TEATRO DA VERTIGEM ATÉ DOMINGO

Petrobrás apresenta

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Teatro da Vertigem | Residências Artísticas

Estudo sobre o masculino: primeiro movimento

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Desde Julho, o Teatro da Vertigem está apresentando residências artísticas na sede do Teatro da Vertigem em São Paulo (Rua Treze de Maio, 240, Bela Vista) recebe, com direção de Antonio Duran, o espetáculo Estudo sobre o masculino: primeiro movimento, resultado do programa de residência artística do Teatro da Vertigem em que outros integrantes do grupo dirigem seus próprios trabalhos. Esse projeto conta com o patrocínio da Petrobrás, em uma parceria que dura mais de uma década.

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Dramaturgista dos últimos trabalhos do grupo, Duran propõe nessa encenação a investigação de um recorte do universo masculino: homens nascidos entre os anos 60 e 70, do século XX. Estudo sobre o masculino: primeiro movimento procura interrogar até que ponto esses homens urbanos de meia idade, diante ao envelhecimento, estariam abertos a repensar sua condição, sobretudo, frente aos seus afetos.

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A montagem explora a exposição de quatro homens de uma mesma geração frente a suas relações com os outros, com seus corpos e consigo mesmos, ao mesmo tempo em que transitam, em linha tênue, entre duas realidades: como atores de uma ficção e personagens de suas próprias vidas. Esse trabalho cênico é uma aproximação a isso tudo: um “primeiro movimento”.

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A proposta foi desenvolvida no período de quatro meses, levantando-se materiais cênicos e dramatúrgicos a partir das vivências dos atores e de suas experiências, em um processo colaborativo com áreas de criação: iluminação, sonoplastia, cenografia, figurino, vídeo, dramaturgia e direção.

Sinopse
Espetáculo “Estudo sobre o masculino: Primeiro movimento”

Quatro homens de meia idade, nascidos entre os 60 e 70 do século XX, transitam, em linha tênue, entre duas realidades: como atores de uma ficção e personagens de suas próprias vidas. Expostos em situações em que se deparam na relação com seus corpos, com os outros e consigo mesmos.

Ficha Técnica | Texto: Antonio Duran e Bruna Menezes | Assistente de direção: Rita Miranda | Atores: Douglas Simon, Fernando Pernambuco, Fernando Oliveira, Ricardo Socalschi. | Dramaturgismo: Bruna Menezes | Desenho de Luz: Danielle Meireles e Felipe Tchaça | Operação de luz: Felipe Tchaça | Cenografia e Figurino: Isabella Neves e Beatriz Oliveira | Vídeo: Michelle Bezerra e Letícia Hayashi | Operação de vídeo: Letícia Hayashi e Michelle Bezerra | Trilha Sonora: Lutz Gallmeister | Assistente de som e operação: Paulo Akio | Preparação viewpoints: Marcella Vicentini e Clarissa Moser | Preparação coreográfica: Tata Gouvea | Registro em vídeo: Andréia Teixeira e Fernando Lima | Criação gráfica: Natasha Karasek | Assistente de produção: Leonardo Monteiro | Concepção e direção: Antonio Duran

O QUÊ?

Espetáculo “Estudo sobre o masculino: primeiro movimento”

Duração: 90 min. Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos.

QUANDO?

Até 07 de Agosto de 2016. De quinta a sábado, às 21h. Domingos, às 20h.

QUANTO?

Ingressos: Entrada franca – Lotação: 30 lugares

ONDE?

Sede Teatro da Vertigem

Rua Treze de Maio, 240 – Bela Vista, São Paulo – SP. Telefone:(11) 3255-2713.


Publicado por Darlene Carvalho

TEATRO DA VERTIGEM NO SESC POMPÉIA

Teatro da Vertigem estréia espetáculo O Filho, inspirado em Kafka, no Sesc Pompéia

No mês de julho, Teatro da Vertigem traz espetáculo, ciclo de bate-papos sobre a obra de Kafka e exibe, na íntegra, registros dos espetáculos anteriores do grupo

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Cena do espetáculo “O Filho”. Na cena, os atores Sergio Pardal e Mawusi Tulani. Foto de Lígia Jardim.

