GUERRILHEIRO NÃO TEM NOME

O grupo teatral Mata! apresenta o espetáculo ‘Guerrilheiro não tem nome’ em importantes teatros da cidade de São Paulo

Após temporada de sucesso no Espaço Pyndorama, Sede da Cia Antropofágica, o Grupo Teatral MATA! leva seu espetáculo “guerrilheiro não tem nome”, para três locais distintos da cidade de São Paulo e convida a população para imergir na verdadeira história do Brasil, tratando sobre um movimento revolucionário, contra a repressão da Ditadura Militar: a Guerrilha do Araguaia. As ações, que fazem parte do projeto contemplado na 3ª edição do Prêmio Zé Renato, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, contemplam apresentações no Teatro Leopoldo Fróes, Teatro Zanoni Ferrite e Centro Cultural São Paulo. Ótima oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a nossa história e sobre o trabalho do Mata!

Ditadura, Repressão e Revolução

Em tempos em que o tema “Ditadura” paira sobre muitas conversas, o Grupo Teatral MATA! apresenta o espetáculo “guerrilheiro não tem nome”, um espetáculo de relevância estética e política, que convida o público para uma imersão em um assunto complexo da história do Brasil: a Guerrilha do Araguaia.

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Após uma temporada no Espaço Pyndorama, Sede da Cia. Antropofágica, o grupo apresenta seu espetáculo nos dias 06, 07 e 08 de maio no Teatro Leopoldo Fróes, com entrada gratuita, seguindo para o Teatro Zanoni Ferrite e encerrando as ações do projeto no Centro Cultural São Paulo. Todas essas ações fazem parte do projeto “guerrilheiro não tem nome”, contemplado na 3ª edição do Prêmio Zé Renato, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

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O Grupo Teatral MATA! é formado por artistas que se uniram em prol do trabalho colaborativo de criação, tendo se iniciado como um grupo de estudos de temas relativos à formação cultural do Brasil, o teatro épico-dialético e o fazer teatral. Depois de dois anos de pesquisa e experimentos cênicos, o grupo foi contemplado com o edital PROAC – Primeiras obras, através do qual o espetáculo “guerrilheiro não tem nome” foi concebido.

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Agora, com o Prêmio Zé Renato, o grupo realiza apresentações gratuitas e convida o público para conhecer este trabalho que trata de um assunto tão obscuro da história do país e que jamais deve ser esquecido. O diretor Anderson Zanetti comenta: “Dar continuidade as apresentações deste espetáculo, é contribuir para a consolidação da memória histórica de uma democracia a ser continuamente aprimorada, tomando como lição o passado que ainda vive no presente”.

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O nome do grupo e o interesse pelo assunto surgiram do contato com o livro MATA! – O Major Curió e as guerrilhas no Araguaia, do jornalista Leonêncio Nossa, que teve acesso exclusivo ao lendário arquivo pessoal do major Sebastião Rodrigues de Moura, o Curió, um dos protagonistas da repressão da ditadura militar. O livro revela detalhes das torturas e assassinatos que vitimaram dezenas de pessoas na década de 1970 na região do Araguaia, além de expor um arrebatador panorama histórico do Bico do Papagaio e do sudeste do Pará. Mata! percorre quase duzentos anos na história da região, incluindo tragédias recentes como a exploração de ouro em Serra Pelada e os massacres de sem-terra, para compor um verdadeiro épico da desordenada ocupação do território amazônico a partir do século XX.

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A história da guerrilha chamou a atenção do Grupo Teatral Mata! pela sua força ideológica e a paixão dos jovens combatentes que morreram em nome de um país mais justo, livre da opressão contra o povo e da violência do Estado de Exceção promovido pelo golpe civil-militar de 1964. A saga dos jovens guerrilheiros do Araguaia, pouco conhecida e explorada no Brasil, perpassa os tempos e desemboca na história contemporânea do país. E os elementos de injustiça social, coronelismo, luta armada, corrupção, militarismo e tortura compõem a trama documentária do livro de Leonêncio, de uma maneira fragmentada, na qual um fio condutor linear dá lugar à totalidade histórica dos fatos. Por tudo o que a pesquisa acerca dessa luta nos mostrou, essa é uma história que não deve ser silenciada jamais, e nossa contribuição aparece por meio do nosso trabalho teatral, complementa Anderson.

