VIRADA DA POESIA NA CASA DAS ROSAS

A Virada Cultural 2016 em São Paulo está especialíssima! A dica é correr pra Casa das Rosas. Tem uma programação linda e poética para crianças e adultos. Confira:

Virada da Poesia

Sábado, 21/05/2016

18h – Cinema

Filme: Cinema Paradiso
Não é necessário retirar ingressos.
A sessão vai acontecer no jardim da Casa das Rosas.
Classificação etária: 12 anos.

20h30 — Música, Poesia, Show

Tranqueiras Líricas
Com Marcelo Montenegro e Marcelo Watanabe.
Nessa apresentação a poesia se funde com o som da guitarra ao ritmo de blues, jazz e rock’n’roll.

Paralelas
Com Alice Ruiz e Alzira Espíndola
Show com música e poesia.
Paralelas é o sexto trabalho de Alzira e o primeiro disco de autoria de Alice Ruiz, que celebra a parceria de mais de 20 anos da poeta e da compositora.

Domingo, 22/05/2016

Meia-Noite — Sarau, Música e Poesia.

Saraokê
Apresentação: Fino DFlow e Coletivo Saraund System
A fusão de música, poesia e improviso é o carro chefe desse sarau, aberto à participação do público. Quem tiver interesse em participar poderá escolher na hora um fundo musical criado por dj para dar ambientação à performance. As incrições começam 1 hora antes na recepção da Casa das Rosas.

2h — Show, Música.

Forró com Trio Zabumbão
Com: Fabinho Zabumbão, Zé Bodinho e Érica Fininho.

12h às 17h — Aumente sua biblioteca

Pegue Livros!
Escolha e leve para casa até 5 livros gratuitamente. Centenas de livros estarão disponíveis, selecionados pelo Centro de Apoio ao Escritor.

11h — Teatro, Circo, Humor

Retalhos Populares
Com: Palhaça Carmela
Espetáculo circense com a palhaça Carmela para toda a família se divertir.

13h — Teatro, Música, Humor

A Caravana da Palhaça Rubra
Com: Palhaça Rubra e Convidado
Espetáculo com música, humor e improviso.

15h — Teatro

Vidma, A Menina Trança Rimas
Com: Núcleo Caboclinhas
Sinopse: Vidma acredita que sua mãe é uma bruxa e sua sopa a faz viajar para diversos lugares.

17h — Show, Música

MC Soffia
com: MC Soffia e DJ Luccas
Show de rap com a MC Soffia de apenas 11 anos. As músicas dela abordam assuntos sociais.

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Ah! Vamos, né? \o/ Não dá pra ficar de fora disso. ♥


O QUÊ?

Virada da Poesia [Virada Cultural 2016]

QUANDO?

Sábado, 21/05/2016, a partir das 18h até domingo, 22/05/2016, às 17h.

QUANTO?

Grátis

ONDE?

Casa das Rosas

Av. Paulista, 37 • Bela Vista • CEP 01311-902 • São Paulo • Brasil

Telefone: +55 (11) 3285.6986 | 3288.9447

Email: contato@casadasrosas.org.br


Publicação de Darlene Carvalho

2 FINAIS DE SEMANA COM NAVALHA NA CARNE

Navalha na Carne de Plínio Marcos

Direção Marcelo Drummond. Com Sylvia Prado, Marcelo Drummond y Tony Reis.

Navalha na carne é uma das peças mais conhecidas de Plínio Marcos e é considerada por muitos sua obra-prima. Nessa desmontagem de Marcelo Drummond, o jogo cênico contundente entre os três atores revela almas sangradas pela solidão e pelas dores de cada personagem; mas revela também o silêncio e a precisão dramatúrgica da poesia de Plínio, para muito além do estigma de autor de textos desbocados e cheios de fúria. Drummond inclui humor e contenção num jogo mutante, onde o vídeo, a luz, o cenário e o som estão tão presentes quanto a violência cotidiana das relações humanas vivida em cena. (release: teatro oficina)

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Foto: Lenise Pinheiro

Inscreva-se no canal do Teatro Oficina no Youtube clicando aqui. ;)

Vai ter transmissão ao vivo no dia 07 de Maio e 08 de maio!

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Foto: Igor Marotti


O QUÊ?

[teatro] Navalha na Carne

QUANDO?