Kafka e seu universo geram no Teatro da Vertigem um interesse que não se esgota em uma obra ou um estudo, como no espetáculo Kastelo, de 2010, que já investigava os caminhos percorridos pelo escritor. Agora, em 2015, o olhar do grupo volta-se novamente para o autor tcheco na estréia do espetáculo O Filho, que tem direção de Eliana Monteiro, dramaturgia de Alexandre Dal Farra, com elenco composto por Antônio Petrin, Mawusi Tulani, Paula Klein, Rafael Lozano e Sergio Pardal. A peça faz parte da Ocupação Karta ao Pai no galpão do Sesc Pompéia a partir de 2 de julho, com temporada até 9 de agosto.

A peça O Filho adentra o universo da família e exprime a debilidade de seus vínculos. É nesse contexto que a vida de Bruno, protagonista da história, é atravessada pelas relações com seu pai, sua mãe, mulheres e filhos

A Ocupação Karta ao Pai engloba ações pedagógicas: haverá uma palestra sobre os processos de criação do grupo com o diretor Antônio Araújo e um ciclo de encontros abertos – Kafka e o Teatro, que prevê a participação de convidados ligados à reflexão filosófica e artística, e três encontros com diretores e coreógrafos que já montaram espetáculos a partir de Kafka. Os registros das obras anteriores da companhia também serão apresentados em sessões de vídeos. A Trilogia Bíblica (O Paraiso Perdido, O Livro de Jó e Apocalipse 1,11), além de BR-3, poderão ser vistos na íntegra pelo público.

Espetáculo O FILHO 

Esse novo trabalho do Teatro da Vertigem é a segunda montagem, com direção de Eliana Monteiro, criada a partir da obra de Franz Kafka. Inspirado na sua Carta ao Pai, com texto de Alexandre Dal Farra, o espetáculo expõe a trajetória e as relações de Bruno com seus pais, seus filhos e suas mulheres. Ao constatar e descrever as situações vividas para si, ele tenta aprender, entre outras coisas, o que é ser um homem de verdade.

Kafka e o Teatro — Apresentação do Ciclo de Encontros Abertos 

Com curadoria de Antônio Araújo e Antônio Duran, esse ciclo de conversas tem como objetivo abordar as adaptações da obra de Kafka para o Teatro. Uma das indagações que nortearão as palestras será “Por que Kafka tem inspirado a realização de um número significativo de obras cênicas?” Ou, em outras palavras, “Por que Kafka ainda rende tanto teatro?”. O ciclo prevê dois encontros com convidados ligados à reflexão filosófica e artística, e três encontros com diretores e coreógrafos que já montaram espetáculos a partir de Kafka, tanto de suas obras quanto de sua biografia.

Dia 07/07- Abertura: *Alberto Pucheu

Alberto Pucheu é poeta, critico, ensaísta, professor de Teoria Literária da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1990), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1993) e doutorado em Letras (Ciência da Literatura) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1999).

Diretores convidados:

Dia 14/07* – Elzemann Neves –

Dia 21/07 * Roberto Alvim

Dramaturgo, diretor e professor de Artes Cênicas. Desde 2006, dirige a companhia CLUB NOIR, dedicada a encenar obras de dramaturgos contemporâneos. Foi contemplado com diversos prêmios, como Shell, Governador do Estado, Prêmio Bravo, entre outros. Adaptou e dirigiu peças inspiradas na obre de Kafka, como “A Construção” (2012) e “Comunicação a uma Academia” (2009).

Dia 28/07* Sandro Borelli

Diretor artístico da Cia. Borelli – Carne Agonizante. Suas criações já foram apresentadas em alguns dos principais Festivais de Dança e de Teatro no Brasil e exterior. Foi o idealizador da Revista Murro em Ponta de Faca em 2010. É o atual presidente da Cooperativa Paulista de Dança.  Desenvolveu diversos em torno da obra de Kafka, como “Kafka in off” (2007), “Carta ao pai” (2006) e “A metamorfose” (2002).

Dia 04/08 – Encerramento: *Jorge de Almeida

Professor do Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada da USP. Tradutor de obras de Theodor Adorno – em especial Notas de Literatura e Prismas –, é doutor em Filosofia pela USP com a tese Crítica Dialética em Theodor Adorno: música e verdade nos anos 30. Integra a comissão editorial da edição das obras completas de Adorno no Brasil, junto com Vladimir Safatle, Rodrigo Duarte e Ricardo Barbosa.

*Todos os vídeos são exibidos gratuitamente – Os ingressos serão distribuídos com uma hora de antecedência.

