “O que me atraiu em Tracey Emin foi o mesmo que me seduziu em Frida Khalo: a obra confessional. Como um artista, ao retratar sua intimidade, aborda uma temática universal e faz de sua vida uma verdadeira expressão da condição humana?”, questiona Vanessa. A conexão entre elas foi percebida pela própria Tracey Emin, quando criou em 2005 a obra “Tracey X Tracey”, na qual sobrepôs a imagem de seu rosto no auto-retrato de Frida Khalo com o macaco, pintado em 1940.

Foto: André Prado

Linguagem corporal teatralizada

A criação coreográfica de Vanessa Macedo alimenta-se da vida e obra da artista inglesa buscando construir uma linguagem corporal teatralizada. O espectador é, ao mesmo tempo, observador e invasor da cena que sugere ousadia, medo, cansaço e solidão ­– uma perfuração da superfície, da couraça que nos envolve para atingir o que Tracey nos propõe: intimidade, sensibilização das emoções, contato com o interior do outro.

Foto: André Prado

Sobre Vanessa Macedo

Sob direção de Vanessa Macedo, a Companhia paulista Cia Fragmento de Dança desenvolve pesquisa e criação em dança contemporânea desde 2002. Na busca de uma dança teatralizada preocupa-se com a construção de uma dramaturgia do corpo e da cena coerente com os temas pesquisados. O estudo da arte confessional, relacionando obra e vida, dor e criação, investigando especialmente o universo feminino, tem sido uma proposta recorrente nas criações. Além de Tracey Emin, já foram inspirações: Cecília Meireles, Frida Kahlo, Virginia Woolf, entre outras que se destacaram na história por meio da expressividade de suas vidas e obras.

Vanessa Macedo (Foto: André Prado)

O foco é discutir emoções, conflitos e sensações universais do ser humano a partir de referências mais íntimas, tanto vindas dos personagens pesquisados como também dos intérpretes, durante o processo criativo. Entres seus trabalhos mais expressivos estão “Versos da Última Estação” (2007), “Sob a Nudez dos Olhos” (2008) e “Beije Minha Alma” (2008), “Corpos Frágeis” (2010) e “Anjos Negros (2010).

Sobre Tracey Emin

Representante da arte britânica na 52ª Bienal de Artes de Veneza. Em 1994, ela despontou como artista de vanguarda ao apresentar “My Major Retrospective”, exposição de itens pessoais e de fotos das pinturas que destruíra durante uma crise de depressão, causada pela interrupção de uma gravidez. Indicada para o prestigiado prêmio Turner Prize, a instalação “My Bed” (1999) causou furor entre os britânicos quando foi montada na Tate Gallery. A obra  apresentava a cama da artista, desarrumada e cercada de garrafas vazias, pontas de cigarro, lençóis cheios de nódoas e peças íntimas, numa reconstrução fiel do quarto onde ela passou quatro dias tentando o suicídio.

Cia. Fragmento de Dança

Ficha Técnica

Coreografia e Direção: Vanessa Macedo
Intérpretes: Carolina Mizzoni, Danilo Firmo, Jéssica Moretto, Priscila Lima, Rafael Barzagli e Vanessa Macedo.
Estagiária: Ana Maria Krein
Trilha sonora: Allen Ferraudo
Desenho de luz: André Prado
Figurino e cenografia: Nani Brisque
Direção de Produção: Vanessa Macedo
Apoio: Kasulo Espaço de Cultura e Arte

O Quê?

Espetáculo de dança contemporânea: “Beije Minha Alma”.
Recomendação: 16 anos.

Quando?


De 22 de fevereiro a 24 de março de 2011.
Temporada: terças, quartas e quintas, às 21h.
Duração: 55 minutos.

Quanto?

R$ 12 (inteira); R$ 6 (usuário matriculado no SESC e dependentes, pessoas com mais de 60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino).
A bilheteria do SESC Pompéia funciona de segunda a sábado, das 9h às 21h,  e aos domingos, das 9h às 19h.

Onde?

SESC Pompéia – Espaço Cênico
Rua Clélia, 93 – Água Branca – São Paulo, 05042-000
Telefone: (11) 3871-7700
— 60 lugares, ar condicionado e acesso para deficientes físicos.
— Não tem estacionamento.

Por Darlene Carvalho
Colaboração de Márcia Marques
Assessoria de Imprensa Canal Aberto
site . twitter

TOCA AÍ… ROCK’N’ROLL NO SESC POMPÉIA!

Quatro quintas-feiras consecutivas de muito rock’n’roll no Sesc Pompéia com bandas brasileiras que originalmente tocam outros gêneros musicais, porém na programação “Toca aí…” farão apresentações que homenageiam quatro dos grandes nomes do rock: Pink Floyd, The Beatles, Bob Dylan e Rolling Stones.

O quê? Quando?


Quinta-feira, 07/01/2010, às 21h:
INSTITUTO TOCA PINK FLOYD


Quinta-feira, 14/01/2010, às 21h:
FORGOTTEN BOYS TOCAM ROLLING STONES
(site Forgotten Boys)


Quinta-feira, 21/01/2010, às 21h:
THE MOCKERS TOCA THE BEATLES


Quinta-feira, 28/01/2010, às 21h:
VANGUART TOCA BOB DYLAN
(myspace Vanguart)

Quanto?