Sábado, 7/05/2016, às 21h.
Domingo, 8/05/2016, às 20h.
Sábado,14/05/2016, às 21h.
Domingo, 15/05/2016, às 20h.

QUANTO?

R$ 40 (inteira)
R$ 20 (meia)
R$10 (moradores do Bixiga)
Ingressos online aqui.

ONDE?

Teat(r)o Oficina

R. Jaceguai, 520 – Bela Vista, São Paulo – SP.


Colaboração de Teat(r)o Oficina | Publicado por Darlene Carvalho

4º SALÃO DE OUTONO DA AMÉRICA LATINA

SOAL 2016 traz 119 artistas de 14 países

Quarta edição do Salão de Outono da América Latina é realizada na Galeria Marta Traba até 6 de junho

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O Memorial inaugura no dia 6 de maio o SOAL 2016 – Salão de Outono da América Latina – exposição que traz 119 artistas de 14 países, com 179 obras de pintura, artes gráficas, escultura, fotografia, vídeo, livro de artista, instalação, performance e street art. O evento, que se realiza há 4 anos em São Paulo, é organizado em parceria com o Salon d’Automne França-Brasil e tem sua terceira edição consecutiva na Galeria Marta Traba, no Memorial. A exposição fica em cartaz na Galeria Marta Traba até o dia 5 de junho, com entrada gratuita de terça a domingo, das 9h às 18h.

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Os critérios de escolha dos participantes seguem os princípios do Salon d’Automne França-Brasil e, assim, o SOAL vai se consolidando como ponte de acesso para proporcionar visibilidade aos artistas emergentes junto ao público e ao mercado da arte. Por isso, como nos anos anteriores, os artistas interessados em participar do processo de seleção vêm de países de praticamente todos os continentes: Brasil, Argentina, Uruguai, Bolívia, Canadá, França, Polônia, Ucrânia, Bósnia & Herzegovina, Egito, Marrocos, Tunísia, Argélia e Japão. O catálogo pode ser acessado no site: www.salon-automne-franca-brasil.com.

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O ecumenismo cultural do SOAL é um recorte que faz a diferença, como destaca o cineasta e escritor João Batista de Andrade, presidente do Memorial: “A meu ver, é um dos traços hereditários da mostra: o seu caráter de confraternização universal da arte contemporânea na América Latina deriva do mesmo espírito de fraternidade que norteou a criação do Salão de Outono de Paris, nos primórdios do século passado. É esse ecumenismo cultural que proporciona o encontro de tendências artísticas das mais diversas origens do planeta”.

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O QUÊ?

SOAL 2016 – Salão de Outono da América Latina

Classificação Livre

QUANDO?

Até 5/6/2016. Terça a domingo, das 9h às 18h.

QUANTO?

Entrada Gratuita

ONDE?

Galeria Marta Traba / Memorial da América Latina
Praça Cívica – portões 1, 2 e 5 – Metrô Barra Funda

Estacionamento: Portão 4 (R$ 20 o período)


Colaboração Memorial | Publicado por Darlene Carvalho

ÚLTIMOS DIAS DE ‘FLORES AMARELAS’

FLORES AMARELAS — Cia do Flores

Flores Amarelas é um espetáculo, que encontrou na poesia, na música, na dança e na narrativa a forma mais sublime para falar sobre identidade de gênero.

SINOPSE

Uma festa em homenagem aos santos da Bahia celebra a boa colheita do cacau. No centro da encenação a festa dá lugar às fazendas, à mata-deus e as histórias e segredos, que permeiam a vida de Orozina, Davi, Francisco, Jeremias e Antonio. Na medida em que a semente floresce, revelam-se para o público as músicas e sua poesia, as graças e desgraças dos causos da mata-deus, as dores do preconceito, e a revelação de uma história prometida, a qual deve ser a mais bonita de todas.

Dramaturgia e Direção de Claudia Jordão.
Elenco: Alef Barros, Alessandra Moreira, Fran Rocha, Lucas Vedovoto, Josy Santana e Osni Rossi.

SOBRE O ESPETÁCULO

Flores Amarelas é o primeiro trabalho da Cia do Flores, de São Bernardo do Campo e o processo de montagem, aconteceu dentro do Núcleo de Direção da Escola Livre de Teatro, orientado por Luiz Fernando Marques, o LUBI, do Grupo XIX de Teatro.