Exibição de Filmes – Teatro da Vertigem

Trilogia Bíblica

Dia 08/07, às 19h30 | O Paraíso Perdido – (50 minutos) – 1992 – primeiro espetáculo da companhia, estreou um ano após o início das pesquisas na Igreja Santa Ifigênia, em São Paulo e permaneceu em cartaz por oito meses consecutivos.

Dia 15/07, às 19h30 | O Livro de Jó – (75 minutos) – 1995 – estreou no Hospital Humberto I em São Paulo, permanecendo em cartaz por um ano e meio e seguiu carreira apresentando-se em Curitiba, Bogotá, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Dinamarca, no Festival de Artes de Ärhus. O Livro de Jó foi o primeiro espetáculo brasileiro a representar o Brasil no III Festival Internacional de Teatro Anton Tchekhov em Moscou em comemoração ao centenário de sua existência.

Dia 22/07, às 19h30 | Apocalipse 1,11 – (120 minutos) – 2000 – estreou no antigo Presídio do Hipódromo, em São Paulo, viajando em seguida para Lisboa – Portugal através da Fundação Calouste Gulbekian, para Curitiba e para o Rio de Janeiro onde cumpriu temporada no Prédio do antigo DOPS. O espetáculo também foi apresentado em Londrina, em Colônia na Alemanha e em Wroclaw, na Polônia. Com a concretização do seu terceiro espetáculo criou-se, então, uma trilogia denominada “Bíblica” e o grupo passou a apresentar os três espetáculos juntos, como no Festival de Teatro de São José do Rio Preto de 2002 e em São Paulo, em comemoração aos 10 anos de sua criação, com o apoio da Brasil Telecom e a premiação da Lei de Fomento à Cultura.

Dia 29/07, às 19h30 | BR-3 (a peça) – (126 minutos) – 2005 – Em BR-3, o Teatro da Vertigem investiga 3 “brasis”: Brasilândia (bairro da periferia de SP), Brasília (capital do país) e Brasiléia (cidade do Acre). Como pano-de-fundo, os problemas sócio- econômicos do Brasil, como desigualdade social, tráfico de drogas, além de questões como o misticismo. A peça foi montada no Rio Tietê, em São Paulo e na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro).

*Todos os vídeos são exibidos gratuitamente – Os ingressos serão distribuídos com uma hora de antecedência.

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Ficha Técnica

Direção: Eliana Monteiro | Texto: Alexandre Del Farra | Dramaturgismo: Antônio Duran | Atores: Antônio Petrin, Mawusi Tulani, Paula Klein, Rafael Lozano e Sergio Pardal | Desenho de Luz: Guilherme Bonfanti | Cenografia: Marisa Bentivegna | Figurino: Marina Reis | Trilha Sonora: Erico Theobaldo | Assessoria de Imprensa: Canal Aberto – Márcia Marques.


O QUÊ?

Espetáculo “O Filho”, parte da Ocupação Karta ao Pai.

Duração: 90 min. Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos.

QUANDO?

De 2 de julho a 9 de agosto de 2015.

De quinta a sábado, às 19h30.

Domingos e feriados, às 18h30.

QUANTO?

R$ 12,00 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes)

R$ 20,00 (credenciado/usuário inscrito no Sesc e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino)

R$40,00 (inteira).

Venda online a partir de 23 de junho, terça-feira, às 17h30. Venda presencial nas unidades do Sesc SP.

ONDE?

Sesc Pompéia – Galpão 

Rua Clélia, 93 – Barra Funda, São Paulo, SP.
Sem estacionamento.. Para informações sobre outras programações, acesse o portal sescsp.org.br/pompeia

Telefone:(11) 3871-7700


Colaboração de Márcia Marques e Daniele Valério, do Canal Aberto.

Publicado por Darlene Carvalho

A CIDADE COMO DRAMATURGIA

O Teatro da Vertigem convoca pessoas interessadas em debater sobre o teatro que trabalha a cidade como dramaturgia. O encontro será na sede do grupo teatral nessa sexta-feira.

O Quê?

Grupo de Estudos “A Cidade como Dramaturgia”, com coordenação de André Carreira e Antonio Araújo.

Quando?


Sexta feira, dia 21/10/2011, das 14h30 às 17h.

Quanto?

Entrada Franca.

Onde?