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Guerrilheiro não tem nome

Sinopse

A partir de uma perspectiva poética coletiva, o espetáculo reconstrói os caminhos de alguns jovens que aderiram à Guerrilha do Araguaia e nela  descobriram o elo entre suas vidas e as contradições mais profundas da formação social do Brasil. O sonho por uma sociedade igualitária, o contato com a cultura local e a solidariedade revolucionária alimentaram a coragem daqueles que não retrocederam frente à violência do regime militar instaurado em 1964.

FICHA TÉCNICA
Direção e concepção dramatúrgica: ANDERSON ZANETTI
Criação dramatúrgica: COLETIVA
Atores: GABRIELA FELIPE, LEONARDO OLIVEIRA E VANESSA BIFFON.
Cenografia, figurino e arte gráfica: LUIZ FELIPE MACALÉ
Iluminação: LEONARDO OLIVEIRA
Assessoria de Imprensa: LUCIANA GANDELINI
Técnico de Iluminação: JOÃO ALVES
Direção musical e preparação vocal: BRUNO CORDEIRO
Coordenação de produção: VANESSA BIFFON
Produção: COLETIVA
Fotografia: ALAN SIQUEIRA
Contato Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini

O Grupo Teatral Mata!

O Grupo Teatral Mata!, formado por Anderson Zanetti, Leonardo Oliveira, Luiz Felipe Macalé e Vanessa Biffon, é um coletivo paulistano, que surgiu no final de 2012 e trabalha a partir dos conceitos de processo colaborativo e teatro épico-dialético. As primeiras ações se deram em forma de um grupo de estudos sobre teatro e assuntos relacionados à formação histórica e cultural do Brasil contemporâneo. A partir do início de 2013, o grupo entrou em contato com alguns livros que tratam da história da Guerrilha do Araguaia e passou a pesquisar o assunto com o interesse de transformá-lo em espetáculo teatral.

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A pesquisa estética do MATA! situa-se nos campos conceituais de processo colaborativo e processo coletivo de criação cujo trabalho de ator, a produção sonora e a cenográfica são voltadas para uma encenação de horizonte épico-dialético.

O grupo realizou em 2013 uma oficina de Iniciação ao Teatro do Oprimido na Biblioteca Monteiro Lobato e em 2014 uma ação performativa no Cordão da Mentira, evento anual realizado por coletivos artísticos e sociais. Depois de dois anos de pesquisa e experimentos cênicos, o grupo foi contemplado com o edital PROAC – Primeiras obras, através do qual este  espetáculo foi concebido e apresentado nas cidades de São Paulo, Santos, Diadema e Campinas. Neste projeto, “guerrilheiro não tem nome”, o grupo fez parceria com a Companhia do Feijão, através da cessão de espaço para ensaios e da orientação de expressão corporal realizada pela atriz Fernanda Haucke. Também foram realizadas uma oficina para jovens e adultos acerca da construção poética teatral e um ciclo de debates com o tema Guerrilha do Araguaia com convidados importantes como: Leonêncio Nossa, Romualdo Pessoa, Liniane Haag Brum e Michéas de Almeida – Zezinho do Araguaia.

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Depois da temporada de 2015, outra importante montagem foi apresentada no Rio de Janeiro e São Paulo, chamada “Guerrilheiras ou Para a Terra Não Há Desaparecidos”, com direção de Georgette Fadel e dramaturgia de Grace Passô. Esse espetáculo foi apresentado pelo Itaú Cultural com grande repercussão na imprensa especializada, que além de destacar a perspectiva estética, ressaltou a relevância do tema sobre a “Guerrilha do Araguaia”, sobretudo a partir da mulher, uma vez que a montagem trata exclusivamente do papel das guerrilheiras.

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Agora, em 2016, o grupo circula com o espetáculo “guerrilheiro não tem nome”, através do 3º Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo, já tendo se apresentado no Centro Cultural da Juventude, Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes, Espaço Pyndorama, Sede da Companhia Antropofágica e com apresentações em Maio no Teatro Leopoldo Fróes, Teatro Zanoni Ferrite e Centro Cultural São Paulo.

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Realização: 3º Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo.

Assista a entrevista com o diretor da peça:


Mais informações:


O QUÊ? QUANDO? ONDE?