R$ 16,00  [inteira]
R$ 8,00    [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]
R$ 4,00    [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]

Onde?

CHOPERIA DO SESC POMPÉIA
Rua Clélia, 93 – Pompéia – São Paulo – SP (mapa)

— Capacidade: 800 pessoas;
— Serviço de bar e opções de bebidas destiladas, chopp, cervejas e porções;
— Não é permitida a entrada de menores de 18 anos;
— Não é permitido fumar;
— Bar Café com opções de lanches, porções, sucos e bomboniere.

Por Darlene Carvalho

SHOW GRATUITO DE “TRUPE CHÁ DE BOLDO” NO SESC POMPÉIA — 02/12/2008

No dia do show do Loungetude 46 no Studio SP, os caras do grupo TRUPE CHÁ DE BOLDO, simpaticíssimos, convidaram a todos para o show de amanhã, 02 de Dezembro de 2008, no Sesc Pompéia. É grátis, mas não esqueça de passar na bilheteria para retirar seu ingresso no dia do show.

O grupo mistura muitos ritmos. Ouça aqui.

Sobre o Projeto Prata da Casa:

O projeto abre espaço para novos grupos e artistas. Conta com a apreciação de um crítico musical que seleciona os participantes a partir da qualidade e repertório, diferenciando o PRATA DA CASA de projetos similares. (Portal do SESC)

Sobre o Trupe Chá de Boldo:

Lupicínio Rodrigues num baile de carnaval? Pensando bem, Jamelão foi um de seus grandes interpretes, faz sentido. No baile da Trupe Chá de Boldo ainda tem Ataulfo Alves, Itamar Assumpção, Caetano Veloso e a folia dessacralizadora da juventude, ou seja, o que vier. Uma banda grande com direito a naipe de metais e backing feminino no maior bom humor. Um show para dançar e apreciar. A trupe diz que o boldo é pra curar a ressaca, mas taí uma coisa que boa musica não dá. Grito de carnaval no Prata da Casa, antecipando o verão. (Portal do SESC)

CHOPPERIA DO SESC POMPÉIA
Rua Clélia, 93, Pompéia.

Por Darlene Carvalho

CORDEL DO FOGO ENCANTADO FARÁ TRÊS SHOWS EM DEZEMBRO (2008)

Poesia, ritmos nordestinos e africanos, Cordel do Fogo Encantado não pode deixar de ser incluído na sua agenda de final de ano. É maravilhoso! — como disse o Leonardo Fontes aqui. Assista o lindo clipe da música “Preta”, quinta faixa do álbum Transfiguração lançado em 2006:

“(…) e a chuva
com o seu sonho de água
vem acesa
pra lavar o que passou (…)”

PretaCordel do Fogo Encantado

Recomendo a leitura da entrevista com o Lira, vocalista do Cordel do Fogo Encantado, por Luís Rei (Crônicas da Terra).

Agenda 2008

Serão três shows no mês de Dezembro aqui em São Paulo. Segundo a agenda publicada no site do grupo, o show do dia 10 no SESC Vila Mariana é parte do Festival Entretodos, mas ainda não há informações sobre esse evento no portal do SESC. Assim que souber, coloco aqui mais detalhes.

10 de Dezembro


SESC Vila Mariana – Rua Pelotas, 141, Vila Mariana.

19 e 20 de Dezembro, 21h.


Choperia do SESC Pompéia – Rua Clélia, 93, Pompéia.
Não é permitida a entrada de menores de 18 anos.
Ingressos: R$ 5 a R$ 20. Ainda não estão à venda, mas fui avisada pela funcionária da bilheteria do Sesc Pompéia que ao fim de Novembro, no dia 25 ou 26, os ingressos estarão disponíveis para quem estiver interessado em assistir os shows. A lotação da Choperia é de 800 pessoas aproximadamente.

Por Darlene Carvalho

ARTES VISUAIS E AUDIOVISUAIS, PERFORMANCES, INSTALAÇÕES SOBRE O CORPO NO SESC POMPÉIA.

TRIPÉ | CORPO

O corpo ou partes do corpo representados de variadas formas: escultura, fotografia, instalação, desenho e vídeo no Hall do Teatro do Sesc Pompéia. São trabalhos de três artistas: Bárbara Rodrigues, Rosa Esteves e Wilton Garcia. Gavetas de máquina de costura, parafina, vidro, imagens fotográficas, suportes de ferro, utensílios de aço, esses são alguns dos materiais utilizados na construção das obras.

Pupas, 2003. Cerâmica e relicário. 25x17cm. Rosa Esteves.

Pupas, 2003. Cerâmica e relicário. 25x17cm. Rosa Esteves.

15 min. Bárbara Rodrigues.

Orvalho, 2008. Videoperformance. Duração: 15 min. Bárbara Rodrigues.

A boca de Segall (2007). Desenho de nanquim e guache, em digital. Wilton Garcia

A boca de Segall (2007). Desenho de nanquim e guache, em digital. Wilton Garcia

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