Teatro da Vertigem
Rua 13 de Maio, 240 – Bela Vista – São Paulo – SP. (mapa)

Por Darlene Carvalho

TEATRO DA VERTIGEM – PROJETO NOVOS ENCENADORES

No dia 28 de abril de 2011, o Teatro da Vertigem inicia a primeira edição do projeto Exercícios Cênicos – Estímulo a Jovens Encenadores, a ser realizado em sua sede na Rua Treze de Maio, 240, Bela Vista, em São Paulo. O projeto conta com o patrocínio da Petrobrás, através da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal.

O objetivo é dar voz e vez aos jovens recém egressos das Universidades, àqueles que, findo o curso de Direção Teatral, estão ávidos por colocar em prática o que o meio acadêmico lhes proporcionou. “A idéia é fazer um experimento cênico, fazer essa ponte com a Universidade, e nesse primeiro momento com os recém-formados da graduação da ECA/USP. A intenção é que o projeto seja anual”, diz Antonio Araújo, diretor do Teatro da Vertigem.

Os diretores convidados Maurício Perussi, Rodrigo Batista e Carolina Mendonça têm como característica comum a idade inferior a 30 anos. A partir desse mote criaram o Campeonato Sub-30, nome que a tríade deu a essa edição do projeto, e lança também o Submanifesto, uma ironia que joga luz às dificuldades de se iniciarem no meio artístico profissionalmente.

RASCUNHO DO SUBMANIFESTO

Caminhar pelo terreno acidentado da cultura dando igual atenção às relevâncias e às depressões.
Não há como colher frutos inéditos semeados pela cultura.
Não se pode produzir apenas obras excelentes.
Não compensar a criação artística com objetos de natureza não artística.
Não temer o mercado, pois ele, até onde se sabe, não existe.
Mirar o público e errar o alvo.
Temer a homogeneidade resultante da diversidade.
Sofrer de inadequação orçamentária.
Não depender do interesse público nem do desinteresse privado.
Buscar incentivo fora das leis.
Respeitar a cota de inviabilidade das obras artísticas.

Assim fal(h)ou SUB-30.

O Quê? Quando?

Teatro da Vertigem — Projeto Novos Encenadores

Família Vende Tudo


De 28 de Abril a 08 de Maio de 2011.
Quinta a sábado às 21h, domingos às 19h.
Duração: 30min.
Recomendação: 16 anos

Os últimos instantes na propriedade de Liubov Andreievna são celebrados. É maio: temporada de dança e números musicais. Devem todos comemorar. O compasso do tempo sugere uma nova ordem enquanto a comemoração camufla a espera. Não existe mais lugar para a prostração dos corpos. O jardim das cerejeiras está vendido.

Ficha técnica
Direção: Rodrigo Batista. Adaptação e dramaturgia: Bruno Caetano. Iluminação: Luana Gouveia. Direção de arte: Paola Lopes. Elenco: Liubov – Júlia Moretti, Gaiev – Eduardo Azevedo, Ánia – Júlia Burnier, Vária – Beatriz Limongelli, Lopakhin – Bruno Moreno e Trofimov – Tiago Luz.

Rodrigo Batista é formado em direção teatral pela Universidade de São Paulo. É diretor do [pH2]: estado de teatro e dirigiu os espetáculos Manter em local seco e arejado e Mantenha fora do alcance de crianças, com estreia prevista para junho no Centro Cultural São Paulo. Atua como assistente de direção do espetáculo Inventário Inacabado com Isabel Teixeira.

Valparaiso, um esboço


De 12 a 22 de Maio de 2011.
Quinta a sábado às 21h, domingos às 19h.
Duração: 30min.
Recomendação: 16 anos

Um homem de negócios teve o desprazer ou a sorte de ir em direção ao destino errado. A desventura de Michael Majeski, de sair do caminho traçado pelo seu itinerário e acabar no lugar errado (o que não quer dizer que ele tenha se perdido) acaba despertando o interesse da mídia. Como alguém pôde cometer um erro tão crasso? Quando foi que ele se deu conta? Ele não percebeu que estava sendo levado para a cidade errada? Por que ele estava indo para Valparaiso? De qual Valparaiso estamos falando? O que aconteceu exatamente? Um total de 140 entrevistas durante 4 dias e meio em 3 cidades e meia (ao menos é o que nos conta Lívia, sua esposa), Majeski é forçado a repetir diversas vezes a sua trajetória diante das câmeras em uma colagem de impressões fragmentárias.