‘Guerrilheiro não tem nome’, com o grupo teatral Mata!

Duração.: 80 min. Classificação: 16 anos.

Temporada no Teatro Leopoldo Fróes

Dias 06, 07 e 08 de Maio de 2016.

Sexta-feira e Sábado às 20h. Domingo às 19h.

Teatro Leopoldo Fróes — Rua Antônio Bandeira, 114, Vila Cruzeiro, São Paulo, SP.

Temporada no Teatro Zanoni Ferrite

Dias 13, 14 e 15 de Maio de 2016

Sexta-feira e Sábado às 20h. Domingo às 19h.

Teatro Zanoni Ferrite — Av. Renata, 163, Vila Formosa, São Paulo, SP.

Temporada no CCSP

Dias 28 e 29 de Maio de 2016

Sábado às 19h. Domingo às 18h.

CCSP – Sala Adoniran Barbosa: Rua Vergueiro, 1000, Paraíso, São Paulo, SP.

QUANTO?

Grátis.


Colaboração de Luciana Gandelini | Publicado por Darlene Carvalho

 

CONCERTO CONTRA A HOMOFOBIA

No mês do combate a homofobia o grupo realiza concerto gratuito no CEU Jaguaré com repertório erudito e popular

Em seu segundo ano de atividades o Coro Osvaldo Lacerda realiza diversos concertos temáticos na temporada 2016, com concertos dedicados à música brasileira, à musica sacra e a grandes compositores como Osvaldo Lacerda, Antonin Dvorak e Gabriel Fauré.

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Em maio o concerto reúne cerca de 40 músicos entre cantores e instrumentistas numa apresentação em combate à homofobia no CEU Jaguaré, com um repertório erudito e popular, brasileiro e internacional. No programa, músicas de Osvaldo Lacerda, Ronaldo Miranda, Heitor Villa Lobos, Marcos Leite, Chico Buarque, Vinicius de Moraes, Marisa Monte, Felipe Balieiro, John Lennon e Cyndi Lauper.

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Criado em 2014 com o nome Madrigal Tutti Amici, o coro surgiu da proposta de amigos estudantes de música se reunirem e levar para os palcos a vivência extraída da sala de aula. Realizou suaFoto do Concerto de Estréia em setembro 2015 primeira apresentação no encontro de coros promovido pelo Coral Cultura Inglesa em setembro do mesmo ano onde recebeu o convite para participar ao lado do Coral Cultura Inglesa do concerto de encerramento da temporada da Orquestra Sinfônica de Heliópolis executando a sinfonia n º 2 de Gustav Mahler sob regência de Isaac Karabtchevsky, em dezembro na Sala São Paulo.

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Em 2015 o grupo cresceu e passou a se chamar Coro Osvaldo Lacerda, em homenagem ao compositor paulistano. Participou da Virada Cultural Coral, cantando em dois pontos do centro da cidade: Sala dos Arcos do Theatro Municipal e Cripta da Sé, em encontros como XVII Encontro de Coros do Tribunal de Justiça e Festival de Música Sacra da Igreja São Luis, além de realizar em setembro o Concerto Oficial de Estreia, e em dezembro o Concerto de Natal na Paróquia São Luís.

Em 2016 o grupo participa do projeto São Paulo Cidade Coral promovido pelo Coral Paulistano Mário de Andrade e Prefeitura de São Paulo realizando de março a dezembro 1 concerto por mês.

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Coro Osvaldo Lacerda

Regência: Bruno Costa e Guilherme Rocha
Piano: Bruno Tadeu
Cantores Convidados: Erik Erikström, Daniel Soufer e Gabriel Vazquez.

Site do Coro Osvaldo Lacerda


O QUÊ?

Concerto em Combate a Homofobia — Coro Osvaldo Lacerda

QUANDO?

Sexta-feira, 20/05/2016, às 20h.

ONDE?

CEU Jaguaré

Av. Kenkiti Simonoto, 80, Jaguaré, São Paulo, SP.

QUANTO?

Entrada Franca


 

Colaboração de Bruno Costa | Publicação de Darlene Carvalho

PROJETO ANALISA A CENSURA A LIVROS DE AUTORES BRASILEIROS DURANTE A DITADURA

Uma das primeiras providências dos regimes autoritários é restringir a liberdade de expressão e opinião. Trata-se de uma forma de dominação pela coerção, limitação ou eliminação das vozes discordantes.  Durante a ditadura militar brasileira (1964-1985) cerca de 140 livros de autores brasileiros foram oficialmente vetados pelo Estado.