O espetáculo foi contemplado pelo PROAC – Manifestações Culturais LGBT/2015, pelo qual fará uma circulação pelas cidades do ABCDMR e também pela cidade de São Paulo. Na capital paulista Flores Amarelas fez uma estreia gratuita, no dia 28/04, com bate papo posterior, contando com a presença de Luiz Fernando Marques e prosseguiu para mais 7 apresentações que terminam no próximo dia 08/05/2016, de quinta a domingo, cumprindo com a contrapartida pela contemplação do edital Cena Aberta/SP, para ocupação do Teatro de Arena Eugênio Kusnet. O espetáculo foi contemplado também pelo Prêmio de Teatro Myriam Muniz/2015.

Para acompanhar a agenda de apresentações da Cia do Flores, curta a página no Facebook → www.facebook.com/ciadoflores


O QUÊ?

[Teatro] Flores Amarelas, com a Cia do Flores.

QUANDO?

Até 08/05/2016. Quinta a domingo, às 20h.

QUANTO?

Ingressos – R$ 30 (inteira) R$ 15 (meia)

ONDE?

Teatro de Arena Eugênio Kusnet [Capacidade: 98 pessoas]

Rua Teodoro Baima, 94 – Vila Buarque – São Paulo

Informações: 11 3259 6409 ou 11 99407 7226


Colaboração de Claudia Jordão | Publicado por Darlene Carvalho

GUERRILHEIRO NÃO TEM NOME

O grupo teatral Mata! apresenta o espetáculo ‘Guerrilheiro não tem nome’ em importantes teatros da cidade de São Paulo

Após temporada de sucesso no Espaço Pyndorama, Sede da Cia Antropofágica, o Grupo Teatral MATA! leva seu espetáculo “guerrilheiro não tem nome”, para três locais distintos da cidade de São Paulo e convida a população para imergir na verdadeira história do Brasil, tratando sobre um movimento revolucionário, contra a repressão da Ditadura Militar: a Guerrilha do Araguaia. As ações, que fazem parte do projeto contemplado na 3ª edição do Prêmio Zé Renato, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, contemplam apresentações no Teatro Leopoldo Fróes, Teatro Zanoni Ferrite e Centro Cultural São Paulo. Ótima oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a nossa história e sobre o trabalho do Mata!

Ditadura, Repressão e Revolução

Em tempos em que o tema “Ditadura” paira sobre muitas conversas, o Grupo Teatral MATA! apresenta o espetáculo “guerrilheiro não tem nome”, um espetáculo de relevância estética e política, que convida o público para uma imersão em um assunto complexo da história do Brasil: a Guerrilha do Araguaia.

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Após uma temporada no Espaço Pyndorama, Sede da Cia. Antropofágica, o grupo apresenta seu espetáculo nos dias 06, 07 e 08 de maio no Teatro Leopoldo Fróes, com entrada gratuita, seguindo para o Teatro Zanoni Ferrite e encerrando as ações do projeto no Centro Cultural São Paulo. Todas essas ações fazem parte do projeto “guerrilheiro não tem nome”, contemplado na 3ª edição do Prêmio Zé Renato, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

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O Grupo Teatral MATA! é formado por artistas que se uniram em prol do trabalho colaborativo de criação, tendo se iniciado como um grupo de estudos de temas relativos à formação cultural do Brasil, o teatro épico-dialético e o fazer teatral. Depois de dois anos de pesquisa e experimentos cênicos, o grupo foi contemplado com o edital PROAC – Primeiras obras, através do qual o espetáculo “guerrilheiro não tem nome” foi concebido.

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Agora, com o Prêmio Zé Renato, o grupo realiza apresentações gratuitas e convida o público para conhecer este trabalho que trata de um assunto tão obscuro da história do país e que jamais deve ser esquecido. O diretor Anderson Zanetti comenta: “Dar continuidade as apresentações deste espetáculo, é contribuir para a consolidação da memória histórica de uma democracia a ser continuamente aprimorada, tomando como lição o passado que ainda vive no presente”.