Ficha Técnica
Direção: Carolina Mendonça. Elenco: Bruno Freire, Fernanda Raquel, Julia Rocha e Leandro Berton.

Carolina Mendonça é formada em artes cênicas pela ECA-USP 2008. Entre seus trabalhos recentes destacam-se: a performance h-i-d-r-a, com Pensamento Hidra, selecionada para a Quadrienal de Praga (jun/2011); a performance ‘Muro em Diagonal – Metáforas Espaciais com Experiência Concreta’, com Bruno Freire, na Verbo 2009 e a instalação ‘Vending Machine’ na Verbo 2007, com Tainá Azeredo, ambas na Galeria Vermelho. Dirigiu os espetáculos “Belas Adormecidas” (2005) basedo em livro homônimo de Yasunari Kawabata e o espetáculo “Sem Título, 2006”.

O Problema do Carteiro Chinês


De 26 de Maio a 05 de Junho de 2011.
Quinta a sábado às 21h, domingos às 19h.
Duração: 30min.
Recomendação: 16 anos

Baseado em três séries fotográficas do artista chinês Malleon, O Problema do Carteiro Chinês revela a trajetória da figura romântica de um carteiro perdido entre as ruínas de suas lembranças. Em busca dos destinatários de correspondências desencontradas, o protagonista se vê num labirinto sedutor em que fantasia e realidade se confundem.

Ficha Técnica

Direção: Maurício Perussi.
Elenco: Francisco Lauridsen (O Carteiro Chinês), Luisa Nóbrega (Perséphone), Marco Biglia (O Homem dos Casais), Sofia Bito (A Mulher dos Casais), Quel Morales (A Mãe do Carteiro). Sonoplastia: Miguel Caldas. Cenografia e Figurinos: Amanda Antunes. Iluminação: Grissel Piguillem.

Maurício Perussi
Formou-se em Direção Teatral pela Escola de Comunicações e Artes ECA/USP (2008). Formou-se profissionalmente como ator no Teatro Escola Macunaíma (1998/2001). Dirigiu espetáculo “Natália, Nathália” (2005/2006) criado em Processo Colaborativo, orientado por Antônio Araújo. Escreveu e dirigiu o espetáculo “Nathália, Noturna” (2008) orientado por Maria Thais, dirigiu o espetáculo “Sobre Esta Cidade” (2009/2010), também criado em processo colaborativo além da leitura dramático do texto “Fome de Notícia” (2010) de Evaldo Mocarzel.

Patrocínio do grupo: Petrobras.


Quanto?

Entrada Franca. 50 lugares.
Retirada de senha com 1h de antecedência.

Onde?

Sede do Teatro da Vertigem
Rua Treze de Maio, 240 – 1º andar. Bela Vista – São Paulo.
Telefone: (11) 3255 2713

Colaboração de Teatro da Vertigem e Canal Aberto


GRÁTIS! LEITURA CÊNICA DO TEATRO DA VERTIGEM ATÉ 08/03/09

Sabia que no dia 16 de Janeiro foi inaugurada a sede do Teatro da Vertigem? Sim! E com uma nova temporada da leitura dramática História de Amor (Últimos Capítulos), de Jean-Luc Lagarce. Essa leitura foi apresentada em 2005 na Galeria Olido, também era de graça e para um número limitado de pessoas.  Agora, apenas 50 pessoas na platéia por espetáculo.

Pra quem nunca esteve em um evento como esse, explico: imagine uma peça teatral onde onde os atores podem manter em mãos o texto a ser encenado, lendo e interpretando ao mesmo tempo. Captou? Além disso, trata-se de Teatro da Vertigem,  cujo trabalho é apreciado e sua qualidade é reconhecida por muita gente. Se você não correr poderá ficar sem ingresso!

SOBRE O TEATRO DA VERTIGEM

Fundado em 1992 e dirigido por Antônio Araújo, o grupo encenou e acumulou vários prêmios durante essa trajetória. Espaços não-convencionais como hospitais (O Livro de Jó), igrejas (Paraíso Perdido), presídios (Apocalipse 1,11) e o Rio Tietê (BR-3) serviram de palco para as montagens da companhia, que nesses dezessete anos de existência reuniu 24 prêmios (APCA, Shell, Mambembe, APETESP e Funarte). ***

SOBRE A LEITURA DRAMÁTICA

História de Amor (Últimos Capítulos), escrito em 1983, trata do encontro de um homem e de uma mulher com um outro homem, com quem ambos tiveram uma história de amor. Eles, ao fim desse romance-a-três, o abandonam para viverem juntos. Esse homem, então, sozinho, escreve, lê, lembra-se da história que os uniu no passado. É a lembrança de uma história, mas também a sua recriação. Trata-se, é claro, do amor entre essas três pessoas, mas também de um amor pela própria escrita, pelo próprio ato de escrever ou de criar, e em última instância, pelo próprio teatro.