Doutora em comunicação pela PUC-SP, a professora Sandra Reimão apresenta, no dia 19 de maio, no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc, parte dos resultados de um projeto que visou fazer o levantamento sistemático das obras censuradas durante a ditadura e traçar um panorama da atuação censória do governo militar em relação a livros, destacadamente obras de autores brasileiros.

A pesquisadora analisou especificamente os casos de Feliz Ano Novo e O cobrador, de Rubem Fonseca, Zero, de Ignácio de Loyola Brandão, Dez histórias imorais, de Aguinaldo Silva, Em câmara lenta, de Renato Tapajós, e os contos Mister Curitiba, de Dalton Trevisan.

Como fonte básica dos dados, a pesquisa utilizou o arquivo de pareceres da Divisão de Censura de Diversões Públicas (DCDP), órgão do Ministério da Justiça, que a partir de 1970 passou a exercer a censura a livros e revistas.

Sandra Reimão é doutora em Comunicação pela PUC-SP, com estágio pós-doutoral na Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales. É professora livre docente da USP e autora do livro Repressão e resistência – censura a livros na ditadura militar.

 Sobre o CPF-Sesc
Inaugurado em agosto de 2012, o Centro de Pesquisa e  Formação do Sesc é uma unidade do Sesc São Paulo voltada para a produção de conhecimento, formação e difusão e tem o objetivo de estimular ações  e desenvolver estudos nos campos cultural e socioeducativo.
Além do Curso Sesc de Gestão Cultural – que visa a qualificação para a gestão cultural de profissionais atuantes no campo das Artes, tanto de instituições públicas como privadas – a unidade proporciona o acesso à cultura de forma ampla, tematicamente, por meio de cursos, palestras, oficinas, bate-papos, debates e encontros nas diversas áreas que compreendem a ação da entidade, como artes plásticas e visuais, ciências sociais, comportamento contemporâneo e cotidiano, filosofia, história, literatura e artes cênicas.

O QUÊ?

Repressão e Resistência: censura a livros na ditadura militar brasileira

Recomendação etária: 16 anos. Número de vagas: 70.

Atividade com tradução em libras. Solicitação deve ser feita no ato da inscrição, com no mínimo dois dias de antecedência da atividade.

QUANDO?

Dia 19 de maio de 2016. Quinta, das 19h às 21h.

QUANTO?

R$ 15 (inteira); R$ 7,50 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública); R$ 4,50 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).

ONDE?

Informações e inscrições pelo site (sescsp.org.br/cpf) ou nas unidades do Sesc no Estado de São Paulo.

Centro de Pesquisa e Formação – CPF Sesc

Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar.


Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 10h às 22h. Sábados, das 9h30 18h30.
Telefone: 11 3254-5600

Informações e inscrições pelo site → sescsp.org.br/cpf — ou nas unidades do Sesc no Estado de São Paulo.


Colaboração de Rita Solimeo Marin | Publicado por Darlene Carvalho

PROJETO DE INSTALAÇÃO SALUBAH_NANÃ_ CELEBRA A ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA NO BRASIL

Projeto de Instalação salubah_ nanã_  acontece na ECA-USP para comemorar o Dia da Abolição da Escravatura no Brasil.

Esse projeto de instalação temático na USP inclui exposição fotográfica, performance  e seminário. Veja o convite:
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O QUÊ? QUANDO? ONDE?

Projeto de Instalação salubah_nanã

9 a 14/05/2016

Exposição fotográfica nanã_ do artista visual Wilton Garcia.

Local: Outdoor da ECA-USP

12/05/2016 a 12/08/2016

Exposição fotográfica saluba_ do artista visual Wilton Garcia.

Local: Espaço Milton Santos do Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA-USP

12/05/2016 às 19h

Performance Igba com a atriz Neydeddeus

Local: Auditório Freitas Nobre

12/05/2016 às 19h30

Seminário ‘O Negro No Brasil’, com Dennis de Oliveira, Dilma Melo e Silva, Ricardo Alexino Ferreira e Rosane da Silva Borges.