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O nome do grupo e o interesse pelo assunto surgiram do contato com o livro MATA! – O Major Curió e as guerrilhas no Araguaia, do jornalista Leonêncio Nossa, que teve acesso exclusivo ao lendário arquivo pessoal do major Sebastião Rodrigues de Moura, o Curió, um dos protagonistas da repressão da ditadura militar. O livro revela detalhes das torturas e assassinatos que vitimaram dezenas de pessoas na década de 1970 na região do Araguaia, além de expor um arrebatador panorama histórico do Bico do Papagaio e do sudeste do Pará. Mata! percorre quase duzentos anos na história da região, incluindo tragédias recentes como a exploração de ouro em Serra Pelada e os massacres de sem-terra, para compor um verdadeiro épico da desordenada ocupação do território amazônico a partir do século XX.

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A história da guerrilha chamou a atenção do Grupo Teatral Mata! pela sua força ideológica e a paixão dos jovens combatentes que morreram em nome de um país mais justo, livre da opressão contra o povo e da violência do Estado de Exceção promovido pelo golpe civil-militar de 1964. A saga dos jovens guerrilheiros do Araguaia, pouco conhecida e explorada no Brasil, perpassa os tempos e desemboca na história contemporânea do país. E os elementos de injustiça social, coronelismo, luta armada, corrupção, militarismo e tortura compõem a trama documentária do livro de Leonêncio, de uma maneira fragmentada, na qual um fio condutor linear dá lugar à totalidade histórica dos fatos. Por tudo o que a pesquisa acerca dessa luta nos mostrou, essa é uma história que não deve ser silenciada jamais, e nossa contribuição aparece por meio do nosso trabalho teatral, complementa Anderson.

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Guerrilheiro não tem nome

Sinopse

A partir de uma perspectiva poética coletiva, o espetáculo reconstrói os caminhos de alguns jovens que aderiram à Guerrilha do Araguaia e nela  descobriram o elo entre suas vidas e as contradições mais profundas da formação social do Brasil. O sonho por uma sociedade igualitária, o contato com a cultura local e a solidariedade revolucionária alimentaram a coragem daqueles que não retrocederam frente à violência do regime militar instaurado em 1964.

FICHA TÉCNICA
Direção e concepção dramatúrgica: ANDERSON ZANETTI
Criação dramatúrgica: COLETIVA
Atores: GABRIELA FELIPE, LEONARDO OLIVEIRA E VANESSA BIFFON.
Cenografia, figurino e arte gráfica: LUIZ FELIPE MACALÉ
Iluminação: LEONARDO OLIVEIRA
Assessoria de Imprensa: LUCIANA GANDELINI
Técnico de Iluminação: JOÃO ALVES
Direção musical e preparação vocal: BRUNO CORDEIRO
Coordenação de produção: VANESSA BIFFON
Produção: COLETIVA
Fotografia: ALAN SIQUEIRA
Contato Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini

O Grupo Teatral Mata!

O Grupo Teatral Mata!, formado por Anderson Zanetti, Leonardo Oliveira, Luiz Felipe Macalé e Vanessa Biffon, é um coletivo paulistano, que surgiu no final de 2012 e trabalha a partir dos conceitos de processo colaborativo e teatro épico-dialético. As primeiras ações se deram em forma de um grupo de estudos sobre teatro e assuntos relacionados à formação histórica e cultural do Brasil contemporâneo. A partir do início de 2013, o grupo entrou em contato com alguns livros que tratam da história da Guerrilha do Araguaia e passou a pesquisar o assunto com o interesse de transformá-lo em espetáculo teatral.

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A pesquisa estética do MATA! situa-se nos campos conceituais de processo colaborativo e processo coletivo de criação cujo trabalho de ator, a produção sonora e a cenográfica são voltadas para uma encenação de horizonte épico-dialético.

O grupo realizou em 2013 uma oficina de Iniciação ao Teatro do Oprimido na Biblioteca Monteiro Lobato e em 2014 uma ação performativa no Cordão da Mentira, evento anual realizado por coletivos artísticos e sociais. Depois de dois anos de pesquisa e experimentos cênicos, o grupo foi contemplado com o edital PROAC – Primeiras obras, através do qual este  espetáculo foi concebido e apresentado nas cidades de São Paulo, Santos, Diadema e Campinas. Neste projeto, “guerrilheiro não tem nome”, o grupo fez parceria com a Companhia do Feijão, através da cessão de espaço para ensaios e da orientação de expressão corporal realizada pela atriz Fernanda Haucke. Também foram realizadas uma oficina para jovens e adultos acerca da construção poética teatral e um ciclo de debates com o tema Guerrilha do Araguaia com convidados importantes como: Leonêncio Nossa, Romualdo Pessoa, Liniane Haag Brum e Michéas de Almeida – Zezinho do Araguaia.