Ficha Técnica:

Tradução: Sergio Siviero. Adaptação: Antônio Araújo. Direção: Antônio Araújo. Assistência de Direção: Eliana Monteiro. Personagens / Atores: A mulher / Luciana Schwinden, 1º homem / Roberto Audio, 2º homem / Sergio Siviero. Iluminação: Guilherme Bonfanti. Cenografia: André Cortez. Trilha Sonora: Laércio Resende. Secretaria: Denise Janoski. Direção de Produção: Teatro da Vertigem e Henrique Mariano. Patrocínio: Petrobrás.

***


História de Amor (Últimos Capítulos) fica em cartaz até 08 de Março de 2009, aos sábados (21h) e domingos (20h). Duração: 50min. Entrada Franca. Retire seu ingresso 1h antes do espetáculo.

SOBRE O AUTOR

Jean-Luc Lagarce, autor de História de Amor (Últimos Capítulos), é um dramaturgo contemporâneo francês dos mais encenados na Europa na atualidade, mas ainda pouco conhecido no Brasil. Falecido prematuramente aos 39 anos de idade, vítima de Aids, deixou uma obra bastante prolífica e original. Escreveu mais de vinte e cinco textos: “Le Pays Lointain”, “J´étais dans ma maison et j’attendais que la pluie vienne”, “Nous, les héros”, “Apenas o Fim do Mundo” e “História de Amor (Últimos Capítulos)”.***

SEDE TEATRO DA VERTIGEM

Rua 13 de Maio, 240, 1º Andar. Bela Vista, São Paulo, SP. (mapa)
Telefone: 3255-2713.

Por Darlene Carvalho

*** (Release de Márcia Marques, Canal Aberto)

Fotos: Edu Marim


TEATRO DA VERTIGEM DE GRAÇA: HOJE, AMANHÃ E NA VIRADA CULTURAL!

Ontem, tive o prazer de ser uma das espectadoras da peça “A última Palavra é a Penúltima” do Teatro da Vertigem juntamente com meus amigos, sem pagar nenhum tostão!

Algumas observações sobre o espetáculo:

Desejo: Quero ler Deleuze.

Deslumbramento: Eles são mesmo excelentes no que se propõem, conseguem sempre me deixar meio zonza de tão estupefata com a apresentação. Ótimos atores!

Recomendação: Se você não for, o arrependimento poderá ser inevitável.

Alerta: Ontem, segundo a moça que estava distribuindo os ingressos, apenas 50 pessoas poderiam presenciar cada apresentação. Se bem que no release que a Márcia me mandou, a lotação máxima é de 100 pessoas. Agora entendi. São 100 no total, 50 pessoas assistindo cada sessão. Se quiser ligar para ter mais certeza: 11. 32552713. Os ingressos são distribuídos com uma hora de antecedência.

Vamos aos detalhes do espetáculo? A Márcia Marques, responsável pela assessoria de imprensa desse espetáculo, mandou-me o release completo com as fotos disponíveis aqui nesse post e que deveria ser postado antes do sábado, mas não se aflija: ainda dá tempo de comparecer. Só fique esperto porque se chegar com apenas uma hora de adiantamento em relação ao horário de início da peça, você corre o risco de ficar sem ingresso. Verdade! Primeiro motivo: Teatro da Vertigem! Segundo motivo: De graça!

Teatro da Vertigem (SP), Cia Zikzira (BH) e o Grupo Lot (Lima-Peru) em

“A ÚLTIMA PALAVRA É A PENÚLTIMA”

Até o 15 de abril os três grupos ocuparão a passagem subterrânea entre o Viaduto do Chá e a Praça Ramos de Azevedo, no centro de São Paulo.

Espaço está fechado há cerca de 10 anos.