— O seminário será transmitido ao vivo pela TV CJE

Local: Auditório Freitas Nobre

QUANTO?

Entrada Franca


Colaboração de Wilton Garcia | Publicado por Darlene Carvalho

‘É MESMO UMA PALHAÇADA’ NO SESC

A TRUPE DUNAVÔ APRESENTA O ESPETÁCULO “É MESMO UMA PALHAÇADA” NO SESC SÃO CAETANO

O público do grande ABC e região terá a oportunidade de conhecer o trabalho da Trupe Dunavô, uma das grandes revelações do teatro infantil e jovem do ano de 2015. No dia 13 de maio, o grupo apresenta o espetáculo “É mesmo uma Palhaçada”, no SESC São Caetano.

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Foto: Cristiana Fabrício

Esse espetáculo, que já foi apresentado em diversas cidades de São Paulo, faz referência à memória do circo, divertindo o público com números autorais e clássicos da palhaçaria circense. Se você ainda não conhece o trabalho destes palhaços, se programe e vá conferir!

Sobre a Trupe Dunavô

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Foto: Cristiana Fabrício

A Trupe Dunavô, formada por Renato Ribeiro, Gis Pereira e Gabi Zanola, estará na cidade de São Caetano no dia 13 de maio, para apresentar o espetáculo É mesmo uma Palhaçada, na área de convivência do SESC São Caetano. A trupe tem uma história de longa data com a cidade, tendo já se apresentado em importantes eventos como: Revirando São Caetano, Dia de Brincar São Caetano do Sul, III e IV Entoada Nordestina SCS, Brilha São Caetano, Virada Cultural Paulista de São Caetano do Sul, Jogos Estudantis de São Caetano do Sul, Comemoração de 45 anos da Fundação das Artes de São Caetano do Sul, entre outros.

Após circular por diversos espaços, a Trupe Dunavô retorna à cidade, com seu espetáculo “É mesmo uma Palhaçada”, que passou por uma nova direção artística, e volta totalmente repaginado. Com nova trilha sonora, figurino, cenário e roteiro, a trupe convida o público para uma grande viagem no tempo, através de uma imersão na memória do circo.

O espetáculo “É mesmo uma Palhaçada”, traz a divertida história de três palhaços, que chegam para se apresentar e descobrem que estão no lugar errado. Em meio a essa grande confusão, os palhaços tentam consertar a situação, disfarçar o ocorrido e entreter os espectadores com suas ideias mirabolantes, porém muito atrapalhadas. Através de suas maravilhosas habilidades, eles provocam inúmeras situações inusitadas, mas as coisas não acontecem como o esperado e é aí que a brincadeira começa.

Com números clássicos da palhaçaria circense, mesclado às cenas de autoria do grupo, brincando entre o novo e o já consagrado pelos mestres do picadeiro, a trupe diverte o público e garante boas risadas.

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Foto: Cristiana Fabrício

Com o espetáculo “É mesmo uma palhaçada” a Trupe DuNavô se apropria da linguagem circense em seu caráter lúdico estimulando a imaginação dos espectadores – sejam eles crianças ou adultos – de forma acolhedora e generosa, sem a mínima distinção. Dessa forma, promovem um verdadeiro resgate da memória do circo, valorizando a cultura popular, relembrando clássicos e convidando o público a reviver os grandes e tradicionais circos do passado.

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Além deste trabalho, a Trupe Dunavô tem em seu histórico uma aclamada temporada no Centro Cultural São Paulo no ano de 2015, quando surpreendeu a todos com uma delicada fábula chamada Refugo Urbano, que arrebatou o público, esgotando ingressos na Sala Jardel Filho (a maior do Centro Cultural São Paulo, com cerca de 320 lugares). Nessa temporada de estreia de seu primeiro espetáculo totalmente autoral, atraiu também os olhares da crítica especializada, recebendo duas indicações para o Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem, nas categorias Melhor Atriz (Gabi Zanola) e Prêmio Sustentabilidade, categoria com a qual foi premiado. Em uma votação especial, organizada para escolher os melhores do ano, o espetáculo foi ainda eleito pelos leitores do Guia Folha como Melhor Espetáculo Infantil do Ano de 2015.