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Depois da temporada de 2015, outra importante montagem foi apresentada no Rio de Janeiro e São Paulo, chamada “Guerrilheiras ou Para a Terra Não Há Desaparecidos”, com direção de Georgette Fadel e dramaturgia de Grace Passô. Esse espetáculo foi apresentado pelo Itaú Cultural com grande repercussão na imprensa especializada, que além de destacar a perspectiva estética, ressaltou a relevância do tema sobre a “Guerrilha do Araguaia”, sobretudo a partir da mulher, uma vez que a montagem trata exclusivamente do papel das guerrilheiras.

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Agora, em 2016, o grupo circula com o espetáculo “guerrilheiro não tem nome”, através do 3º Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo, já tendo se apresentado no Centro Cultural da Juventude, Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes, Espaço Pyndorama, Sede da Companhia Antropofágica e com apresentações em Maio no Teatro Leopoldo Fróes, Teatro Zanoni Ferrite e Centro Cultural São Paulo.

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Realização: 3º Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo.

Assista a entrevista com o diretor da peça:


Mais informações:


O QUÊ? QUANDO? ONDE?

‘Guerrilheiro não tem nome’, com o grupo teatral Mata!

Duração.: 80 min. Classificação: 16 anos.

Temporada no Teatro Leopoldo Fróes

Dias 06, 07 e 08 de Maio de 2016.

Sexta-feira e Sábado às 20h. Domingo às 19h.

Teatro Leopoldo Fróes — Rua Antônio Bandeira, 114, Vila Cruzeiro, São Paulo, SP.

Temporada no Teatro Zanoni Ferrite

Dias 13, 14 e 15 de Maio de 2016

Sexta-feira e Sábado às 20h. Domingo às 19h.

Teatro Zanoni Ferrite — Av. Renata, 163, Vila Formosa, São Paulo, SP.

Temporada no CCSP

Dias 28 e 29 de Maio de 2016

Sábado às 19h. Domingo às 18h.

CCSP – Sala Adoniran Barbosa: Rua Vergueiro, 1000, Paraíso, São Paulo, SP.

QUANTO?

Grátis.


Colaboração de Luciana Gandelini | Publicado por Darlene Carvalho

 

CONCERTO CONTRA A HOMOFOBIA

No mês do combate a homofobia o grupo realiza concerto gratuito no CEU Jaguaré com repertório erudito e popular

Em seu segundo ano de atividades o Coro Osvaldo Lacerda realiza diversos concertos temáticos na temporada 2016, com concertos dedicados à música brasileira, à musica sacra e a grandes compositores como Osvaldo Lacerda, Antonin Dvorak e Gabriel Fauré.

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Em maio o concerto reúne cerca de 40 músicos entre cantores e instrumentistas numa apresentação em combate à homofobia no CEU Jaguaré, com um repertório erudito e popular, brasileiro e internacional. No programa, músicas de Osvaldo Lacerda, Ronaldo Miranda, Heitor Villa Lobos, Marcos Leite, Chico Buarque, Vinicius de Moraes, Marisa Monte, Felipe Balieiro, John Lennon e Cyndi Lauper.

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Criado em 2014 com o nome Madrigal Tutti Amici, o coro surgiu da proposta de amigos estudantes de música se reunirem e levar para os palcos a vivência extraída da sala de aula. Realizou suaFoto do Concerto de Estréia em setembro 2015 primeira apresentação no encontro de coros promovido pelo Coral Cultura Inglesa em setembro do mesmo ano onde recebeu o convite para participar ao lado do Coral Cultura Inglesa do concerto de encerramento da temporada da Orquestra Sinfônica de Heliópolis executando a sinfonia n º 2 de Gustav Mahler sob regência de Isaac Karabtchevsky, em dezembro na Sala São Paulo.

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Em 2015 o grupo cresceu e passou a se chamar Coro Osvaldo Lacerda, em homenagem ao compositor paulistano. Participou da Virada Cultural Coral, cantando em dois pontos do centro da cidade: Sala dos Arcos do Theatro Municipal e Cripta da Sé, em encontros como XVII Encontro de Coros do Tribunal de Justiça e Festival de Música Sacra da Igreja São Luis, além de realizar em setembro o Concerto Oficial de Estreia, e em dezembro o Concerto de Natal na Paróquia São Luís.