A partir de um texto filosófico de G. Deleuze – O Esgotado – e aliando a isso a perspectiva de investigação do universo interpretativo, o grupo Teatro da Vertigem se apropria da criação a partir da “experiência” do corpo do ator e do estudo sobre os conceitos da performance e estréia dia 12 de abril a intervenção cênica “A Última Palavra é a Penúltima”. O local para a encenação será a passagem subterrânea entre o Viaduto do Chá e a Praça ramos de Azevedo, no centro, em S.Paulo. A ocupação espacial e o confronto das inquietações artísticas dessas três companhias poderão ser vistas de 12 a 15 de abril de 2008 e em seguida no dia 26, na Virada Cultural.

Esse novo trabalho se propõe à criação de um intercâmbio cultural ao convidar para uma criação e direção colaborativa as companhias Zikzira (Belo Horizonte – MG / Londres – Inglaterra) e o grupo LOT (Lima – Peru). Interessadas na exploração do espaço público, as três companhias têm em suas trajetórias pesquisas que relacionam o teatro com a dança, artes plásticas e cinema (no caso da ZikZira, de BH) e intervenções em espaços urbanos (Vertigem, de SP e LOT, do Peru).

Teatro da Vertigem

O Teatro da Vertigem, depois de pesquisar a respeito da identidade brasileira em que a companhia percorreu o país de São Paulo até o Acre, realizou o espetáculo “BR-3”, sua primeira intervenção em um espaço público aberto: o Rio Tietê. Depois de dois anos e meio com esse projeto, o grupo experimentou pela primeira vez a utilização de um espaço de teatro convencional, dessa vez para a realização da leitura cênica de “História de Amor – últimos capítulos”, de Jean-Luc Lagarce, trabalho que marcou também um primeiro contato com um texto não desenvolvido em processo colaborativo pela companhia.

Concomitante às apresentações da leitura cênica, em janeiro de 2007 o grupo completava 15 anos e com o apoio da Prefeitura de São Paulo, realizou a exposição “Vertigem: 15 anos de processos colaborativos”.

Agora, em 2008, o Teatro da Vertigem debruça-se sobre esse novo trabalho: “A última palavra é a penúltima”, tema inspirado a partir de “O Esgotado” de G. Deleuze.

LOT – Asociación para la Investigación Teatral La Otra Orilla

Associação cultural sem fins lucrativos criada no Peru em 1998 com direção de Carlos Cueva, formada por artistas provenientes de diversas linguagens artísticas. O grupo tem como finalidade apoiar e promover a investigação teatral incluindo aí a recuperação da memória social através de experiências multidisciplinares e performáticas, capazes de criar metáforas que refletem aspectos de Nosso tempo. LOT rompe com a forma representativa do teatro tradicional utilizando elementos de situações cotidianas junto a elementos da tecnologia moderna.

O grupo já produziu espetáculos como Ecumene y Terrano II, ambos produzidos pelo Festival Internacional de Danza y Teatro de Lima de 1998 e 1999; as Zonas Fronterizas, espetáculos em lugares inéditos ou em áreas públicas abandonadas do Centro Histórico de Lima. LOT também já produziu seis Zonas Fronterizas: Hotel Bolivar (1999), La Casa Mujica (2000), Galerías Boza (2001), Materia Material (2002) e Librería Erótica I (2003), a última denominada Zona Fronteriza Simposio realizada em julho de 2005.

Zikzira Teatro Físico

Zikzira é uma companhia que trabalha por projeto baseado em um grupo de performers e atores freelance e convida artistas de outras mídias para colaborarem em projetos individuais. A companhia foi fundada em Londres em 1999 por Fernanda Lippi, bailarina e coreógrafa brasileira e André Semenza, cineasta europeu. Por meio de um processo multidisciplinar e colaboracionista Zikzira Physical Theatre cria performances viscerais e complexas, trazendo abordagem site-specific para locações não convencionais, tanto para cinema quanto para palco.

A companhia apresentou-se em Londres e produziu vários curtas-metragens (tal como Fliessgleichgewicht 2002), performances em lugares inusitados no Brasil como Quem viu, viu (São Paulo 2001) e Urbe (Rio de Janeiro 2002).