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Se você ainda não conhece o trabalho deste grupo, que é uma das grandes revelações do teatro infantil e jovem do ano de 2015, não perca esta oportunidade! A apresentação acontece no dia 13 de maio, às 20h00, na área de convivência do SESC São Caetano e a entrada é gratuita.

Mais informações nas redes sociais da Trupe Dunavô:

 

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SINOPSE – É MESMO UMA PALHAÇADA

Um grupo de palhaços chega de uma turnê internacional de seu fabuloso espetáculo. Partindo de um cortejo, eles convidam o público a assistir esse grande show de variedades. Ao chegar ao local da apresentação, eles percebem que o cenário montado pertence a outro grupo e que eles foram parar em cidade errada, porém, os seguidores do cortejo estão na expectativa e o show tem que acontecer!

Os palhaços passam a vasculhar esse cenário desconhecido e a “improvisar” cenas com os diferentes objetos encontrados. Passeando por ilusionismo, mágica, dança e demais variedades circenses, eles se revezam apresentando cenas clássicas e autorais, arrancando boas gargalhadas! E convidam o público para um verdadeiro resgate da memória do circo, valorizando a cultura e proporcionando uma vivência no ambiente circense, que não deve ser esquecida.

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O QUÊ?

Espetáculo: É Mesmo Uma Palhaçada, com a Trupe Dunavo.

Duração: 50 minutos.Classificação: Livre.

QUANDO?

Sexta-feira, 13 de maio de 2016, às 20h.

QUANTO?

Entrada Franca

ONDE?

SESC São Caetano – Área de Convivência

R. Piauí, 554 – Santa Paula, São Caetano do Sul – SP

Telefone: (11) 4223-8800


Colaboração de Luciana Gandelini| Publicação de Darlene Carvalho

ENCONTROS SOBRE DIREITOS HUMANOS E JUVENTUDE

Sesc e Núcleo de Estudos da Violência da USP realizam encontros sobre direitos humanos e juventude

Sérgio Adorno, Marcelo Batista Nery e Eduardo Marangoni Canesin, Bruno Paes Manso estão entre os palestrantes.

O Centro de Pesquisa e Formação do Sesc, em parceria com o Núcleo de Estudos da Violência da USP, realiza, de 9 a 18 de maio, a série de encontros Direitos Humanos e Juventude, que visa discutir as várias relações entre juventude, violência, lei, intolerância e estereótipos midiáticos.

A série aborda como a intolerância e a delinquência afetam a socialização e percepção dos jovens; o diálogo sobre o processo de aprendizagem das normas e leis entre jovens; o crescimento e a queda dos homicídios dolosos e as razões para a variabilidade das taxas desses crimes na capital paulista; os jovens como notícia e como produtores de notícia.

Entre os palestrantes estão os sociólogos Sérgio Adorno, Marcelo Batista Nery e Eduardo Marangoni Canesin, os pesquisadores da NEV-USP, Aline Mizutani eRenan Theodoro, o cientista político e jornalista Bruno Paes Manso, e o professor Vitor Souza Lima Blotta.

Confira a programação:

Segunda-feira, 09/05/2016

Violência, anestesia moral e socialização de jovens na contemporaneidade.

Como entender os discursos de ódio e tentativas de redução da maioridade penal? Quais os efeitos das diferentes expressões de intolerância (como bullyng, preconceitos, humilhações) sobre a formação e socialização desses grupos sociais?

Com Sérgio Adorno, Professor Titular e Diretor da FFLCH/USP e Coordenador Científico do NEV-USP. Doutor em Sociologia pela USP, com pós-doutorado pelo Centre de Recherches Sociologiques sur le Droit et les Institutions Pénales, na França.

 

Quarta-feira, 11/05/2016

Juventude, autoridade e socialização legal

Debate com pesquisadores sobre como os jovens aprendem a se relacionar com as normas, as regras e as autoridades sociais. Neste processo de aprendizado, a qualidade das interações com as autoridades é fundamental.

Com Aline Mizutani, pesquisadora do NEV-USP, mestre em Psicologia pela USP.

Com Renan Theodoro, pesquisador do NEV-USP, mestre em Sociologia pela USP.

Segunda-feira, 16/05/2016

Homicídio e cultura da violência: as condicionantes dos assassinatos dos jovens paulistanos

O questionamento das explicações para o crescimento dos homicídios, sua concentração em locais específicos da cidade de São Paulo e a queda dos homicídios verificada posteriormente.