Em 2016 o grupo participa do projeto São Paulo Cidade Coral promovido pelo Coral Paulistano Mário de Andrade e Prefeitura de São Paulo realizando de março a dezembro 1 concerto por mês.

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Coro Osvaldo Lacerda

Regência: Bruno Costa e Guilherme Rocha
Piano: Bruno Tadeu
Cantores Convidados: Erik Erikström, Daniel Soufer e Gabriel Vazquez.

Site do Coro Osvaldo Lacerda


O QUÊ?

Concerto em Combate a Homofobia — Coro Osvaldo Lacerda

QUANDO?

Sexta-feira, 20/05/2016, às 20h.

ONDE?

CEU Jaguaré

Av. Kenkiti Simonoto, 80, Jaguaré, São Paulo, SP.

QUANTO?

Entrada Franca


 

Colaboração de Bruno Costa | Publicação de Darlene Carvalho

PROJETO ANALISA A CENSURA A LIVROS DE AUTORES BRASILEIROS DURANTE A DITADURA

Uma das primeiras providências dos regimes autoritários é restringir a liberdade de expressão e opinião. Trata-se de uma forma de dominação pela coerção, limitação ou eliminação das vozes discordantes.  Durante a ditadura militar brasileira (1964-1985) cerca de 140 livros de autores brasileiros foram oficialmente vetados pelo Estado.

Doutora em comunicação pela PUC-SP, a professora Sandra Reimão apresenta, no dia 19 de maio, no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc, parte dos resultados de um projeto que visou fazer o levantamento sistemático das obras censuradas durante a ditadura e traçar um panorama da atuação censória do governo militar em relação a livros, destacadamente obras de autores brasileiros.

A pesquisadora analisou especificamente os casos de Feliz Ano Novo e O cobrador, de Rubem Fonseca, Zero, de Ignácio de Loyola Brandão, Dez histórias imorais, de Aguinaldo Silva, Em câmara lenta, de Renato Tapajós, e os contos Mister Curitiba, de Dalton Trevisan.

Como fonte básica dos dados, a pesquisa utilizou o arquivo de pareceres da Divisão de Censura de Diversões Públicas (DCDP), órgão do Ministério da Justiça, que a partir de 1970 passou a exercer a censura a livros e revistas.

Sandra Reimão é doutora em Comunicação pela PUC-SP, com estágio pós-doutoral na Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales. É professora livre docente da USP e autora do livro Repressão e resistência – censura a livros na ditadura militar.

 Sobre o CPF-Sesc
Inaugurado em agosto de 2012, o Centro de Pesquisa e  Formação do Sesc é uma unidade do Sesc São Paulo voltada para a produção de conhecimento, formação e difusão e tem o objetivo de estimular ações  e desenvolver estudos nos campos cultural e socioeducativo.
Além do Curso Sesc de Gestão Cultural – que visa a qualificação para a gestão cultural de profissionais atuantes no campo das Artes, tanto de instituições públicas como privadas – a unidade proporciona o acesso à cultura de forma ampla, tematicamente, por meio de cursos, palestras, oficinas, bate-papos, debates e encontros nas diversas áreas que compreendem a ação da entidade, como artes plásticas e visuais, ciências sociais, comportamento contemporâneo e cotidiano, filosofia, história, literatura e artes cênicas.

O QUÊ?

Repressão e Resistência: censura a livros na ditadura militar brasileira

Recomendação etária: 16 anos. Número de vagas: 70.

Atividade com tradução em libras. Solicitação deve ser feita no ato da inscrição, com no mínimo dois dias de antecedência da atividade.

QUANDO?

Dia 19 de maio de 2016. Quinta, das 19h às 21h.

QUANTO?

R$ 15 (inteira); R$ 7,50 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública); R$ 4,50 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).

ONDE?

Informações e inscrições pelo site (sescsp.org.br/cpf) ou nas unidades do Sesc no Estado de São Paulo.

Centro de Pesquisa e Formação – CPF Sesc

Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar.


Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 10h às 22h. Sábados, das 9h30 18h30.
Telefone: 11 3254-5600

Informações e inscrições pelo site → sescsp.org.br/cpf — ou nas unidades do Sesc no Estado de São Paulo.


Colaboração de Rita Solimeo Marin | Publicado por Darlene Carvalho