Em 2003, a Zikzira lançou o filme As Cinzas de Deus (www.ascinzasdedeus.com), aclamado pela crítica. O primeiro filme de dança contemporânea dessa espécie, o filme incorpora a linguagem da dança, do cinema e traz o renomado produtor e compositor Kid Loco assinando o mix da trilha sonora, e produzido por Maverick Motion and Swiss TV DRS. Verissimilitude (2004/2005) foi uma performance ao vivo criada para o palco, baseada no texto de Michel Foucault, As Quatro Similitudes e o estudo dos extremos do instinto humano, apresentado no Riverside Studios (Londres) Hebbel am Ufer (Berlin) e nas principais capitais do Brasil. Nu går vi é um filme locado na Suécia nos meados do inverno, com a trilha sonora original de Hafler Trio, está em fase de pós-produção com lançamento previsto para 2008.

QUANDO?

Começou no dia 12, mas hoje e amanhã (14 e 15 de Abril) e no dia da Virada Cultural terão mais apresentações, sempre às 19h e 21h.

ONDE?

Passagem Subterrânea Viaduto do Chá X Praça Ramos de Azevedo. Em frente ao Shopping Light do Viaduto do Chá tem uma entrada e em frente à loja Casas Bahia tem outra entrada. A fila forma-se em frente à entrada do Viaduto do Chá.

Veja a ficha técnica da peça teatral no restante do post.

Por Darlene Carvalho e Márcia Marques. Continue reading →

A GALERIA OLIDO ESTÁ LINDA DEMAIS!

Percebam a minha empolgação a partir do título deste post, a Galeria Olido! Bem, não é nenhuma novidade eu daquele lugar com a maior alegria do mundo! Gosto do local, das repartições, do que se pode ver lá, como exposições, filmes, teatro, dança e até vesperais líricas (Óh! Que saudade que me deu agora!) e, pra quem não sabe, muita coisa acontece sem que você tenha de desembolsar uma grana! Cinema então… à vontade! Uma beleza para os apaixonados pela sétima arte!

PROJETO ESPECIAL TEATRO DA VERTIGEM

E ontem, dei uma passadinha lá para pegar a programação deste mês, e deparei-me com grandes lençóis brancos pendendo do teto, tanto na entrada pela São João, quanto por aquela ruazinha do lado (Como chama-se mesmo? Não lembro! Pronto, achei no Guia Mais. É a Rua D. José de Barros!), que foi por onde cheguei. Fiquei super curiosa! O vento fazendo com que aqueles tecidos longos dançassem o tempo todo! E neles, projetados imagens do Teatro da Vertigem (tive o prazer enorme de presenciar a leitura dramática feita por alguns integrantes do grupo, na companhia de três amigos muito queridos). E não era só isso! Há muitas mesas expositivas espalhadas pelos corredores, contendo livros, anotações, textos teatrais, depoimentos, ingressos, fotografias (tenho que olhar de novo pra ver se não me escapou alguma coisa!) relacionados às peças apresentadas pelo grupo Teatro da Vertigem. E tem mais!!! Um vídeo produzido a partir das apresentações de quatro peças (Fizeram sucesso! Só eu que não vi… Saco!), são elas: Apocalipse, O Livro de Jó, Paraíso Perdido e BR-3. Realmente, eles são muito bons! Vale a pena conferir, povo! Sabe até quando vocês poderão ver? Deixa eu olhar meu livrinho aqui… Até o dia primeiro (01) de Abril, de graça!

Ah! A leitura dramática História de Amor – Últimos capítulos está rolando! Poderão assistir nos dias 12,13,14,21,26,27 e 28 de Fevereiro. Sobre o quê? Vou colocar aqui, na íntegra, a sinopse divulgada no livrinho da Galeria Olido:

“Leitura encenada do último texto do dramaturgo francês Jean-Luc Lagarce, prematuramente falecido aos 39 anos de idade. O texto trata de um encontro de um casal com um outro homem, com o qual ambos tiveram uma história de amor.”

De graça, gente! De segunda a quarta, às 19h e 20h30, na Sala Paissandu. E para não correr o risco de perder a oportunidade de ver estes excelentes atores e apreciar um belo espetáculo, tem que chegar mais cedo pra pegar os ingressos. É verdade! Muita gente está indo assistir! Uma loucura!

Atenção! Excepcionalmente nos dias 2, 3 e 4 (sexta, sábado e domingo) o grupo se apresentará na Sala Olido, às 19h e às 20h30.

Sacanagem! Esqueci de dizer onde fica, pô!

GALERIA OLIDO
Avenida São João, 473 – Centro – São Paulo – SP. Tel. 3331-8399.

Agora sim! Tá esperando o quê?

 Por Darlene Carvalho.