Com Bruno Paes Manso, Doutor em Ciência Política pela USP. Atualmente realiza pesquisa de Pós-Doutorado no NEV/USP. Jornalista.

Com Marcelo Batista Nery, Doutorando em Sociologia na USP (com doutorado sanduíche em UC Berkeley). Atualmente presta consultorias, ministra cursos de curta duração e realiza pesquisas no NEV/USP.

Quarta-feira, 18/05/2016

Jovens na mídia, mídias da juventude e cidadania

Os jovens estão na mídia, muitas vezes sendo noticiados com vieses tendenciosos. Além disso, também são produtores de conteúdo, possuindo seus próprios meios e mídias. Em debate, os dois fenômenos e suas relações com a cidadania.

Com Vitor Souza Lima Blotta, professor de Ética e legislação do Jornalismo na ECA-USP e pesquisador associado ao NEV. Vice coordenador do grupo Jornalismo, Direito e Liberdade (ECA-USP/IEA-USP).

Com Eduardo Marangoni Canesin, sociólogo formado pela USP, pesquisador do NEV-USP e pesquisador-graduado do grupo Jornalismo, Direito e Liberdade (ECA-USP/IEA-USP).

Sobre o CPF-Sesc

Inaugurado em agosto de 2012, o Centro de Pesquisa e  Formação do Sesc é uma unidade do Sesc São Paulo voltada para a produção de conhecimento, formação e difusão e tem o objetivo de estimular ações  e desenvolver estudos nos campos cultural e socioeducativo.

Além do Curso Sesc de Gestão Cultural – que visa a qualificação para a gestão cultural de profissionais atuantes no campo das Artes, tanto de instituições públicas como privadas – a unidade proporciona o acesso à cultura de forma ampla, tematicamente, por meio de cursos, palestras, oficinas, bate-papos, debates e encontros nas diversas áreas que compreendem a ação da entidade, como artes plásticas e visuais, ciências sociais, comportamento contemporâneo e cotidiano, filosofia, história, literatura e artes cênicas.


O QUÊ?

Direitos Humanos e Juventude

Recomendação etária: 16 anos. Número de vagas: 30.

Atividade com tradução em libras. Solicitação deve ser feita no ato da inscrição, com no mínimo dois dias de antecedência da atividade.

QUANDO?

Dias 9, 11, 16 e 18 de maio de 2016. Segundas e quartas, das 19h30 às 21h30.

QUANTO?

R$ 50,00 (inteira); R$ 25,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública);  R$ 15,00(trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).

ONDE?

Centro de Pesquisa e Formação – CPF Sesc

Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar.


Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 10h às 22h. Sábados, das 9h30 18h30.
Tel: 3254-5600

Informações e inscrições pelo site → sescsp.org.br/cpf — ou nas unidades do Sesc no Estado de São Paulo.


Colaboração de Rita Solimeo Marin | Publicado por Darlene Carvalho

CULTO AO RIM E ARRIGO BARNABÉ NO CCSP

O projeto Quinta na Faixa do CCSP traz nesse 05 de Maio o quarteto Culto ao Rim e Arrigo Barnabé

Nem jazz, nem rock instrumental, nem música experimental. Irremediavelmente amarrado ao estranhamento como ideal, o Culto ao Rim ressurge após alguns anos de imersões idiossincráticas, agora emergindo com sua obra mais pitoresca e visceral. O quarteto paulistano apresenta no CCSP seu mais novo álbum – que leva o nome da banda – em um espetáculo intrigante que conta com a ilustre participação especial de Arrigo Barnabé. Som e intensidade são os meios. Desconstruir corpos e ritmos, o fim.
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O QUÊ?

Show: Culto ao Rim e Arrigo Barnabé

Duração: 90 minutos.
Classificação: Livre.

QUANDO?

Quinta-feira, 05 de Maio de 2016, às 20h30 → 

QUANTO?

Grátis — A bilheteria será aberta duas horas antes do início do espetáculo para a retirada de ingressos.  Os ingressos não estarão disponíveis pela internet. Cada pessoa poderá retirar até dois ingressos.

ONDE?

CCSP — Sala Jardel Filho (321 lugares)

Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso, São Paulo – SP (ao lado do metrô Vergueiro)


Publicado por Darlene Carvalho